Mensagem para Reflexão -Por Maria Otilia

Hoje, 21 de abril, data comemorativa em homenagem a um homem que publicou para toda a nação, seus ideais de liberdade da pátria e do indivíduo, Joaquim da Silva Xavier,  mais conhecido como Tiradentes.
Posto aqui a letra de uma música de Gabreil pensador que fala  de liberdade de expressão, do respeito, de tolerância  a decisão do outro. Faça uma boa  leitura.
 
 Se Liga Aí
Gabriel O Pensador

A gente pensa que vive num lugar onde se fala o que pensa.
Mas eu não conheço esse lugar.
Eu não conheço esse lugar!
A gente pensa que é livre pra falar tudo que pensa mas a gente sempre pensa um pouco antes de falar!

Se liga aí, se liga lá, se liga então!
Se legalize nessa comunicação.
Se liga aí, se liga lá, se liga então!
Se legalize a liberdade de expressão!
Se liga aí, se liga lá, se liga então!
Se legalize nessa comunicação.
Se liga aí, se liga lá, se liga então!
Se legalize a opção!
Pensa! O pensamento tem poder.
Mas não adianta só pensar.
Você também tem que dizer! Diz!
Porque as palavras têm poder.
Mas não adianta só falar.
Você também tem que fazer! Faz!
Porque você só vai saber se o final vai ser feliz depois que tudo acontecer.
E depois a gente pensa.
E depois a gente diz.
E depois a gente faz… o que tiver que fazer!
O que tiver que fazer!
Refrão
Deixe ele viver em paz.
Cada um sabe o que faz.
Deixa o homem ter marido.
Deixa a mina ter mulher.
Deixa ela viver em pé.
Cada um sabe o que quer
O que é que tem demais cada um ser o que é?
Deixa ele chorar em paz.
Cada um sabe o que fez.
Deixa o tempo dar um tempo.
Cada coisa de uma vez.
Deixa ele sorrir depois.
Deixa ela sorrir também.
O que é que tem demais cada um ser dois ou três?
Refrão
Diz o que cê quer dizer, fala o que cê quer falar, faz o que cê quer fazer, pensa o que cê quer pensar!
Fala o que cê quer falar, diz o que cê quer dizer, pensa o que cê quer pensar, faz o que cê quer fazer! 

           “Se todos quisessem, poderíamos fazer do Brasil uma grande Nação(Tiradentes)

Para Você Refletir – Por Maria Otilia

Posto aqui uma fábula que traz uma mensagem sobre liderança  para todo gestor.Boa Leitura !

 

                                                               
A Formiga e o Líder
 Todos os dias, a formiga chegava cedinho ao escritório e dava duro no trabalho. Era produtiva e feliz.

AformigaeogriloSeu líder, o gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como sua supervisora. A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas. O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostrados nas reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida.

Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a ficar perdida no meio de toda aquela movimentação de papéis e reuniões! O marimbondo concluiu então que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial. A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais triste.

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: “há muita gente nesta empresa”.

Foi então que o Líder marimbondo decidiu demitir a formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

Mensagem :

Segundo estatísticas, uma empresa com 100 funcionários perde aproximadamente R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) por ano em reuniões ineficazes ou improdutivas. Imagine então se extrapolarmos esta ineficiência para além das paredes das salas de reuniões. É por isso que o Líder precisa estar mais perto de seus liderados, conversar com eles, entendê-los, orientá-los, ouvi-los e inspirá-los para que se sintam motivados a participarem da equipe e buscarem o melhor para a organização. Só assim será possível construir um ambiente onde alto desempenho e resultados são valorizados, e onde o ser humano é prioridade.

Para Refletir – Por Maria Otilia

 SINDROME DO SAPO FERVIDO

Vários estudos biológicos provaram que um sapo colocado em um recipiente, com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que aquecemos a água, até que ela ferva. O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças do ambiente) e morre quando a água ferve. Inchadinho e feliz. No entanto, outro sapo, jogado nesse mesmo recipiente já com água fervendo, salta, imediatamente, para fora, meio chamuscado, porém, vivo!

Existem pessoas que têm comportamento similar ao do SAPO FERVIDO. Não percebem as mudanças, acham que está tudo bem, que vai passar, que é só dar um tempo… e, muitas vezes, fazem um grande estrago em si mesmas, “morrendo” inchadinhas e felizes, sem, ao menos, ter percebido as mudanças.

Outras, ao serem confrontadas com as transformações, pulam, saltam, em ações para implementar as mudanças necessárias. Encorajam-se, diante dos desafios, buscam a melhor saída para a solução dos problemas, tomam atitudes.

Há muitos “sapos fervidos”, que não percebem a constante mudança do ambiente à sua volta e se acomodam, à espera de que alguém resolva tudo por eles; esquecem-se de que mudar é preciso, principalmente, se essa mudança beneficia toda uma coletividade. Essa teoria encaixa-se em todas as situações de nossa vida: pessoal, afetiva e profissional.

Devemos ter a consciência de que, além de sermos eficientes (fazer certo as coisas), precisamos ser eficazes (fazer as coisas certas), criando espaços para o diálogo, o compartilhamento, o planejamento, o espírito de equipe, delegando, sabendo ouvir, favorecendo o nosso próprio crescimento e o daqueles com quem convivemos, seja na família, no trabalho ou na comunidade em geral.

O desafio maior, nesse mundo de mudanças constantes, está na humildade de atuar de forma coletiva. Precisamos estar atentos para que não sejamos como os sapos fervidos.  Pulemos fora, antes que a água ferva. O mundo precisa de nós, meio chamuscados, mas vivos, abertos para mudanças e prontos para agir.

Autor desconhecido.

