Mensagem para uma Reflexão -Por Maria Otilia

Posto  aqui, uma fábula maravilhosa, para que façamos uma reflexão, principalmente neste ano de 2012, onde temos que fazer as nossas escolhas políticas. Principalmente em um momento que já se inicia boatos, fofocas e também muita falta de respeito,tanto com os eleitores como as pessoas envolvidas com a política. Digo isso porque neste final de semana, apareceu na calada da noite, embaixo das nossas portas, o tal “famoso ” panfleto anõnimo, denigrindo a imagem de um pré-candidato a prefeitura do Crato.É lamentável, é vergonhoso, é total falta de respeito .Quem escreve este tipo de notícia anônima  com certeza acredita que somos ingênuos e não temos a capacidade de avaliar qual a melhor proposta para o Crato.Por isso sugiro a leitura desta fábula, principalmente para o escritor do panfleto anônimo e dos outros que com certeza  virão…
                                                    Fábula dos sapos no Poço
Em certo lugar, havia um bando de sapos habitando um poço.                                                  
A boca desse poço era muito estreita e não permitia ter a ampla visão do exterior, sendo possível apenas enxergar um pedaço do céu azul.
Certo dia, um sapo que morava num lago, em sua caminhada, passou por esse poço e olhou para dentro dele.
-’Quem está olhando daí?’
perguntou um dos sapos de dentro do poço.
-’Sou o sapo que veio do lago. Por que você mora num lugar tão apertado como este?’, disse lá de cima o sapo do lago.
-’Lago? O que é lago? Onde existe isso?’, perguntaram do poço.
-’O lago é um lugar que tem bastante água. Não é tão longe.Tanto que pude vir passear até aqui.’
-’O lago é grande? ‘
-’Se é grande? É bem maior do que isto!’
-’Que tamanho tem? Dessa pedra?’, perguntaram apontando uma das pedras que cercavam a boca do poço.
-’Imaginem! Vocês acham que é tão pequeno?’
-’Então deve ser desse tamanho’, e apontaram um pedaço de tábua que tinha caído no poço.
-’Não é pequeno assim, não.’
-’Então tem o tamanho desse poço inteiro?’
-’Que nada! Tem extensão bilhões de vezes maior do que este poço. Daqui também dá para ver o lago.
Venham até aqui, que mostro para vocês’, assim respondeu o sapo do lago.
Mas os sapos do poço não quiseram acreditar. E começaram a gritar ruidosamente em coro:
-’Onde se viu tamanho absurdo? Você deve ser mentiroso. Deve estar tramando alguma coisa contra nós. Não queremos mais saber da sua conversa. Vá embora daqui!”

Mensagem :
“…Sendo todos nós filhos de Deus, na verdade deveríamos estar vivendo num oceano vasto e sem restrições.
Mas estamos vivendo num mundo cheio de inconveniências, insatisfações, provações e deficiências em todos os sentidos, porque iludimos a nós próprios e nos negamos a sair para o oceano da Verdade, como ‘os sapos do poço’ desta fábula.”

Mensagem para uma Reflexão – Por Maria Otilia


Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas que lançam ao ar. Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito. O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima.

Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas. Entendam isso e busquem o equilíbrio na vida. Como?

- Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com
outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.
- Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só vocês estão em condições de escolher o que é melhor para vocês próprios.
- Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas aos seus corações.
Apeguem-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.
- Não deixem que a vida escorra entre os dedos por viverem no passado ou no futuro.
Se viverem um dia de cada vez, viverão todos os dias de suas vidas.
- Não desistam quando ainda são capazes de um esforço a mais. Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.
- Não temam admitir que não são perfeitos.
- Não temam enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.
- Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não se pode encontrá-lo.
A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas.
- Não corram tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiveram e para onde vão.
- Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.
- Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se podem recuperar.
A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.
Lembrem-se: Ontem é historia. Amanhã é mistério e hoje é uma dádiva. Por isso se chama presente.
”Apeguem-se as coisas que são queridas ao seu coração, sem elas a vida carece de sentido”.
Cultive a certeza de que:
Para os erros há perdão; para os fracassos, chance; para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. O romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Autor Desconhecido

Mensagem para Reflexão -Por Maria Otilia

O MEU CAMINHO PARA A QUARESMA…

Jejuarei de julgar os outros
Descubrirei Cristo que vive neles

Jejuarei de palavras que ferem
Direi frases que curam

Jejuarei do egoísmo
Vivirei na gratuidade

Jejuarei da inquietude
Procurarei viver com paciência

Jejuarei do pessimismo
Encher-me-ei de esperança

Jejuarei de preocupações
Confiarei mais em Deus

Jejuarei das queixas
Darei graças a Deus pela maravilha da minha vida

Jejuarei da angústia
Rezarei com mais frequência

Jejuarei da amargura
Praticarei o perdão

Jejuarei da importância que dou a mim mesmo(a)
Serei compassivo(a) com os outros

Jejuarei da preocupação com as minhas coisas
Comprometer-me-ei com o anúncio do Reino

Jejuarei do pessimismo e desalento
Encher-me-ei do entusiasmo da fé

Jejuarei de tudo aquilo que me separa de Jesus
Tentarei viver mais perto d’Ele
(autor desconhecido)

Olhe somente para frente – Daniel Alfa

 
Um homem bem sucedido contou como  aprendeu,  com  seu  tio, muitos anos antes, a arar a terra. Disse  ele:  Eu  assisti como ele começava a preparar o solo. Primeiro ele  fazia  um sulco redondo no  meio  do  campo.  Depois,  seguindo  dali, traçava sulcos sempre em linha reta. Chegou,  finalmente,  o momento de eu trabalhar na  terra,  fazendo,  eu  mesmo,  os sulcos onde as sementes seriam plantadas. Eu  sempre  o  via seguindo em linha reta no campo como  uma  seta. 

Perguntei, então, a ele, qual o segredo de seu sucesso. Ele  respondeu: ”Nunca deixe seu olhar se desviar de um objetivo fixo.  Olhe somente para a frente.” Então,  mandando-me  assumir  o  seu lugar, ele disse: ”Eu vou me colocar na outra ponta  e  você manterá os olhos em mim o tempo todo.”

Este também é o segredo de uma vida cristã vitoriosa: Olhar atentamente para Jesus. O cristão deve seguir a Cristo,  não importa o quanto isso custe.Devemos  continuar  seguindo-o, sem desviar a atenção para qualquer  outro  lado,  traçando, por Sua graça, “o sulco em linha reta.”

Quando Pedro, no Mar da Galiléia, soube que era  Jesus  quem vinha andando sobre as águas, pediu-lhe que  permitisse  que pudesse  caminhar  também  sobre  as  ondas. O  Senhor  lhe concedeu e Pedro começou a andar, flutuando, sobre as  águas que até então o aterrorizavam. Mas, “prestando  atenção  aos ventos,” começou a afundar.Cristo  tomou-lhe  pela  mão  e repreendeu sua falta de fé. Se não olhamos diretamente para o  Senhor,  desviando  nossa mente para coisas que estão  ao  nosso  redor,  perdemos  as bênçãos almejadas e pelo Senhor preparadas para  nós.

Dessa maneira, os sulcos de nossa caminhada ficam  tortos,  saindo do rumo, tornando o alcance de nossos sonhos cada  vez  mais distante. Olhando somente para Cristo você alcançará a bênção desejada.

Enviado Por Rogeanny Santana

Diante da vida – Por: Emerson Monteiro

Tamanho das dores varia ao sabor dos infinitos. No entanto há que se vencer indiscriminadamente o que vier e ganhar na alegria outras tantas vezes quantas despontamentos aflorarem e sumirem nos instantes da dor. Que fazer, contudo? As respostas, no seio do coração, existem intensas na profusão da fé ao sabor das maiores necessidades. Livres de perder a cor, tintar o horizonte das ações renovadoras das bênçãos.

À hora do desânimo perante o caldo grosso das adversidades revelaria o Amor em seu potencial imenso guardado a sete chaves durante os longos anos da religiosidade pura. Naquelas horas tortas dos tonéis da mágoa, despontaria o valor dos créditos adquiridos na potente oração cotidiana, e confiar acima de quaisquer obstáculos. O segredo de Deus assim transcrito no coração, que distingue sua cor poderosa das outras mais, rompe barreiras das tristezas no mapa da alegria. Portas e janelas abertas aos quatro ventos.

Quantas e tantas situações transpostas sumiram nas noites tempestuosas… Desistir nunca, jamais. Segurar com fervor os cimos da Glória inominável, o transporte do valor a trazer os dias das certezas da coragem por demais vitoriosa, sabor inesquecível das verdades eternas, o prazer da felicidade transposto dos trilhos nos caminhos e tocar em frente.

Força de convicção reclama, portanto, atitudes positivas, apego aos valores inabaláveis do sentimento verdadeiro desse gosto a Quem pode, no íntimo de milhões de expectativas, conceder propósitos definitivos de sonhos bons. A potencialidade, pois, do Deus herói supremo das aventuras inúmeras, o caudal da Paz nos lares harmoniosos da alma de coisas e seres, de nós seus filhos em crescimento.

Na sequência de acontecimentos do painel das gerações desfilamos nossa construção do território coletivo e palco dos dramas e sucessos. Receber os enigmas e revelá-los em nossas faces, demonstrar firmeza e trazer definições.

Quantas vidas, quantos desejos de acertar o passo no ritmo organizado das leis superiores, alento de animais e lugares. Andar ao som da tranquilidade, senhores de si e dos céus. Sustentar a luz dos amigos a oferecer lições inesperadas, aulas e palavras só nas mãos do Eterno Pai.

