A capital federal receberá, a partir desta quinta-feira [13], o Festival Internacional de Cinema de Brasília – que usa a sigla Biff, do nome em inglês Brasília International Film Festival.
O festival vai apresentar uma série de mostras temáticas, além da mostra competitiva. Nela, 12 filmes de várias partes do mundo concorrem a R$ 100 mil em prêmios.
Países como China, Turquia, Espanha e Senegal participam da mostra competitiva. Os filmes são inéditos no Brasil e serão exibidos no Auditório 1 do Museu da República, com reprises no Cine Cultura Liberty Mall.
O festival também trará a chamada Sessão Grandes Pré-Estreias. Nela, serão exibidos, pela primeira vez no país, filmes de Bernardo Bertolucci [Eu e Você], Marco Bellochio [A Bela Que Dorme] e Sofia Coppola [Bling Ring – A Gangue de Hollywood].
Além da mostra competitiva, o festival traz mostras paralelas com temas específicos. Por exemplo, Krisis exibirá apenas filmes com enfoque em crises contemporâneas, como a tentativa do Haiti de se erguer após o terremoto de 2010, que devastou o país.
A mostra Mundo Animado apresenta animações de vários países, enquanto a Panorama África trará aos presentes apenas filmes do Continente Africano, como La Pirogue, sobre a tentativa de senegaleses de emigrar para as Ilhas Canárias, e Virgem Margarida, sobre a reeducação de prostitutas em Moçambique.
“O cinema tem a capacidade de revelar com bastante clareza a vida dos seus povos, de onde saem essas produções. O direito de conhecer a diversidade cultural do mundo deveria ser mais garantido a todos nós. No entanto, as televisões mostram pouco disso”, explica Nilson Rodrigues, diretor-geral do Biff 2013. Além da exibição de filmes, o festival promove seminários para debater questões relacionadas a cinema.
“Um grande festival se faz com grandes filmes e com grandes debates. Os seminários vêm fazer esse complemento. Teremos grandes debates sobre a questão da pouca possibilidade dos produtos sul-americanos. A gente pouco vê filme colombiano no Brasil e vice-versa, e assim com filmes de outros países do continente. Vamos discutir meios de integrar nossas cinematografia”, disse Rodrigues.
O Biff 2013 terá início no dia 13 e se encerra em 23 de junho. O Museu Nacional da República e o Cine Cultura Liberty Mall receberão o evento. A expectativa dos organizadores é que cerca de 20 mil pessoas frequentem as sessões do festival. A programação completa do evento está no site.
Segundo o diretor, filmes como ‘Lincoln’ devem migrar em breve para a televisão
O cineasta Steven Spielberg disse nesta quarta-feira (12) que uma “implosão” na indústria cinematográfica é inevitável. Para o diretor, basta que alguns filmes de US$ 250 milhões fracassem nas bilheterias para que o setor seja alterado “para sempre”.
Segundo o diretor, o que acontecerá depois disso será uma diferença de preço na hora de comprar o ingresso para cada filme. “Você terá que pagar US$ 25 para ver o próximo filme do Homem de Ferro, mas apenas US$ 7 para ver “Lincoln’”, afirmou, em referência ao seu próprio longa.
As declarações foram feitas na Universidade do Sul da Califórnia, em um evento em que, além de Spielberg, estava presente George Lucas, criador da série “Star Wars”, que concordou com o que disse o colega. Para Lucas, mudanças grandes estão para chegar na indústria cinematográfica. Uma delas seria a transformação da exibição de filmes para algo mais parecido com o que a Broadway é hoje. O cineasta disse que menos filmes serão lançados, mas ficarão em cartazes por cerca de um ano, enquanto o preço dos ingressos será bastante aumentado.
Para Spielberg, as ideias dos diretores mais novos são “ousadas demais” para o cinema. Já Lucas lamentou que os custos de marketing de um filme sejam excessivamente altos, o que leva os cineastas a fazerem filmes para as massas, ignorando as audiências de nicho. Nesse sentido, segundo Lucas, a televisão por assinatura é “muito mais aventureira que o cinema atualmente”.
Spielberg concluiu dizendo que, por isso, filmes como “Lincoln” devem migrar em breve para a televisão, e revelou que seu longa quase foi negociado com a HBO para se tornar um telefilme.
Postado por EditorCinema, TOP, TOP2segunda-feira, 10 jun 2013, 12:55 | Comentários desativados
Leonardo Dicaprio será Rasputin no cinema Divulgação
RIO – Leonardo DiCaprio vai interpretar uma das figuras mais controversas da história russa. O ator de “Django livre” e “O aviador” vai encarnar o monge Grigori Rasputin em uma produção da Warner Bros., de acordo com o site “Deadline”.
Rasputin foi um personagem que teve forte influência na família imperial Romanov. Ele teria ajudado a prolongar a vida do filho do czar, Alexei, que era hemofílico. Como resultado, conseguiu a confiança de Nicolau II e Alexandra Feodorovna. Para muitos, no entanto, não passou de um charlatão mulherengo.
Segundo o “Deadline”, DiCaprio foi atraído para o projeto, ainda sem título e diretor, porque o roteiro, escrito por Jason Hall, dá “profundidade psicológica” a Rasputin. Hall também é o roteirista de “American sniper”, próximo filme de Steven Spielberg estrelado por Bradley Cooper.
CINE ARTE LEÃO da Faculdade Leão Sampaio em parceria com o SESC JUAZEIRO, quinta-feira, 06 de junho de 2013, às 14h. Campus Saúde. Aberto ao público.
AQUELE QUE SABE VIVER (Il sorpasso, Dir. Dino Risi, Itália, 1962, 105min) Do mesmo diretor de Perfume de Mulher (a primeira versão italiana). No verão de 1962, Bruno, um playboy quarentão, leva Roberto, um tímido estudante de direito, para uma viagem de dois dias pelas estradas de Roma e da Toscana. Neste período, vivem uma série de aventuras e desventuras. Com roteiro co-escrito por Ettore Scola, Aquele que Sabe Viver é um excelente road movie, com atuações memoráveis de Vittorio Gassman e Jean-Louis Trintignant.
Postado por EditorCariri, Cinema, TOP, TOP2segunda-feira, 6 mai 2013, 05:49 | Comentários desativados
Inscrições até 20 de julho
O 7º Festival Cinema com Farinha é uma iniciativa da DS Produções, que acontece entre os dias 16 e 19 de outubro de 2013. Na programação serão apresentadas seções diárias de cinema, com exibição dos filmes de curta e longa duração, nos gêneros de animação, ficção e documentário.
Na próxima terça-feira (30), o Sesc realiza o Sarauversário do Lume, em comemoração aos cinco anos do projeto literário “Lume – Ciclo de Leituras”. A programação acontece das 19h, da terça-feira, às 7h da quarta-feira (1), com uma virada literária na Galeria da Unidade. Entrada gratuita. A iniciativa, destinada à comunidade em geral, propõe uma leitura na íntegra da obra “A metamorfose”, de Franz Kafka, além do momento “Amigo poético secreto”, onde os participantes farão a leitura de poesias levadas pelos mesmos.
Sobre o projeto
Iniciado em 2008 em uma das salas do curso de Letras da Universidade Regional do Cariri (URCA), o “Lume – Ciclo de Leituras” tem por objetivo divulgar textos da cultura geral, artística, científica, política e humanística. Um ano após a sua criação, o projeto migrou para a Biblioteca da Unidade Crato do Sesc, onde permanece até hoje. Os encontros acontecem todas as terças-feiras, das 19h às 21h, de forma gratuita. Dentre as leituras realizadas estão quadrinhos, músicas, poesias e cartas.
SERVIÇO
Sarauversário do Lume – (Uma virada literária)
5 anos do Projeto“Lume – Ciclo de Leituras”
Local: Galeria da Unidade Crato do Sesc (Rua André Cartaxo, 443)
Data: 30/4
Horário: 19h às 7h
Informações: (88) 3523.4444
Sesc exibe “A conversação” no Crato
Com o objetivo de difundir a linguagem cinematográfica e proporcionar o entretenimento de forma gratuita, o Sesc realiza, na segunda-feira (29), mais uma edição do projeto Cinemarana, na Unidade Crato. A sessão acontece às 19 horas, com o filme “Muito mais que um crime”. Com direção de Francis Ford Coppola, o filme conta a história de Harry Caul (Gene Hackman), um especialista em escutas que tem como objetivo roubar segredos industriais. Ele se vê envolvido em uma complexa trama que põe em xeque suas concepções morais e o faz passar de perseguidor a perseguido. A classificação indicativa é de 14 anos.
SERVIÇO Cinemarana – A conversação Local: Unidade Crato do Sesc (Rua André Cartaxo, 443) Data: 29/4 Horário: 19h Informações: (88) 3523.4444
Lisboa – Cerca de 6 mil pessoas participaram do Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa (Festin) em Lisboa – o dobro de espectadores do ano passado. A quarta edição do evento, que durou uma semana e teve início no último dia 3 de abril, reuniu o maior público da história do festival no tradicional Cinema São Jorge, na Avenida Liberdade, na capital portuguesa.
Em média, 250 pessoas estiveram presentes em cada sessão. Oitenta filmes, entre longas e curtas de ficção, além de documentários e animações, foram exibidos.
O filme que atraiu maior público foi O Grande Kilapy (produção de Angola, do Brasil e de Portugal), estrelado Lázaro Ramos. Programada na abertura do festival, a película teve de ser exibida em duas salas simultaneamente devido à quantidade de cinéfilos interessados.
O festival também contou com duas sessões competitivas (para filmes de longa e de curta-metragem de ficção). Lázaro Ramos ganhou prêmio de melhor ator devido à interpretação no filme O Grande Kilapy. A melhor atriz foi Leandra Leal, protagonista de Bonitinha, mas Ordinária.
Entre os melhores filmes, destaque para o cinema brasileiro. O júri escolheu Cowboy, do diretor Tarcísio Lara Puiati, como melhor curta. O melhor longa foi A Coleção Invisível, filme de estreia do francês Bernard Attal, radicado na Bahia, e último filme do ator Walmor Chagas.
O público elegeu O Bebê, do iraniano radicado em Portugal, Reza Hajipour, como melhor curta-metragem. Colegas, de Marcelo Galvão, foi escolhido pelo público como melhor longa-metragem e recebeu menção honrosa do júri.
Para Adriana Niemeyer, uma das organizadoras do Festin, filmes como Colegas; A Coleção Invisível e O Grande Kilapy têm chances de serem exibidos no circuito comercial de Portugal. Para ela, um dos méritos do festival é permitir a exibição de filmes e despertar interesse pela exibição para o grande público.
Segundo ela, diretores brasileiros que participaram do Festin reclamaram da falta de locais para exibição das películas. “Por isso, os festivais são de grande importância”, disse, destacando a necessidade de criação de linhas de financiamento para a realização de festivais com filmes brasileiros no exterior.
A quinta edição do Festin deve ser realizada entre os dias 2 e 9 de abril de 2014, no Cinema São Jorge.
Gilberto Costa Correspondente da Agência Brasil / EBC
Postado por EditorCariri, Cinemasexta-feira, 12 abr 2013, 07:07 | Comentários desativados
O novo espaço está previsto de ser aberto em maio, por ocasião dos 60 anos do Instituto Cultural do Cariri
Crato. Está sendo montado o primeiro Memorial da Imagem e do Som do Cariri. A partir do acervo particular do cineasta Jackson de Oliveira Bantim, o espaço foi planejado para guardar a memória dos registros em imagens e sons produzidos na região. Através de pesquisas relacionadas ao tema, ele descobriu que, atualmente, existem poucas informações sobre as produções locais, onde a maioria encontra-se em relicários particulares de famílias.