Mensagem para reflexão: Por Maria Otilia

Inicia em 2013 um novo período de gestão municipal nos municípios brasileiros.Muitos gestores novos, iniciando seu primeiro mandato.E um dos grandes desafios para que a gestão seja um sucesso, é a visão de liderança  que cada um deve ter.
Posto aqui uma fábula para que reflitamos sobre  liderança.Esta é uma fábula de Liderança sobre um cavalo que se recusava a beber água.
ENSINANDO CAVALOS A BEBER ÁGUA
Conta a fábula que um fazendeiro comprou um bom cavalo por um bom preço. Deixou-o com seu filho com a incumbência de arar o terreno de sua propriedade para efetuar o plantio da primavera. O cavalo era o mais novo orgulho da família, belo, musculoso, com crina e pelo brilhante.
No primeiro dia, o garoto colocou os arreios no cavalo e o levou em direção do local onde deveria arar a terra. No caminho parou em um ribeirão onde todos costumavam levar os cavalos para beber água. Ele sabia que os animais deviam beber água antes de iniciar o trabalho duro, porém ao levar o cavalo no ribeirão, este se recusou a beber.
Chegando ao local, o garoto colocou todos os aparatos no cavalo para iniciar os trabalhos. Depois de muito custo, conseguiu com que o cavalo, em um dia inteiro, arasse apenas alguns metros de terra e por mais que tentasse, nunca de maneira reta como os outros cavalos faziam. Isso era simplesmente ridículo se comparasse aos outros pangarés que conseguiam arar cinqüenta vezes mais em um dia.
Chateado o garoto retorna para casa. No caminho de volta, para no mesmo ribeirão para que o cavalo pudesse beber água. Novamente o cavalo se recusa a beber água.
Chegando a casa, ele solta o cavalo no estábulo e desesperado, o cavalo vai em direção a tina de água e bebe ofegante até a última gota. O garoto não compreende.
Esta situação se estende por dias, até que um dia, tentando fazer o cavalo beber água no ribeirão, ele se depara com o espírito do ribeirão.
Neste encontro o espírito fala para que o garoto solte o cavalo no ribeirão ao invés de levá-lo para onde todos os outros trabalhadores levavam os cavalos. Com certo receio, o garoto soltou o cavalo e não demorou para que este disparasse ribeirão acima. Cheio de medo, achando que perderia o cavalo de seu pai, correu atrás. Depois de alguns metros reparou que o cavalo parou, foi em direção a margem, cheirou a água e … bebeu.
Novamente o espírito do ribeirão conversa como garoto e explica que o cavalo não bebia no local onde os outros cavalos bebiam, pois lá a água estava sempre barrenta pelo fato dos outros cavalos pisotearem a margem. Este cavalo em específico queria água limpa e por isso só bebia quando chegava ao estábulo.
Querendo aprender mais sobre aquele cavalo, o garoto questionou o espírito porque ele não arava como os outros cavalos. Por mais que ele tentasse fazer com que arasse em linha reta, o cavalo sempre ia puxando para esquerda ou para direita. Foi ai que o espírito falou ao garoto: – Já tentou soltar as rédeas do cavalo enquanto ele ara? Seu cavalo foi grandioso, foi um campeão de corridas.
O garoto seguiu o conselho do espírito e soltou as rédias. O cavalo começou a arar o terreno em uma espiral e conseguiu terminar o serviço no mesmo dia. Serviço que outros pangarés demorariam dias para concluir. O único problema é que ao invés de arar em linha, arou em espiral, mas isso não afetava em nada o plantio.
Bem, resumindo a fábula é esta. Nas entrelinhas, descreve que um Líder deve entender e conhecer a capacidade de cada um de sua equipe, deixando-os livres para fazerem o que sabem fazer de melhor. Não se deve colocar “cabrestos” nas pessoas. Cada um é “programado” para fazer determinadas tarefas e cabe ao Líder reconhecer esta “programação” e tirar proveito disso em prol dos objetivos por ele traçados.
Extraída do Livro: Liderança e Competitividade.

Por que estamos aqui – Por: Emerson Monteiro

 

Cogitações infinitas preenchem o teto das mil respostas, caçadores faceiros das justificativas existenciais espalhadas nessa Terra varonil que bem poderia indicar melhores condições aos seus habitantes, porém a realidade fria rasga de tintas contraditórias o território do horizonte metálico.
Por maiores sejam as causas, alguém responde pouco ao desafio. No fundo mesmo, as propostas pessoais exigem atitudes que parecem sempre melhores nos sonhos do que nas práticas políticas. Pousam de herói, enquanto guardam intenções pessoais inconfessáveis.
Andar adiante sem, contudo, perder o ânimo de amar aos demais, apesar das farpas jogadas no caminho uns dos outros, o que caracteriza de comum modo torto de tantos humanos vestidos nas butiques e penteados ao vento da mídia interesseira. O cidadão nutre dias doces, outrossim controla caprichos particulares amargos.
Houvesse menos promessa e mais ação, o mundo seria outro, justo e lotado de amigos de todo lado. Gado pastando nas várzeas, pássaros cantando nos fios telefônicos e músicas bonitas rodando nos ares, invés dos trastes vendidos a gosto de segunda mão nas barracas improvisadas de praças assustadas.
Antes tarde do que nunca, dizem as gerações aglomeradas nos rituais indesejáveis do egoísmo, subnutridas e abobalhadas face ao que lhes empurram nos túneis da comunicação de baixo nível, escravos do falso conhecimento.
Alguém responderá ao apelo da esperança, duvida quem adormeceu nas farras e depressões. Há um sentido próprio nos elementos do mundo. Traços de beleza imperarão no verde do campo, a cada manhã da Eternidade, veias abertas de luz, focos de perfeição.
Isso e outros propósitos de convicção nascem do seio das horas incansáveis, na continuação de tudo. O esforço continuado mexerá por dentro das moléculas que nem se veem, máquinas originais antecessoras das máquinas mecânicas adiante construídas e jogadas nessa lama do que resolveram chamar civilização, longe disso, entretanto, negociantes de armas para impor ganância, território de amores esquecidos.
Existirá razão de palmilhar as vias da transformação, flores perfumadas no amor, fortes padroeiras de valores renovados em almas transparentes, além, pois, desses instintos que precisam dizer a que vieram e movimentar o coração feliz das gentes alegres. 

Para você refletir ! – Por Maria Otilia

 

Atualmente ouvimos   tanto em reuniões, congressos, seminários,etc que estamos na era da Educação Inclusiva. Principalmente nós educadores e gestores de escolas seja públicas ou privadas  temos uma fala quase  cotidiana que estamos vivenciando uma educação inclusiva. Pura hipocrisia, pois diariamente estamos reagindo ou agindo com atitudes preconceituosas, discriminatórias, racistas.Infelizmente não é só o negro que  sofre o maior preconceito. Mas toda e qualquer criança,adolescente ou adulto que não se enquadre nos ditos padrões normais construídos por uma sociedade capitalista, arrogante , de falsos valores  morais e éticos.
Relatamos aqui toda a nossa indignação com alguns gestores de escolas públicas e privadas na resistência em  abrir suas portas para nossos  alunos com necessidades especiais.Até  entendemos que alguns desses profissionais, tenham pouca leitura a cerca do assunto. Mas não queremos  nenhum ” doutor” em inclusão. Muito mais importante seria que todos nós educadores fóssemos mais sensíveis a problemática da falta de acesso, permanência com sucesso destes meninos no ambiente escolar. Mais importante seria que todos nós tívéssemos a  sensibilidade necessária para abraçar a causa da inclusão. E não debulhar um discurso retrogado e preconceituoso como:” Este menino está com distorção idade-série”……Ah…temos a Lei do PAIC… e nossos indicadores como ficariam ?? E ele acompanha esta série? e se ….etc..E assim ano a ano estes estudantes ficam à margem, pois quando raramente conseguem acesso não tem o devido respeito quanto  ao nível , ritmo e  tempo de aprendizagem. 
Posto abaixo uma fábula dedicada a todos os profissionais que acreditam nas pessoas e não em coisas, para  pais que acreditam no sucesso de seus filhos que muitas vezes são chamados de “incapazes”, para nossos alunos que embora com algumas limitações conseguem vencer o preconceito e a discriminação tanto dentro como fora da escola. 
Dedico esta fábula a nosso aluno ” Chiquinho” que é uma pessoa mais do que especial em valores, ética, amor, amizade e aprendizagem de vida. Aprendemos muito com ele.