Mensagem para uma reflexão – Por Maria Otilia

A Mosca e o Copo de Leite


C
erta vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Mas a superfície era muito lisa e, com as duas asas molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar e afundou. Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz. Continuou a se debater, por tanto tempo, que aos poucos o leite ao seu redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno pedaço de manteiga. Aí a mosca tenaz conseguiu, com muito esforço, subir e dali alçar vôo para algum lugar seguro. Durante anos, ouvi essa historia como elogio á persistência que, sem dúvida, nos leva ao sucesso. No entanto, tempos depois, a mesma mosca tenaz, por descuido ou acidente, novamente caiu no copo.

Como já havia aprendido com a sua experiência, começou a se debater, na esperança que assim se salvaria. Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira, pousou na borda do copo e gritou: _Tem um canudo ali, nade até lá e suba por ele! A mosca tenaz nem deu ouvidos e baseando-se na sua experiência anterior, continuou a se debater até que, exausta, afundou no copo… CHEIO DE ÁGUA! Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças de ambiente e ficamos nos esforçando para alcançar os resultados esperados, até que afundamos em nossa própria falta de visão. Fazemos isso quando não conseguimos ouvir aquilo que quem de fora nos diz… PENSE NISSO! (autor desconhecido)

Lembrem-se! Nós educadores precisamos ter uma visão holística do que está ao nosso redor.Assim poderemos orientar os nossos educandos a enxergar o mundo com um novo olhar.

Mensagem para você refletir -Por Maria Otilia

 

PEDRO E SEU MACHADO

Pedro, um lenhador, após um grande trabalho em uma área de desmatamento, se viu desempregado. Após tanto tempo cortando árvores, entrou no corte!

A madeireira precisou reduzir custos… Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho. Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia completamente do biótipo de um lenhador. Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho. Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um ótimo profissional. Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador experiente. E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo do Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável, foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de “catadores de gravetos”.

Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um profissional experiente! Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área de desmatamento. E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote… Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de “madeira”, deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro golpe.

Todos ficaram atônitos! Como era possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada? Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira. Seu trabalho era elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte adicional de receita.

O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava se esforçando cada vez mais. Um dia, Pedro se nivelou aos demais. Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam… O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o questionou sobre o que estava ocorrendo. “Não sei”, respondeu Pedro, “nunca me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está decaindo”. O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado. Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de “dentes” e sem o “fio de corte”, perguntou ao Pedro: “Por que você não afiou o machado?”.

Pedro, surpreso, respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado.

Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga: conseguia derrubar as árvores com uma só machadada. A lição que Pedro recebeu cai como uma luva sobre muitos de nós – preocupados em executar nosso trabalho ou, pior ainda, julgando que já sabemos tudo o que é preciso, deixamos de “amolar o nosso machado”, ou seja, deixamos de atualizar nossos conhecimentos. Sem saber por que, vamos perdendo posições em nossas empresas ou nos deixando superar pelos outros. Em outras palavras, perdemos a nossa potencialidade.

Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15 minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos na mesma atividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na realidade, tem 15 minutos de experiência repetida durante muitos anos. A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam surgir. É “perder tempo” para afiar o nosso machado.

Autor Desconhecido
Mensagem: Nós educadores devemos ser eternos aprendizes!

Para Refletir – Por Paulo Angelim.

Enviado por Rogeanny Santana.

Por favor, pare de se “vangloriar” dizendo que você tem um monte de problemas para resolver, que sua vida é um problema só. Se você cavalga na idéia de que esse é um privilégio exclusivamente seu, levante-se, porque você acaba de cair do cavalo.

Ora, problemas todos temos, e sempre teremos até o último dia de nossa existência. A questão principal não é como fazer para evitar problemas, mas sim “COMO VOCÊ TEM REAGIDO A ELES?”

É sua atitude (postura mental) que irá definir o que os problemas, ou desafios – como queira chamar -, irão representar para você . Podem significar obstáculos, empecilhos, castigos, maldições. Mas podem também significar oportunidades de crescimento, se assim VOCÊ DECIDIR enxergar e reagir.

Parece absurdo imaginar isso, mas deveríamos agradecer a Deus pela existência dos problemas. Na verdade, sem eles dificilmente haveria progresso. Sem eles, cientistas não seriam desafiados a buscarem novas descobertas e soluções. Sem eles, certamente você não seria provado e desafiado a crescer.

Continuaria fazendo exatamente as mesmas coisas, do mesmo jeito, por anos. Quando o apóstolo Tiago escreve em sua carta que deveríamos “considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações”, ele explica logo em seguida que a provação produz a perseverança. E é exatamente a perseverança que lhe faz mais forte.

Força essa que você precisará para enfrentar desafios maiores que virão. Mas fique tranqüilo com uma certeza: a dimensão dos problemas é sempre proporcional à sua grandeza. Os otimistas e positivos verão nisso consolo.

Os negativos imediatamente questionarão: “quer dizer que se eu crescer, a grandeza dos problemas também crescerá?” A resposta é: SIM!!! E é por isso que somente grandes pessoas estão qualificadas para grandes postos. Somente elas estão preparadas para lidarem com a magnitude dos problemas inerentes à posição.

E é por isso também que os pessimistas ou acomodados não crescem, porque não querem correr o risco de enfrentar os problemas ou desafios inerentes à nova realidade.Aí, estagnam! Portanto, da próxima vez que você em seu trabalho for reclamar que só lhe mandam problemas, pare, reflita, mude sua atitude e agradeça.

Afinal, será que existe alguma outra razão para você estar neste trabalho se não for para resolver problemas, superar desafios, encontrar novos caminhos? No dia que tais coisas deixarem de existir, é bem provável que sua permanência lá não se justifique mais. E esse problema, se puder, procure evita-lo. 
 
Blog do Senharol

O RATO SEM RABO

Os ratos estavam reunidos para discutir seus assuntos. No púlpito, um ratinho submetia à votação da assembléia sua proposta: – Todos os ratos devem cortar seus rabos! Vejam os benefícios que esta inteligente medida nos trará:.
1º Quando fugimos do gato é justamente pelo rabo que ele nos prende com suas garras.
2º Quando a ratoeira dispara e tentamos fugir, normalmente, ficamos presos pelo rabo.
3º Quando fugimos, temos que arrastar conosco nosso rabo. Sem ele seríamos mais velozes.
4º Com freqüência encontrarmos farpas de madeira que se enterram em nosso rabo causando a morte.
5º Nosso rabo pesa 1/5 do nosso corpo. Sem ele poderíamos comer 1/5 a menos!
6º Para subir as paredes gastaríamos menos energia sem o peso do rabo.

7º Não teríamos tantos rabos se enrolando com vejo agora. Aqui caberiam mais ratos.
A platéia, empolgada, diante de tantos argumentos, já ia aprovar a proposta quando, um sábio rato falou:
- Antes de votarmos, peço-lhe que saia detrás do púlpito e dê uma voltinha aqui em frente. O ratinho, a contragosto, viu-se obrigado a fazer o que lhe pedira o sábio. Para espanto geral,
diante da platéia, desfilou, sem graça, um ratinho aleijado que não tinha rabo…
(La Fontainne – Adaptação)
Moral da história

Quem não possui as qualidades dos amigos apresenta falsos argumentos para convencê-los a
se tornarem iguais a ele nos seus defeitos e incapacidades. Cuidado com os ratos sem rabo
que estão perto de você.

FELICIDADE REALISTA

FELICIDADE REALISTA
Por Mário Quintana


FelicidadeA princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote
louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser
magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema:
queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor.. não basta termos alguém com quem podemos
conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar
pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente
apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes
inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos
sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o
que dá ver tanta televisão.

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.

Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você
pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um
parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando
se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção.
Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se
sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda,
buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e
um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato,
amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza,
instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde
só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas
desta tal competitividade.

Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as
regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo.

Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a
felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir
embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não
sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.
Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade…

Mensagem de Raimundo Bezerra Filho

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Feliz Natal e Próspero Ano Novo – Samuel e Mônica Araripe

“Natal é um tempo de reflexão. Um tempo para pararmos um pouco e pensar nos nossos semelhantes. Tempo de ver que o Natal é bem mais que a ambição de comerciantes. Natal é sobretudo, tempo de luz e de Paz. Tempo de comemorar o nascimento de uma criança que mudou toda a história da humanidade para sempre, e que as bençãos de três reis magos ainda recaem sobre nós. Natal é tempo de amor. De ver que a vida é um eterno renascimento. De perceber que nossas maiores virtudes ainda precisam e podem ser renovadas.Tempo de dar as mãos e juntos, buscar um futuro melhor para todo o nosso povo. Tempo de amar sem precisar se importar se somos amados ou não. De dar, sem esperar receber nada em troca. De recomeçar sonhos desfeitos.
De retomar esperanças naufragadas.
De velar pelo sonho dos nossos jovens, para que eles brilhem diante do mundo e sejam a continuação de nossos melhores anseios.
Natal é tempo de ser feliz! De mudar aquilo que somos, buscando sempre o melhor. De aperfeiçoar nossos mais sublimes desejos.
De pedir, conceder, atender, consentir, buscar, tolerar e sobretudo, saber perdoar !
Natal é uma época em que em todo o mundo, juntos numa só oração, aprendemos a pronunciar em uma só língua uma palavra extraordinária a todos os povos, e que mais simboliza todos os anseios da humanidade:
E esta palavra chama-se: PAZ !

