<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Chapada do Araripe &#187; Contos</title>
	<atom:link href="http://www.crato.org/chapadadoararipe/category/geral/artigos/contos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.crato.org/chapadadoararipe</link>
	<description>Notícias do Cariri, do Ceará e do Mundo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 May 2013 18:55:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>História do eterno insatisfeito &#8211; Emerson Monteiro</title>
		<link>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/10/12/historia-do-eterno-insatisfeito-emerson-monteiro/</link>
		<comments>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/10/12/historia-do-eterno-insatisfeito-emerson-monteiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 15:58:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/10/12/historia-do-eterno-insatisfeito-emerson-monteiro/</guid>
		<description><![CDATA[Deus do antigo santuário grego, conhecido por Tântalo, lá um dia quis agradar os outros deuses, recebidos em festivo banquete, servindo-lhes carne do próprio filho, isso para testar a ciência deles tudo saber. Tal qual acontece a três por quatro entre seres humanos a fim de obter os favores escorregadios deste chão, vendeu a quem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="post-header-line-1"></div>
<div class="post-body entry-content"><a href="http://4.bp.blogspot.com/-bSGGOwsYyac/TpWBCHEsdVI/AAAAAAAABOU/MLyALShAg0k/s1600/burro%2Be%2Ba%2Bcenoura%252C%2BO.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662573979746727250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 280px; CURSOR: hand; HEIGHT: 176px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-bSGGOwsYyac/TpWBCHEsdVI/AAAAAAAABOU/MLyALShAg0k/s320/burro%2Be%2Ba%2Bcenoura%252C%2BO.bmp" border="0" /></a><br />Deus do antigo santuário grego, conhecido por Tântalo, lá um dia quis agradar os outros deuses, recebidos em festivo banquete, servindo-lhes carne do próprio filho, isso para testar a ciência deles tudo saber. Tal qual acontece a três por quatro entre seres humanos a fim de obter os favores escorregadios deste chão, vendeu a quem mais gostava numa atitude interesseira&#8230; Dominar o mundo e subir nas condições sociais. Matam e arrebentam, pisam a cabeça dos outros e invadem o camarim das vaidades querendo aparecer nas colunas dos jornais.</p>
<p>Pois esse personagem existiu, sim, na cultura grega, passando depois de geração a geração. O deus de nome Tântalo, casado com Dione, possuía três filhos, Níobe, Dascilo e Pélops. Naquele dia do banquete, ofereceu Pélops, aos demais deuses do Olimpo que o visitavam. Na ânsia de obter os favores dos céus, Tântalo antes havia abusado da confiança dos poderosos ao roubar-lhes néctar e ambrosia, substâncias de que necessitava para ser um imortal semelhante a eles.</p>
<p>Nesse caminho de tanta contradição, receberia de troco a punição de jamais poder experimentar o gosto da satisfação dos seus desejos. Após descoberto o delito de Tântalo, Zeus, o principal no comando das hostes superiores, ordenou que o filho oferecido no trágico banquete retornasse a viver, porém que o pai cumpriria, em condenação pelo gesto condenável, a pena de nunca chegar à realização de qualquer sonho que sonhasse. Tão próximo dos objetos do desejo e tão longe do prazer, eis o resumo do que o aguardavam na sequência dos acontecimentos.</p>
<p>Com água no pescoço, não poderia saciar a sede&#8230; Olharia frutos deliciosos das árvores da natureza sem, no entanto, desfrutar do direito de saborear-los, forma inominável de suplício, símbolo da insatisfação dos instintos que chamam de a medida do ter que nunca enche. Tântalo e seus descendentes sempre iriam carregar a prova de imaginar ambições, e não vencer o limite que delas o separa, nesta vida material que se desmancha no mar da insatisfação, segundo os gregos de antigamente.</p>
<p>E quantos nadam, nadam, avistando as praias douradas da ilusão, em quimeras fantasiosas, esquecidos que transportam consigo, no íntimo coração, o motivo da felicidade, o Amor, que tudo pode e realiza. </p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/10/12/historia-do-eterno-insatisfeito-emerson-monteiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>NEM DE GRAÇA &#8211; Por Mundim do Vale.</title>
		<link>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/10/06/nem-de-graca-por-mundim-do-vale/</link>
		<comments>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/10/06/nem-de-graca-por-mundim-do-vale/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 00:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/10/06/nem-de-graca-por-mundim-do-vale/</guid>
		<description><![CDATA[Esse causo verdadeiro, Demontier me contou no dia da posse do Bom Bibí. Demontier Batista, bom filho que é, toda semana tira um dia para visitar seus pais André e Bezinha, que ocupam um apartamento da sua propriedade no bairro de Fátima.Numa dessas visitas depois de pedir a bênção aos pais e fazer a entrega [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#000000"></p>
<div class="post-header-line-1"></div>
<div class="post-body entry-content"><span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 180%; COLOR: rgb(0,0,153)"></font><br /></span><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-pkrIGJ_SWzg/To0WxMlIbAI/AAAAAAAAZ9A/IibqC6LmWos/s1600/rede_preguica.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5660205341120949250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 320px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 218px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-pkrIGJ_SWzg/To0WxMlIbAI/AAAAAAAAZ9A/IibqC6LmWos/s400/rede_preguica.jpg" border="0" /></a><span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 180%; COLOR: rgb(0,0,153)"><font size="6">E</font></span>sse causo verdadeiro, Demontier me contou no dia da posse do Bom Bibí.</p>