Até agora, o acervo já conta com discos de cera, vinil, fitas cassetes e CDs. Sobre o cinema, há mídias preservadas da época da Atlântida Filmes FOTO: YAÇANÃ NEPONUCENA
Para a instalação do espaço, estão sendo arrecadadas as peças de doações de imagens fotográficas, documentários de áudio e vídeo, além de objetos e aparelhos eletrônicos. As pessoas que desejarem contribuir com ação podem deixar seus materiais do contexto na sede do Instituto Cultural do Cariri.
Até agora, o acervo já conta com discos de cera, vinil, fitas cassete e CD´s. Na área cinematográfica, dispõe desde as mídias mais antigas, que datam da década de 50, quando a Atlântida Filmes coordenava as criações, como os filmes em 16 e 35 milímetros e super-8, U-matic, Betamax, DVD e cartões digitais até as mais recentes. Já na fotografia, as peças vão da lâmina de vidro, utilizada em 1885 como negativo das fotos, passa pelas lâminas de flandre, papel, acetato e cartão de memória.
Parte do material foi doado pro professores, radialistas e comerciantes, que mantém o gosto pelas artes. Entre as peças está um piano, cedido por Djacir Oliveira Bantim, que é neta do exibidor e fotógrafo Luiz G. De Oliveira, pioneiro na arte de captar o cotidiano da região e que, com sua máquina Kodak Full Screen, tornou-se o primeiro fotógrafo profissional do Cariri. Devido ao seu legado, o Memorial da Imagem e do Som leva seu nome.
Agora, a expectativa é que o Memorial seja inaugurado até o próximo mês de maio, dentro das comemorações dos 60 anos do Instituto Cultural do Cariri. A ideia central é proteger todo o acervo cultural da região e valorizar os profissionais que, no passado, apesar de terem enfrentado limitações, contribuíram com as artes e com a cultura.
Nos registros estão filmes de Hélder Martins, que foi o primeiro a fazer imagens em bitolas 35 milímetros; Jerffesson de Albuquerque Junior, que rodou vídeos de temas ecológicos; obras de Ronaldo Brito, sobre o coronelismo; e de Rosemberg Cariry, que, com a história do cangaço, atingiu fama nacional através do filme “Corisco e Dadá”; além de documentários de Jackson Bantim, como “As sete almas santas vaqueiras” e “Formação Romualdo – O milagre paleontológico”, exibido em 25 países que compreendem a rede de Geoparks no mundo.
Há mais de 40 anos, o cineastra Jackson Bantim vem arquivando objetos e reportagens relacionados a sétima arte. Devido ao grande interesse que mantém pela cultura regional, ele foi adquirindo peças e guardando-as em sua residência até não dispor de espaço suficiente e sua esposa obrigá-lo a parar de colecionar.
Assim, Fátima Serra Bantim o incentivou a realizar seu antigo sonho, que era a montagem de um local de exposição, onde o público tivesse acesso ao material. Ele conta que herdou a mania de guardar essas peças e de documentar coisas do seu bisavô, Luiz G. de Oliveira, e do avô, José de Oliveira e Souza, que foi proprietário de um cinema que funcionou na região em meados de 1939, o Cine Odeon. “Essa já é uma prática antiga da minha família. Acredito que, no âmbito de tudo o que foi feito pela cultura da nossa região, o Memorial surge como um raio que se perpetuará entre as gerações”, revela.
Atualmente, a região tornou-se um celeiro de produções cinematográficas. Os vídeos mais recentes tratam de personagens folclóricos, como Zé do Alumin, de lendas famosas, como a das assombrações do Cariri, da história que mostra o Caldeirão de Santa Cruz do Deserto e o massacre ocorrido na localidade em 1937, das cidades, do cotidiano das famílias e da natureza.
Raridades
No acervo estão mais de dois mil filmes em VHS, outros 200 em DVD e dezenas nas bitolas 16 e 35 milímetros e super-8, diversas máquinas fotográficas, como a famosa Rollieflex até as digitais, filmadoras, projetores e moviolas em super-8, além de equipamentos de VHS e DVD, picapes de vinil, e um total de 2.500 fotos antigas e atuais. O espaço é dividido em três salas, sendo uma dedicada a exposição de peças relacionadas a imagens e sons, outro a cultura popular e o terceiro a memória do cangaço. Após inauguração, a meta é realizar encontros semanais entre a população e produtores de artes e de filmes. Haverá também lançamentos de obras e shows.
Importância “O Memorial surge como um raio que se perpetuará entre as gerações. A história poderá ser expressa com registro” Jackson Bantim Cineasta e curador do Memorial
Mais informações Memorial da Imagem e do Som Praça Cel. Filemon Teles ,1 Centro – Crato Telefone: (88) 9212.2147 / (88) 9934.3998
Postado por EditorCinema, TOPsexta-feira, 22 mar 2013, 09:29 | Comentários desativados
Este fim de semana será marcado pela estreia de três filmes brasileiros nas telonas. São eles: “Colegas”, “Vai que Dá Certo” e “Rânia”. Confira também outros filmes que entram em cartaz a partir desta sexta-feira (22) nas salas de cinema cearenses.
‘Colegas’ conta a aventura de três personagens com Síndrome de Down que decidem viver seus sonhos. FOTO: Divulgação
Colegas (Colegas – BRA – 2013) Aventura – Livre – 103 min Direção: Marcelo Galvão Elenco: Lima Duarte, Marcelo Galvão, Marco Luque e Ariel Goldenberg Colegas é uma divertida comédia que trata de forma poética coisas simples da vida, através dos olhos de três personagens com síndrome de Down. Eles são apaixonados por cinema e trabalham na videoteca do instituto onde vivem. Um dia, inspirados pelo filme Thelma & Louise, resolvem fugir no Karmann-Ghia do jardineiro (Lima Duarte) em busca de três sonhos: Stalone (Ariel Goldenberg) quer ver o mar, Aninha (Rita Pokk) quer casar e Márcio (Breno Viola) precisa voar. Em uma viagem do interior de São Paulo rumo à Buenos Aires, eles se envolvem em inúmeras aventuras como se tudo não passasse de uma eterna brincadeira de cinema.
Vai que Dá Certo (Vai que Dá Certo – BRA – 2013) Comédia – 12 anos – 87 min Direção: Maurício Farias Elenco: Bruno Mazzeo, Felipe Abib, Danton Mello e Fábio Porchat A história narra o reencontro de cinco amigos de adolescência que compartilham a frustração de não terem alcançado o sucesso que projetaram para suas vidas. A possibilidade de recuperar o tempo perdido surge através de uma tentadora e arriscada proposta: o assalto a uma transportadora de valores. O crime (quase) perfeito que prometia transformar suas trajetórias cumpre o seu propósito, mas não exatamente como planejaram.
Parker (Parker – EUA – 2013) Ação – 14 anos – 118 min Direção: Taylor Hackford Elenco: Jason Statham, Jennifer Lopez, Bobby Cannavale e Michael Chiklis Parker (Jason Statham) é um ladrão profissional que vive com uma série de regras: não roubar de que não tem, e não machucar quem não merece. Mas em seu mais recente trabalho, sua equipe o trai, rouba sua parte e o deixa para morrer. Determinado a fazê-los se arrepender, Parker vai até PalmBeach, playground dos ricos e famosos, onde a equipe está planejando seu maior roubo. Disfarçado de um texano rico, Parker começa uma parceria com Leslie (Jennifer Lopez), que conhece a área, está com pouco dinheiro, mas é muito bonita, inteligente e ambiciosa. Juntos, eles montarão um plano para derrubar a equipe, pegar o dinheiro e sair limpo.
PRÉ-ESTREIA
G.I. Joe 2: Retaliação (G.I. Joe 2: Retaliation – EUA – 2013) Ação – 14 anos – 94 min Direção: Jon M. Chu Elenco: Bruce Willis, Dwayne Johnson, Channing Tatum e Ray Stevenson Nesta sequência, os G.I. Joes não estão somente lutando contra seu inimigo mortal Cobra; eles são forçados a lutar contra ameaças de dentro do governo que colocam em risco sua própria existência.
ESPECIAL
Rânia (Rânia – BRA – 2013) Drama – 14 anos – 85 min Direção: Roberta Marques Elenco: Graziela Felix, Mariana Lima, Nataly Rocha e Paulo José Rânia (Graziela Felix) é uma adolescente que mora em Fortaleza, no morro Santa Terezinha. Ela ajuda sua mãe com os afazeres domésticos, estuda numa escola municipal, trabalha numa barraca de praia e sonha em ser bailarina. Através de sua inseparável amiga Zizi (Nataly Rocha), ela passa a frequentar o “Sereia da Noite”, uma boate onde farra, dança e dinheiro se misturam. Ao conhecer a coreógrafa Estela (Mariana Lima), Rânia se vê dividida entre as possibilidades da vida noturna e a vontade de se profissionalizar na dança. Ela vai seguindo seus próprios passos dia após dia, vivenciando um acúmulo de interferências, misturas e possibilidades.
Postado por EditorCariri, Cinema, TOPquarta-feira, 20 mar 2013, 07:28 | Comentários desativados
O complexo de cinemas, tão esperado pela sociedade caririense, começa a ser inaugurado a partir de agosto deste ano, quando a região terá à disposição as primeiras salas em funcionamento, no Cariri Garden Shopping, administrado pela Tenco Shopping Center.
O gerente de marketing do empreendimento, Eduardo Duffles, informa que as obras para finalização do cinema estão a todo vapor. Toda parte estrutural do complexo está praticamente finalizada e, a partir do próximo mês (abril), a Orient Filmes, empresa responsável pelo cinema, iniciará a montagem das salas para que, em agosto, já se possa desfrutar de um novo complexo, com novas salas no formato stadium e tecnologia 3D. O complexo vai preencher uma demanda da região por um cinema moderno e confortável e consequentemente, atendendo um grande número de espectadores.
“É de grande interesse do Cariri Garden Shopping e da Orient Filmes que possamos, o quanto antes, proporcionar a todos o tão esperado cinema para a região”, diz Eduardo. Ele acrescenta a grande expectativa existente, mas reforça, ao mesmo tempo, o empenho na conclusão da obra, visando garantir à população lazer e entretenimento de primeira qualidade. Durante este período, o shopping continuará trabalhando para trazer grandes eventos culturais para a região, visando preencher esta lacuna.
O gerente de marketing reafirma, ainda, o compromisso em oferecer um excelente complexo: serão 6 amplas salas no formato Stadium, sendo uma sala 3D, snack bar e mais de 1.300 lugares. Alta tecnologia, conforto e comodidade para todos os espectadores. No início desta semana, o hall de entrada de acesso ao cinema será aberto e vai integrar o espaço do shopping.
Quentin Tarantino ganhou o Oscar de melhor roteiro original com seu “spaghetti western”, o filme “Django Livre”.
No discurso, o cineasta, criticado pelo colega Spike Lee por “explorar a escravidão” em “Django”, agradeceu os atores de seu filme, dizendo que o elenco foi essencial para o sucesso do longa. Tarantino já havia vencido o mesmo prêmio de roteiro original em 1994, com “Pulp Fiction – Tempo de Violência”. Já “Argo” venceu o Oscar de melhor roteiro adaptado, prêmio recebido por Chris Terrio. Foi o segundo prêmio da noite para o filme de Ben Affleck, que já havia vencido o Oscar de montagem. Na trama, Terrio contou a história do resgate de um grupo de norte-americanos durante a Revolução Islâmica, no Irã, em 1979. O filme é baseado nos livros “The Master of Disguise”, de Antonio J. Mendez, e “The Great Escape”, de Joshuah Bearman. Mendez, agente da CIA que comandou o resgate, é vivido pelo próprio diretor do filme, Ben Affleck.