Que a Paz e as bençãos desse natal se traduzam no mais pleno sorriso, e que o ano novo que se inicia, seja o mais belo de todas as nossas vidas, pleno de realizações e de Felicidade.”

São os sinceros votos de Samuel e Mônica Araripe

Mensagem para Reflexão – Por Maria Otilia

É tempo…
Reserve tempo para trabalhar
Este é o preço do êxito

Reserve tempo para pensar
Esta é a fonte do saber

Reserve tempo para divertir-se
Este é o segredo da juventude

Reserve tempo para ser amigo
Este é o caminho da felicidade

Reserve tempo para sonhar
Este é o meio de ligar uma estrela a sua vida

Reserve tempo para amar
Este é um privilégio concedido por Deus

Reserve tempo para ser útil ao próximo
Pois a vida é demasiadamente curta para sermos egoístas

Reserve tempo para sorrir

Esta é a música da alma.
LEMBRE-SE !!! Tempo é questão de preferência…

Planeje o seu tempo para festejar a renovação do nascimento de JESUS.

Apenas a vida – Por José de Arimatéa dos Santos

Foto: José de Arimatéa dos Santos
Imagem bonita cheia de vida e de verde que encanta nossos olhos e escutamos o cantar dos pássaros e o barulho dos galhos das árvores. Para mim é prazeroso está na mata e no silêncio ensurdecedor da floresta escutar o quanto a vida pode ser bem diferente em que a paz é possível e o amor entre as pessoas palpável.
E aquele barulhinho dos pássaros e as folhas que caem no chão fazendo aquele balé da vida, pois o chão do mato se transforma diuturnamente no solo fértil de muita vida e doçura.
Tanta qualidade de vida em que a poluição ainda está longe e para quem vive da mata sabe dar valor a cada centímetro de mata. Sabe de seus perigos por que o homem invade sempre com a violência de assassino da natureza. Mata o bicho, derruba as árvores e polui o rio. Que santa ignorância!
É necessário um outro olhar para a mata. Olhar de curiosidade e de contemplação. Estudar todo o ciclo da natureza para que a exploração seja de forma sustentável. Posso está delirando, mas muita comunidade na amazônia ou outro bioma nos dá aula da boa convivência com a mãe natureza.
Respeito e carinho. A mata também merece. Por que devastar um sem número de área de floresta? A vida pulsa a todo vapor nas matas e aquele clima tão peculiar das florestas nos diz muito. É microcosmo tão perfeito em que tudo funciona tão maravilhosamente.
Vale a pena pensar e viver a floresta. E está a passar da hora de mudarmos nossos conceitos e tirar das matas a riqueza, mas de uma forma mais equilibrada biologicamente em que a vida se perpetue séculos, séculos, séculos…

A aposta de Pascal ( postado por Armando Rafael)

               Quem faz Filosofia ou alguma das Ciências Exatas tem que, obrigatoriamente, estudar o pensamento de Blaise Pascal, que viveu no século XVII.
              
Brilhante desde a infância, Pascal aos 8 anos de idade estudava (com o auxílio do pai, advogado) gramática, latim, espanhol e matemática. Era um garoto excepcionalmente brilhante e, só para se ter uma ideia, com apenas 11 anos, ele reconstituiu as provas da geometria euclidiana até a Proposição 32. Aos 12 anos, compôs sozinho um tratado sobre a comunicação dos sons e, aos 16, um outro sobre as divisões cônicas.
              
Já adulto, argumentando sobre a existência de Deus, Pascal fez surgir o famoso argumento da aposta.
              
Dizem que isso aconteceu quando Pascal e seus amigos estavam discutindo pensamentos numa praça da cidade de Paris. Aqueles homens eram pensadores livres e não aceitavam a existência de Deus. Pascal era consciente disso e sabia também que eles apreciavam bastante um jogo de apostas.
              
Então, ele afirmou: “Aposto com vocês que, matematicamente falando, crer em Deus é mais lucrativo do que descrer dele.”
                “Como?” perguntou um de seus colegas.
               
               “É simples”, respondeu Pascal: “você pode, enquanto ateu, ter tudo o que um cristão possui: família, saúde, cultura, princípios etc. Enquanto ateu, você pode ainda argumentar que ninguém pode provar-lhe, com qualquer questionamento, que Deus existe. Logo, se você e um crente morrem, é possível dizer que a vida de vocês terminou num empate. Tudo o que um teve, o outro também possuía. Assim, se você estiver certo em seu ateísmo, o empate continua, pois ambos terão o mesmo fim. Porém, se o crente estiver certo, então haverá um desempate, pois não será possível que ambos desfrutem da mesma sorte diante do juízo de Deus.”

               Portanto, concluiu Pascal:
              

               Se eu creio em Deus e Deus existe, eu ganhei tudo.
               Se eu creio em Deus e Deus não existe, eu não perdi nada.
               Se eu não creio em Deus e Deus não existe, eu não ganhei nada.
               Se eu não creio em Deus e Deus existe, então eu perdi tudo.

 (Fonte: Livro “Eles criam em Deus – Biografias de cientistas e sua fé criacionista“, p. 31/34, editado. Casa Publicadora Brasileira, autor: Rodrigo P. Silva, doutor em arqueologia)

Vivências do coração – Por: Emerson Monteiro


Transitar nos setores do sentimento importa, pois, olhar os horizontes da paz no silêncio dos momentos eternos. Observar com imparcialidade os termos da experiência que todos carregam, resultado das inúmeras situações vividas e aprendidas pelo caminhar do tempo, estradas longas das oportunidades permanentes. Andar sabendo haver aqui do lado outros exemplares da mesma consciência dotados de iguais instrumentos de percepção face ao Universo maravilhoso. Nisso evitar preconceitos e chamas de egoísmo que sujeitam cedo queimar a esperança dos bons relacionamentos. Respeitar contradições que impedem reconhecimento de tudo de agradável que possuem as pessoas, vozes acesas nas companhias agradáveis a bordo, no longo percurso das jornadas individuais.

O gosto especial do alimento emocional demonstra o tempero da alma de quem deles usufruem. Os movimentos das ondas no lombo dos barcos, que explicam a melodia das águas nos hinos das celebrações, histórias, alegrias em forma de versos e perfumes, nutrição da tranquilidade dos que compreendem sonhar e caminhar próximos sem timidez.

Enquanto uns falam dos deuses, outras agem com as manias da flor da pele, impaciências, contrições e abraços rústicos, quais quem pretende dominar os minutos da força poderosa nas eras indomáveis. Querer, na marra, usufruir o prazer da perfeição nas formas físicas que fogem feito fumaças e pó. Acham aqueles motivos de satisfação em avançar os limites de seus direitos e arrancar os mistérios alheios por capricho e violência. Contudo há uma ordem maior em tudo. Tristes dos que imaginarem recriar a natureza por mérito particular quando saem quebrando as determinações do destino, qual possível fosse assim obter e escapar da justiça sagrada abrangente.

Amar pede, no íntimo, harmonia e habilidade extremas; sabedoria e valores sólidos. Exercitar práticas de virtude com a grandeza dos planaltos virgens, dimensões abertas ao sol dos dias da felicidade; isto oferece ao ritmado coração das pessoas, a cada instante, oficina de carinho e sala de aula de gentilezas. Querer bem permite aos demais também o que se deseja a si próprio. Estender mãos e colher as pérolas do presente nas bênçãos aos próximos de nós, espírito de bom humor e satisfação comum, moldes melhor da pura tranquilidade. Sabor doce vem à tona, leve nas asas dos acontecimentos, água viva que nasce das fontes da dedicação num mosteiro de luz e pavilhões, mais sadias aproximações.

Quilômetros de engarrafamento – Por: Emerson Monteiro


Início do feriadão da República e noticiários indicavam até 245 km de engarrafamentos na saída de São Paulo ao litoral, com televisões mostrando filas imensas de veículos de faróis acesos às margens do Rio Tietê. Lembrei quando vivi em Salvador, ainda na década de 70 do século anterior, e do tempo que gastava, nos finais de semana, à espera de embarcar no ferry-boat a caminho da Ilha de Itaparica, onde curtíamos horas de lazer à beira mar.

Todos, neste mundo, buscamos a salvação da alma, conceito religioso que admite existência além do tempo deste chão… Chegaremos, um dia, à santidade, na chance da perfeição absoluta de superar o limite das experiências materiais.

E ao observar o sofrimento comum a todo vivente, calculamos a perspectiva das oportunidades para crescer interiormente em face dos testes agora recebidos.
Essa prova mesma dos engarrafamentos das grandes cidades, hoje em dia, quer representar das experiências severas a que o espírito se submete, porquanto horas e horas dentro de automóveis feitos gaiolas de luxo, aguardado deslocamento milimétrico, e depois retornar sob iguais condições, não deixa de comprimir a paciência da alma ao extremo, lição importante de constrangimento e realidade, no apuro das naturezas dos indivíduos.

Habitantes de metrópoles, eles sofrem miséria no sentido de sobreviver às oportunidades restritas, nessa escola aberta dos aglomerados e moradias reduzidas; nas arbitrariedades artificiais do sistema rígido das calçadas de ferro e cimento; em fábricas desumanas, mecânicas, automáticas; no atrito entre as pessoas; nos transportes abarrotados; na solidão das multidões indiferentes; nos descansos esfumaçados e tristes das janelas escuras; universo melancólico de jornadas industriais que parecem nunca revelar finais possíveis.