<p>Demontier Batista, bom filho que é, toda semana tira um dia para visitar seus pais André e Bezinha, que ocupam um apartamento da sua propriedade no bairro de Fátima.<br />Numa dessas visitas depois de pedir a bênção aos pais e fazer a entrega de alguns mantimentos, Demontier iniciou uma conversa com André:<br />- Pai. Como é que estão as vendas das redes?<br />- Estão muito mal. Eu tava ainda a pouco dizendo pra Bezinha. O povo de hoje em dia, só quer dormir em cama box.<br />- Mas o povo do interior ainda gosta de uma boa tipóia.<br />- É mais um dia eu fui oferecer uma rede a um parente nosso, ele perguntou o preço, eu disse, ele respondeu que estava muito cara e ainda fez gozação dizendo que por aquele preço ele compraria a rede Globo.<br />Quando Demontier se despedia, André pegou quatro redes e falou:<br />- Tiê, leve essas quatro redes para sua casa de práia.<br />- Precisa não pai. Lá já tem muitas camas.<br />- Mas leve homem, rede nunca é demais. Você me ajuda muito e não custa nada eu lhe dar essas redes.<br />- Não precisa pai. Eu não já disse.<br />André olhou para Bezinha e disse:<br />- Tá vendo aí Bezinha? Nem de graça o povo quer mais rede.</p>
<p>Por: Mundim do Vale &#8211; Blog do Sanharol &#8211; Rede Blogs do Ceará </p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/10/06/nem-de-graca-por-mundim-do-vale/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O paraíso indígena e a lenda da &#8220;pedra da Batateiras&#8221;</title>
		<link>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/08/22/o-paraiso-indigena-e-a-lenda-da-pedra-da-batateiras/</link>
		<comments>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/08/22/o-paraiso-indigena-e-a-lenda-da-pedra-da-batateiras/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 01:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/08/22/o-paraiso-indigena-e-a-lenda-da-pedra-da-batateiras/</guid>
		<description><![CDATA[A&#160;pedra fica na nascente do rio Batateiras, na Chapada do Araripe (DIVULGAÇÃO)A pedra fica na nascente do rio Batateiras, na Chapada do Araripe (DIVULGAÇÃO) &#8211; Conta-se no Cariri que a pedra da nascente do rio Batateiras, o maior olho d&#8217;água da Chapada do Araripe, um dia irá rolar, inundando toda a região e despertando uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="post-header-line-1" style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; FONT: 13px/1.3em Verdana, Arial, sans-serif; COLOR: rgb(102,0,0); BACKGROUND-COLOR: rgb(255,250,238); TEXT-ALIGN: left; "><font color="#000000"></font></div>
<div class="post-body entry-content" style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; FONT: 13px/1.3em Verdana, Arial, sans-serif; COLOR: rgb(102,0,0); BACKGROUND-COLOR: rgb(255,250,238); TEXT-ALIGN: left; "><span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 23px; COLOR: rgb(0,0,153)"><br /></span></p>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="COLOR: rgb(51,102,153)" href="http://2.bp.blogspot.com/-vCMwHbMx1Rw/TlIh6ZoQdtI/AAAAAAAAYyY/mBQJBp6XZDw/s1600/pedra_batateira.jpg"><font color="#000000"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5643610570244519634" style="BORDER-RIGHT: rgb(204,204,204) 1px solid; PADDING-RIGHT: 4px; BORDER-TOP: rgb(204,204,204) 1px solid; PADDING-LEFT: 4px; FLOAT: left; PADDING-BOTTOM: 4px; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; BORDER-LEFT: rgb(204,204,204) 1px solid; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; PADDING-TOP: 4px; BORDER-BOTTOM: rgb(204,204,204) 1px solid; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-vCMwHbMx1Rw/TlIh6ZoQdtI/AAAAAAAAYyY/mBQJBp6XZDw/s400/pedra_batateira.jpg" border="0" /></font></a><font color="#000000"><span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 23px; COLOR: rgb(0,0,153)">A</span><span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span>pedra fica na nascente do rio Batateiras, na Chapada do Araripe (DIVULGAÇÃO)A pedra fica na nascente do rio Batateiras, na Chapada do Araripe (DIVULGAÇÃO) &#8211; Conta-se no Cariri que a pedra da nascente do rio Batateiras, o maior olho d&rsquo;água da Chapada do Araripe, um dia irá rolar, inundando toda a região e despertando uma serpente que vem devolver as terras dos índios escravizados pelos brancos. A lenda da catástrofe, seguida da volta do povoamento dos índios cariris, contada há séculos, ganha nova leitura com a pesquisa do historiador Eldinho Pereira. O texto inédito &ldquo;A Pedra da Batateiras e a restauração do &lsquo;Paraíso&rsquo;&rdquo; reconta a história dos índios cariris e as origens da lenda que cerca a nascente. Pesquisador do Instituto da Memória do Povo Cearense (Imopec), com sede em Fortaleza, Eldinho explica que muitos aspectos da lenda são recuperados por relatos que chegaram até os dias atuais.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p>&ldquo;Desde criança tenho ouvido histórias fantásticas. Comecei a colocar alguma coisa no papel e os depoimentos de pessoas locais diferentes acabaram convergindo&rdquo;, detalha o historiador, natural de Farias Brito, no Cariri. Eldinho é adepto da tese do cineasta Rosemberg Cariry, para quem os movimentos de Canudos, liderado por Antônio Conselheiro, de Juazeiro do Norte, por Padre Cícero, e do Caldeirão, pelo beato José Lourenço, &ldquo;constituíram verdadeiras tentativas de recriações do &lsquo;Paraíso&rsquo; dos índios cariris e dos mestiços despojados de suas próprias terras&rdquo;.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p>Mar e Sertão<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p>O historiador relaciona a lenda da &ldquo;pedra da Batateiras&rdquo; à percepção dos índios cariris de que a região um dia abrigou mar. &ldquo;Como os índios não tinham conhecimentos específicos, apelaram para o imaginário. Para eles, o mar tinha se evacuado, descido para o subsolo e a água voltaria pela nascente do rio Batateiras&rdquo;, conta Eldinho. O pesquisador cita ainda a importância de movimentos como a tentativa de reorganização de povos cariri no sítio Poço Dantas, na zona rual do Crato, onde vivem entre 30 e 40 famílias descendentes da etnia.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p>Como<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p>ENTENDA A NOTÍCIA<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p>O mais provável é que a lenda tenha surgido entre os índios aldeados na Missão do Miranda, no século XVIII. De acordo com Rosemberg Cariry, os pajés profetizavam que a pedra rolaria e, quando as águas baixassem, a terra voltaria a ser fértil e os cariris voltariam para o &ldquo;Paraíso&rdquo;.