Rio de Janeiro – O ator norte-americano Harrison Ford visitou na tarde de hoje (17) um prédio e instalações do Projeto Morar Carioca Verde, no Morro da Babilônia, na zona sul do Rio. Famoso principalmente por ter encarnado o herói Indiana Jones, o ator, de 70 anos, é um dos diretores globais da organização não governamental Conservation International, que luta pela preservação do meio ambiente e tem como um dos representantes no Brasil o economista Sérgio Besserman, que já foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Ford assistiu a um vídeo sobre a construção dos prédios sustentáveis na comunidade, que deve receber 117 apartamentos do projeto até o início do ano que vem, segundo o secretário municipal de habitação, Pierre Batista. Em seguida, ele visitou um dos apartamentos. Pouco aberto à imprensa, ele foi sucinto ao comentar o que viu: “Espero que seja um sucesso e que traga benefícios para a comunidade”.
Os prédios estão sendo construídos para receber moradores da comunidade que estão sendo removidos de áreas de reflorestamento. Segundo o secretário, esses moradores também não dispunham de rede de água e esgoto, e receberão gratuitamente os apartamentos.
Acompanhado pela mulher, a atriz Calista Flockhart, e do enteado, Liam, o ator experimentou receitas orgânicas à base de cascas de frutas elaboradas por uma moradora da comunidade, e ficou admirado com a vista dos apartamentos, que devem começar a ser habitados em março: “É linda”, teria dito ao secretário de habitação.
Durante a visita, moradores da comunidade reclamavam que os carros que sempre eram estacionados no mesmo local tinham sido multados apenas por conta da presença do ator. Um grupo de religiosos aproveitou os holofotes trazidos pelo norte-americano para cantar louvores gospel em ritmo de samba e de marchinha.
Curiosos tentavam fotografar Hans Solo do filme Guerra nas Estrelas e conferir de quem se tratava. Depois da visita de Will Smith ao Vidigal, nesta semana, muitos achavam que seria ele o ator que visitaria a comunidade.
Harrison Ford veio ao Brasil para participar de uma conferência internacional de sua ONG em São Paulo, na quarta-feira (20). O ator aproveitou a viagem para ir ao sambódromo para o desfile das escolas de samba campeãs, e teria pedido à prefeitura e aos representantes da CI no Brasil para conhecer uma comunidade do Rio. O prédio do Morro da Babilônia foi indicado por ter sido a primeira obra pública do país a receber a certificação azul da Caixa Econômica Federal, de construção sustentável. O projeto inclui iniciativas como coleta seletiva, energia solar, captação de água da chuva e outras características ambientalmente corretas.
Estrelado por Chico Diaz e Gero Camilo, a tragicomédia “Pobres Diabos” foi rodada em janeiro, em Aracati
Em cena, Sílvia Buarque, Chico Diaz e Gero Camilo; abaixo, o cineasta Rosemberg Cariry fotos: Cláudio Lima/ Natinho Rodrigues
São Rafael, Aracati. Janeiro de 2013. Chega à periferia do município o espetacular Gran Circo Teatro Americano. E com ele, uma trupe com cerca de 100 pessoas – artistas cuja habilidade não será demonstrada em acrobacias e mágicas sobre a lona, mas na criação ficcional, em um mês de filmagem do novo longa-metragem de Rosemberg Cariry. Com produção executiva de Barbara Cariry e fotografia de Petrus Cariry, ambos filhos do diretor, a tragicomédia “Os Pobres Diabos” mergulha no imaginário do cordel e do teatro popular, retratados em meio aos dramas de uma pequena e decadente companhia circense.
No elenco principal estão Chico Díaz (o palhaço Lazarino), Sílvia Buarque (Creuza, a cantora de mambos e boleros), Everaldo Pontes (Arnaldo, proprietário do circo), Gero Camilo (poeta e marido de Creuza) e Georgina Castro (a antagonista Lindalva).
O circo é grande apenas no nome. No enredo, a companhia mambembe desembarca em Aracati, onde, a duras penas, apresenta suas atrações, que incluem música e uma peça teatral que traz o bandido Lamparina e suas aventuras no inferno. No circo, em meio às desventuras e dificuldades em se manter, é tecido um emaranhado amoroso envolvendo o palhaço Lazarino, o proprietário Arnaldo, a cantora Creuza e Zeferino.
Em entrevista exclusiva ao Diário do Nordeste, concedida logo após o encerramento das filmagens, o diretor Rosemberg Cariry falou um pouco sobre as questões pautadas pela obra e sobre o cotidiano do set de gravação. “O Gran Circo Teatro Americano é uma ironia, uma metáfora da situação dos artistas populares e a luta cotidiana dessas pessoas para montar um espetáculo, sem público, com fome, com dificuldades, sem conseguir pagar a conta da energia elétrica”, situa o diretor.
Aracati
As filmagens começaram no segundo dia do ano e seguiram até 3 de fevereiro. As cenas, utilizaram como locações o circo – erguido na localidade de São Rafael, com o apoio do Circo do Seu Motoca e da Associação dos Proprietários e Artistas de Circo do Ceará, além da Prefeitura da Aracati – os trailers, o entorno do circo, além de cenas no Centro da cidade e em Canoa Quebrada. “Aracati tem paisagens muito especiais. Com as dunas, o Rio Jaguaribe, os casarões antigos”, justifica a escolha.
A ideia inicial, revela Rosemberg, era gravar no Piauí, como forma de homenagear o cordelista piauiense José Gomes Campos. A inspiração do filme, diz, partiu do cordel do autor “O Auto de Lampião no Além” e do clássico, de José Pacheco, “A Chegada de Lampião no Inferno”. As duas obras são retratadas na peça encenada pelos artistas do Gran Circo que perpassa pontualmente todo o enredo. “Há toda uma literatura popular de Lampião no céu, no inferno, todo um imaginário popular do que teria acontecido com ele após a sua morte”, reforça o cineasta.
Outro paralelo que ajuda a compor a história, explica Rosemberg, são as festas da Idade Média, na Europa, quando os diabos eram chamados pelo povo para ir as ruas. “Eu trago essas heranças antigas, dos folguedos, dos autos populares medievais para a pós-modernidade. Ou seja, o filme acontece em uma época de desfazimentos de tradições, de crise, de pós-tudo, de pós-modernidade”, argumenta.
Comicidade
O lado cômico do filme parte das situações adversas vividas por estes artistas, do choque cotidiano entre a grandeza do sonho e a realidade decadente. “É uma metáfora para todos os artistas, que vai desde os bons cantores que não conseguem mais ter público, passa pelo nosso cinema sem tela – todo o cinema de arte que é feito hoje e que não tem mais como ser exibido, por conta de um modelo imposto pela indústria do entretenimento e cultural”, diz.
Esta é a segunda experiência de Rosemberg com a comédia. Antes, em 1998, ele gravou o média “O Auto de Leidiana”, que teve no elenco José Mojica Marins (o Zé do Caixão), Nelson Xavier, Via Negromonte e Joca Andrade.
Elenco
A escolha dos atores, segundo Rosemberg, seguiu a mesma linha que trabalha já a algum tempo em seus filmes: uma forte presença de artistas cearenses e paraibanos. “É o terceiro filme que faço com participação de atores paraibanos. Convidei também o Chico Díaz, que é um parceiro de longa data, desde o tempo de ´Corisco e Dadá´ (1996) e ´Lua Cambará: Nas Escadarias do Palácio´ (2002); e a Sílvia Buarque (esposa de Diaz) que achei muito indicada para fazer a Creuza”, pontua Rosemberg Cariry.
Ele destaca ainda as atuações de Gero Camilo e Georgina Castro, com quem nunca havia trabalhado, de Selma Bitterncourt, e dos três atores mirins. Participaram do elenco o ator Sávio Ygor Ramos, morador do Castelo Encantado em Fortaleza, que participou recentemente do filme “Praia do Futuro”, de Karim Aïnouz, também inédito, e os estreantes Letícia Sousa Perna, selecionadas entre as crianças do circo escola de Aracati, e a filha de Chico e Sílvia, Irene Díaz. “A Letícia Sousa Perna foi uma grande surpresa. Na primeira conversa com ela, todo mundo já saiu encantado”, elogiou.
FÁBIO MARQUES Repórter do Jornal Diário do Nordeste
Postado por EditorCinemasegunda-feira, 7 jan 2013, 22:03 | Comentários desativados
David Richard Ellis na Taurus World Stunt Awards, que premia dublês do cinema, em 2004 Foto: Getty Images
A carreira de David Richard Ellis, 60 anos, foi abruptamente encerrada nesta segunda-feira (7), quando o cineasta foi encontrado morto em Johannesburgo, na África do Sul. De acordo com o site Deadline, ele estava no país para preparar uma adaptação para a animação japonesa Kite, que teria o elenco encabeçado por Samuel L. Jackson, com quem trabalhou em Serpentes a Bordo, seu mais conhecido trabalho como diretor nos cinemas.
Nascido no berço do cinema norte-americano, em Hollywood, Califórnia, Ellis começou a carreira como dublê, em 1976, chegando a trabalhar em longas como Férias Frustradas, Máquina Mortífera e Atração Fatal. Logo se destacou na função e, além do trabalho, se tornou também coordenador de dublês, auxiliando profissionais da área em longas clássicos como Scarface, Jogos Patrióticos e na série de ação S. O. S. Malibu.
Apesar de ter sido dublê no filme Um Hotel Bom pra Cachorro, de 2009, desde 1996 Ellis passou a se dedicar mais à função de diretor. Sua estreia no cargo se deu no infantil da Walt Disney Pictures A Incrível Jornada II: Perdidos em São Francisco, sobre dois cachorros e uma gata falantes que saem em busca de seus donos na cidade grande.
Mas foi no gênero terror que Ellis ganhou destaque. Além de Serpentes a Bordo, ele dirigiu Premonição 2, Premonição 4, Asylum, Celular – Um Grito de Socorro e Terror na Água 3D, seu último trabalho, lançado em 2011. O cineasta deixa cinco trabalhos que estavam em pré-produção.
Vinte anos depois de Quentin Tarantino ter lançado seu primeiro filme, “Cães de Aluguel”, o diretor voltou os olhos para a história da escravidão nos Estados Unidos em “Django Livre”, uma história de vingança repleta de sangue, no estilo que é a sua marca. Tarantino, de 49 anos, tornou-se sinônimo de violência e humor negro, enfrentando nazistas em “Bastardos Inglórios” e mafiosos em “Pulp Fiction”.
Em “Django Livre”, que estreou nesta semana, nos Estados Unidos, ele combina um faroeste de ação e aventura, incluindo caubóis, com uma narrativa de vingança racial ambientada no século 19, antes da abolição da escravidão nos Estados Unidos.
O ator Jamie Foxx faz um escravo cuja liberdade é comprada por um ex-dentista, interpretado por Christoph Waltz. Os dois se lançam como caçadores de recompensas, atrás de assaltantes e ladrões de gado, até voltarem sua atenção para fazendeiros brutais no interior do Sul dos Estados Unidos.
Tarantino é bem versado na encenação de violência, mas disse que enfrentou “bastante ansiedade” ao filmar as cenas de escravidão. Ele já começou sob o fogo de alguns críticos por causa do uso frequente no filme de um insulto racial dirigido a negros. O diretor declarou que inicialmente hesitou em pedir a atores negros que interpretassem escravos acorrentados e chicoteados, e até mesmo chegou a pensar em filmar fora dos Estados Unidos.
Mas um jantar com o veterano ator Sidney Poitier, premiado com o Oscar, e a quem Tarantino chamou de “figura paterna”, o fez mudar de ideia depois de Poitier lhe pedir para não “ter medo” de seu filme.
“Este filme é uma profunda, profunda, profunda história americana, e que precisava ser feito por um americano, e precisava de astros americanos. Muitos dos filmes que lidam com esta questão têm geralmente britânicos no papel de sulistas e criam esse distanciamento”, disse Tarantino.