                                     
                                      A Corrida dos Sapinhos

Era uma vez uma corrida de sapinhos. A missão de cada um era subir uma grande torre. Do chão, havia uma multidão. Quando começou a competição, em uníssono, o público gritava:
– Não vão conseguir, não vão conseguir!
Com tanto “estímulo”, os sapinhos começaram a desistir um a um – exceto um deles que continuava subindo, apesar da torcida contra. Quanto mais ele subia, mais a multidão gritava:
– Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir!
E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranqüilo, sem esforços. Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele. Todos queriam saber o que aconteceu. Quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era surdo.
Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem não deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir. Seja surdo aos apelos negativos.
(Autor desconhecido)

Para Você Refletir ! – Por Maria Otilia

 

Estamos vivendo um novo tempo. Novo tempo da era digital, das relaçãoes online, de um novo cenário político. Isto requer de todos nós, sabedoria necessária para digerirmos tudo isso. Posto abaixo  um texto que traz a sinopse do Livro “Quem Mexeu no Meu Queijo” ? Boa Leitura e boa reflexão.
                                                                    Quem Mexeu no Meu Queijo ?
“Quem Mexeu no Meu Queijo?”, de Spencer Johnson, pretende-se uma fábula sobre a inevitabilidade da mudança e sobre como as pessoas devem portar-se diante desta mudança.
 “Quem Mexeu no Meu Queijo?” é uma fábula infantilizada sobre ratos e duendes. Não fala sobre mudança e sim sobre movimento. Uma verdadeira mudança implicaria a superação da dependência do suprimento de queijo e do desconhecimento dos personagens sobre sua fonte misteriosa. Mas os duendes terminam o livro tão dependentes e ignorantes quanto começaram, embora um deles tenha resolvido o problema da falta de queijo quando dispôs-se a mudar de lugar.
Um livro que se dispusesse a falar seriamente sobre a mudança teria de tratar, no mínimo, das questões relevantes que um processo de mudança suscita:
- é preciso saber porquê mudar e quais são os riscos de optar por não mudar, para criar a motivação necessária à mudança (não apenas ser obrigado a mudar);
- é necessário adquirir o conhecimento e as competências requeridas para a mudança e estipular um plano: qual é a condição atual, como dever ser a condição futura, quais são os passos para chegar lá (não apenas sair correndo pelo labirinto);
- uma vez tendo estabelecida a mudança, é preciso que a condição inicial tenha sido superada; é necessário criar novas respostas baseadas em novas perguntas e novas informações, porque quem mudou terá abandonado o paradigma anterior e estará em um novo paradima; (não fazer o mesmo que antes em outro lugar, como o duende Haw).
Spencer Johnson fez com que ratos e duendes partilhassem juntos do primeiro suprimento de queijo e fez com que os ratos chegassem primeiro ao novo queijo. Quando o duende Haw chegou ao novo queijo, refletiu sobre o que o impedira de ter chegado lá antes dos ratos e concluiu que tratava-se do medo de mudar. Se não houvesse hesitado, não teria perdido tempo. Em suma: deveria ter feito como os ratos.
Os truísmos e lugares-comuns são o principal motor do enredo e seu ponto máximo são as tolices escritas pelo duende Haw, definidas como “o manuscrito na parede“. Não há nada no livro sobre realmente mudar para evoluir e sobre superar dificuldades a partir da compreensão de seus mecanismos. O que Spencer Johnson parece querer dizer em sua fábula bobinha é: “Não mude, não supere sua condição inicial. Mova-se e continue fazendo tudo igual em outro lugar”.
autor desconhecido.
                                          Aprecie a mudança: Sinta o gosto da aventura e do novo queijo.

O Pai Superior – Por: Emerson Monteiro

 

Quis Deus que aqui nos encontrássemos para falar nEle, pois a isto nos propomos, nestas palavras, falar em Deus.
Supremo poder o de Deus, donde emana tudo o que existe. Merece muitos nomes: Senhor, Jeová, Javé, Aton, Amor, Allah, Altíssimo, God, Gött, Tao, Tupã. Cada povo sabe dizê-Lo, entre dores e esperanças. As religiões terminam sempre junto dEle, sob o nome que O quiserem chamar. Até aqueles que não admitem a Humildade, os cientistas materialistas, dão de cara com um nível de raciocínio que não pode ser dito e chamam-no de Desconhecido ou Força da Natureza.
Dedicado ao Deus Desconhecido, encontrou Paulo de Tarso um altar na Grécia politeísta. A voz do coração, onde reside a Consciência, fala de Deus. O Caminho da Perfeição abre-se a cada passo, adotemos ou não percorrê-lo. Tudo marcha, sem questão, inexorável, a um fim útil. O sorriso da criança, o ar que se respira, a paz dos ermos, os azul do infinito, a luz dos astros, as flores, os frutos, as sementes, o verde, o mar, os rios, lagos, as montanhas, a chuva, o vento, o fogo, a água, a palavra, a compreensão, a família, a amizade verdadeira, tudo fala da obra divina.
Certeza aos perdidos, saúde aos enfermos, alegria aos infelizes, hálito aos aflitos, nunca há de faltar, porque Deus nunca findará, em sua plenitude eterna. Mesmo aqueles que não tiveram aceso à letrada cultura guardam a convicção desse Alguém Maior, além do que admitam os homens, herdeiros universais na Criação, tantas vezes ingratos. De Bondade sem limites, como não têm limites sua Inteligência e sua Justiça, devemos recebê-Lo com fervor no âmago do Ser, para alcançarmos a Fé, matéria-prima da tão almejada Felicidade. E o Poder completar-se-á em cada um de nós, a realização plena de nosso Espírito, irmão entre Irmãos, no Planeta em que nos foi dado viver durante algumas décadas. A graça e a bondade hão de acompanhar-me todos os dias da minha vida.
A oração será a ponte de que o pensamento se utilizará para transpor o abismo e completar, com Ele, a União. Falemos, pois, sinceros aos Seus ouvidos oniscientes, para alimentar os sonhos do que é bom, merecendo o bem querer de abraçá-Lo, na Vitória Definitiva.
Por: Emerson Monteiro 