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p>SAIBA MAIS<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p>Eldinho Pereira conta que, sob a ótica católica, a lenda da serpente é trocada por uma baleia que habitaria o subterrâneo do centro do Crato. &ldquo;Quando ela sair, anunciará o novo tempo, expulsando os homens maus. Anjos suspenderiam Juazeiro e a água passaria por baixo&rdquo;, relata. As forte chuvas no Crato, em janeiro, foram motivo para que a população da cidade lembrasse a lenda. &ldquo;A pedra da Batateira rolou&rdquo;, comentava-se. Segundo Eldinho, Antônio Conselheiro teria tomado conhecimento da lenda em sua passagem pelo sul do Ceará e Nordeste da Bahia, onde também habitavam os cariris. Daí as menções de que o &ldquo;sertão vai virar mar&rdquo; em seus discursos.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p>Thiago Mendes<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span><br />thiagomendes@opovo.com.br<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></font></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/08/22/o-paraiso-indigena-e-a-lenda-da-pedra-da-batateiras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O paraíso indígena e a lenda da &#8220;pedra da Batateiras&#8221;</title>
		<link>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/08/22/o-paraiso-indigena-e-a-lenda-da-pedra-da-batateiras-2/</link>
		<comments>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/08/22/o-paraiso-indigena-e-a-lenda-da-pedra-da-batateiras-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 01:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/11/22/o-paraiso-indigena-e-a-lenda-da-pedra-da-batateiras-2/</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; A&#160;pedra fica na nascente do rio Batateiras, na Chapada do Araripe (DIVULGAÇÃO)A pedra fica na nascente do rio Batateiras, na Chapada do Araripe (DIVULGAÇÃO) &#8211; Conta-se no Cariri que a pedra da nascente do rio Batateiras, o maior olho d&#8217;água da Chapada do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="post-header-line-1" style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; FONT: 13px/1.3em Verdana, Arial, sans-serif; COLOR: rgb(102,0,0); BACKGROUND-COLOR: rgb(255,250,238); TEXT-ALIGN: left"><font color="#000000"></font></div>
<div class="post-body entry-content" style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; FONT: 13px/1.3em Verdana, Arial, sans-serif; COLOR: rgb(102,0,0); BACKGROUND-COLOR: rgb(255,250,238); TEXT-ALIGN: left"><span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 23px; COLOR: rgb(0,0,153)"><br /></span></p>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="COLOR: rgb(51,102,153)" href="http://2.bp.blogspot.com/-vCMwHbMx1Rw/TlIh6ZoQdtI/AAAAAAAAYyY/mBQJBp6XZDw/s1600/pedra_batateira.jpg"><font color="#000000"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5643610570244519634" style="BORDER-RIGHT: rgb(204,204,204) 1px solid; PADDING-RIGHT: 4px; BORDER-TOP: rgb(204,204,204) 1px solid; PADDING-LEFT: 4px; FLOAT: left; PADDING-BOTTOM: 4px; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; BORDER-LEFT: rgb(204,204,204) 1px solid; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; PADDING-TOP: 4px; BORDER-BOTTOM: rgb(204,204,204) 1px solid; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-vCMwHbMx1Rw/TlIh6ZoQdtI/AAAAAAAAYyY/mBQJBp6XZDw/s400/pedra_batateira.jpg" border="0" /></font></a></div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</div>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify"><font color="#000000"><span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 23px; COLOR: rgb(0,0,153)">A</span>&nbsp;pedra fica na nascente do rio Batateiras, na Chapada do Araripe (DIVULGAÇÃO)A pedra fica na nascente do rio Batateiras, na Chapada do Araripe (DIVULGAÇÃO) &#8211; Conta-se no Cariri que a pedra da nascente do rio Batateiras, o maior olho d&rsquo;água da Chapada do Araripe, um dia irá rolar, inundando toda a região e despertando uma serpente que vem devolver as terras dos índios escravizados pelos brancos. A lenda da catástrofe, seguida da volta do povoamento dos índios cariris, contada há séculos, ganha nova leitura com a pesquisa do historiador Eldinho Pereira. O texto inédito &ldquo;A Pedra da Batateiras e a restauração do &lsquo;Paraíso&rsquo;&rdquo; reconta a história dos índios cariris e as origens da lenda que cerca a nascente. Pesquisador do Instituto da Memória do Povo Cearense (Imopec), com sede em Fortaleza, Eldinho explica que muitos aspectos da lenda são recuperados por relatos que chegaram até os dias atuais.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Desde criança tenho ouvido histórias fantásticas. Comecei a colocar alguma coisa no papel e os depoimentos de pessoas locais diferentes acabaram convergindo&rdquo;, detalha o historiador, natural de Farias Brito, no Cariri. Eldinho é adepto da tese do cineasta Rosemberg Cariry, para quem os movimentos de Canudos, liderado por Antônio Conselheiro, de Juazeiro do Norte, por Padre Cícero, e do Caldeirão, pelo beato José Lourenço, &ldquo;constituíram verdadeiras tentativas de recriações do &lsquo;Paraíso&rsquo; dos índios cariris e dos mestiços despojados de suas próprias terras&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>Mar e Sertão&nbsp;</p>
<p>O historiador relaciona a lenda da &ldquo;pedra da Batateiras&rdquo; à percepção dos índios cariris de que a região um dia abrigou mar. &ldquo;Como os índios não tinham conhecimentos específicos, apelaram para o imaginário. Para eles, o mar tinha se evacuado, descido para o subsolo e a água voltaria pela nascente do rio Batateiras&rdquo;, conta Eldinho. O pesquisador cita ainda a importância de movimentos como a tentativa de reorganização de povos cariri no sítio Poço Dantas, na zona rual do Crato, onde vivem entre 30 e 40 famílias descendentes da etnia.&nbsp;</p>
<p>Como&nbsp;</p>
<p>ENTENDA A NOTÍCIA&nbsp;</p>
<p>O mais provável é que a lenda tenha surgido entre os índios aldeados na Missão do Miranda, no século XVIII. De acordo com Rosemberg Cariry, os pajés profetizavam que a pedra rolaria e, quando as águas baixassem, a terra voltaria a ser fértil e os cariris voltariam para o &ldquo;Paraíso&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>SAIBA MAIS&nbsp;</p>