Santos em potencial são todos, contudo há os que adiantam o carro mediante respostas sábias à gravidade dos bloqueios e traumas das histórias grupais, sem um jeito melhor quase hora nenhuma. E lembrar, ainda, o quanto padecem das ingratidões de semelhantes que explodem desencantados, no decorrer do processo coletivo de evoluir, nas manadas reunidas e saraus barulhentos das noites aflitas.

Tudo isso lembra, pois, o tanto necessário aos dias felizes, no itinerário do drama que guarda em si as sempiternas esperanças dos dias quando, suaves, as ruas do destino ofereçam instantes de deslocamentos harmoniosos e justos.

MENSAGEM PARA UMA REFLEXÃO -Por Maria Otilia


O Vendedor de balões

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse. Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.
Havia ali perto um menino negro. Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.
Todos foram subindo até sumirem de vista. O menino, de olhar atento, seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas… Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto. Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:
- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.

Anthony de Mello.

QUANTO AINDA TEREMOS QUE APRENDER NESTA VIDA? – Por Vicente Almeida

Esta cadelinha nasceu somente com as patas traseiras na véspera do natal de 2002.

Desta forma, não conseguia andar, e foi rejeitado por sua mãe. 

Como sempre acontece no reino animal, quando um filhote nasce com deformações físicas, os pais o julgam incapacitados para a vida e o abandonam, então ele morre por não ter quem o alimente. Assim também acontece em algumas das nossas tribos indígenas.
 

No caso desta cadelinha, abandonada pela mãe, foi também rejeitada pelo seu dono. Ele considerou que como ela jamais poderia andar, não lhe seria útil e deveria sacrificá-la, isto é: “Fazê-la dormir para sempre”….

Pela força que rege os destinos, quando a professora Jude Stringfellow conheceu-a raquítica e subnutrida, ficou penalizada e cheia de amor. 
Rogou que não a sacrificasse pois queria ficar com ela. Passou a alimentá-la como faria uma mãe determinada. Estava decidida a salvá-la a qualquer custo, ensiná-la e treiná-la para andar por si só.

Esta opção mudou a vida desses dois seres. A Jude acreditava que só precisava de um pouco de FÉ. Por isso lhe deu o nome de “Faith” (= FÉ).

Iniciou colocando-a numa prancha de skate, para que sentisse o movimento. E para que se levantasse e saltasse apenas nas duas patas, usou como recompensa para atraí-la, manteiga de amendoim

Ao final de apenas 6 meses,  “FÉ” aprendeu a equilibrar-se nas pernas traseiras, e a saltar para a frente. E assim com mais algum tempo aprendeu a caminhar como nós.

Hoje, aonde quer que  ela vá, é palco de muita atenção, atrai sobre si todos os olhares, e já tornou-se famosa no cenário internacional.

 Às vezes passeia sozinha

 Pousando para fotos

 
Acompanhando sua mãe adotiva nos passeios

Despertando alegria e emoção aos transeuntes

As vezes surpresa e emoção para outros

Confabulando com um amigo











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Você acha que já viu tudo? Agora veja este vídeo e poderá até ver como uma atração, mas na verdade devemos olhar para elas (adotante e adotada) como quem veio para nos proporcionar uma grande lição de vida


  
Isto mostra que mesmo sem um corpo perfeito, se pode ter uma alma perfeita. Aliás, em muitos casos no ser humano, a imperfeição do corpo, revela simplesmente a perfeição da alma. Por isto sempre encontramos pessoas imperfeitas fisicamente, que nos dão verdadeiras aulas de amor e gratidão. A isto chamamos FÉ.

No caso desta cadelinha, devemos procurar entender qual a mensagem que Deus quer nos transmitir. Ele sempre fala conosco usando os meios mais próximos da nossa compreensão, nós é que não queremos ver nem ouvir.

Desejo 
de coração, que esta postagem leve às pessoas, mais uma nova maneira de pensar e ver as criaturas que Deus coloca em nossos caminhos, e possam sentir e agradecer cada novo dia como uma benção, pois sempre encontraremos uma continua manifestação do amor. É só querer ver.

Imagens e vídeo colhidos na internet

Tenha um ótimo domingo.

Aceitação – Por: Emerson Monteiro

… Uma reação igual e em sentido contrário, princípio da Lei de Ação e Reação. Depois que acontecer de pisar na bola, cabe aceitar as consequências. Conciliar as respostas naturais em relação aos atos de seguir em frente, atitude por demais justa consigo mesmo, ser falível no estado atual. Caso diferente, agiria como que treme diante das circunstâncias, o que nada representaria em termos de racionalidade; o errar só para não dar a mão à palmatória.

Baixar a cabeça depois que falhar nas escolhas das ações, ainda que pela ignorância de conhecer o jeito exato de cumprir o papel perante a vida, eis o modo espontâneo de se render às evidências. Levantar a cabeça pode reduzir os prejuízos e abrir um espaço de perdão dentro da gente, isto no sentido de evitar danos à saúde física e abrir mão das vaidades; deixar de lado a suposição antiga de se ser senhor absoluto da razão.

Quantas e tantas vezes o errar humano pisar no território da solidão… Contar apenas com os elementos de quem ousa sonhar demasiado com a perfeição e cai da cama… Se achar acima do bem e do mal, quando Deus impera acima dos seres menores, Sua criação apenas… Nós, os viventes…

Viver a vida sem se punir a todo instante… Quando o sucesso domina a cena, as pessoas vibram de euforia. No entanto, perante as cobranças dos erros, afundam na lama quais juízes impiedosos de si, cruéis parceiros da autovingança. E dói e mata e pune contra as ordens mínimas da compaixão.

Aceitar a condição de relativos nas malhas humanas; admitir a retratação, invés das normas rígidas do combate interno às inferioridades, doutores de leis impiedosas e totalitárias. Persistir vivos para preservar a espécie dos aprendizes, senhores da fé nos dias melhores. Render homenagem ao impossível, em noites e dias sempre adoráveis. Ninguém é o senhor do destino além do Poder superior aos poderes limitados deste mundo. Existe o conceito da religiosidade natural que demonstra ordens eternas que a tudo comanda.

Haverá meios de reagir às trevas, aos tombos, às turras, atabalhoadamente… Haverá, sim; nenhuma dúvida resta. Creio, entretanto, significar apenas desespero e frustração assumir o erro e querer eliminar à força as consequências, modos de desencontrados exércitos perdidos em retiradas infames, que as histórias contam. Que glória há nas perdidas as ilusões? Também as personagens individuais, que andam pelas ruas, equivalem aos exércitos de si próprios, por vezes batendo cabeça em jornadas dolorosas. O fazer nesses instantes pede alternativas de sabedoria. De deixar de lado os valores equivocados e marchar firmes para os verdes campos da satisfação interior, no amar e se amar quais motivos da experiência, esquecendo vícios e abandonos, mágoas e rancores. Sorrir aos instantes menos felizes, que somem e deixam o perfume da solidariedade, resposta indiscutível de viver bem.

ESPELHO – Mahatma Gandhi


Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos. Ele respondeu:

A Política, sem princípios;
O Prazer, sem compromisso;
A Riqueza, sem trabalho;
A Sabedoria, sem caráter;
Os negócios, sem moral;
A Ciência, sem humanidade;
A Oração, sem caridade.

A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis, se eu sou amável,

Que as pessoas são tristes, se estou triste,
Que todos me querem, se eu os quero,
Que todos são ruins, se eu os odeio,
Que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio,
Que há faces amargas, se eu sou amargo,
Que o mundo está feliz, se eu estou feliz,
Que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva,
Que as pessoas são gratas, se eu sou grato.

A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta. A atitude que eu tome perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim.

“Quem quer ser amado, ame”

Enviado pelo amigo Raimundo Nonato Rodrigues.
Blog do Sanharol

ESPELHO – Mahatma Gandhi


Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos. Ele respondeu:

A Política, sem princípios;
O Prazer, sem compromisso;
A Riqueza, sem trabalho;
A Sabedoria, sem caráter;
Os negócios, sem moral;
A Ciência, sem humanidade;
A Oração, sem caridade.

A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis, se eu sou amável,

Que as pessoas são tristes, se estou triste,
Que todos me querem, se eu os quero,
Que todos são ruins, se eu os odeio,
Que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio,
Que há faces amargas, se eu sou amargo,
Que o mundo está feliz, se eu estou feliz,
Que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva,
Que as pessoas são gratas, se eu sou grato.

A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta. A atitude que eu tome perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim.

“Quem quer ser amado, ame”

Enviado pelo amigo Raimundo Nonato Rodrigues.
Blog do Sanharol

O valor da Opinião Pública – Por: Dihelson Mendonça


“Um agricultor pobre, a exemplo de todos os outros da sua aldeia, vivia cansado de carregar grandes fardos de feno. Fez isso por muito tempo, até que finalmente decidiu comprar uma mula para que o ajudasse nas árduas tarefas cotidianas, o que logo despertou a inveja dos outros aldeões. Dotado de grande força de vontade, poupou dinheiro por anos a fio, além de diversos outros sacrifícios, finalmente conseguindo o bastante para ir até a cidade grande, onde adquiriu um maravilhoso e corpulento animal como nunca se havia visto por aquelas bandas.

De volta à sua aldeia, passeava contente com a nova aquisição, até que passando por um grupo de pessoas, estas começaram a zombar, dizendo: “Mas que homem tolo, comprou uma mula manca e feia!”. Entristeceu-se com as zombarias, mas prosseguiu no seu caminho. Mais adiante, encontrou algumas crianças que ficaram rindo da cor do animal. Ainda mais à frente, encontrou um grupo de senhoras idosas que se puseram a comentar entre si: “Se este homem fosse realmente inteligente, teria poupado para adquirir um trator, ao invés de uma mula”.