Para você Refletir – Por Maria Otilia

 

Esta Fábula traz uma mensagem para todos nós que estamos vivendo um momento de mudanças, tanto a nível de município como no mundo globalizado em que estamos inserido. Precisamos estar exercitando a nossa humildade para compreendermos que somos eternos aprendizes. E respeitar o espaço do outro,  as experincias dos  nossos mestres. Isto serve  para a vida pessoal, mas principalmente para todos os nossos representantes que inicia uma nova gestão.  Vale apena fazer uma reflexão de que no exercício da cidadania  saboreamos o doce e o amargo. Lembrando que não existe caminho novo, mas um novo jeito de caminhar. Nós que estamos vivendo a experiência de  sermos  gestores públicos, precisamos a cada dia avaliarmos as nossas ações  e atitudes.Principalmente não deixando cristalizar a nossa opinião, o que achamos certo ou errado ou até mesmo  enxergar o que está bom e  o que precisa ser mudado.
Para todos os novos gestores seja no legislativo ou executivo, vale apena meditar antes de tomar qualquer decisão ou fazer  avaliações do que está posto. Neste contexto da administração pública, não devemos esquecer que  o maior patrimônio são todas as pessoas que colaboraram ou colaboram para o sucesso de uma gestão.Gerir cargo,setor, patrimônio físico não é o maior  desafio para o gestor. Por outro lado manter um clima harmonioso, gerir pessoas,manter um círculo íntimo dentro da organização, ter um plano de governo voltado para a melhoria da qualidade de vida dos municípes   é a chave para o sucesso.É a conquista de uma boa gestão de resultados.É o grande desafio para toda  a equipe de gestores municipais destes próximos quatro anos. Vamos esquecer o passado e gerenciar o  presente com visão de futuro.
Leia a Fábula e faça sua reflexão.
                                                                                             Fábula chinesa da xícara cheia

Diz a fábula que o mestre e seu discípulo estavam caminhando. O mestre aproveitava a oportunidade e tentava passar alguns ensinamentos ao discípulo. Numa determinada etapa da conversa o discípulo estava encontrando dificuldades em assimilar o que o mestre estava tentando lhe passar. Então o mestre sugeriu que eles voltassem ao templo, pois ele queria tomar chá.

Chegando ao templo o mestre solicitou ao discípulo que preparasse um bule de chá. O discípulo, prestativo, foi preparar o chá. Voltou com o chá pronto, no bule, e as xícaras. Imediatamente serviu o mestre… Para surpresa do discípulo, quando este estava para encher a sua própria xícara, o mestre solicitou que ele voltasse e colocasse mais chá na xícara do mestre. Ao que o discípulo arguiu: – “Mas a sua xícara já está cheia!” O mestre, impávido, confirma: – “Por favor, coloque mais chá em minha xícara!” Nova argumentação do discípulo, nova confirmação do mestre. O chá começa a transbordar para a bandeja, e o discípulo para… O mestre insiste em sua solicitação: Que quer que ele continue a colocar chá em sua xícara. O chá escorre pela bandeja e, desta, ao chão. O bule fica vazio.
O mestre, então, indaga o discípulo: – “O que você aprendeu com isto?” O discípulo diz que nada, pois ele já sabia que o chá iria escorrer para a bandeja e para o chão.
O mestre retruca: – “O ensinamento que isto nos traz é que para caber mais chá na xícara, a xícara precisa estar um pouco vazia. Em xícara cheia não cabe mais chá.” E continuou: – “Assim também somos nós!” E complementou: – “Assim é a nossa cabeça. Quando achamos que sabemos tudo, quando temos muitas certezas, quando a nossa cabeça está totalmente cheia de verdades, então a nossa cabeça não tem espaço para mais nada, novos ensinamentos e percepções não conseguem chegar.”
Concluindo: – “É necessário ter permanentemente a nossa cabeça um pouco vazia para poder apreender as mudanças da realidade que nos cerca, sob o risco de nos divorciarmos da realidade.”
O discípulo começou a entender. O mestre seguiu: – “As nossas certezas vêm do que vivemos no passado. Mas o passado já passou, e o que acontece hoje não pode ser interpretado à luz do passado. Isso seria o mesmo que caminhar em uma noite escura, para frente, em um caminho desconhecido, com uma vela acesa às nossas costas, iluminado o caminho já percorrido.
E finalizou: – “Relaxe e deixe sempre sua cabeça um pouco vazia para apreender o que o mundo lhe oferta de novidades e oportunidades.”


                                               Seja  Tempo, Presença e Exemplo!!!!!

Para você Refletir – Por Maria Otilia

 

Estamos vivendo um momento de muita violência :urbana, doméstica, escolar, etc. E na maioria das vezes esta  violência só acontece, porque os homens já não exercitam o bom senso, o controle emocional, o respeito pela vida. 
                                                             O    pássaro e a guerra

Nesta fábula dos Legas (do Zaire), um pássaro explica-nos como são absurdas as guerras dos homens.

Ai se os homens lhe dessem ouvidos…

Kansisi é um pássaro branco com as asas negras e faz o ninho nos bananais em redor das aldeias. Testemunha da vida quotidiana das pessoas, sabe muita coisa sobre o comportamento dos homens.

Por isso, um dia, o seu amigo Monkonia, pássaro que frequenta pouco estes sítios, veio colocar-lhe um problema que há muito o apoquentava:

— Porque é que os homens fazem a guerra?

Kansisi deu uma gargalhada. Mas o amigo voltou a insistir:

— Os homens dizem que são inteligentes e racionais; como é que não conseguem, então, estar de acordo? Não há ninguém que cometa tantas asneiras como eles.

— Por diversos motivos — respondeu Kansisi. — A avidez, a inveja, a vingança levam-‑nos a pegar em armas uns contra os outros. Guerreiam-se até por coisas banais, sem pensar nas consequências. Anda comigo, que eu mostro-te um exemplo concreto.

Voaram juntos até à aldeia vizinha. Monkonia poisou numa folha de bananeira, de onde podia observar tudo o que acontecia.

Era meio-dia, e o sol queimava. A aldeia estava deserta, parecia adormecida. Só uma criança pequena brincava no meio do pó, junto de alguns potes de barro ainda frescos, a secar ao sol antes de serem cozidos no forno.