<p>Eldinho Pereira conta que, sob a ótica católica, a lenda da serpente é trocada por uma baleia que habitaria o subterrâneo do centro do Crato. &ldquo;Quando ela sair, anunciará o novo tempo, expulsando os homens maus. Anjos suspenderiam Juazeiro e a água passaria por baixo&rdquo;, relata. As forte chuvas no Crato, em janeiro, foram motivo para que a população da cidade lembrasse a lenda. &ldquo;A pedra da Batateira rolou&rdquo;, comentava-se. Segundo Eldinho, Antônio Conselheiro teria tomado conhecimento da lenda em sua passagem pelo sul do Ceará e Nordeste da Bahia, onde também habitavam os cariris. Daí as menções de que o &ldquo;sertão vai virar mar&rdquo; em seus discursos.&nbsp;</p>
<p>Thiago Mendes&nbsp;<br />thiagomendes@opovo.com.br&nbsp;</font></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/08/22/o-paraiso-indigena-e-a-lenda-da-pedra-da-batateiras-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Educação no Planeta Aquarius &#8211; Por: Luiz Domingos de Luna*</title>
		<link>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/07/29/a-educacao-no-planeta-aquarius-por-luiz-domingos-de-luna/</link>
		<comments>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/07/29/a-educacao-no-planeta-aquarius-por-luiz-domingos-de-luna/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 01:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/07/29/a-educacao-no-planeta-aquarius-por-luiz-domingos-de-luna/</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Outro dia fui convidado a retornar, ao meu planeta natal &#8211; Aquarius, como de sempre, peguei a nave e embarquei nem liguei mais para o processo de desintegração, matéria, energia, matéria escura, buracos negros, galáxias, quasares, velocidade, acelerador de partículas, motor de regressão de gravidade. Como já estou acostumado com as mutações existenciais do universo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="post-header-line-1" style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; FONT: 13px/1.3em Verdana, Arial, sans-serif; COLOR: rgb(102,0,0); BACKGROUND-COLOR: rgb(255,250,238); TEXT-ALIGN: left; "></div>
<div class="post-body entry-content" style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; FONT: 13px/1.3em Verdana, Arial, sans-serif; COLOR: rgb(102,0,0); BACKGROUND-COLOR: rgb(255,250,238); TEXT-ALIGN: left; ">
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify"><font style="BACKGROUND-COLOR: #ffffff" color="#000000" size="2"></font><br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="COLOR: rgb(51,102,153)" href="http://1.bp.blogspot.com/-vRAuma1Gsmg/TjKJEelbluI/AAAAAAAAYZQ/Mj6TKGzPnzg/s1600/aquarius2.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634716793816454882" style="BORDER-RIGHT: rgb(204,204,204) 1px solid; PADDING-RIGHT: 4px; BORDER-TOP: rgb(204,204,204) 1px solid; PADDING-LEFT: 4px; FLOAT: left; PADDING-BOTTOM: 4px; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; BORDER-LEFT: rgb(204,204,204) 1px solid; WIDTH: 274px; CURSOR: pointer; PADDING-TOP: 4px; BORDER-BOTTOM: rgb(204,204,204) 1px solid; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-vRAuma1Gsmg/TjKJEelbluI/AAAAAAAAYZQ/Mj6TKGzPnzg/s400/aquarius2.jpg" border="0" /></a><span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 23px; COLOR: rgb(0,0,153)">&#8220;O</SPAN>utro dia fui convidado a retornar, ao meu planeta natal &ndash; Aquarius, como de sempre, peguei a nave e embarquei nem liguei mais para o processo de desintegração, matéria, energia, matéria escura, buracos negros, galáxias, quasares, velocidade, acelerador de partículas, motor de regressão de gravidade. Como já estou acostumado com as mutações existenciais do universo paralelo, fiz desta vez uma viagem tranqüila e segura, vez estar desintegrado em íons imantados a um grande imã sem prejuízo molecular para minha reintegração material em Aquarius, ao entrar na nossa galáxia Atenas, nem ao som do ruído do redutor gravitacional me foi motivo de preocupação inicial á viagem.</p>
<p>Aos procedimentos, já bastante expostos na série aquarianos, fui convidado a participar da plenária. O Tema: A Educação no Planeta Aquarius, sentei na minha cadeirinha como de costume, o telão girava em 3D, eu nessa altura, já com um calafrio psicológico muito forte, na verdade somente uma forma pedagógica de explicar a situação aos humanos, vez em Aquarius a matéria inexiste, assim a plenário lotado a esperar o conferencista que chegou muito entusiasmado. Eu como de costume já fui ficando desconfiado, pois em Aquarius não existe emoção o conferencista saudou a todos e abriu a conferência com a praxe de sempre, ao mérito, foi logo expondo: no universo o único planeta que não tem a educação sistemática é Aquarius somos os melhores em computação gráfica, em cibernética, dominamos todo o universo possível da tecnologia, mas ainda não temos um projeto educacional, creio isto ser um ponto negativo para a nosso soberania no espaço sideral, assim para a nossa superioridade intelectual seria oportuno para nós termos a melhor educação do universo.</p>
<p>Nós chegaríamos à perfeição. &ndash; Correto? Um colega lá na última fila indagou: &#8211; a educação é um valor básico na sociedade, mas tem um problema &ndash; o conferencista em aparte &ndash; Qual? -A educação é um bem durável e depende do fator tempo, vetor existencial que não existe em Aquarius, &#8211; isto tem solução &ndash; mas tem outro &ndash; uns conseguem aprisionar o conhecimento com mais facilidade e outros não. &#8211; Como assim? : É que a educação de qualidade plena depende da qualidade social, &#8211; O que é esta qualidade social &#8211; É todo infraestrutura social e econômica que deve existir para que o aluno saia de sua casa escola para escola apto a aprendizagem, pois, não tendo esta oportunidade igual para todos, os aptos aprendem e os não aptos não. Tendo esta qualificação social plena, a educação tem um fim comum de oportunidades a todos ?- Sim com certeza.</p>
<p>Chamem o projetista &ndash; O Projetista fez o esboço da Escola, quadro funcional, currículo e na verdade expôs tudo em detalhes minuciosos, com uma didática perfeita. A platéia aplausos geral para o projetista. Eu como sempre desconfiado de tanta emoção vez isto não existir em Aquarius. O Conferencista disse: Tudo aqui é baseado unicamente no mérito, somente no mérito. Nada pode esta acima do mérito, o mérito é quem vai definir a nossa educação- Certo &ndash; a Plenária aplaudiu geral uma verdadeira festa em Aquarius.</p>