Ficando visivelmente aborrecido com os comentários do povo, além das muitas galhofas que se seguiram, o agricultor, tomado por um acesso de fúria, levou a mula até o alto de uma montanha e atirou-a num grande precipício, matando o infeliz animal. De volta ao trabalho, continuou com a antiga rotina miserável, carregando no próprio lombo, a carga que antes seria destinada à mula. Não havia ainda caminhado por 100 metros, quando ouviu um transeunte falando para outro:

“Este que aí vai passando, é o louco que foi até a cidade, comprou uma bela mula, e jogou-a no precipício sem motivo algum, preferindo ele mesmo carregar a carga nas costas”.

Moral da História:

Quem dá ouvidos à opinião pública, vive refém da língua do povo.
Nunca dê ouvidos a quem não gosta de ti. Os invejosos jamais estarão interessados no teu bem-estar. O termômetro do nosso sucesso sempre será a inveja dos descontentes. Opinião é como “ânus”; Cada um tem o seu, mas só reclamam da catinga alheia…”

Autor: Dihelson Mendonça

Para que servem os desafios – Emerson Monteiro


Nas condições dos momentos, à frente das portas de sempre, em qualquer lugar, ou diante das ordens do espaço de viver, ninguém passa pela vida longe de enfrentar limites e desafios. Porteiras abertas da criatividade, transações de aproveitar o tempo, cabe aos indivíduos a epopéia das horas ligeiras de experimentar as oportunidades e conhecer os meandros da natureza mãe que morar em si.

O que parece filosofia, na realidade anda um pouco mais. Mostra, sim, que encarar a viagem através das pedras do desconhecido servirá de orientação a fim de observar o mistério espalhado na paisagem da chamada existência. Ninguém representa só passageiro inútil desfilando nas malhas de impunidade… Os mínimos aspectos dessa estrada abrem-se aos seres fantásticos que habitam nossa espécie, desde mulas sem cabeça a sacis impertinentes, a título da imaginação inesgotável e aos pedidos de compreender o enigma dessas ocasiões sucessivas.

Um olhar fixo dentro da gente, a luz da Consciência, demonstra responsabilidades imensas diante dos caminhos da salvação trazidos nesse território. Há sentido nas visões da janela do trem, que desenvolve velocidade quase acima das nossas forças, enquanto o conhecimento de aproveitar ao máximo o percurso desliza no vento. Invés de querer definir para dominar, deixar entrar, nos cômodos da alma, o hálito rico do inesperado, das boas práticas da liberdade, no sonho intenso de manter abertos os olhos de enxergar as maravilhas.

Isto com a paciência das crianças e dos santos… Saber suportar o calor de lutas, às algumas vezes inglórias, no furor das tempestades, lições necessárias ao desapego de valores inúteis, na poeira que esvoaça e dobra nas curvas do destino.

Bom, falar de paciência e infinitude jamais esgota o assunto, senão perder-se-ia dos próprios nomes. Saber ler nas entrelinhas das palavras que querem dizer coragem. Paciência inesgotável, pois.

E, nisso, amar acima de tudo… Amar todos, independente de credo ou cor… Amar, na simplicidade incondicional dos sábios, ao Sol das religiões e das vivências da esperança.

Para, depois, lembrar com alegria os instantes do roteiro quando assistíamos aos melhores filmes na sala surpreendente das histórias coletivas, ao sabor do eterno. Aceitar as imposições e os bloqueios quais respostas às ações do que produziu em face desses desafios. Preparar, no instante atual, o que as leis do bem querer ofertam logo em seguida aos praticados. A quem quer bondade, que plante a semente no coração das pessoas que, juntas de nós, andam na perene estrada do Infinito, nisto se acha o resumo das escolas do saber.

Filhos, dádivas de Deus – Por Magali de Figueiredo Esmeraldo

Muitos pais e mães esquecem dos valores morais recebidos de suas famílias na infância e adolescência. E criam seus filhos bem distantes do mais importante na educação, que é a formação integral. A responsabilidade dos pais é preparar o homem como um todo, sem separar o corpo da alma. Será incompleta a orientação dos filhos, se os pais se preocuparem somente com a formação física, intelectual e social, esquecendo de incutir nos filhos o amor e o respeito ao próximo, a honestidade, a ausência de preconceito e discriminação de qualquer tipo. Esse conjunto de valores deve fazer parte do aprendizado das crianças, desde os primeiros anos.

Os filhos são dádivas de Deus. Portanto, os pais têm o dever de colocar na sociedade pessoas de bem para que o mundo seja transformado. Educar os filhos no amor, no diálogo é o caminho para construção de uma família ajustada e uma sociedade mais humana e mais justa. No lar onde existe tudo isso, com os pais sabendo impor limites, dizendo “não” quando necessário, com certeza se formarão adultos ajustados.

Vivemos em uma sociedade em que predomina o TER, em lugar do SER. Os meios de comunicação social através da propaganda incentivam o consumismo e levam as pessoas a acharem que a felicidade está no dinheiro, numa roupa cara, num carro do ano. Muitos para ter dinheiro e adquirir esses bens de consumo, procuram acumular riqueza desonestamente. Em consequência vemos aí uma sociedade injusta, violenta cheia de problemas: como as drogas, a corrupção e a injustiça social. Cabe aos pais darem testemunho aos filhos e colaborarem com uma sociedade onde exista justiça e paz.

De acordo com as palavras proferidas por Dom Rafael Lhano Cifuentes, Bispo Emérito de Nova Friburgo, no VII Congresso Nacional da Pastoral Familiar, realizado em Belém do Pará, em 1996: “A tarefa educacional dos filhos deve ser solidária. A firmeza e disciplina própria do homem têm que fundir-se à ternura e a amabilidade própria da mulher, de tal modo que a autoridade não parta somente do pai, e o carinho exclusivamente da mãe. A melhor pedagogia é o exemplo. Os pais devem ser para os filhos, guias que indiquem as passagens mais seguras. Têm que experimentar antes, as virtudes que os filhos devem encarar depois.

Dom Cifuentes acrescentou ainda em sua palestra, trechos de uma carta, que um delinquente juvenil alemão enviou aos seus pais. “Porque sois fracos no bem, nos destes o nome de fortes no mal… nós vos concedemos dois decênios para nos fazerdes fortes no amor, vós porém nos fizestes fortes no mal, porque sois fracos no bem.”

A missão dos pais como colaboradores de Deus em sua infinita obra criadora é colocar no mundo pessoas honestas, ajustadas e que possam fazer os outros felizes.

Por Magali de Figueiredo Esmeraldo

UMA MENSAGEM PARA UM DIA DE DOMINGO-Por Maria Otilia

Lendo a postagem de Dihelson sobre a situação da falta de políticas públicas para o Crato, encontrei um texto maravilhoso que nos faz refletir sobre as nossas atitudes e escolhas. Principalmente as nossas escolhas no cenário político. Precisamos urgentemente repensar as nossas atitudes ,como cidadãos responsáveis na escolha de pessoas que tenham competencia e compromisso político para representar o nosso município em todas as esferas.

CONSTRUA COM SABEDORIA

Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar. Ele informou ao chefe seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar. A empresa não seria muito afetada pela saída do carpinteiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao carpinteiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.
O carpinteiro concordou, mas era fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.
Foi uma maneira negativa dele terminar sua carreira. Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa. E depois ele deu a chave da casa para o carpinteiro e disse: “Essa é sua casa. Ela é o meu presente para você”.
O carpinteiro ficou muito surpreso. Que pena! Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo diferente.
O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na construção. Depois com surpresa nós descobrimos que nós precisamos viver na casa que nós construímos.
Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás.
Você é o carpinteiro. Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes. Alguém disse que “A vida é um projeto que você mesmo constrói”. Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a “casa” que você vai morar amanhã.

Autor desconhecido.

PENSE NISSO! Temos em nossas mãos o poder de mudar o mundo. Somos nós que em segundos, dentro de uma cabine eleitoral, damos poderes a determinadas pessoas que podem ou não ,estarem comprometidas com uma comunidade, ou apenas buscando poder, fama ,sucesso individual.

Postado por Maria Otilia

O dinheiro e as religiões – Emerson Monteiro


Aonde chegar a mão humana ali ocorrem transformações por vezes desencontradas, e nem sempre para melhor. As mudanças de rumo daquilo visto nos inícios qual valores importantes sujeitam inverter seus objetivos originais. A invenção do dinheiro, por exemplo, demonstra isso com uma clareza meridiana. Em princípio visto qual rara solução para circular a riqueza na sociedade, depois endureceu os corações e gerou graves riscos à paz dentro das famílias e no seio das classes sociais. Parecido até com outro fenômeno que consta do livro bíblico do Êxodo.

Quando Moisés conduzia os descendentes de Abraão através do deserto da Arábia, na saída do Egito, o que durou 40 longos anos de agruras e apreensões, houve momento quando a fome pareceu dominar aquele povo de milhares de pessoas.

Em apuros, pediram a Deus que lhes salvasse da rude provação. Nos dias, então, logo cedo da manhã, passou a cair do céu o maná, um alimento misterioso, com o qual se alimentavam e sobreviveram.

No desejo de garantir os dias seguintes, os judeus quiseram guardar esse pão, e foram alertados de não o fazer. Aqueles que desobedeciam depois apenas achavam restos estragados. Como guardavam o sábado, grãos caídos nas sextas-feiras resistiam bem até o domingo.