Kansisi poisou num desses potes. A criança viu-o e correu para o espantar com um pau. O pássaro voou para mais longe e a criança acabou por bater no pote, que rolou no chão, com uma pequena mossa. Ao ouvir o barulho, a dona dos potes saiu cá para fora e deu duas valentes chapadas na criança. Ouvindo a criança a chorar, a mãe agarrou num ramo de árvore e deu com ele na mulher, que gritou por socorro. O marido dela saiu de casa com uma faca, e a mãe da criança fugiu chamando pelo marido. Ouvindo esta barulheira toda, mais homens e mulheres saíram de casa gritando e brandindo bastões, sachos e facas. Voavam insultos e ameaças de todos os lados. Dez minutos mais tarde, a aldeia estava em pé de guerra: o clã da dona dos potes contra o clã da outra mulher. Ninguém fazia ideia do motivo que causara esta situação e nem queria saber nem pensar nas consequências do conflito. A briga durou o tempo suficiente para provocar danos irreparáveis; houve mesmo mortos e feridos.

Entretanto, Kansisi, regressando para junto do amigo, contemplava com satisfação o desenvolvimento da peleja.
— Aí tens! — disse ao amigo. — É assim que nascem as guerras entre os homens. A conclusão podes tirá-la tu mesmo!
Ela está bem expressa em dois provérbios dos Lega:
O pássaro Kansisi provoca a guerra, mas fica em paz pousado na sua folha.
O estulto entra na rixa sem medir as causas nem os efeitos.

DEUS EXISTE ? – Por: Albert Einstein

 

Embora essa história careça de comprovação, vale a pena ler e refletir. Vale salientar que já no fim da vida, Einstein também se tornou descrente, embora tenha passado boa parte da vida defendendo a crença na existência de um ser que rege o universo.
Alemanha
Inicio do século 20

Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?”

Um aluno respondeu valentemente:
“Sim, Ele criou.”

“Deus criou tudo?”
Perguntou novamente o professor.
“Sim senhor”, respondeu o jovem.

O professor respondeu,
“Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?”

O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.

Outro estudante levantou a mão e disse:
“Posso fazer uma pergunta, professor?”

“Lógico.” Foi a resposta do professor.

O jovem ficou de pé e perguntou:
“Professor, o frio existe?”

“Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?”

O rapaz respondeu:

“De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é susceptível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor”

“E, existe a escuridão?”
Continuou o estudante.
O professor respondeu: “Existe.”

O estudante respondeu:
“Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz.
A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não! Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz. Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim? Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente”

Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
“Senhor, o mal existe?”

O professor respondeu:
“Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.”

E o estudante respondeu:
“O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.
Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.”

Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado… Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?

E ele respondeu:
“ALBERT EINSTEIN.” — com Albert Einstein.

Para você Refletir -Por Maria Otilia

             A coragem de viver, acima das dificuldades

Se me pedissem que desse um único conselho que fosse mais útil para a humanidade, seria este: espere alguma dificuldade como uma parte inevitável da vida, e quando ela chegar fique com a cabeça erguida, olhe-a direto nos olhos e diga: – Eu vou ser maior do que você. Você não pode me derrotar”.
- Ann Landers
A história costuma exaltar os indivíduos que chegaram ao topo ou que, de alguma forma, tornaram o mundo melhor. Seria um erro acreditar que nossos heróis calcularam cada movimento, encaixando deliberadamente cada peça do quebra-cabeça da vida.
Na realidade muitos deles enfrentaram mudanças – inesperadas ou indesejadas – que exigiram muita coragem. Mesmo assim, eles não deixaram que as circunstâncias os impedissem de atingir seus objetivos.
Enfrentar algumas das mais duras realidades da vida requer coragem. Winston Churchill via na coragem um ponto de partida. Ele disse: “A coragem é a primeira entre as qualidades humanas, porque é a qualidade que garante todas as outras”. Ele não estava falando apenas de coragem em termos épicos – aquela associada a personalidades famosas e grandes acontecimentos – mas da coragem do dia-a-dia.
“A vida é dura… e nem sempre é justa. Mas isso não quer dizer que ela não possa ser boa, gratificante e prazerosa.”
Mais do que qualquer outra coisa, coragem é uma decisão. É a decisão de ir fundo e em busca do nosso próprio caráter, de achar a fonte de nossa força quando a vida nos decepciona. É a decisão que temos de tomar se queremos nos tornar plenamente humanos.

                                                                  pensamento-livro-insight

Ludwig Van Beethoven é um dos nomes mais conhecidos da história da música. Nascido em 1770 em Bonn, na Alemanha, filho de um tenor e músico da corte, o jovem Beethoven não levava uma vida luxuosa. Aos oito anos ele fez sua primeira apresentação em público como pianista. Apesar do talento prodigioso, Beethoven era maltratado pelo pai dominador, rabugento e bêbado, que o forçava a tocar para divertimento de seus amigos.
Quanto mais o velho Beethoven tentava conciliar o ciúme que sentia do talento do filho com o desejo de que ele fosse bem sucedido, mais ele se tornava violento. Em 1787, Beethoven partiu rumo a Viena para estudar com os mestres. Ignorante quanto aos costumes da alta sociedade e descuidado com a própria aparência, ele não se entrosava com os sofisticados músicos Vienenses.
Mesmo assim, logo ganhou fama de pianista brilhante. Quando sua estrela começava a subir, a morte de sua mãe obrigou-o a voltar para Bonn, onde assumiu a responsabilidade de ajudar a família. Ao retornar a Viena alguns anos mais tarde, Beethoven buscou orientação com Haydn e outros compositores proeminentes da época, como Albrechtsberger e Salieri. Logo, ele estava criando sinfonias e executando suas próprias composições ao piano.
Quando tudo parecia dar certo, algo começou a dar muito errado: aos trinta e poucos anos, Beethoven começou a ter problemas de audição. Um distúrbio inicialmente sutil foi piorando rapidamente até que, em poucos anos, ele ouvia apenas sons distorcidos e não conseguia distinguir qualquer som alto. A cruel ironia da situação – o músico que não podia mais ouvir a própria música – levou Beethoven ao desespero profundo.
Embora não pudesse continuar a tocar, Beethoven não dobrou suas partituras e procurou isolar-se do mundo. Ele sabia que ainda podia compor. E dedicou-se a compor sob uma perspectiva ainda mais complexa e apaixonada. Esse fôlego renovado resultou na terceira sinfonia, a Heróica, que agitou o mundo da música.
Paradoxalmente à medida que sua audição se deteriorava, sua música florescia. Ele concluiu dois de seus maiores trabalhos – a Quinta e a Sexta Sinfonia – em 1808, e em 1823 compôs a Nona Sinfonia. Inspirado no grande poema de Schiller, Ode à Alegria, a Nona Sinfonia personificou os ideais do Iluminismo, desde a declaração de independência até a ciência emergente da era industrial. Escrita por um compositor quase completamente surdo é considerada uma das maiores obras de arte já realizadas.
Se Beethoven tivesse se deixado subjugar pela perda auditiva, ele e o mundo teriam perdido um importante marco para o progresso humano. Por sorte, a natureza concedeu-lhe uma dádiva tão preciosa quanto seu gênio musical: a coragem de enfrentar mudanças devastadoras, recusando-se a deixar seu talento murchar por causa de um golpe do destino.
O teólogo Paul Tillich definiu este tipo de coragem como a verdadeira coragem, que consistia em dizer sim à vida apesar da dor e de todas as dificuldades que fazem parte da existência humana. Ele disse que era preciso demonstrar coragem diariamente para encontrar algo definitivamente positivo e significativo, tanto a respeito da vida como de nós mesmos.