<p>O sábio lentamente levantou de sua cadeirinha encarou bem o conferencista e indagou &#8211; o Mérito de quem mesmo? Do professor-Algum problema? Não é que eu pensei que o Mérito seria do aluno &ndash; Como aluno? Você sabe bem que em Aquarius a prioridade é a política e a educação com mérito para o professor &ndash; você sabe que em Aquarius não existe aluno. nem tão pouco aprendiz, muito menos esta qualidade social. E o mérito do aluno, e a qualidade social &ndash; quis saber o sábio &ndash; conferencista, isto a gente pensa depois, &#8211; depois quando? Quando a gente deixar o poder, será uma cobrança nossa.</p>
<p>Entendeu ?<br />-Não<br />Alguma dúvida ?<br />-Todas<br />Mas é assim que a coisa funciona.&#8221;<br /><span style="FONT-SIZE: 11px"><br />(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra &ndash; Aurora &ndash;Ceará.</span></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/07/29/a-educacao-no-planeta-aquarius-por-luiz-domingos-de-luna/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Morte de Joli &#8211; Por: Francisco Gonçalves de Oliveira</title>
		<link>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/07/14/a-morte-de-joli-por-francisco-goncalves-de-oliveira/</link>
		<comments>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/07/14/a-morte-de-joli-por-francisco-goncalves-de-oliveira/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 00:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/07/14/a-morte-de-joli-por-francisco-goncalves-de-oliveira/</guid>
		<description><![CDATA[O&#160;intenso sol nordestino da Rua São Geraldo em Icó, estado do ceará, compunha o cenário para ambientar a história que eu vou contar. Graciliano Ramos certamente teria escrito sobre joli, melhor do que disse sobre a cadelinha baleia através de sua pena, em que humaniza o animal e animaliza o humano, muito embora, em torno [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="post-header-line-1" style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; FONT: 13px/1.3em Verdana, Arial, sans-serif; COLOR: rgb(102,0,0); BACKGROUND-COLOR: rgb(255,250,238); TEXT-ALIGN: left; "></div>
<div class="post-body entry-content" style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; FONT: 13px/1.3em Verdana, Arial, sans-serif; COLOR: rgb(102,0,0); BACKGROUND-COLOR: rgb(255,250,238); TEXT-ALIGN: left; ">
<div class="post-header-line-1" style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; FONT: 13px/1.3em Verdana, Arial, sans-serif; COLOR: rgb(102,0,0); BACKGROUND-COLOR: rgb(255,250,238); TEXT-ALIGN: left; "></div>
<div class="post-body entry-content" style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; FONT: 13px/1.3em Verdana, Arial, sans-serif; COLOR: rgb(102,0,0); BACKGROUND-COLOR: rgb(255,250,238); TEXT-ALIGN: left; ">
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify"><span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 23px; COLOR: rgb(0,0,153)"><br /></span><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="COLOR: rgb(51,102,153)" href="http://1.bp.blogspot.com/-0VmhougazMg/Th6GdniuOcI/AAAAAAAAYKM/_jwiMyuMaEM/s1600/joli.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5629084427648645570" style="BORDER-RIGHT: rgb(204,204,204) 1px solid; PADDING-RIGHT: 4px; BORDER-TOP: rgb(204,204,204) 1px solid; PADDING-LEFT: 4px; FLOAT: left; PADDING-BOTTOM: 4px; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; BORDER-LEFT: rgb(204,204,204) 1px solid; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; PADDING-TOP: 4px; BORDER-BOTTOM: rgb(204,204,204) 1px solid; HEIGHT: 329px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-0VmhougazMg/Th6GdniuOcI/AAAAAAAAYKM/_jwiMyuMaEM/s400/joli.jpg" border="0" /></a><span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 23px; COLOR: rgb(0,0,153)">O</span><span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span>intenso sol nordestino da Rua São Geraldo em Icó, estado do ceará, compunha o cenário para ambientar a história que eu vou contar. Graciliano Ramos certamente teria escrito sobre joli, melhor do que disse sobre a cadelinha baleia através de sua pena, em que humaniza o animal e animaliza o humano, muito embora, em torno de baleia tudo se humanize. O que tenho para contar são apenas memórias, e memórias são sempre traiçoeiras. Vejo joli deitado, ou trotando ao encontro de alguma sombra que começa a se formar na calçada. Joli, como quase todos os cachorros da rua, tinha dono, mas era como se não tivesse. Havia por parte dos donos um misto de posse e de abandono. Parecia conhecer os moradores da rua, sempre que alguém passava por ele recebia de sua parte qualquer tipo de manifestação, um abano de rabo ou algum latido amistoso. Era uma forma dele dizer: &ldquo;Oi! como vai tudo bem? Como está quente hoje hem!&rdquo;</p>
<p>Devido a sua avançada idade, sofria de uma terrível flatulência e também não tinha o mesmo vigor físico de outrora. Mas, apesar da idade e do péssimo estado físico, ainda acompanhava a matilha, nas gandaias pela velha e histórica cidade de Icó, quando pressentia que havia alguma cadela no ciu, não tanto pelo faro, pois esse já não era tão aguçado como outrora, mas pelo entusiasmo, por ser ainda um cão da matilha, os cães, o consideravam o tiozão! Eliminava seus gazes mesmo que estivesse em sono profundo e que nem sempre eram silenciosos. E quando isso acontecia, ele acordava e corria pela rua a latir, talvez imaginando que sua paz estivesse ameaçada. Muitos garotos não muito amistosos com o coitado atiravam-lhe pedras, e o pobre cão corria com seu andar cambaleante tentando livrar-se do apedrejamento, mas mesmo assim ele era um animal da família.</p>
<p>O Rio Salgado, um rio muito importante do ceará, é afluente do rio Jaguaribe. Nasce no cariri e vem banhando o sertão do ceará quando deságua no rio Jaguaribe, outro grande rio onde foi construído o açude de Orós. Suas margens eram utilizadas para, além de uma pelada depois do banho, também como quaradouros, onde podia se avistar uma infinidade de roupas a secar sobre um sol intenso e o vento que amenizava o calor&#8230; Era também uma área onde se deixavam os animais mortos. No meu tempo de criança, tínhamos mais medo de cachorro louco que de cobra, animal comum nesse rio, em época de cheia&#8230; E como não havia clinicas veterinária para o tratamento de animais e nem campanhas de vacinações como hoje, quando um cão adoecia logo a sabedoria popular sentenciava: É hidrofobia! Uma palavra formada de duas outras palavras de origem grega que significam respectivamente: Hidro= água e Fobia=Temor. E quando um cão contraia essa doença não havia outro jeito senão matá-lo.</p>