Relatos
Grande parte das cenas de escravidão mais chocantes, como lutas até a morte no estilo dos gladiadores e pessoas colocadas em uma caixa de metal sob o sol quente da região sul, foi extraída de relatos totalmente verdadeiros. “Nós estávamos filmando em solo sagrado. Este foi o terreno de nossos antepassados? O sangue deles estava na grama, ainda há pedaços de carne cravadas nos caules”, disse Quentin Tarantino. O filme tem obtido boas críticas e deve ser forte concorrente ao Oscar, após ter recebido cinco indicações ao Globo de Ouro. Com a exceção de Waltz, que interpreta o excêntrico caçador de recompensas alemão Dr. King Schultz, os principais atores são americanos, e do Sul.
Tarantino se uniu novamente a Waltz, que ganhou um Oscar em 2010 por seu papel como um oficial nazista ameaçador em “Bastardos Inglórios”, e ao colaborador de longa data Samuel L. Jackson, que interpreta o escravo Stephen, um personagem que Tarantino descreveu como o (personagem) “preto mais desprezível” na história do cinema. O papel que tem sido mais comentado é o de Leonardo DiCaprio, com seu primeiro vilão, como um proprietário racista de uma plantação – um grande contraste com seu papel de galã em “Titanic” e de norte-americanos excêntricos em “O Aviador” e “J. Edgar”.
Quando lhe perguntaram como se sentia ao ser o primeiro diretor a fazer de DiCaprio um vilão, Tarantino riu e respondeu que se sentia “muito bem”. Ele elogiou a atuação de DiCaprio como um “Calígula” do Sul, referindo-se ao tirânico imperador romano.
“Eu o vi como um imperador menino petulante… Ele não tem nada além de passatempos hedonistas e vícios para se saciar, e é quase como se ele estivesse apodrecendo por dentro”, disse Tarantino.
Brasília – O filme brasileiro O Palhaço, dirigido por Selton Mello, não está entre os nove longas pré-selecionados para disputar o Oscar de melhor filme estrangeiro. As produções que ainda disputam uma indicação ao prêmio foram anunciadas hoje (21).
Concorrem às cinco vagas na categoria filme estrangeiro Amor, de Michael Haneke (Áustria); No, de Pablo Larraín (Chile); A Feiticeira da Guerra, de Kim Nguyen (Canadá); O Amante da Rainha, de Nikolaj Arcel (Dinamarca); Intocáveis, de Olivier Nakache e Eric Toledano (França); The Deep, de Baltasar Kormákur (Islândia); Kon-Tiki, de Joachim Rønning and Espen Sandberg (Noruega); Além das Montanhas, de Cristian Mungiu (Romênia) e Sister, de Ursula Meier (Suiça).
O anúncio dos filmes que concorrerão à estatueta será feito no dia 10 de janeiro. Foram inscritos 71 filmes de diversos países para concorrer a uma indicação ao prêmio de melhor filme estrangeiro. A cerimônia do Oscar será no dia 24 de fevereiro em Los Angeles.
O projeto, patrocinado pela CAIXA, chega à cidade nos dias 07 e 08 de janeiro, com duas sessões diárias de filmes nacionaisCinema no Ar, novo projeto dos cineastas Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi, pega a estrada e leva sessões de filmes nacionais, gratuitas, ao ar livre, a todos os estados nordestinos até junho de 2013. Com o patrocínio da Caixa Econômica Federal, o projeto chega a Crato na segunda e na terça-feira (07 e 08.01). Com 300 lugares, o cinema promove duas sessões diárias, às 18h30 e 20h15. Na programação estão sucessos do cinema Nacional como O Palhaço, Rio, Saneamento Básico e Eu e Meu Guarda-Chuva. A projeção é digital em uma grande tela inflável e som stereo surround. Em Crato, ficará no Centro Cultural do Araripe, no Largo Refesar.
“Em novembro, o Cine Tela Brasil, nosso primeiro projeto de cinema itinerante, atinge a marca de 1 milhão de espectadores. Agora, com o Cinema no Ar, temos a possibilidade de, ao lado da CAIXA , visitar toda a região Nordeste e levar o cinema nacional a um número ainda maior de brasileiros que não tem acesso ao cinema e que, em sua maioria, tem o primeiro contato com a telona.”, afirma Laís Bodanzky.
Sobre o Cine Tela Brasil – Criado em 2004, o Cine Tela Brasil já rodou 83 mil quilômetros. Com a taxa de ocupação da sala em 88% – a maior do país – realizou mais de 5.000 sessões em 420 cidades e em novembro chega a 1 milhão de espectadores.
Sobre a CAIXA - A CAIXA é um dos maiores investidores em cultura do Brasil, principalmente através dos seus programas de seleção de projetos. Somente em 2012 totalizam R$ 33 milhões investidos com recursos próprios. O Programa de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural soma mais de R$ 26 milhões em investimentos, destinados aos 255 projetos selecionados para as sete unidades – Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. No Programa CAIXA de Apoio a Festivais de Teatro e Dança, foram selecionados 30 projetos de teatro e 26 de dança a serem realizados em 2013, representando um investimento total de quase R$ 3,7 milhões. No Programa CAIXA de Apoio ao Artesanato Brasileiro, 24 selecionados, num investimento de aproximadamente R$ 600 mil. Neste ano, além dos eventos contemplados pelos programas culturais, a CAIXA investiu até o momento mais de R$ 17 milhões em 295 projetos.
Cinema no Ar – Crato
Patrocínio: Caixa Econômica Federal
Realização: Associação Tela Brasil
Sessões: às 18h30 e 20h15
Lugares: 300
Ingressos: grátis
Crato
Datas: segunda (07.01) e terça-feira (08.01)
Endereço: Centro Cultural do Araripe, Largo RFFSA;
Postado por EditorCinema, TOPsexta-feira, 23 nov 2012, 01:09 | Comentários desativados
A Unilab e a Universidade Federal do Ceará, por meio do grupo de pesquisa “Trabalhadores livres e escravos no Ceará – diferenças e identidades” do Departamento de História, promovem a “VI Mostra de Cinema Africano – Oralidades Contemporâneas”, em parceria com a Casa Amarela, com a Cinemateca da Embaixada da França e com o Instituto Frei Tito de Alencar. O evento acontece de 26 a 30 de novembro, na Casa Amarela da UFC, e de 3 a 5 de dezembro, no Campus da Liberdade da Unilab, a partir das 18h30.
São Paulo – A Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que exibe 37 filmes em todas as capitais brasileiras, começa nesta quinta-feira (22) na capital paulista, com temáticas que reforçam a garantia e o respeito aos direitos humanos no país.
Durante oito dias, o público poderá conferir, gratuitamente, filmes como o A Fábrica, de Aly Muritiba, que abre a mostra na quinta-feira, a partir das 20h30, no Cine Sesc. O curta metragem conta a história de um presidiário que convence a mãe a arriscar a própria segurança levando um telefone celular até ele.
Da Argentina, o Saia se Puder, de Mariano Luque, retrata uma mulher que sofre com a violência do companheiro, apesar de estarem em um camping, durante uma viagem de descanso. Outro filme, o venezuelano O Garoto que Mente, de Marité Ugás, traz um garoto de 13 anos que abandona a casa em que vive para viajar pelo litoral da Venezuela. Para sobreviver, ele seduz quem encontra pelo caminho, reinventando sua própria história.
O festival começou no dia 7 de novembro, em Natal (RN), homenageando o documentarista Eduardo Coutinho. Para a mostra, foram inscritos, entre curtas, médias e longas, 255 filmes. O principal critério de escolha que selecionou os 37 premiados foi capacidade de promover a reflexão sobre os assuntos ligados aos direitos humanos.
O evento é realizado pela Secretaria de Direitos Humanos, com produção da Cinemateca Brasileira, do Ministério da Cultura e patrocínio da Petrobras e apoio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e dos governos locais.
Os filmes entram em cartaz na Cinemateca Brasileira, localizada na Largo Senador Raul Cardoso, número 207, além do CineSESC, localizado na Rua Augusta, número 2075, e em Diadema, no Cine Eldorado, Rua Frei Ambrósio de Oliveira Luz, número 55.
Postado por EditorCinema, TOP, TOP2sábado, 3 nov 2012, 22:46 | Comentários desativados
Rio de Janeiro – Os 90 anos da Semana de Arte Moderna de 1922 são a fonte de inspiração da edição de 2012 do Festival Adaptação, que será aberto na próxima quinta-feira (8) no Rio de Janeiro. Na programação do evento, que vai até o dia 18, serão apresentados filmes e promovidos debates que dialogam com o evento considerado um marco na cultura brasileira, pelos novos rumos que trouxe para a produção artística do país.
O Festival Adaptação, que teve sua primeira edição em 2010, tem como temática as relações entre o cinema e a literatura, que segundo os organizadores, vão muito além das adaptações de romances e outros textos literários para as telas. A influência que um filme exerce sobre o escritor que o assistiu, assim como o impacto que um livro causou em um roteirista de cinema são objeto de discussões no festival, que tem curadoria da jornalista Carolina Benjamin e dos roteiristas Rita Toledo e Lucas Paraizo.
“A curadoria se propôs a exibir obras que dialoguem com a produção dos artistas de [19]22 e das posteriores gerações de intelectuais”, explica Carolina Benjamin. É o caso, segundo a curadora, de movimentos como o Cinema Novo e o Tropicalismo, “que beberam na fonte do ideário modernista”.
Na sessão de abertura do festival, às 20h do dia 8, no Espaço Itaú de Cinema, em Botafogo, zona sul do Rio, será exibido, em pré-estreia, o documentário Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now , de Ninho Moraes e Francisco Cézar Filho. Além do Espaço Itaú, os filmes do festival serão apresentados no Centro Cultural Oi Futuro, no Instituto Moreira Salles e, este ano, pela primeira vez, na comunidade Nova Brasília, no Complexo do Alemão. Lá, além de uma mostra gratuita de filmes, haverá um curso sobre cinema brasileiro, ministrado por Hernani Heffner, pesquisador e conservador-chefe da cinemateca do Museu de Arte Moderna (MAM).
“Por meio de uma parceria com o Centro de Criação de Imagem Popular [Cecip] pudemos dialogar com o pessoal do Alemão, ouvir as demandas e montar uma programação em conjunto”, diz Carolina, que aposta em uma parceria duradoura com a comunidade.
Um dos destaques da programação do festival é a exibição da obra completa do cineasta Joaquim Pedro de Andrade (1932-1988), diretor do clássico Macunaíma (1969), adaptado da obra de Mário de Andrade, e de O Homem do Pau-Brasil (1981), uma homenagem a outro pilar da Semana de 22, Oswald de Andrade.
São ao todo 60 filmes que abordam, de distintas formas, o imaginário sobre a brasilidade, desde obras de referência do cinema nacional, como Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha, e Pindorama (1970), de Arnaldo Jabor, aos mais recentes Baixio das Bestas (2007) e Febre do Rato (2011), do cineasta pernambucano Cláudio Assis.
O festival conta com o patrocínio de empresas privadas e o apoio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro.
Postado por EditorCinema, TOP, TOP2sexta-feira, 2 nov 2012, 09:05 | Comentários desativados
O Filme “Possessão” é horror baseado em tradição diferente da cristã. Filme fala da possessão demoníaca segundo as tradições judaicas chega aos cinemas.
Baseado em fatos reais, chega aos cinemas o filme “Possessão” que traz um pouco da vertente judaica sobre o tema que dá nome à película. Não é o melhor filme de terror já feito, mas tem um roteiro bem concluído e foge da tradição católica imortalizada pelo filme “O Exorcista”, de William Friedkin.