A vida é dura… e nem sempre é justa. Mas isso não quer dizer que ela não possa ser boa, gratificante e prazerosa. Ainda há muitas razões para dizer sim à vida.

Por:Daniel C. Luz – Autor dos livros Insight, Insight II e Fênix (DVS Editora).

Para você Refletir -Por Maria Otilia

A FÁBULA DA ÁGUIA E DA GALINHA
“Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa. Conseguiu pegar um filhote de águia.

Colocou-o no galinheiro junto às galinhas. Cresceu como uma galinha.

Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista.

Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:

- Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.

- De fato, disse o homem.- É uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia. É uma galinha como as outras.

- Não, retrucou o naturalista.- Ela é e será sempre uma águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.

- Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.

Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse:

- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!

A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.

O camponês comentou:

- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!

- Não, tornou a insistir o naturalista. – Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.

Sussurrou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!

Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.

O camponês sorriu e voltou a carga:

- Eu havia lhe dito, ela virou galinha!

- Não, respondeu firmemente o naturalista. – Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a  águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e
dourava os picos das montanhas.

O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!

A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte.

Foi quando ela abriu suas potentes asas.

Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto.

Voou. E nunca mais retornou.”

Existem pessoas que nos fazem pensar como galinhas. E ainda até pensamos  que somos efetivamente galinhas. Porém é preciso ser águia. Abrir as asas e voar. Voar como as águias. E jamais se contentar com os grãos que jogam aos pés para ciscar.”

Texto de Leonardo Boff

Estragos da mágoa – Por: Emerson Monteiro

 


Em face de situações vividas com frequencia no dia a dia, pessoas reagem de jeito parecido. Por conta do mínimo de aborrecimento, apresentam respostas prontas de agressão que lhes envergonhariam se melhor avaliadas à luz da paciência e do depois. Noutras ocasiões, parecem crianças inocentes, agradáveis, soltas. Quando fustigadas, respostas sujeitam pegar pelo pé as criaturas humanas doces e amáveis. Nisso, têm vergonha de demonstrar fraqueza, aproximação, amizade se contrariadas. 

Poucas e raras vezes, quem erra reconhece o erro. Necessitaria da sonhada humildade, caminho da purificação das almas. E fere e é ferido ao mexerem nos sentimentos acomodados. 

A mágoa, por exemplo, representa demonstração típica das falhas humanas de reação. Atinge um tanto de gente neste chão comum. O cidadão escolhe sofrer, caso abafe as ingratidões alheias. Guardam por dentro doses cavalares de sentimentos pisados, desconhecendo os prejuízos que acarreta o esforço imenso ditado pela educação dos cuidados humanos.

Perante extremos das reações, normal que se contenha o instinto agressivo, a fim de evitar males piores. Absolutamente certo, contudo há que se evitar esconder sentimentos negativos de raiva diante dos momentos críticos sem passar pelo filtro da sinceridade consigo mesmo, limpar de tudo aquela frustração desagradável.
Agir assim, no entanto, exige atitude positiva, grandeza de pensamento e administração coerente dos modos e valores. Ninguém é professor nessa matéria. A escola deste mundo indica cursos variados para conter os animais que moram nos indivíduos. Existir conduz à evolução da personalidade. 

Exercitar os bons conceitos impõe sacrifícios enormes no sentido de dominar as camadas internas das emoções. As escolas religiosas, os santos, as boas maneiras, milhões de modelos, palavras e discursos querem dizer isso, de que não matar, não ferir, não revidar, o que bem significa repor oportunidades na estrada do amor e da paz.

Ainda que compreender, pois, valha muito mais na casa do bem-estar, raros sabem agir com habilidade suficiente nas horas dos desafios, sofrendo, contudo, recalques e mágoas acumulados, que determinam outros exercícios, já agora no salão da consciência.

Portanto nunca deixar acumular lama podre de mágoas no íntimo do coração previne as doenças de longo prazo, fermentos da contrariedade e adversários da saúde ideal.

Por: Emerson Monteiro
 

Ir mais além

Irmaisalem

O que é isto de ir mais além? Sim, ir mais além do igualismo que envolve as rotinas deste mundo ronceiro, pesado… Significa o querer avançar nas vastidões continentais das respostas maiores aos problemas cotidianos crônicos e repetitivos… Abraçar o desconhecido das possibilidades qual instrumento da revelação de valores elevados, acima da média, essa febre diária dos só ganhos materiais, motivo de muitos viverem a existência deitados na preguiçosa de nem querer saber o que escondem os dias que nascem esplendorosos e as suas oferendas, que recebemos na sequência original das mudanças constantes, impagáveis de riqueza e promessas infinitas.

Ir mais além será, por isso, evoluir neste processo de elaborar o destino sem a mera conformação que sujeita as multidões acomodadas ficar na flor da água, restritas aos trechos iniciais do caminho longo das histórias pessoais. Essa timidez que produz mediocridade e fastio, roteiro imprudente, desestimulante, restrito a cantos escuros de servidão das massas ignaras aos senhores da guerra e da miséria dos becos.

Às vezes, uma criança quer crescer, porém o projeto familiar dos pais exige condições de repouso, banalidade e planos menos abrangentes ao grau da inteligência prodigiosa com que vem. Os próprios meios de comunicação adotam ideologias prontas para atender apenas aos limites das gerações montados nos blocos de pressão de escolas, instrumentos de poder em mãos egoístas e despreparadas. A educação nivela por baixo as aspirações que pedalam nos roteiros elaborados em gabinetes ineficientes de uma sociedade que se arrasta na lama do faz de conta.

Dar salto de qualidade no instinto de transformar a cena futura pede coragem de ânimo e impulso de transpor as barreiras opressoras de quem ativa tais mecanismos repressores da criatividade inovadora.

Poucos ou raros exercitam os mecanismos de resposta ideal que rompa com o cinturão da miséria coletiva. São os inconformados diante dos falsos valores impostos pelo velho sistema dominante. Eles existem, no entanto, graças aos quais nada se perderá jamais, porquanto força maior impõe o progresso e a correlação das energias na evolução, resultando noutras alternativas de salvação e saúde universais.