Noutro trecho bíblico, Jesus afirma: Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.

Isto ponderamos em vista dos excessos praticados, na época de hoje, com relação ao desespero de tantos para reter o dinheiro, inclusive no seio das religiões, desvirtuando os propósitos e valores da vida em grupo, isso tão só para chegar ao poder e controlar para si as multidões feitas rebanhos animais. Quantos se perderam feio na jornada do trabalho coletivo por causa dessa fome alucinada do vil metal, e distorcem as bênçãos das riquezas.

Há nisso sérias lições a tirar e modificar as atitudes, no afã de construir o futuro. Porquanto, noutra rara e bela afirmação, Jesus considera: Não vos inquieteis, dizendo: Que havemos de comer? ou: Que havemos de beber? ou: Com que nos havemos de vestir?

A ideologia praticada nesta hora, contudo, desvirtua princípios e insufla o culto exacerbado da matéria e dos capitais, iludindo também os dirigentes religiosos e dificultando para muitos a crença dos ensinos eternos.

A dor e o menestrel – Emerson Monteiro

Lemos em algum lugar a história de um palhaço que perdeu a esposa e viu-se na condição de comparecer, no mesmo dia, ao picadeiro do circo e fazer rir a platéia que lotava o espetáculo onde tantas outras apresentações ali levara a efeito em condições satisfatórias.

No momento em que todos gargalhavam com desempenho magistral nunca antes presenciado pelo distinto público, dentro dele fervilhava a mais pungente amargura e desciam lavas amargas de dor, disfarçadas com maestria pela máscara que lhe cobria o rosto banhado de lágrimas.

Naquela hora, enquanto alegria sem igual contagiava os espectadores, no peito do homem ardia crise sem precedentes, propósito de quem conduz a vida aonde quase nada pode exprimir da veraz realidade que na alma impera, por força de produzir emoções nos outros humanos universos lá de fora.

A situação descrita, mudando o que merece ser mudado, caberia feita luva numa circunstância que se verificou em Crato, na madrugada de 28 de abril de 2001, quando, no Espaço Navegarte, assistíamos a uma apresentação musical.

No palco, o cantor pernambucano Geraldo Azevedo, voz e violão, que oferecia à numerosa platéia a bela música do seu repertório, boa parte de própria autoria. Aplausos efusivos animavam o clima ameno do lugar, evidenciado nos flashs constantes dos fotógrafos que registravam o acontecimento, entremeados de relâmpagos insistentes que clareavam o céu escuro, à distância, cenário detrás do palco para as bandas da Ponta da Serra.

Isso se manteve ao ritmo das letras e cordas afiadas do instrumento bem praticado daquele artista popular, nas sombras chuvosas da noite caririense.

Duas ou três canções antes do término da cena, porém, numa das falas com que ilustrava os intervalos das canções, o músico comunicou aos presentes que, na véspera daquela data, ocorrera a passagem de sua genitora desta vida para a outra, pondo-se, logo depois, a interpretar uma composição de autoria dela, refletindo na voz o sentimento que se pode imaginar de um filho em situação semelhante.

Ao lembrar os detalhes disso que contamos, vemo-nos também emocionado, a refletir quanto à condição de vida dos artistas e sua proximidade com as multidões, vínculos que se estabelecem no decorrer da existência do trabalho. Enquanto dentro de si lhes sacodem o peito um coração quantas vezes macerado pelas guantes imprevistas do destino, repassam, igualmente, a imagem de quem habita os condomínios da mais pura felicidade.

Missão semelhante, o exemplo do palhaço de que falamos no início. Uns dançam, riem, se divertem. Outros padecem, representam, dissimulam. De íntimo transtornado pelos ardores do sofrimento de perder a mãe querida, o músico prosseguiu com a função até o fim, desfolhando versos e notas, solitário, ausente das convenções deste mundo; isso tudo em nome do amor ao sonho da arte, herói sobranceiro da magna inspiração, porquanto o show haverá sempre, de manter seu curso ininterrupto para o centro dos corações em festa.

MOMENTO DE REFLEXÃO – Por Maria Otilia


HOJE É TEMPO DE SER FELIZ!

A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a ideia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver. Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existência as mais diversas formas de sementes. Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós, será plantação que poderá ser vista de longe… Para cada dia, o seu empenho.
A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que “debaixo do céu há um tempo para cada coisa!” Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura. Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos! Infelicidade, talvez seja o contrário. O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes…
Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã! Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.
Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores… Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa. Cuidado com os amores passageiros… eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam… Cuidado com os invasores do seu corpo… eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem…
Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar… eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena… Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí… elas costumam estragar o nosso referencial da verdade… Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos… elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo. Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo. Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz. Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.
Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito… A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta “que os sonhos não envelhecem…” Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões. Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma. Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar….

Autor:Padre Fábio de Melo
Postado por Maria Otilia

Uma reflexão para este 7 de Setembro…

A Revolta do Ipê!

Um Ipê Amarelo foi cortado e seu tronco
foi transformado em um poste.
Após o poste ser fincado na rua,
foram instalados os fios da rede elétrica.
Eis que a árvore se rebela contra a maldade
humana e resolve não morrer.
Mas a reação foi pacífica, bela e cheia de amor.
Rebrotou e encheu-se de flores.
Assim é a natureza…vencedora !

Porto Velho – Rondônia – Brasil

FAZENDO AMIGOS – Jacques Bloc Boris

As mãos se tocam e transformam-se em pássaro
Energia de alta magnitude cobre áurea e sentimentos
Olhares se encontram em busca de carinho e confiança
Nosso sorriso nos revela uma nova amizade
Obrigado Senhor
Por me da oportunidade de cada dia fazer um novo AMIGO(A)

Jacques Bloc Boris
Artista Plástico

MENSAGEM PARA UMA REFLEXÃO -Por Maria Otilia


VOCÊ PODE ! 

Você pode curtir ser quem você é, do jeito que você for, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria. 
Você pode assumir sua individualidade, ou reprimir seus talentos e fantasias, tentando ser o que os outros gostariam que você fosse. 
Você pode produzir-se e ir se divertir, brincar, cantar e dançar, ou dizer em tom amargo que já passou da idade ou que essas coisas são fúteis sérias e bem situadas como você. 
Você pode olhar com ternura e respeito para si próprio e para as outras pessoas, ou com aquele olhar de censura, que poda, pune, fere e mata, sem nenhuma consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um inclusive os seus. 
Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela a falta de gente à sua volta. 
Você pode ouvir o seu coração e viver aproximadamente ou agir de acordo com o figurino da cabeça, tentando analisar e explicar a vida antes de vivê-la. 
Você pode deixá-la como está para ver como é que fica ou com paciência e trabalho conseguir realizar as mudanças necessárias na sua vida e no mundo à sua volta. 
Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos ou partir para a ação com o pouco que tem e muita vontade de ganhar. 
Você pode amaldiçoar sua sorte, ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a Vida lhe oferece. 
Você pode mentir para si mesmo, achando desculpas e culpados para todas as suas insatisfações, ou encarar a verdade de que, no fim das contas, sempre você é quem decide o tipo de vida que quer levar. 
Você pode escolher o seu destino e, através de ações concretas caminhar firme em direção a ele, com marchas e contramarchas, avanços e retrocessos, ou continuar acreditando que ele já estava escrito nas estrelas e nada mais lhe resta a fazer senão sofrer. 
Você pode viver o presente que a Vida lhe dá, ou ficar preso a um passado que já acabou – e portanto não há mais nada a fazer -, ou a um futuro que ainda não veio – e que portanto não lhe permite fazer nada. 
Você pode ficar numa boa, desfrutando o máximo de coisas que você é e possui, ou se acabar de tanta ansiedade e desgosto por não ser ou não possuir tudo o que você gostaria. 
Você pode engajar-se no mundo, melhorando a si próprio e, por consequência, melhorando tudo que está à sua vota, ou esperar que o mundo melhore para que então você possa melhorar. 
Você pode celebrar a Vida e a Energia Universal que o criou, ou celebrar a morte, aterrorizado com a ideia de pecado e punição. 
Você pode continuar escravo da preguiça, ou comprometer-se com você mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o seu Plano de Vida. 
Você pode aprender o que ainda não sabe, ou fingir que já sabe tudo e não precisa de aprender nada mais. 
Você pode ser feliz com a vida como ela é, ou passar todo o seu tempo se lamentando pelo que ela não é. 
A escolha é sua. 

Pois o importante, é que você sempre tem escolha. 

Pondere bastante ao se decidir, pois é você que vai carregar – sozinho e sempre – o peso das escolhas que fizer. 

Texto de Luis Borges 

Amar é possível – Por Carlos Eduardo Esmeraldo

O Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus, 22,34-40 nos revela que os fariseus perguntaram a Jesus qual o maior dos mandamentos. A resposta de Jesus foi outra pergunta. “O que diz a lei?” O fariseu respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.” Em seguida, acrescentou: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” Vimos assim, que a resposta nivelou em importância o amor a Deus e o amor que nós devemos ter pelo próximo. “Quem não ama o irmão que vê, como pode amar a Deus que não vê?” Pergunta-nos João, outro evangelista. 

Segundo Eric From, amar é uma arte e como todas as artes devemos aprendê-la. É fácil amar as pessoas com as quais convivemos, aquelas que consideramos normais dentro de padrões de comportamento estabelecidos. O difícil é amar as pessoas invisíveis pela sociedade: os catadores de lixo, os desvalidos que vivem perambulando pelas ruas sem um travesseiro onde recostar a cabeça, os alcoólatras, os menores abandonados, os mendigos, os de partidos políticos contrários ao nosso. 