Em 2004, o Los Angeles Times publicou em suas páginas uma matéria, “A jinx in the Box”, que falava sobre uma caixa de madeira que, aparentemente, continha um espírito maligno e trazia má sorte ao seu dono, 8 anos mais tarde, Ole Bornedal (diretor de “Não é mais uma história de amor” e “Mutação”) transformou isso em filme que chega ao Brasil com o título de “Possessão”.
Diferentemente de outros filmes famosos sobre o tema, como “O Exorcista”, “O Exorcismo de Emily Rose” e “O Ritual”, desta vez o catolicismo sai de cena para dar lugar às crenças judaicas e seu “dybbuk”, espírito maligno possuidor segundo os judeus, neste terror. O New York Times chamou a atenção para a história despretensiosa que garante satisfação ao fã do gênero, mas de fato é bom não esperar uma obra-prima. O enredo é montado em cima de clichês, ainda que funcionais e não é uma boa opção para quem, em geral, não gosta de filmes de terror.
No filme uma família, cujos seus pais recentemente se separaram, é obrigada a enfrentar todos os malefícios que um artefato de madeira contendo o dybbuk pode causar a alma inocentes. O pai da menina, Clyde, (Jeffrey Dean Morgan, em boa atuação) é quem primeiro percebe que há algo de errado na estranha relação de sua filha com a caixa e passa a buscar respostas sobre o que está acontecendo dentro de sua casa. Com uma produção longe dos blockbusters (US$17 milhões, cerca de, R$34 milhões), o diretor Bornedal conseguiu se aventurar em um gênero difícil sem se comprometer.
No fim das contas “Possessão” passa longe de se tornar um clássico do terror, mas certamente incluirá algumas cenas difíceis de saírem da memória de quem for assistir ao filme e ainda traz à tona aquele temor de você se deparar com algo assim, já que se baseia em fatos supostamente reais.
Por Rodrigo Jose Soares | Yahoo! Contributor Network
O Governo do Estado, através da Secretaria da Cultura do Estado [Secult] lançou nesta segunda-feira [15], o Edital de Cinema e Vídeo 2012.
O evento, que faz parte da programação de inauguração da sala de cinema da Arena Castelão, será realizado no auditório Blanchard Girão, localizado no Edifício Fares Cândido Lopes – Av. Alberto Craveiro, 2775. Os convidados serão recepcionados no hall de entrada do auditório e logo após será exibido o filme “Pelé Eterno” para todos os convidados. O documentário brasileiro, dirigido por Anibal Massaini Neto, que conta a trajetória de Edison Arantes do Nascimento, o Pelé. A vida do “rei do futebol” é mostrada através de depoimentos de ex-jogadores, amigos e celebridades da época, além das imagens de suas principais jogadas e fatos importantes de sua carreira.
RECURSOS – O Edital de Cinema e Vídeo 2012, no valor de R$ 3.810.000,00, objetiva o desenvolvimento de projetos de audiovisual, por meio da concessão de apoio financeiro, através da assinatura de Convênio [Pessoa Jurídica] ou Termo de Cooperação Financeira (Pessoa Física), que visem fortalecer a política de audiovisual através do fomento à produção, formação e difusão de obras audiovisuais de longa-metragem, curta-metragem, produtos para televisão e novas mídias de produção cearense independente no Estado do Ceará, inserir o produto audiovisual cearense no mercado exibidor nacional e internacional, entre outros.
De acordo com o secretario executivo do Sistema Estadual de Cultura [Siec], Fabrício Vidal, podem participar do edital pessoas físicas maiores de 18 anos, residentes e domiciliados no Ceará há pelo menos dois anos, com inscrições válidas e regulares, que tenham relação direta com o objeto do projeto a ser realizado. Assim como também. pessoas Jurídicas de Direito Privado, com ou sem fins econômicos, com sede e foro no Estado do Ceará há pelo menos dois anos, e que apresentem, expressa em seus atos constitutivos, finalidade ou atividade de cunho artístico e/ou cultural compatível com a proposta inscrita. “Os proponentes contemplados nas edições anteriores ao X Edital Ceará Cinema e Vídeo – 2012, só poderão concorrer neste edital, caso estejam adimplentes com a prestação de contas final” afirma, Fabrício.
* Com informações da Assessoria de Imprensa da Secult ( Yuri Guedes ).
Postado por EditorCinema, TOP, TOP2quinta-feira, 20 set 2012, 22:39 | Comentários desativados
O longa “O Palhaço”, de Selton Mello, foi escolhido para representar o Brasil na disputa por uma das cinco vagas entre os indicados ao Oscar 2013 de melhor filme estrangeiro.
O filme venceu outros 15 longas que se inscreveram para concorrer à indicação FOTO: Divulgação
A escolha foi anunciada na manhã desta quinta-feira (20), no Rio, por uma Comissão Especial de Seleção formada por oito integrantes, entre eles a secretária do audiovisual do ministério da Cultura, Ana Paula Santana, o cineasta Flávio Tambellini e o crítico José Geraldo Couto.
“O Palhaço” venceu outros 15 longas que se inscreveram para concorrer à indicação brasileira, como “À Beira do Caminho”, de Breno Silveira, “Heleno”, de José Henrique Teixeira, e “Billi Pig”, de José Eduardo Belmonte.
Lista oficial
A lista dos filmes que concorrerão ao Oscar 2013 será anunciada pela Academia em 10 de janeiro –a premiação acontece em 24 de fevereiro. A última participação brasileira na disputa de melhor filme estrangeiro foi em 1999, quando “Central do Brasil”, de Walter Salles, perdeu para o italiano “A Vida É Bela”, de Roberto Benigni.
Além dele, apenas três outros longas nacionais concorreram na categoria, sem vitória: “O que É Isso Companheiro?”, de Bruno Barreto (em 1998), “O Quatrilho”, de Fábio Barreto (1996), e “O Pagador de Promessas”, de Anselmo Duarte (1963).
Veja abaixo a lista dos últimos filmes nacionais que tentaram vaga na disputa do Oscar de filme estrangeiro:
ANO DA INDICAÇÃO/FILME
2011 – “Tropa de Elite 2″, de José Padilha 2010 – “Lula, o Filho do Brasil”, de Fábio Barreto 2009 – “Salve Geral”, de Sérgio Rezende 2008 – “Última Parada 174″, de Bruno Barreto 2007 – “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, de Cao Hamburger 2006 – “Cinema, Aspirinas e Urubus”, de Marcelo Gomes 2005 – “Dois Filhos de Francisco”, de Breno Silveira 2004 – “Olga”, de Jayme Monjardim 2003 – “Carandiru”, de Hector Babenco
Postado por EditorCariri, Cinema, TOP2sábado, 1 set 2012, 12:05 | Comentários desativados
Em uma noite de muita concorrência e com grande presença de público, foi lançado na noite desta quinta-feira, 30, no Memorial Padre Cícero, o filme “Sedição de Juazeiro”. O filme tem direção de Daniel Abreu, produção de Jeanne Feijão, roteiro de Jonas Luis da Silva, de Icapuí, produção executiva de Ângela Tavares, José Liberato Barroso Filho, Maria Abifadel e produção associada de Aderbal Nogueira.
O veterano ator cearense Ary Sherlock, interprete do Padre Cícero no filme, disse ser uma grande honra ao longo de muitos anos de dramaturgia, representar o personagem da maior figura religiosa do nordeste. O jovem ator Magno Carvalho, que interpreta Dr. Floro Bartolomeu, também se fez presente no evento. Os secretários Agnaldo Carlos de Souza da Secretaria de Cultura e José Carlos dos Santos da Secretaria de Turismo e Romaria representaram o município de Juazeiro do Norte no evento.
O filme Sedição de Juazeiro conta a história do nosso município, na segunda década do século XX, quando foi declarada uma dualidade entre poderes legislativos no Estado do Ceará. Tropas são enviadas de Fortaleza para Juazeiro do Norte do Padre Cícero Romão Batista pelo Governador Franco Rabelo, quando Dr. Floro e seus soldados esperam o ataque. O Governo Central decreta a intervenção Federal no Ceará, no dia 14 de março e a guerra de 1914 triunfa a sedição de Juazeiro.
Jonas Luís de Sousa, roteirista e um dos produtores do filme, durante sua fala de abertura, ressaltou que embora fossem esperados e necessários R$ 3 milhões para as gravações, conseguiu fazê-las com apenas R$ 300 mil. E ainda, ressaltou o apoio concedido pela Prefeitura de Juazeiro do Norte através das secretarias de Turismo e Romaria e de Cultura, além da Comissão do Centenário. “A prefeitura entendeu toda a importância desta produção até pela sua relevância histórica. Somos gratos a todos da prefeitura e ao povo de Juazeiro pela acolhida a esse projeto audacioso”, declarou.
O Secretário de Cultura, Agnaldo Carlos, falou em nome da municipalidade e disse que Juazeiro do Norte, através do poder público constituído “estará sempre aberto a apoiar produções que retratam a criação do município, até mesmo para estimular as crianças e jovens sobre como é rica a história da nossa independência político-administrativa”. Agnaldo também parabenizou a produção e atores pela qualidade técnica da obra.
Postado por EditorCinema, TOPsexta-feira, 10 ago 2012, 11:56 | Comentários desativados
Um policial tenta convencer o ateu Favin a não se suicidar
Cinemas brasileiros começaram a apresentar nesta sexta-feira (10) o filme do cineasta inglês Matthew Chapman, 62, “A Tentação” (The Ledge), que mostra o embate entre um ateu convicto e um fanático religioso. Na história, há suspense, paixão, infidelidade, ciúmes e vingança.
O protagonista é o ateu Favin (Charlie Hunnam). Ele se apaixonou por Shana (Liv Tyler), mulher de um novo vizinho dele, Joe (Patrick Wilson), um cristão fundamentalista. Shana também se apaixona por Favin, criando uma situação dramática, a ponto de levar o protagonista ao topo de um edifício para se suicidar. Um policial cristão (Terrence Howard) tenta convencê-lo a sair dali. No diálogo entre os dois há questionamentos existenciais e filosóficos.
Chapman é um ateu famoso, não tanto pelos seus filmes, mas mais por ser o tataraneto de Charles Darwin (1802-1882), criador da teoria da evolução e muito citado pelos descrentes. Ele disse que resolveu fazer “A Tentação” porque inexistia no cinema americano uma história sobre o confronto entre um religioso fanático e um ateu.
Pastor disse que Chapman
descende de um demônio
O cineasta disse à Folha de S.Paulo que, por causa do filme, tem recebido “cartas raivosas” de cristãos. Mas em 2011, durante um festival de cinema, houve, para ele, uma reação inesperada. “Durante minha apresentação sobre o filme, uma professora católica da Califórnia levantou-se e pediu desculpas por tudo que a religião dela fez contra pessoas como eu”, disse. “Ela achou que eu fosse homossexual.”
Chapman (foto) mora em Nova Iorque há 20 anos e é casado com um brasileira. Ele disse que os Estados Unidos são duas nações. “Uma é sofisticada e intelectual, que podemos chamar de ‘A América de Woody Allen’, e a outra é povoada por homens da caverna”, afirmou. “Os Estados Unidos colocaram um robô em Marte, mas há lá pessoas que acham que a Terra foi criada somente há 10 mil anos.”
O cineasta contou que uma vez um pastor lhe disse que ele era descendente de um demônio, o Darwin. “Os americanos são muito bizarros.”
SEDIÇÃO DE JUAZEIRO é uma obra sem igual produzida pela FGF-TV com 2:20 minutos de duração, contando a história quando Juazeiro se emancipa do Crato; firma-se como grande polo de poder político na região do Cariri; associa-se ao Governo Federal no movimento sedicioso para depor o Governo de Franco Rabelo. Uma produção que vai marcar a história cinematográfica do Ceará antes e depois desse filme.