 Por: Emerson Monteiro

Mensagem para você refletir – Por Maria Otilia

 

Hoje, no final da tarde, mais um jovem morre vítima da violencia humana.Violência esta que já se torna quase que rotina.É cruel, é desumano, é pavoroso acreditar em crime político.Tomara que não.Pois a nossa cidade realmente não combina com esta atitude bárbara de um louco que sai atirando e tirando a vida de um jovem.
Para você refletir, neste final de semana, posto um belo texto de Thiago de Melo, que fala do valor incalculável da vida.Que fala de respeito, de direitos, de sabedoria, de convivência harmoniosa.
 Faça uma boa leitura.
  
Os Estatutos do Homem 
 (Ato Instituicional Permanente)
A Carlos Heitor Cony

Artigo I
Fica decretado que agora vale a verdade.
agora vale a vida,
e de mãos dadas,
marcharemos todos pela vida verdadeira.

Artigo II
Fica decretado que todos os dias da semana,
inclusive as terças-feiras mais cinzentas,
têm direito a converter-se em manhãs de domingo.

Artigo III
Fica decretado que, a partir deste instante,
haverá girassóis em todas as janelas,
que os girassóis terão direito
a abrir-se dentro da sombra;
e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro,
abertas para o verde onde cresce a esperança.

Artigo IV
Fica decretado que o homem
não precisará nunca mais
duvidar do homem.
Que o homem confiará no homem
como a palmeira confia no vento,
como o vento confia no ar,
como o ar confia no campo azul do céu.

Parágrafo único:
O homem, confiará no homem
como um menino confia em outro menino.

Artigo V
Fica decretado que os homens
estão livres do jugo da mentira.
Nunca mais será preciso usar
a couraça do silêncio
nem a armadura de palavras.
O homem se sentará à mesa
com seu olhar limpo
porque a verdade passará a ser servida
antes da sobremesa.

Artigo VI
Fica estabelecida, durante dez séculos,
a prática sonhada pelo profeta Isaías,
e o lobo e o cordeiro pastarão juntos
e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora.

Artigo VII
Por decreto irrevogável fica estabelecido
o reinado permanente da justiça e da claridade,
e a alegria será uma bandeira generosa
para sempre desfraldada na alma do povo.

Artigo VIII
Fica decretado que a maior dor
sempre foi e será sempre
não poder dar-se amor a quem se ama
e saber que é a água
que dá à planta o milagre da flor.

Artigo IX
Fica permitido que o pão de cada dia
tenha no homem o sinal de seu suor.
Mas que sobretudo tenha
sempre o quente sabor da ternura.

Artigo X
Fica permitido a qualquer pessoa,
qualquer hora da vida,
uso do traje branco.

Artigo XI
Fica decretado, por definição,
que o homem é um animal que ama
e que por isso é belo,
muito mais belo que a estrela da manhã.

Artigo XII
Decreta-se que nada será obrigado
nem proibido,
tudo será permitido,
inclusive brincar com os rinocerontes
e caminhar pelas tardes
com uma imensa begônia na lapela.

Parágrafo único:
Só uma coisa fica proibida:
amar sem amor.

Artigo XIII
Fica decretado que o dinheiro
não poderá nunca mais comprar
o sol das manhãs vindouras.
Expulso do grande baú do medo,
o dinheiro se transformará em uma espada fraternal
para defender o direito de cantar
e a festa do dia que chegou.

Artigo Final.
Fica proibido o uso da palavra liberdade,
a qual será suprimida dos dicionários
e do pântano enganoso das bocas.
A partir deste instante
a liberdade será algo vivo e transparente
como um fogo ou um rio,
e a sua morada será sempre
o coração do homem.

Santiago do Chile, abril de 1964. Thiago de Mello

Momento de Reflexão -Por Maria Otilia

 

 A GENTE SE ACOSTUMA
Marina Colasanti
Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Mensagem para uma Reflexão -Por Maria Otilia

Posto  aqui, uma fábula maravilhosa, para que façamos uma reflexão, principalmente neste ano de 2012, onde temos que fazer as nossas escolhas políticas. Principalmente em um momento que já se inicia boatos, fofocas e também muita falta de respeito,tanto com os eleitores como as pessoas envolvidas com a política. Digo isso porque neste final de semana, apareceu na calada da noite, embaixo das nossas portas, o tal “famoso ” panfleto anõnimo, denigrindo a imagem de um pré-candidato a prefeitura do Crato.É lamentável, é vergonhoso, é total falta de respeito .Quem escreve este tipo de notícia anônima  com certeza acredita que somos ingênuos e não temos a capacidade de avaliar qual a melhor proposta para o Crato.Por isso sugiro a leitura desta fábula, principalmente para o escritor do panfleto anônimo e dos outros que com certeza  virão…
                                                    Fábula dos sapos no Poço
Em certo lugar, havia um bando de sapos habitando um poço.                                                  
A boca desse poço era muito estreita e não permitia ter a ampla visão do exterior, sendo possível apenas enxergar um pedaço do céu azul.
Certo dia, um sapo que morava num lago, em sua caminhada, passou por esse poço e olhou para dentro dele.
-’Quem está olhando daí?’
perguntou um dos sapos de dentro do poço.
-’Sou o sapo que veio do lago. Por que você mora num lugar tão apertado como este?’, disse lá de cima o sapo do lago.
-’Lago? O que é lago? Onde existe isso?’, perguntaram do poço.
-’O lago é um lugar que tem bastante água. Não é tão longe.Tanto que pude vir passear até aqui.’
-’O lago é grande? ‘
-’Se é grande? É bem maior do que isto!’
-’Que tamanho tem? Dessa pedra?’, perguntaram apontando uma das pedras que cercavam a boca do poço.
-’Imaginem! Vocês acham que é tão pequeno?’
-’Então deve ser desse tamanho’, e apontaram um pedaço de tábua que tinha caído no poço.
-’Não é pequeno assim, não.’
-’Então tem o tamanho desse poço inteiro?’
-’Que nada! Tem extensão bilhões de vezes maior do que este poço. Daqui também dá para ver o lago.
Venham até aqui, que mostro para vocês’, assim respondeu o sapo do lago.
Mas os sapos do poço não quiseram acreditar. E começaram a gritar ruidosamente em coro:
-’Onde se viu tamanho absurdo? Você deve ser mentiroso. Deve estar tramando alguma coisa contra nós. Não queremos mais saber da sua conversa. Vá embora daqui!”

Mensagem :
“…Sendo todos nós filhos de Deus, na verdade deveríamos estar vivendo num oceano vasto e sem restrições.
Mas estamos vivendo num mundo cheio de inconveniências, insatisfações, provações e deficiências em todos os sentidos, porque iludimos a nós próprios e nos negamos a sair para o oceano da Verdade, como ‘os sapos do poço’ desta fábula.”