Vejam que belo exemplo da força do amor: aqui em Fortaleza, conheci a Casa do Menino de Jesus. É uma instituição que abriga menores cancerosos do interior do Estado e suas mães ou outras acompanhantes durante o tratamento a que aqui se submetem. Ao ver tamanha organização, o visitante imediatamente pergunta quem mantém aquela obra grandiosa. Apenas duas mulheres pobres através de donativos. A irmã Conceição e uma sua companheira de congregação, únicas religiosas que compõem aquela ordem. 

Outro exemplo de como saber amar, li há uns dez anos em uma publicação da Campanha da Fraternidade. Era dia de visita no extinto presídio Carandiru, em São Paulo. Um sacerdote conversava em um dos bancos do pátio do presídio com um preso, quando observou uma senhora entrando com uma sacola enorme, indo ao encontro de um rapaz que estava sentado num banco próximo. Ao avistar esse rapaz, a mulher abraçou-o e beijou-o, e em seguida retirou da sacola, roupas e um bolo que foram entregues ao rapaz, tendo se mantido ao lado dele conversando animadamente. O padre, então comentou com o presidiário com o qual conversava. “Como é bonito o amor de uma mãe!” “Padre essa senhora não é a mãe dele. Ela é a mãe do rapaz que ele matou.” Respondeu-lhe o presidiário. 

Mas quem é o nosso próximo, a quem devemos amar com a mesma força do amor que devemos devotar a Deus? Foi essa a pergunta que os doutores da lei fizeram a Jesus. E ele respondeu narrando a história de um homem que foi atacado por salteadores que o deixaram quase morto à margem da estrada. Passaram por aquele caminho um sacerdote, um doutor da lei e um samaritano. Os dois primeiros passaram ao largo, ignorando aquele homem ferido. O samaritano, porém, socorreu o desconhecido, curou suas chagas e pagou o tratamento que ele necessitava numa hospedaria. E Jesus perguntou ao doutor da lei: “Quem dos três foi o próximo daquele homem abatido?” 

Ao narrar essa parábola, Jesus parece inverter a pergunta que lhe fizeram para “O que devemos fazer para sermos o próximo do outro?” Enfim, Jesus nos revela que o nosso próximo é aquele que encontramos em nossos caminhos. 

Por Carlos Eduardo Esmeraldo

A solidão da dor – Por: Emerson Monteiro


É isto, sim, invés de tratar do tema a dor da solidão, tocar um pouco neste tema, a solidão da dor. Naquele momento em que se acha face a face com a solidão de verdade, livre das contradições e dos conceitos. Portas e janelas fechadas ainda que ao sol do meio dia. Quando nem adiante gemer, muito menos chorar… E a dor dói de consumir por forte que se seja. Ali, na beira de nós mesmos, esses grandes desconhecidos, no limiar do Eterno, enquanto a dor dói de não ter tamanho. Onde uivam lobos e choram homens, mulheres e meninos. Sem idade, a dor traz o perdão, reduz a nada e atiça o peito das resistências, num desafio esplendoroso… Doloroso, quero dizer. 

Isso de quando as vaidades caem de joelhos e querem entrar de buraco adentro, na fronteira da inexistência. Pouco ou muito importa o tamanho da herança, e a dor dói de não ter juízo que aguente… Irmã dor, qual dizia Francisco de Assis, nas suas longas viagens espirituais. 

Os laços com tradição e experiências anteriores somem no abismo infinito onde, soberana, a dor dói… Pássaros cantam pelos quintais em festa; o vento sopra nas árvores; ressurge bonito o Sol; a Lua, linda, desfila no céu… Times jogam na televisão do domingo de tarde… Tocam sinos nas igrejas… E dói a dor com fome feroz de paciência a roer o coração dos humanos. 

Meu Deus, como estreita o caminho e tudo de repente nos abandona quando dói a dor e o sofrimento pede passagem na avenida, encostas das florestas escuras do desassossego. 

Pedir a quem tem para oferecer. Pedir sempre, que ninguém sabe quando a dor chega trazendo consigo o custo das impiedades desse solo dourado. Surgirá silenciosa no instante certo, mãe e mestra, amiga da plena glória, no tempo da colheita nos calendários que nos abandonarão. 

Ah, amigo, quando a dor mostra seu rosto, na vitrine daquela solidão, não há bom, não há melhor… Viva, pois, de saber que maiores são os poderes da certeza, e junto deles manda, senhora, a dor que nos prepara o dia de invadir o leito da saudade na paz dos mistérios em constante movimento.

FELICIDADE É – por João Marni

Nem mesmo o pobre coração da gente saberia responder sobre essa coisa que inunda o nosso ser, aquieta nossas apreensões, normaliza-nos a pressão arterial, nos faz brandos como a brisa da manhã ou vigorosos como os ventos das noites de outono… 

Momentos felizes existem sim, mas não sabemos por que fugazes como a própria vida (felicidade é a própria vida?!). Provavelmente para que não sejamos bobos, vazios, se permanentes fossem. Contrastam com os relógios, lentos demais quando sofremos. Apesar de tudo, quem sabe no despertar para o novo dia poderá advir a tal felicidade, alheia se estamos nos estertores dos anos findos ou se esbanjamos saúde? Que ninguém fique triste se o amor da sua vida fugiu feito um pássaro cativo seu ou se morreu. A terra é grande e há gente demais. Imaginem a felicidade tomando como exemplo a água: sem forma, sem cor, insípida e inodora. Faz um bem danado, mas sempre escorre entre nossos dedos. Animem-se! Subirá aos céus junto às nossas preces e descerá como chuva boa no sertão. Sempre. Aí, perguntando continuo: Por que coloriu Deus o mundo e nós o borramos de cinza? Você sabe? Eu não sei. Felicidade tem preço? Seria a dor o preço? Com os mais sinceros votos de felicidade, da felicidade do tamanho do bem que Nosso Senhor nos quer, um grande abraço João Marni de Figueiredo

As lembranças bem guardadas – Por: Emerson Monteiro

O meu amigo Tiago Duarte mora em Crato. Antes estudara e fora casado em Mossoró, no Rio Grande do Norte, onde deixara uma filha, Aline, que agora tem sete anos e vive junto da família da mãe, longe, pois, do pai, que este ano resolveu visitá-la na quinta-feira da semana que antecedia o segundo domingo de agosto, o Dia dos Pais. 

Chegou à Cidade do Sal em tempo suficiente de participar da festinha anual do colégio que homenagearia os pais dos alunos. Passara rápido no hotel, tomara um banho e rumara ao local. 

Às 16h, ocorreria a solenidade na quadra do colégio, sob os olhos animados de professores, alunos e familiares. Ao terminarem os pronunciamentos, apresentações artísticas e outras movimentações, os pais seguiram até as salas, no sentido de receberem algumas lembrancinhas dos filhos, como organizam os colégios em tais datas. 

Nessa hora, Tiago observou que Aline recebera a sua lembrança das mãos da professora mas evitara lhe repassar na mesma ocasião, qual faziam os demais colegas. Cuidadosa, guardara na bolsa a prenda e dirigira-se ao pai convidando-o para descerem ao pátio do colégio. 

Ali, num ponto reservado, de mãozinhas delicadas, abriu a pequena bolsa e disse ao genitor: 

- Papai, nos anos em que o senhor não pode vim eu guardei as lembrancinhas para o senhor. – Nessa hora, Tiago, que já disfarçava algumas lágrimas, observou emocionado surgirem enfileirados os mimos que a menina carinhosa guardara ano a ano. 

Eram elas um chaveiro de moto feito um cordão grande e a medalhinha de São José na extremidade. Outra, uma lanterna pequenina, já meio gasta pelo uso, o que decerto a criança usara nas suas brincadeiras. A terceira, moldurazinha de praia de uns 10cm de altura por uns 5 de largura, realçando fotografia de um pai pegado com o filho, levando-o ao alto, e a frase Pai, você é o meu herói. E, por fim, a lembrança atual, boné decorado pela inscrição do nome do colégio. 

Em seguida, Aline também tiraria da bolsa desenho de seu próprio punho onde mostrava três figuras. A dela, Aline, e a palavra filha. De Gabriela, e a palavra irmã. Na outra, um homem e as palavras papai, Tiago. Todos felizes. Do lado, uma árvore bem delineada e o Sol risonho. Em cima do desenho, este pensamento: Agora a família está completa. 

O tônico da alegria – Por: Emerson Monteiro

As dificuldades importam pouco quando existe ânimo bom de olhar o mundo através das lentes do humor positivo. Revogar as tristezas e formar nuvens de tranquilidade significa doses de saúde em forma de causar sentido novo aos velhos desesperos das ausências de controle. Esse o jeito de dominar os sentimentos por meio dos pensamentos, que representa tudo nos momentos difíceis das estradas. 

Ao pensar se abre a porta de receber os impulsos que vêm de fora. O sentimento mora na casa vizinha dos pensamentos. Antes de chegar ao sentimento, os impulsos primeiro batem na porta dos pensamentos. 

Quando pisam os nossos pés, olhamos quem pisou, e o motivo. Em sendo nosso filho menor, por mero acidente, logo relevamos e até sorrimos em troca. Porém havendo as segundas intenções de um desafeto para nos provocar, sobe o fogo das respostas, o que haverá de se dominar a qualquer custo, para evitar desgostos e traumas. 