Desde setembro do ano passado não escrevo no blog, não somente por estar longe do Cariri há um ano e poucos meses, mas pela explosão das redes sociais e a proliferação de blogueiros no mundo todo. Não queria ser mais um, além de sentir que não estava escrevendo críticas diferenciadas como elas mereciam ser, contextualizando e digerindo todos os parâmetros da narrativa daquele determinado filme. Mas quis escrever este texto para jogar a revolta de muitos que ainda tenho contato ai na região do cariri por não ter nenhuma sala de cinema disponível. Essas pessoas já perderam muitas produções este ano e sabe lá Deus quando o nosso querido cinema volta. Filmes como Os Vingadores, Homem Aranha, Na Estrada, Prometheus, Valente entre outros não foram contemplados pelos caririenses. Totalmente diluído de culturas diversas, de um povo com personalidade forte e carismático perdendo uma de suas maiores diversões. O cinema da Orient Filmes parado a meses (não sei ao certo quanto tempo) para expandir aumentando o número de salas parece não ter fim de acabar tal reforma. Obviamente não podemos deixar de pensar que esta reforma de expansão vai melhorar e muito o conforto, acústica (assim espero), e mais filmes com mais salas e o 3D maravilhoso que o cinema adotou de vez, mas francamente, tá demorando demais essa expansão. Como moro aqui em Palmas, capital do Tocantins, e aqui ter cinema, não pude perder o tão aguardado Batman O Cavaleiro das Trevas Ressurge nesta última sexta-feira 27, data de sua estreia e queria compartilhar meu entusiasmo, sem (lógico) jogar nenhum spoiler, já é petulante demais da minha parte falar de um filme que no Cariri poucos viram, mas pra mostrar o quanto o cinema é intenso, divertido, que gera comentários, discussões, entretém, reflete e faz pensar, e tudo isso amigo, tem nesse Batman. A estória começa com 8 anos depois da morte do Harvey Dent (isso já vimos no O Cavaleiro das Trevas de 2008) e Bruce Wayne recluso nesse mesmo tempo se depara com Bane, um vilão que quebrou suas costelas e deixou o Batman paralítico no quadrinho A Queda do Morcego de 1993.
O filme merece toda a atenção, quebrando preconceitos de filmes de super-herói pelo tom realista que Christopher Nolan, o diretor da trilogia construiu na saga do Homem Morcego. Seus personagens eloquentes, em especial ao Comandante Gordon interpretado por Gary Oldman e Alfred, mordomo e pai de Bruce Wayne interpretado por Michael Caine. Agrada aos fãs do Batman oriundos dos gibis, agradam aos fãs que acompanharam a série de tv e seus filmes e agrada a o simples espectador que se deixa ser invadido pela trama. Um épico fechado com chave de ouro, mas que lamentamos a inexistência (por enquanto) de salas de cinemas na região do Cariri, tão grande, tão rica, tão diversificada e absolutamente apaixonada por cinema a mercê da Orient Filmes para termos um cinema melhor, porém eu repito, está demorando demais para reabrir.
Demetrius Silva Cineasta/Crítico de Cinema Colaborador do Blog do Crato
São Paulo – Com a perspectiva de mostrar ao público brasileiro a diversidade cultural, social e política existente entre os 22 países de língua árabe, começa no próximo dia 25, a 7ª Mostra Mundo Árabe de Cinema. De acordo com os organizadores, é também objetivo da mostra apresentar um cinema muito semelhante ao brasileiro, principalmente na forma criativa de narrar suas histórias.
Segundo a diretora cultural do Instituto da Cultura Árabe (ICArabe) e idealizadora da mostra, Soraya Smaili, outro aspecto que aproxima o cinema árabe e o nacional é a enorme capacidade de estabelecer diálogos. “É um diálogo que pode ser dirigido a muitos públicos diferentes. Pela complexidade e diversidade do mundo árabe, conseguimos ver muitos olhares sobre questões envolvendo mulheres, pobreza, diferenças de classes sociais, de tradições frente ao moderno e a questão do colonizado”, disse Soraya. Para ela, trata-se de um debate que é permanente na sociedade: tanto lá quanto aqui. “São questões universais, não são só do mundo árabe.”
A mostra, que começou em 2005 com a exibição de apenas seis filmes, inclui este ano 32 obras de dez países árabes e foi dividida em três partes: Mapeando a Subjetividade, com 28 filmes experimentais e de vanguarda, produzidos entre a década de 1960 e os dias atuais; Um Olhar Contemporâneo, com duas produções feitas durante os levantes que marcaram a Primavera Árabe, movimento por mudanças políticas que começou no ano passado na Tunísia e no Egito; e Um Olhar Brasileiro, que traz duas obras recentes de diretores brasileiros sobre o Oriente Médio.
Para Soraya, a mostra ganhou mais complexidade após a Primavera Árabe e todas as revoltas que foram surgindo em diversos países, mostrando que o mundo árabe está mais próximo do que se imagina. “O desejo de liberdade, de expressão e de democracia acabou trazendo também um interesse maior para o cinema produzido no mundo árabe. Não é um cinema novo, tem muita tradição, mas é [um cinema] ainda desconhecido do público brasileiro”, disse ela.
A maior parte dos filmes é inédita, como Constantino, do brasileiro Otávio Cury, que será lançado durante o evento. Será exibido também Chronicle of the Years of Ember (Crônica dos Anos de Ira), primeiro filme árabe a ganhar a Palma de Ouro, no Festival de Cannes, em 1975.
Na abertura da mostra, dia 25 no Cinesesc, em São Paulo, será homenageado o professor e geógrafo Aziz Ab’Saber, morto em março deste ano, que foi presidente de honra do ICArabe, instituto que promove o festival. São esperados no evento os diretores Ali Essafi, marroquino, a egípcia Maha Maamoun e o libanês Ahmad Ghossein. Os filmes serão exibidos em São Paulo até o dia 22 de julho, com um pequeno intervalo de recesso: entre os dias 6 e 12 de julho, a mostra será apresentada no Rio de Janeiro.
22ª edição do Cine Ceará ocorre de 1° a 8 de junho em Fortaleza. Nove longas-metragens concorrem este ano ao Troféu Mucuripe.
O Cine Ceará começou nesta sexta-feira (1°) em Fortaleza. O festival com 22 edições é uma das principais mostras de cinema do país. Este ano, seis países concorrem ao troféu “Mucuripe”, exibindo trabalhos de ficção, documentário ou animação de 1° a 8 de junho. O G1 CE listou as sinopses e datas de exibições dos nove longas-metragens que disputam em 11 categorias.
Documentário foi produzido na Espanha em 2011. (Foto: Cine Ceará/Divulgação)
BERTSOLARI Dir: Asier Altuna. Documentário. 90min. Espanha. 2011 Sinopse: Bertsolari é um improvisador de versos cantados em “euskara”, uma tradição oral que evoluiu até as gerações mais jovens, reunindo no final do último campeonato 14 mil pessoas. Uma arte de estética austera, que surpreende nesta época de espetacularidade e efeitos especiais. Bertsolari é uma viagem através da poesia improvisada, do silêncio e da arte nua e crua.Exibição no Cine Ceará: quarta-feira (6), a partir das 19h30, no Theatro José de Alencar.
Ficção mexicana foi produzida em 2011. (Foto: Cine Ceará/Divulgação)
DATA DE VENCIMENTO Dir: Kenya Márquez. Ficção. 100min. México. 2011 Sinopse: A vida da viúva Ramona se desequilibra quando desaparece Osvaldo, seu único filho. Sua busca a faz acreditar que Genaro, um sujeito enigmático que ganha a vida fazendo todo tipo de trabalho, esteja relacionado com o desaparecimento de seu filho. A chegada da jovem e atraente vizinha Mariana leva-a a novas descobertas. Os dois acabarão na mira da obsessiva e paranoica Ramona. Exibição no Cine Ceará: domingo (3), às 19h20, no Theatro José de Alencar.
Distância é uma ficcção produzida na Guatemala em 2011. (Foto: Cine Ceará/Divulgação)
DISTÂNCIA Dir.:Sergio Ramírez. Ficção. 75min. Guatemala. 2011 Sinopse: Faltam 150 km e dois dias para que Thomas Choc possa ver novamente Lucy, sua única filha. Vinte anos se passaram desde quando ela foi sequestrada pelo exército no meio da guerra que viveu a Guatemala. Apesar da dor da ausência e para que sua história não fosse esquecida, Thomas escreveu sua experiência de resistência, luta e sobrevivência em um caderno. Exibição no Cine Ceará: sábado (2), às 20h, no Theatro José de Alencar.
Ficção foi produzida no Equador em 2011. (Foto: Cine Ceará/Divulgação)
EM NOME DA FILHA Dir.:Tania Hermida. Ficção. 102min. Equador. 2011 Sinopse: Manuela tem o nome de seu pai, socialista e ateu, mas sua avó, católica e conservadora, insiste em dar o nome que todas as primogênitas da família têm levado por gerações: Dolores. A história é ambientada no verão de 1976. Determinada a defender as ideias de seu pai, Manuela enfrenta seus primos e avós, porém um encontro inesperado a obriga a enfrentar-se a si mesma.Exibição no Cine Ceará: quarta-feira (6), às 19h30, no Theatro José de Alencar.
Ficção de Cláudio Assis é em preto e branco. (Foto: Cine Ceará/Divulgação)
FEBRE DO RATO Dir.:Cláudio Assis. Ficção. 90min. Brasil. 2011 Sinopse: “Febre do rato” é uma expressão popular típica da cidade do Recife que designa alguém quando está fora de controle, alguém que está danado. E é assim que Zizo, um poeta inconformado e de atitude anarquista, chama um pequeno tabloide que ele publica às próprias custas. Vivendo em um mundo particular, Zizo se depara com Eneida, uma jovem de aproximadamente 18 anos, que instiga e promove a transformação do poeta. Exibição no Cine Ceará: quinta-feira (7), às 20h, no Theatro José de Alencar.
Documentário é uma das três produções brasileiras na disputa. (Foto: Cine Ceará/Divulgação)
FUTURO DO PRETÉRITO: TROPICALISMO NOW! Dir.:Ninho Moraes e Francisco Cesar Filho. Documentário. 76min. Brasil. 2011 Sinopse: Um filme que dá uma nova visão sobre o Tropicalismo. Um olhar do século 21 para um dos movimentos mais importantes da história da cultura brasileira. Um documentário lítero-musical, que mixa entrevistas com shows, intervenções artísticas e atores em pequenos esquetes. Exibição no Cine Ceará: sábado (2), às 20h, no Theatro José de Alencar.
Rânia retrata vida de uma adolescente em Fortaleza. (Foto: Cine Ceará/Divulgação)
RÂNIA Dir.:Roberta Marques. Ficção. 85min. Brasil. 2011 Sinopse: Rânia é uma menina adolescente que mora em Fortaleza, no morro Santa Terezinha. Seus dias atarefados são permeados pelo sonho de se tornar bailarina. Através de sua inseparável amiga Zizi, ela passa a freqüentar o “Sereia da Noite”, uma boate onde farra, dança e dinheiro se misturam. Ao conhecer a coreógrafa Estela, Rânia se vê dividida entre as possibilidades da vida noturna e a vontade de se profissionalizar na dança. Exibição no Cine Ceará: segunda-feira (4), às 20h, no Theatro José de Alencar.
Um Amor é uma ficção argentina de 2011. (Foto: Cine Ceará/Divulgação)
UM AMOR Dir.:Paula Hernández. Ficção. 100min. Argentina. 2011. Sinopse: Férias de verão nos anos 70. Lalo e Bruno são adolescentes, não fazem nada em dias cheios de nada. Mas em uma tarde úmida e sem pedir permissão, chega Lisa, acabando com mais do que apenas a monotonia das pessoas.Trinta anos depois, Lisa retorna para invadir estas duas vidas adultas. Exibição no Cine Ceará: terça-feira (5), às 20h40, no Theatro José de Alencar.