<p>Joli esta louco! Correu a noticia e com ela o alvoroço pela rua, era o fim do nosso amigo, e o medo da doença do cão misturava-se com o amor que todos da nossa rua aprendemos a sentir por ele. Acho que os últimos momentos da morte de qualquer vivente são sempre os mesmos, repletos de sonhos, de desejos não realizados, de pena de si, ninguém poderá confirmar nem tampouco dizer o contrário. Na imagem criada por Graciliano Ramos, nos momentos finais de baleia ela ver muitos preás, mas não entende o porquê estão fazendo aquilo com ela, pois está sendo morta pelos próprios amigos, amigo esses, que ela nunca os abandonou e que agora, sem nenhuma explicação, tiram lhe a vida&#8230; Joli também não entendia porque naquele momento todos se revoltavam contra ele. Armados de paus, pedras, e uma espingarda previamente preparada para aquele fim, com apenas um tiro, mas um tiro de chumbo, de grosso calibre! joli, com suas patinhas postas, uma de encontro a outra, como que perdoando a todos, despede-se do nosso convívio, da minha rua, da nossa rua, a rua da minha infância&#8230;</p>
<p><span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(0,0,153)">Por: Francisco Gonçalves de Oliveira</span></div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/07/14/a-morte-de-joli-por-francisco-goncalves-de-oliveira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Qual o melhor caminho? &#8211; Por Magali de Figueiredo Esmeraldo</title>
		<link>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/07/05/qual-o-melhor-caminho-por-magali-de-figueiredo-esmeraldo/</link>
		<comments>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/07/05/qual-o-melhor-caminho-por-magali-de-figueiredo-esmeraldo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 14:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/07/05/qual-o-melhor-caminho-por-magali-de-figueiredo-esmeraldo/</guid>
		<description><![CDATA[As histórias de contos de fada que ouvimos de nossos pais e professores na nossa infância foram de grande importância para a nossa formação.&#160;Os contos de fadas além de despertarem a criatividade e a imaginação, transmitem os valores morais, além de incentivar o hábito da leitura. A convivência da criança com fadas e bruxas, com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="FONT: 13px Verdana, Arial, sans-serif; COLOR: rgb(102,0,0); BACKGROUND-COLOR: rgb(255,250,238); TEXT-ALIGN: left; "></p>
<div class="post-header-line-1" style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em"></div>
<div class="post-body entry-content" style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em">
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="COLOR: rgb(51,102,153)" href="http://3.bp.blogspot.com/-5aklAb-ow5Q/ThHc-V2KMmI/AAAAAAAAAbY/tOjye3rhKww/s1600/CRIAN%25C3%2587ASLENDO-A0072.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5625520373136765538" style="BORDER-RIGHT: rgb(204,204,204) 1px solid; PADDING-RIGHT: 4px; BORDER-TOP: rgb(204,204,204) 1px solid; PADDING-LEFT: 4px; FLOAT: right; PADDING-BOTTOM: 4px; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; BORDER-LEFT: rgb(204,204,204) 1px solid; WIDTH: 320px; CURSOR: pointer; PADDING-TOP: 4px; BORDER-BOTTOM: rgb(204,204,204) 1px solid; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-5aklAb-ow5Q/ThHc-V2KMmI/AAAAAAAAAbY/tOjye3rhKww/s320/CRIAN%25C3%2587ASLENDO-A0072.jpg" border="0" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"><span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 23px; COLOR: rgb(0,0,153)">A</span>s histórias de contos de fada que ouvimos de nossos pais e professores na nossa infância foram de grande importância para a nossa formação.<span><span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></span>Os contos de fadas além de despertarem a criatividade e a imaginação, transmitem os valores morais, além de incentivar o hábito da leitura. A convivência da criança com fadas e bruxas, com a bondade e a maldade e recebendo mensagens que lhes dão toda a esperança de que o bem sempre triunfa sobre o mal. Quando éramos crianças não percebíamos o verdadeiro sentido dessas histórias. Entendíamos como diversão, passa tempo ou brincadeira. Depois de adultos, é<span><span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></span>que descobrimos qual o verdadeiro objetivo dessas interessantes histórias. Através delas compreendemos que no mundo existe a bondade e a maldade.</p>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify"></div>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify">Quando ouvíamos aquelas histórias, absorvíamos a verdadeira mensagem que os contos de fadas nos passavam. Esses contos ajudam a formar pessoas com valores morais e a transmitir para cada criança que ler ou escuta, a existência do bem e do mal. O melhor é escolher o caminho da bondade e, combater a maldade.</p>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify"></div>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify">
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify"></div>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify">É triste saber que o mundo está cheio de pessoas que preferem trilhar pelo caminho da maldade e se afastam de Deus para fazer o mal aos outros e ao mundo. O egoísmo humano e a ambição distanciam o ser humano de Deus e o leva a praticar todo tipo de maldade contra o seu próximo: calúnias, fofocas, discriminação, preconceito e as maiores injustiças com quem não merece.</p>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify"></div>
<p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify">Quem deixa o coração disponível à Graça de Deus, esse sim, escolherá o caminho da bondade. Abrindo a Bíblia no Livro do Eclesiástico (27,25-27) encontraremos a seguinte mensagem &ldquo;<i>Jogue uma pedra para o alto, e ela cairá em sua própria cabeça; dê um golpe por traição, e você receberá o golpe de volta. Quem cava um buraco, nele cairá; quem prepara uma armadilha ficará preso nela. O mal se volta contra quem o pratica,<span><span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></span>e sem que a pessoa saiba de onde ele<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></i>vem.&rdquo; Através desse precioso ensinamento poderemos concluir que Deus nos julga de acordo com os nossos atos na vida e na história. E que a justiça é a presença do próprio Deus entre nós. Nesse caso é muito melhor seguir o caminho<span><span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></span>da bondade<span><span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></span>e nos aproximarmos de Deus. Promover a paz, a harmonia e o bem entre as pessoas, nos dará a certeza que encontraremos a felicidade.</p>