Sim, isto para falar na alegria. Antes das risadas, queremos motivos. Raros, raríssimos, são os bons humoristas neste mundo. Programas ditos de humor, na televisão brasileira desta fase, por exemplo, causam mais contrariedades do que alegria. Filmes e atores que fazem rir custam a surgir. Marcaram época, Carlitos, Cantinflas, Oscarito, Chico Anísio, ligeiro desaparecem e deles poucos nascem. 

Saber rir… que rara qualidade nos seres humanos. Dados à fria competição, perderam a virtude das boas risadas, do sorriso nos lábios, da gentileza e da esportividade. Meio que imitando as máquinas que fabricam com tanto gosto nas indústrias, os habitantes das cidades cavam um pezinho para xingar, agredir e soltar o instinto agressivo de suas máquinas individuais. Enquanto isso, estudos revelam o papel principal da alegria na manutenção da saúde. Querem paz no coração, no fígado, nos intestinos; horas agradáveis de sono; boa digestão; bons relacionamentos com os nervos; recebam de bom grado as circunstâncias felizes dos dias. 

Este tônico vale ouro, o senso de humor que amacia as crises, desavenças e notícias desagradáveis, assim como o Sol clareia as sombras da noite e abastece de esperança a riqueza de todo dia. 

MENSAGEM PARA REFLEXÃO -Por Maria Otilia


Hoje trago uma mensagem que nos faz refletir em deixar a raiva secar. Deixar a raiva secar em brigas no trânsito, entre famílias, colegas de trabalho, etc.

Deixe a Raiva Secar

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Julia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar. Mariana não podia porque ia sair com sua mãe naquela manhã. Julia, então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio. Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme pôr aquele brinquedo tão especial. Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. 

Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou: Esta vendo, mamãe, o que a Julia fez comigo?Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão. Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria ir ao apartamento de Julia pedir explicações. Mas a mamãe, com muito carinho, ponderou:- Filhinha lembra-se daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar a sua casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra-se do que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. Pois e, minha filha! Com a raiva e a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo. Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu ir para a sala ver televisão. 

Logo depois alguém tocou a campainha. Era Julia, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:- Mariana sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Ai ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa. Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou. E, tomando a sua coleguinha pela mão, levou-a para o quarto para contar história do vestido novo que havia sujado de barro. É caros amigos!! A raiva, o descontrole, não leva ser humano a lugar algum. Devemos sempre tentar resolver os problemas da vida com calma, até para que não sejamos injustos muitas vezes não ouvindo o que o outro tem a nos dizer. Que possamos respirar fundo e agir pacificamente em nossa vida!! 

Autor desconhecido 

A semente dos dias – Por: Emerson Monteiro

Bom gosto é a cultura e o conhecimento que define as gerações deste imenso Universo. Nem todo mundo sabe o que melhor lhe atenderá, pois precisa aprender um tanto mais até chegar a agir, com naturalidade, e cumprir, com sabedoria, os praticados desta vida de aprendizado constante.

Descobrir disso o jeito certo de caminhar significa as longas experiências, às vezes tristes, outras agradáveis. Sendo que, dos dois jeitos de adquirir conhecimento, pela dor ou pelo amor, a grande maioria escolhe, em primeiro lugar, sofrer antes para, só então, aprender e valorizar a tranquilidade da consciência em paz com os outros e consigo mesmo.

Sempre, no entanto, as oportunidades se repetem, e as pessoas desfrutam da de refazer os passos, ou pelo arrependimento das ações equivocadas que praticou, ou pelo interesse de obter novas marcas de sucessos, e crescer.

Isto a gente só adquirir à medida que cumpre os dias nas folhas deste chão. Portas abertas nas madrugadas às novas oportunidades se refazem simplesmente ao sol surgir, independente que quaisquer das limitações individuais. Estas sementes são, no entanto, as ofertas da natureza aos que souberem usufruir da perfeição infinita dos seus fenômenos. E bom gosto dependerá dos que os utilizam no crescimento próprio, pela dor ou pelo prazer de cumprir o dever com alegria.

Plantar o que é bom a fim de colher frutos bons, eis a Lei.

Ao descobrir tal segredo, caberá aos pensantes selecionar as sementes a germinar no solo dos corações. O plantio alimenta o futuro, porquanto essa Lei de Ação e Reação não escolhe pessoas, mas delas é escolhida.

Que quer ser feliz deve, sem discriminação, plantar sementes boas, originárias das chances de todo dia. Ninguém melhora apenas para os outros. Quem desfruta das práticas são os autores do bem que possa praticar, nisto há justiça eterna, em tudo, por tudo.

A felicidade – Por José de Arimatéa dos Santos



Foto: José de Arimatéa dos Santos
Acredito que a felicidade é encontrada nos momentos mais imprevisíveis. É claro que não existe uma receita para ser feliz. O que pode ser felicidade para mim pode não ser para meu semelhante. Cada ser humano tem a sua felicidade bem peculiar e o importante é que haja uma felicidade no conjunto da humanidade através da convivência pacífica entre todos.
O lado da alegria e do bem querer ao nosso semelhante ajuda e muito. Mesmo sendo tão complicado cuidar da minha vida, cheia de paradoxos, é importante ajudar meu amigo ou amiga sempre com palavras de incentivo e com pensamentos positivos. É assim que propago a minha felicidade.
Vamos falar dos outros. Mas falar bem, exaltar as qualidades. Elogiar. É muito bom. É possível ser feliz e fazer também muita gente feliz. Compartilhar essa felicidade é a senha ou caminho para uma verdadeira humanidade.
Olhar para frente é importante. E ter sempre uma agenda positiva. E nessa agenda se faz necessário acreditar nas pessoas e observar mais os entes da natureza. O início do dia e o sol a brilhar no horizonte ou aquela manhã de chuva fina em que friozinho e o barulho dessa chuva em dia de domingo nos convida a ficar na cama. Verdadeira contemplação da vida.
Sou uma pessoa que procuro conviver da melhor maneira possível com meus colegas de trabalho, meus vizinhos e pessoas da minha comunidade. Sei que é difícil, pois quantas pessoas são difíceis no convívio e só pensam em si. O egoísmo e às vezes o “estrelismo” tomam de conta de pessoas assim. Mas esses companheiros ou companheiras são as pedras que atravessam no nosso caminho. É normal na convivência humana pessoas dessa estirpe.
Ao nosso jeito podemos ser felizes. O sonho de um mundo mais humano é possível. Procuro catalisar os momentos felizes e desejo o mesmo para todos. Pensar positivo e mais amizade verdadeira faz do nosso mundo um lugar mais bonito e prazeroso. Tudo de bom. Felicidade.

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HOMENAGEM DA SEMANA


CORREINHA

O Chapada do Araripe presta homenagens a um dos maiores mestres da cultura popular que faleceu em Crato recentemente, Francisco Correia de Lima, o Correinha, artista de várias linguagens atuante no município do Crato. Mestre Correinha nasceu no município de farias Brito no dia 14 de fevereiro de 1940, mas era um amante inveterado do Crato, município ao qual costumava fazer referências em suas canções. Talvez por não ter tido seu nome incluído nas listas anuais de mestres reconhecidos pelo Governo do Estado desde 2004, mestre Correinha tenha sido sepultado em meio a homenagens comoventes de moradores do município, mas, como ressaltaram amigos e familiares, sem o devido destaque por parte do Poder Público. Situação destacada durante a sua missa de corpo presente, enriquecida pelo acordeon de Hugo Linard, com quem Correinha gravou recentemente, 15 canções que agora constituem o último registro de sua obra. Segundo o próprio Hugo Linard, as canções registradas nesse último trabalho de Correinha em estúdio são, na maioria, inéditas. ´Ele gravou também ´Belezas do Crato´, mas as outras não tinham registro´, diz, citando canções como ´Coisas do meu sertão´, ´Exaltação a Barbalha´, ´Crato de Açúcar´ e ´Meu Cariri´ e ´Balanceio´. ´Fazia tempo que a gente tava cutucando ele, dizendo que ele tinha que gravar de novo. Ele fez dois compactos e outros discos, no tempo do vinil, além de vários cordéis´. Hugo Linard chama atenção para aspectos peculiares da trajetória de Correinha. ´Ele mantinha um bar aqui no Crato e ainda trabalhava como agente carcerário. Era tão querido que os presos pediram à família por ocasião do seu velório, para deixar um pouco o corpo dele lá na cadeia, para eles o homenagearem´.
Dalwton Moura

Jornal do Vicelmo

Todos os dias na Rádio Chapada do Araripe - Internet, a partir das 07:00, ouça o Jornal do Cariri com Antonio Vicelmo. O Jornal é retransmitido da Rádio Educadora do Cariri em tempo real. Você pode ouvir o programa através da nossa imensa rede de Blogs e websites. Alguns programas antigos estão disponíveis no nosso website Jornal do Vicelmo.

AUXÍLIO À LISTA

Dicas de Filmes



Por trás de todo o grande homem se esconde um professor, e isso era certamente verdade para Bruce Lee que aclamava como seu mentor um expert em artes marciais chamado Ip Man. Um gênio do Wushu (ou a escola de artes marciais da China), Ip Man cresceu numa China recentemente despedaçada pelo ódio racial, radicalismo nacionalista e pela Guerra. Ele ressurgiu como uma Fênix das Cinzas graças à suas participações em lutas contra vários mestres Wushu e lutadores de kung-fu - finalmente treinando icones de artes marciais como Bruce Lee. Esta cinebiografia do diretor Wilson Yip mostra a história da vida de Ip.

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