Longa chileno foi o primeiro exibido no Cine Ceará 2012. (Foto: Cine Ceará/Divulgação)
VIOLETA FOI PARA O CÉU Dir.:Andrés Wood. Ficção. 110min. Chile. 2011. Sinopse: Desde o momento em que levantou a tenda em La Reina, Violeta Parra é visitada por seus sonhos, experiências e ilusões. Ela está viva, mas talvez esteja morta, fazendo com que se crie uma grande expectativa na qual vamos lentamente descobrindo seus segredos, medos, frustrações e alegrias. Adaptação livre do livro de Angel Parra. Exibição no Cine Ceará: sexta-feira (1°), às 20h40, no Theatro José de Alencar.
22º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema 1º a 8 de junho de 2012 Theatro José de Alencar – Fortaleza (CE) Confira a programação completa do Cine Ceará 2012 na site do festival.
O cineasta Fernando Meirelles, diretor do filme Cidade de Deus, que participa do 22º Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema, é o convidado desta edição do projeto “Ponto de Vista”, da Assembleia Legislativa. Meirelles debaterá os 10 anos do filme, nesta segunda-feira (04/06), às 15h, no Plenário 13 de Maio. Com entrada gratuita e aberta ao público, o encontro reunirá ainda os críticos de cinema Ana Maria Bahiana, Luiz Zanin, e os atores Leandro Firmino da Hora e Roberta Rodrigues.
O projeto Ponto de Vista, coordenado pelo Instituto de Estudos e Pesquisas para o Desenvolvimento do Estado do Ceará (Inesp) da AL, tem como objetivo criar um ambiente de reflexão sobre as temáticas públicas atuais e assuntos relevantes para a sociedade e acontece uma vez ao mês, na Casa.
Cidade de Deus (2002), dirigido por Fernando Meirelles e co-dirigido por Kátia Lund, mostra o crescimento do crime organizado na Cidade de Deus (favela carioca conhecida por ser um dos locais mais violentos da cidade), entre as décadas de 1960 e 1980. O trabalho recebeu quatro indicações ao Oscar (2004), nas categorias de Melhor Diretor (Fernando Meirelles), Melhor Roteiro Adaptado (Bráulio Mantovani), Melhor Edição (Daniel Rezende) e Melhor Fotografia (Cesár Charlone).
O projeto Ponto de Vista, coordenado pelo Instituto de Estudos e Pesquisas para o Desenvolvimento do Estado do Ceará (Inesp) da AL, tem como objetivo criar um ambiente de reflexão sobre as temáticas públicas atuais e assuntos relevantes para a sociedade e acontece uma vez ao mês, na Casa.
Outras informações pelos telefones: (85) 32772504 / 32773709. Da Redação
“CEGO ADERALDO – O CANTADOR E O MITO”, um documentário de Rosemberg Cariry
Local: Cine Ceará – Theatro José de Alencar (Rua Liberato Barroso, 525 – Centro, Fortaleza/CE)
Data: 03 de junho (domingo)
Horário: 21 horas
Entrada gratuita!
Sinopse: Cego Aderaldo (1878 – 1967) foi não apenas o maior nome da poesia cantada e improvisada no Brasil, foi também um mito nacional. Cego Aderaldo adotou e criou, como filhos, 26 crianças. A todos deu estudo e profissão. Inovador e criativo, foi exibidor de cinema na década de 30 e levou a cantoria para grandes capitais, onde era saudado como personagem da dimensão de Padre Cícero e Lampião. A sua obra influenciou a música popular e as artes brasileiras, nas décadas de 50 e 60. O filme conta a história deste artista extraordinário, revelando as suas lutas e as suas vitórias, mostrando as dimensões do homem que, superando todas as adversidades, voa até a glória e se encanta no mito.
Ficha Técnica: Roteiro e Direção: Rosemberg Cariry Produção Executiva: Bárbara Cariry Direção de Produção: Teta Maia Direção de Fotografia e câmera – Daniel Pustowka Montagem: Rosemberg Cariry e Firmino Holanda Técnico de Som: Yures Viana Patrocínio: Secretário do Audiovisual – SAV/MinC e TV Brasil. Trilha Sonora: Myrlla Muniz e Marcilio Homem Informações: Cariri Filmes Fone:(85) 3244 6944
Estudantes de Sobral e Limoeiro do Norte aprenderam a conhecer mais as peculiaridades da sétima arte
Fortaleza Chegando à cidade de Sobral, o visitante percebe o quanto é presente nos espaços urbanos a existência de equipamentos culturais, com uma programação constante e viva voltada para um público diversificado residente na região. De concreto, os alunos da rede pública de ensino participaram, no último dia 20, na Brinquedoteca – “um espaço de referência do brincar”, de uma oficina de cinema de animação, atividade inserida no projeto “A Escola Vai ao Cinema”. O objetivo é incorporar a arte nas rotinas escolares e a perspectiva da utilização do cinema como mediador do processo de ensino-aprendizagem.
Infelizmente, nem todos têm acesso ou costume de ir ao cinema, principalmente quando se trata do interior do Estado. Mas, para incentivar esse hábito e qualificar o jovem, estimulando o espírito crítico e o debate, o projeto “A Escola Vai ao Cinema”, de 2011/2012, promoveu sessões gratuitas, oficinas de cinema de animação direcionadas aos alunos dos Ensinos Médio e Fundamental da rede pública, além de seminários e treinamentos para professores, coordenadores e diretores das escolas envolvidas das cidades de Limoeiro do Norte e Sobral.
Para Telmo Carvalho, orientador de cinema de animação, que esteve em Sobral ministrando uma oficina para os 30 alunos das escolas Raul Monte e Professor Gerardo Rodrigues, o projeto é muito interessante, “porque, além de levar as crianças da rede pública para o cinema, incentiva na produção de filmes com suas próprias ideias. O que eles estão realizando aqui faz com que a gente já sinta o interesse deles em aprender como funciona o mecanismo de produção de animação. E o incrível disso tudo foi o engajamento, nesses dois dias de atividades, entre eles”. Na oficina, eles foram os responsáveis pela criação do roteiro, modelagem de personagem e cenário, além da animação de seus próprios filmes, utilizando a técnica “stop motion”, que consiste em animar quadro a quadro objetos e personagens modelados com massinhas. No final, será produzido um filme que fará parte de um DVD, com vide e foto e menu interativo.
Mãe na tela
Com as funções divididas e definidas por equipe, o estudante desenhista Douglas Vascleidson Vieira dos Santos, de 14 anos, da Escola Raul Monte, ficou responsável pela criação do roteiro, após sugerir contar a história de sua mãe na tela, justificando ser uma pessoa do bem que sempre fez de tudo para salvar a família da fome. E o título do filme puxa pela imaginação: “O Picolé”, que fará a plateia refletir bastante. É esperar pra assistir.
A sala de criação mais parecia um circo multicolorido montado com crianças por todos os lados trabalhando. Na mesa reservada para a confecção dos personagens se destacou a estudante Isabele Maria Morais Mota, 13 anos, do 8º ano da Escola Professor Gerardo Rodrigues, que faz desenho japonês desde os 8 anos influenciada pela família.
Sobre o mercado de trabalho, o orientador explica que o cinema de animação brasileiro está em crescimento por meio de incentivos dos governos estadual e federal. E outro fator sinalizador da ascensão está na Agência Nacional de Cinema (Ancine), que lançará dois editais para a criação de longa metragem de animação e de séries para a televisão brasileira. “Fazer filme de animação com a utilização de novas tecnologias ficou muito mais fácil. Você pode produzir em qualquer local. Mas estamos em um ambiente de formação para profissionalizarmos alunos, além da formação de novos diretores e mão-de-obra qualificada para suprir o mercado que está em falta de profissionais de animação”, conclui.
Para a curadora, jornalista e professora do curso de audiovisual da Unifor, Bete Jaguaribe, este projeto oportuniza a dezenas de jovens da escola pública o encontro com o cinema brasileiro, criando espaços de reflexão e fruição do audiovisual. As oficinas de produção, também realizadas pelo projeto, são espaços de experimentações, colocando os jovens em contato direto com a linguagem audiovisual. “Quem sabe este tipo de projeto se espalhasse Brasil afora”.
Positivo
Para o presidente da Federação das CDLs do Ceará, Honório Pinheiro, o projeto é extremamente positivo. “Assistir os depoimentos dos alunos no tocante ao projeto é emocionante e mais gratificante, ainda, é apoiar essa aprendizagem que acontece nas salas de cinemas do Pinheiro Supermercado”.
O projeto tem como realizadora a Federação das CDLs do Ceará, Instituto CDL de Responsabilidade Cultural e Social e os Cinemas Francisco Lucena e Renato Aragão. Parceria do Pinheiro Supermercado, Coelce, Prefeitura de Limoeiro do Norte, Prefeitura de Sobral, Programadora Brasil e apoio cultural do Governo do Ceará, Banco do Nordeste e Ministério da Cultura.
Este é o segundo filme que Franco, nascido na Cidade do México em 1979, apresenta em Cannes, onde já exibiu há dois anos “Daniel e Ana”.
A produção premiada aborda uma situação de assédio estudantil protagonizada pela jovem atriz Tessa Ia González, de 17 anos, irmã do ator Gael García Bernal, e pelo ator Hernán Mendoza, que encarnam os personagens do roteiro elaborado por Franco.
Em entrevista coletiva, o cineasta afirmou que a história se inspira em fatos reais. “O roteiro do filme é uma mistura de elementos: histórias que estão acontecendo, casos em uma escola que conheço bem e outros que ocorreram com muitos alunos”, declarou o diretor, de 33 anos. O filme de Franco, que reconheceu que o México está vivendo um tipo de guerra civil, mostra a relação entre Roberto (Hernán Mendoza) e sua filha Alejandra.
Ele está muito deprimido após a morte de Lucía, sua esposa, e Alejandra tenta ajudá-lo. Alejandra sofre todo tipo de perseguições na escola e as suporta sem dizer nada porque não quer causar problemas ao pai.
“Nunca disse que ia fazer um filme sobre a violência nas escolas. A violência agora está em toda parte, não apenas nas escolas, mas também no ambiente de trabalho, nas ruas, nas casas”, reconheceu Franco.
“Filmar e fazer filmes é minha maneira de iniciar um diálogo, de entender o que está acontecendo. O nível de violência e crueldade não é exclusivamente do México nem da América Latina, é sentido de maneira mundial e tento entender a razão”, disse o diretor, citando os casos dos recentes massacres na Noruega e nos Estados Unidos.
Tessa Ia González disse que sua personagem “tenta tomar o lugar da mãe e se cala sobre o que ocorre na escola para proteger seu pai e tudo vai se emaranhando, é algo parecido com quando uma pessoa diz uma mentira e tudo se complica”.
Outros prêmios O júri outorgou ainda um prêmio especial à co-produção franco-belga “Le Grand Soir”, dirigida por Benoît Delépine e Gustave Kerven e uma menção especial a “Djeca”, da bósnia Aida Begic.
Já os prêmios de interpretação ficaram com duas atrizes, a belga Emilie Dequenne por “A Perdre la Raison”, de Joachim Lafosse, e a canadense Suzanne Clément por “Laurence Anyways”, de Xavier Dolan. Nenhum ator foi premiado na categoria.
Nesta mostra do Festival de Cannes participava também “Sete dias em Havana”, uma história com sete histórias e sete produtores, entre eles Benicio del Toro, Pablo Trapero, Julio Medem e Juan Carlos Tabío, assim como “Elefante Blanco”, do argentino Trapero, e “La Playa”, do colombiano Juan Andrés Arango.