<div style="MARGIN: 0px 0px 0.75em; LINE-HEIGHT: 1.3em; TEXT-ALIGN: justify"></div>
<p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; TEXT-ALIGN: justify"><span style="COLOR: rgb(0,0,153)">Por Magali de Figueiredo Esmeraldo</span></p>
</div>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/07/05/qual-o-melhor-caminho-por-magali-de-figueiredo-esmeraldo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Terremoto no Nordeste&#8230;.. Em Icó no Ceará</title>
		<link>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/04/10/terremoto-no-nordeste-em-ico-no-ceara/</link>
		<comments>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/04/10/terremoto-no-nordeste-em-ico-no-ceara/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Apr 2011 11:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/04/15/terremoto-no-nordeste-em-ico-no-ceara/</guid>
		<description><![CDATA[Depois dos terremotos ocorridos na Ásia e no Japão, o Governo Brasileiro resolveu cobrir todo o país. O então recém-criado CESINA &#8211; Centro Sísmico Nacional, poucos dias após entrar em funcionamento, detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste do país. Assim, enviou um telegrama à delegacia de polícia de Icó, uma cidadezinha no interior [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="post-body entry-content">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold; font-size: 180%; color: #000099;"><br />
</span><a href="http://3.bp.blogspot.com/-il4f7NkvbaQ/TagOHYTnz8I/AAAAAAAAWq8/zaEE-mSCsG4/s1600/gatorisonho.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595738056954466242" style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 292px; cursor: pointer; height: 367px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-il4f7NkvbaQ/TagOHYTnz8I/AAAAAAAAWq8/zaEE-mSCsG4/s400/gatorisonho.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-weight: bold; font-size: 180%; color: #000099;"><span style="font-size: x-large;">D</span></span>epois dos terremotos ocorridos na Ásia e no Japão, o Governo Brasileiro resolveu cobrir todo o país. O então recém-criado CESINA &#8211; Centro Sísmico Nacional, poucos dias após entrar em funcionamento, detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste do país. Assim, enviou um telegrama à delegacia de polícia de Icó, uma cidadezinha no interior do Estado do Ceará.<br />
Dizia a mensagem :&nbsp;</p>
<p>- Urgente. Possível movimento sísmico na zona. Muito perigoso. Richter 7. Epicentro a 3 km da cidade. Tomem medidas e informem resultados com urgência !!!!</p>
<p>Somente uma semana depois, o Centro Sísmico recebeu um telegrama que dizia:</p>
<p>- Aqui é da Polícia de Icó. Movimento sísmico totalmente desarticulado. Richter tentou se evadir, mas foi abatido a tiros. Desativamos as zonas. Todas as putas estão presas. Epicentro, Epifania, Epicleison e os outros cinco irmãos estão detidos. Não respondemos antes porque houve um terremoto da porra aqui!!!</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #000099;">Postado no Blog do Sanharol por Magnólia Fiúza ( Rede Blogs do Cariri )</span></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2011/04/10/terremoto-no-nordeste-em-ico-no-ceara/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BlogHumor &#8211; 39 Coisas que aprendi assistindo Sessão da Tarde &#8211; Por: Jales Botelho</title>
		<link>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2010/11/20/bloghumor-39-coisas-que-aprendi-assistindo-sessao-da-tarde-por-jales-botelho/</link>
		<comments>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2010/11/20/bloghumor-39-coisas-que-aprendi-assistindo-sessao-da-tarde-por-jales-botelho/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 20:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crato.org/chapadadoararipe/2010/11/20/bloghumor-39-coisas-que-aprendi-assistindo-sessao-da-tarde-por-jales-botelho/</guid>
		<description><![CDATA[&#160; 39 Coisas que aprendi assistindo Sessão da Tarde 1. Não importa quais sejam os bandidos, um grupo de crianças poderá vence-los.2. Cachorros sabem falar.3. Gatos sabem falar.4. Existem filmes europeus que não chegam nem a locadoras.5. Nos EUA sempre tem valentão e ele sempre se dá mal no final.6. Se eu tiver problemas com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title">&nbsp;</h3>
<div class="post-header-line-1"></div>
<div class="post-body entry-content">
<div style="COLOR: rgb(0,0,153); TEXT-ALIGN: center"><span style="FONT-WEIGHT: bold">39 Coisas que aprendi assistindo Sessão da Tarde</span></div>
<p>1. Não importa quais sejam os bandidos, um grupo de crianças poderá vence-los.<br />2. Cachorros sabem falar.<br />3. Gatos sabem falar.<br />4. Existem filmes europeus que não chegam nem a locadoras.<br />5. Nos EUA sempre tem valentão e ele sempre se dá mal no final.<br />6. Se eu tiver problemas com minha mãe ou meu pai basta dizer palavras mágicas que nos trocaremos decorpos e daremos mais valor a cada um.<br />7. Se bandidos enfrentam crianças eles agem como tontos.<br />8. Papagaios sabem falar! (Pior que sabem mesmo)<br />9. Um bando de fedelhos chorões podem vencer um time de valentões e trogloditas.<br />10. Se no meio do filme entrar a vinheta da Globo para um boletim urgente é porque alguém morreu.<br />11. Se um casal de crianças ficar perdidos em uma ilha tudo neles cresce, menos os pelos pubianos, das axilas, bigodes barbas e unhas.<br />12. Um cachorro pode jogar basquete.<br />13. Um cachorro pode jogar basquete e baseball.<br />14. Um cachorro pode jogar basquete, baseball e futebol.<br />15. Cachorros e gatos nos chamam de &ldquo;Meu humano&rdquo; quando conversam entre si.<br />16. A babá sempre fica com o pai milionário e solteirão.<br />17. Loiras são más.<br />18. Staypuft(homem marshmallow) pode ser mal.<br />19. Chimpanzés sabem andar de Skate.<br />20. Chimpanzés sabem jogar hockey.<br />21. O Tarzan no desenho não tem a Xita.<br />22. Se eu matar aula vou curtir a vida adoidado.