Sete longas que concorrem ao Troféu Mucuripe 2012 são inéditos no país. Chileno “Violeta se a fue a los cielos” vai ser o primeiro a ser exibido.
“Rânia”, da cearense Roberta Marques, foi eleito o melhor filme na mostra Novos Rumos, do Festival do Rio em 2011 (Foto: Divulgação/CineCeará)
Nove longas-metragens concorrem neste ano na mostra competitiva do festival ibero-americano de cinema, Cine Ceará. Três películas são do Brasil. Os outros trabalhos de longa-metragem que vão disputar o Troféu Mucuripe 2012 são do Chile, Espanha, México, Guatemala, Argentina e Equador. O Cine Ceará acontece de 1 a 8 de junho, no Theatro José de Alencar, em Fortaleza, com a temática “Lutas Sociais na América Latina”.
De acordo com a organização do festival, na categoria longa-metragem, apenas dois filmes já foram exibidos no Brasil: “Febre do Rato”, do diretor Claudio Assis e vencedor do último Festival de Cinema de Paulínia, e “Rânia”, da diretora cearense Roberta Marques, eleito o melhor filme na mostra Novos Rumos, do Festival do Rio em 2011. O terceiro brasileiro na disputa é o documentário “Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now”, dirigido por Ninho Morais, com Alice Braga no elenco.
A ficção “Violeta se Fue a los Cielos” (Chile), sobre a vida da cantora Violeta Parra, vai abrir a disputa no dia 1º de junho. O filme do diretor Andrés Wood (“Machuca”) levou o Grande Prêmio do Júri Internacional no Sundance Film Festival 2012.
Na mostra competitiva de curtas-metragens, 12 trabalhos brasileiros concorrem no Cine Ceará 2012. Dos 12 selecionados, São Paulo lidera com três curtas, seguido por Rio de Janeiro, Ceará e Minas Gerais, com dois representantes cada. Também foram selecionados curtas de Pernambuco, do Rio Grande do Sul e do Espírito Santo.
Homenagem O Cine Ceará 2012 vai homenagear Marco Nanini, ator de filmes como “Feliz Ano Velho”, “Carlota Joaquina, Princesa do Brasil” e “O Bem Amado”. Ele se junta ao time de grandes atores como Patricia Pillar, Giulia Gam e Sonia Braga, que já receberam o troféu Eusélio Oliveira. De acordo com a organização do festival ibero-americano, o artista já confirmou a presença na abertura do festival.
Confira a lista completa dos longas e curtas que vão competir no Cine Ceará 2012:
Filmes da competitiva de longas-metragens: - Bertsolari. Asier Altuna. Documentário. 35mm. 90’. Cor. Espanha. 2011; - Distancia (Distância). Sergio Ramírez. Ficção. 75’. HDV. Guatemala. 2011; - En el Nombre de la Hija (Em Nome da Filha). Tania Hermida. Ficção. 102’. 35mm. Cor. Equador. 2011; - Febre do Rato. Cláudio Assis. Ficção. 35mm. 90’. Preto e Branco. Brasil. 2011; - Fecha de Caducidad (Data de Vencimento). Kenya Márquez. Ficção. 100’. 35mm. Cor. México. 2011; - Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now! Ninho Morais. Documentário. HD. 76’. Cor. Brasil. 2011; - Rânia. Roberta Marques. Ficção. 85’. 35mm. Cor. Brasil. 2011; - Un amor (Um Amor). Paula Hernández. Ficção. 35mm. 100’. Cor. Argentina. 2011 - Violeta se Fue a los Cielos (Violeta se foi para o céu). Andrés Wood. Ficção. 110’. 35mm. Cor. Chile. 2011.
Filmes da competitiva de curtas-metragens: - A Galinha que Burlou o Sistema, de Quico Meirelles (SP, fic/doc, 15min, 35mm, 2012) - Dia Estrelado, de Nara Normande (PE, ani, 17min, 35mm, 2011) - Disque Quilombola, de David Reeks (SP, doc, 13min, HDV, 2012) - Dizem que os Cães Veem Coisas, de Guto Parente (CE, fic, 12min, outro, 2012) - Lambari, de Márcio Soares (MG, fic, 14min, fic, HDV, 2012) - Os Lados da Rua, de Diego Zon (ES, fic, 15min, 35mm, 2012) - Os Mortos-Vivos, de Anita Rocha da Silveira (RJ, fic, 19min, outro, 2012) - Querença, de Iziane Filgueiras Mascarenhas (CE, fic, 19min58seg, 35mm, 2012) - Realejo, de Marcus Vinicius Vasconcelos (SP, ani, 12min47seg, HDV, 2012) - Santas, de Roberval Duarte (RJ, exp, 15min, HDV, 2012) - Século, de Marcos Pimentel (MG, fic/exp, 11min, 35mm, 2011) - Três Vezes por Semana, de Cristiane Reque (RS, fic, 15min, 35mm, 2011)
O Nossos Cinemas vai possibilitar o contato e o intercâmbio entre os jovens realizadores de cinema da América Latina e do Caribe.
A cidade de Sobral receberá entre os dias 23 e 26 de maio o I Nossas Américas – Nossos Cinemas: I Encontro de Jovens Realizadores da América Latina e do Caribe. Durante quatro dias, os realizadores participarão de mesas temáticas, palestras e mostras de filmes.
Sobral foi escolhida como sede do encontro por já apresentar um núcleo de produção audiovisual emergente, a partir do trabalho já realizado pela Escola de Ofícios e Artes (ECOA) e pela Universidade do Vale do Acaraú (UVA).
Os jovens realizadores convidados foram indicados por universidades, associações de cineastas e órgãos nacionais e internacionais ligados ao cinema e à cultura, dentro de vários perfis culturais, sociais e étnicos.
“O Hobbit: Uma Jornada Inesperada”, dirigido por Peter Jackson, é o primeiro de dois filmes adaptados do livro “O Hobbit”, de J.R.R. Tolkien. O longa está sendo filmado em alta velocidade, uma inovação em que são capturados 48 quadros por segundo, o dobro do normal, que é 24.
O filme, uma espécie de início da história contada na trilogia “Senhor dos Anéis”, conta a jornada de Bilbo Bolseiro (Martin Freeman), um hobbit envolvido em uma busca épica para livrar um reino do temível dragão Smaug.
Procurado repentinamente pelo mago Gandalf, o Cinzento (Ian McKellen), Bilbo se une a um grupo de 13 anões liderados pelo lendário guerreiro Thorin Escudo-de-Carvalho. A jornada os levará às Terras Ermas.
O longa deve entrar em cartaz em 14 de dezembro deste ano. O segundo filme, “O Hobbit: Lá e de Volta Outra Vez”, deve estrear a partir de 13 de dezembro de 2013. Os dois filmes serão lançados em 3D, 2D e IMAX.
A cineasta brasileira Ana Petra Costa, junto com outros diretores do Chile, da Bolívia e da Argentina, ganhou uma bolsa de estudos de US$ 10 mil do Fundo Latino-Americano de Artes do Instituto de Cinema Tribeca, em Nova York.
O fundo concede bolsas de estudos a longas-metragens em animação, documentários filmes ou meios de comunicação híbridos em desenvolvimento avançado, produção ou pós-produção. Podem concorrer cineastas que vivem e trabalham no Caribe, México, América Central e América do Sul, destacou nesta terça-feira o Instituto em comunicado oficial.
Ana Petra ganhou o prêmio pelo seu projeto “Elena”, um filme que conta a viagem de Petra, uma jovem mulher brasileira que sonha em ser atriz, apesar da oposição de sua mãe. Mesmo com as advertências, Petra se muda para Nova York, e depois começam a ser revelados os motivos do conselho da mãe.
Da mesma forma, os cineastas Francisco Hervé (Chile), Claudio Araya Silva (Bolívia) e Alejo Hoijman (Argentina) foram premiados com bolsas de estudo. O chileno pelo filme “City of the Caesars”, a boliviana por “Quando os mortos estão mais Secos” e o argentino por “The Shark’s Eye”.
O Instituto de Cinema Tribeca ainda informou que a diretora Cristina Ibarra e o diretor Diego Araujo ganharam o prêmio Vozes nas categorias de documentário e narrativa, respectivamente. O prêmio é concedido a cineastas latinos, maiores de 21 anos, que vivam e trabalhem nos EUA, e que aprensentem visões e histórias que reflitam suas culturas.
“Nos sentimos orgulhosos de apoiar os ganhadores deste ano e ajudar estes seis cineastas a desenvolverem seus filmes”, disse no comunicado de imprensa Ryan Harrington, diretor de Programação de Documentários filmes do Instituto de Cinema Tribeca.
Os filmes ganhadores foram selecionadas por um júri de profissionais da indústria que inclui o ator e cineasta argentino Ricardo Darín (“O segredo de seus olhos”).
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HOMENAGEM DA SEMANA
CORREINHA
O Chapada do Araripe presta homenagens a um dos maiores mestres da cultura popular que faleceu em Crato recentemente, Francisco Correia de Lima, o Correinha, artista de várias linguagens atuante no município do Crato. Mestre Correinha nasceu no município de farias Brito no dia 14 de fevereiro de 1940, mas era um amante inveterado do Crato, município ao qual costumava fazer referências em suas canções. Talvez por não ter tido seu nome incluído nas listas anuais de mestres reconhecidos pelo Governo do Estado desde 2004, mestre Correinha tenha sido sepultado em meio a homenagens comoventes de moradores do município, mas, como ressaltaram amigos e familiares, sem o devido destaque por parte do Poder Público. Situação destacada durante a sua missa de corpo presente, enriquecida pelo acordeon de Hugo Linard, com quem Correinha gravou recentemente, 15 canções que agora constituem o último registro de sua obra. Segundo o próprio Hugo Linard, as canções registradas nesse último trabalho de Correinha em estúdio são, na maioria, inéditas. ´Ele gravou também ´Belezas do Crato´, mas as outras não tinham registro´, diz, citando canções como ´Coisas do meu sertão´, ´Exaltação a Barbalha´, ´Crato de Açúcar´ e ´Meu Cariri´ e ´Balanceio´. ´Fazia tempo que a gente tava cutucando ele, dizendo que ele tinha que gravar de novo. Ele fez dois compactos e outros discos, no tempo do vinil, além de vários cordéis´. Hugo Linard chama atenção para aspectos peculiares da trajetória de Correinha. ´Ele mantinha um bar aqui no Crato e ainda trabalhava como agente carcerário. Era tão querido que os presos pediram à família por ocasião do seu velório, para deixar um pouco o corpo dele lá na cadeia, para eles o homenagearem´.
Dalwton Moura
Jornal do Vicelmo
Todos os dias na Rádio Chapada do Araripe - Internet, a partir das 07:00, ouça o Jornal do Cariri com Antonio Vicelmo. O Jornal é retransmitido da Rádio Educadora do Cariri em tempo real. Você pode ouvir o programa através da nossa imensa rede de Blogs e websites. Alguns programas antigos estão disponíveis no nosso website Jornal do Vicelmo.
Por trás de todo o grande homem se esconde um professor, e isso era certamente verdade para Bruce Lee que aclamava como seu mentor um expert em artes marciais chamado Ip Man. Um gênio do Wushu (ou a escola de artes marciais da China), Ip Man cresceu numa China recentemente despedaçada pelo ódio racial, radicalismo nacionalista e pela Guerra. Ele ressurgiu como uma Fênix das Cinzas graças à suas participações em lutas contra vários mestres Wushu e lutadores de kung-fu - finalmente treinando icones de artes marciais como Bruce Lee. Esta cinebiografia do diretor Wilson Yip mostra a história da vida de Ip.
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