<br />23. Príncipes africanos são humildes<br />24. Chuck Norris é um espírito da floresta<br />25. Pilotos normais precisam de anos para pilotar um avião, pessoas comuns precisam apenas estar sob uma situação de risco e ter alguém guiando pelo rádio.<br />26. Filmes de terror não são para os fracos que ficam a tarde em casa.<br />27. Quando existe um grupo de crianças elas tem as seguintes características: Um é gordinho, o outro e um CDF e usa óculos, o outro é negro e o principal é o que tem problemas com os pais em casa.<br />28. Americanos sabem jogar futebol.( o nosso futebol)<br />29. A menina anti-popular fica com o Bonitão do colégio.<br />30. Os Trapalhões eram os caras!<br />31. Se a Xuxa trabalhar em um lanchonete, ela vai limpar o suor da testa com o alface do sanduiche.<br />32. Nunca devo alimentar um Gremilim depois da meia noite.<br />33. Caso tenha um devo ficar de olho no horário de verão.<br />34. Mulheres peitudas podem mecher brincos em seus mamilos.<br />35. A historia sem fim tem fim.<br />36. Um hospício e uma academia de polícia não são muito diferentes.<br />37. Um policia é um ótimo professor para crianças do jardim.<br />38. Se algum valentão um dia quizer me pegar no final da aula, eu vou sair beijando todas as gostosas do colégio, e roubar o dinheiro do caixa.<br />39. O Vale a Pena Ver de Novo não se refere apenas as novelas, mas aos filmes também.</p>
<p><span style="FONT-WEIGHT: bold">Por: Jales Botelho</span> </p>
<div style="CLEAR: both"></div>
</div>
<div class="post-footer">
<div class="post-footer-line post-footer-line-1"><span class="post-author vcard">Postado por <span class="fn">Dihelson Mendonça</span></span></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2010/11/20/bloghumor-39-coisas-que-aprendi-assistindo-sessao-da-tarde-por-jales-botelho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mas que almoço indigesto! – Por Carlos Eduardo Esmeraldo</title>
		<link>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2010/11/20/mas-que-almoco-indigesto-%e2%80%93-por-carlos-eduardo-esmeraldo/</link>
		<comments>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2010/11/20/mas-que-almoco-indigesto-%e2%80%93-por-carlos-eduardo-esmeraldo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 20:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crato.org/chapadadoararipe/2010/11/20/mas-que-almoco-indigesto-%e2%80%93-por-carlos-eduardo-esmeraldo/</guid>
		<description><![CDATA[Quando estudante em Salvador, entre os companheiros de residência, havia um jovem de Alagoinhas, Wedner Costa, um amigo que não vejo há mais de quarenta anos. Soube que hoje ele é um conceituado cardiologista na capital baiana. Na Semana Santa de 1965, a convite de Wedner, conheci Alagoinhas. Bem depressa fiquei encantado com a beleza [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="post-header-line-1"></div>
<div class="post-body entry-content">
<div style="TEXT-ALIGN: justify"><span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 180%; COLOR: rgb(0,0,153)"><font size="6">Q</font></span>uando estudante em Salvador, entre os companheiros de residência, havia um jovem de Alagoinhas, Wedner Costa, um amigo que não vejo há mais de quarenta anos. Soube que hoje ele é um conceituado cardiologista na capital baiana.</p>
<p>Na Semana Santa de 1965, a convite de Wedner, conheci Alagoinhas. Bem depressa fiquei encantado com a beleza da cidade, pois me lembrou o nosso querido Crato. Cidade quase do mesmo tamanho da nossa, igualmente limpa, bem arborizada, repleta de praças acolhedoras com jardins bem cuidados. Além do mais, o português Agostinho Ribeiro da Silva, meu quinto avô pelo lado Esmeraldo, se fixou em Alagoinhas, tão logo chegou ao Brasil ai pelo final do século XVII. Além de tudo isso, fui distinguido com fidalguia pela hospitalidade dos pais de Wedner.</p>
<p>Foi uma semana inesquecível em que vivemos noitadas memoráveis. Depressa fiz amizade com dois jovens de Alagoinhas, ex-colegas de Wedner: Zenon e Homero, que posteriormente foram meus colegas na Escola Politécnica. Como a maioria dos baianos, eles tocavam violão e Homero tinha uma excelente voz. E todas as noites eu os acompanhava em serenatas pelas ruas da cidade até altas horas. Durante o dia, as moças pediam para que eles fizessem serenata na rua em que elas moravam.</p>
<p>No domingo pela manhã, dia do nosso retorno a Salvador, o senhor Lourival, pai do Wedner, me perguntou se eu já havia comido carne de sariguê. Perguntei a ele o que era sariguê, pois nunca ouvira tal nome. E ele me respondeu que era uma pequena caça que havia em abundância por lá e que iria ao mercado para comprá-la.</p>
<p>Achei o almoço delicioso. A carne preparada ao molho parecia com galinha cozida no caldo. Comi e ainda repeti.</p>
<p>Quando terminei o almoço, o pai do Wedner me perguntou por que no Ceará a gente não comia sariguê. Respondi que não existia essa caça em nossa terra. Ele então me disse que tinha, e que sariguê era conhecido no Ceará por &ldquo;cassaco&rdquo; ou &ldquo;gambá&rdquo;. Passei o resto da tarde contendo a reviravolta do meu estômago. <a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_w_VBtZP6c0U/TObaHTD8i4I/AAAAAAAAAtE/Mq0J2GejqOA/s1600/Sarigu%25C3%25AA.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541356210436737922" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 198px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 120px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_w_VBtZP6c0U/TObaHTD8i4I/AAAAAAAAAtE/Mq0J2GejqOA/s200/Sarigu%25C3%25AA.jpg" border="0" /></a></p>
<p>Mas sariguê não foi o único prato indigesto que degustei na minha vida. Quando trabalhava na Coelce, tinha como atribuição principal o atendimento aos políticos de todas as cores e ideologia um tanto quanto paupérrima. Então me especializei em engolir &ldquo;sapos&rdquo;. Por isso faço questão de passar longe de um cururu. E por segurança, não aceito comidas exóticas, pois pode ser que em algum lugar cachorro ou macaco tenham nomes que sugiram algo bem apetitoso.</p>
<p><span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(0,0,153)">Por Carlos Eduardo Esmeraldo</span></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crato.org/chapadadoararipe/2010/11/20/mas-que-almoco-indigesto-%e2%80%93-por-carlos-eduardo-esmeraldo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

 Served from: www.crato.org @ 2013-05-23 19:08:12 by W3 Total Cache -->