Mensagem para uma Reflexão – Por Maria Otilia


Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas que lançam ao ar. Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito. O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima.

Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas. Entendam isso e busquem o equilíbrio na vida. Como?

- Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com
outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.
- Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só vocês estão em condições de escolher o que é melhor para vocês próprios.
- Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas aos seus corações.
Apeguem-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.
- Não deixem que a vida escorra entre os dedos por viverem no passado ou no futuro.
Se viverem um dia de cada vez, viverão todos os dias de suas vidas.
- Não desistam quando ainda são capazes de um esforço a mais. Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.
- Não temam admitir que não são perfeitos.
- Não temam enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.
- Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não se pode encontrá-lo.
A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas.
- Não corram tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiveram e para onde vão.
- Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.
- Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se podem recuperar.
A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.
Lembrem-se: Ontem é historia. Amanhã é mistério e hoje é uma dádiva. Por isso se chama presente.
”Apeguem-se as coisas que são queridas ao seu coração, sem elas a vida carece de sentido”.
Cultive a certeza de que:
Para os erros há perdão; para os fracassos, chance; para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. O romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Autor Desconhecido

Mensagem para Reflexão -Por Maria Otilia

O MEU CAMINHO PARA A QUARESMA…

Jejuarei de julgar os outros
Descubrirei Cristo que vive neles

Jejuarei de palavras que ferem
Direi frases que curam

Jejuarei do egoísmo
Vivirei na gratuidade

Jejuarei da inquietude
Procurarei viver com paciência

Jejuarei do pessimismo
Encher-me-ei de esperança

Jejuarei de preocupações
Confiarei mais em Deus

Jejuarei das queixas
Darei graças a Deus pela maravilha da minha vida

Jejuarei da angústia
Rezarei com mais frequência

Jejuarei da amargura
Praticarei o perdão

Jejuarei da importância que dou a mim mesmo(a)
Serei compassivo(a) com os outros

Jejuarei da preocupação com as minhas coisas
Comprometer-me-ei com o anúncio do Reino

Jejuarei do pessimismo e desalento
Encher-me-ei do entusiasmo da fé

Jejuarei de tudo aquilo que me separa de Jesus
Tentarei viver mais perto d’Ele
(autor desconhecido)

Olhe somente para frente – Daniel Alfa

 
Um homem bem sucedido contou como  aprendeu,  com  seu  tio, muitos anos antes, a arar a terra. Disse  ele:  Eu  assisti como ele começava a preparar o solo. Primeiro ele  fazia  um sulco redondo no  meio  do  campo.  Depois,  seguindo  dali, traçava sulcos sempre em linha reta. Chegou,  finalmente,  o momento de eu trabalhar na  terra,  fazendo,  eu  mesmo,  os sulcos onde as sementes seriam plantadas. Eu  sempre  o  via seguindo em linha reta no campo como  uma  seta. 

Perguntei, então, a ele, qual o segredo de seu sucesso. Ele  respondeu: ”Nunca deixe seu olhar se desviar de um objetivo fixo.  Olhe somente para a frente.” Então,  mandando-me  assumir  o  seu lugar, ele disse: ”Eu vou me colocar na outra ponta  e  você manterá os olhos em mim o tempo todo.”

Este também é o segredo de uma vida cristã vitoriosa: Olhar atentamente para Jesus. O cristão deve seguir a Cristo,  não importa o quanto isso custe.Devemos  continuar  seguindo-o, sem desviar a atenção para qualquer  outro  lado,  traçando, por Sua graça, “o sulco em linha reta.”

Quando Pedro, no Mar da Galiléia, soube que era  Jesus  quem vinha andando sobre as águas, pediu-lhe que  permitisse  que pudesse  caminhar  também  sobre  as  ondas. O  Senhor  lhe concedeu e Pedro começou a andar, flutuando, sobre as  águas que até então o aterrorizavam. Mas, “prestando  atenção  aos ventos,” começou a afundar.Cristo  tomou-lhe  pela  mão  e repreendeu sua falta de fé. Se não olhamos diretamente para o  Senhor,  desviando  nossa mente para coisas que estão  ao  nosso  redor,  perdemos  as bênçãos almejadas e pelo Senhor preparadas para  nós.

Dessa maneira, os sulcos de nossa caminhada ficam  tortos,  saindo do rumo, tornando o alcance de nossos sonhos cada  vez  mais distante. Olhando somente para Cristo você alcançará a bênção desejada.

Enviado Por Rogeanny Santana

Diante da vida – Por: Emerson Monteiro

Tamanho das dores varia ao sabor dos infinitos. No entanto há que se vencer indiscriminadamente o que vier e ganhar na alegria outras tantas vezes quantas despontamentos aflorarem e sumirem nos instantes da dor. Que fazer, contudo? As respostas, no seio do coração, existem intensas na profusão da fé ao sabor das maiores necessidades. Livres de perder a cor, tintar o horizonte das ações renovadoras das bênçãos.

À hora do desânimo perante o caldo grosso das adversidades revelaria o Amor em seu potencial imenso guardado a sete chaves durante os longos anos da religiosidade pura. Naquelas horas tortas dos tonéis da mágoa, despontaria o valor dos créditos adquiridos na potente oração cotidiana, e confiar acima de quaisquer obstáculos. O segredo de Deus assim transcrito no coração, que distingue sua cor poderosa das outras mais, rompe barreiras das tristezas no mapa da alegria. Portas e janelas abertas aos quatro ventos.

Quantas e tantas situações transpostas sumiram nas noites tempestuosas… Desistir nunca, jamais. Segurar com fervor os cimos da Glória inominável, o transporte do valor a trazer os dias das certezas da coragem por demais vitoriosa, sabor inesquecível das verdades eternas, o prazer da felicidade transposto dos trilhos nos caminhos e tocar em frente.

Força de convicção reclama, portanto, atitudes positivas, apego aos valores inabaláveis do sentimento verdadeiro desse gosto a Quem pode, no íntimo de milhões de expectativas, conceder propósitos definitivos de sonhos bons. A potencialidade, pois, do Deus herói supremo das aventuras inúmeras, o caudal da Paz nos lares harmoniosos da alma de coisas e seres, de nós seus filhos em crescimento.

Na sequência de acontecimentos do painel das gerações desfilamos nossa construção do território coletivo e palco dos dramas e sucessos. Receber os enigmas e revelá-los em nossas faces, demonstrar firmeza e trazer definições.

Quantas vidas, quantos desejos de acertar o passo no ritmo organizado das leis superiores, alento de animais e lugares. Andar ao som da tranquilidade, senhores de si e dos céus. Sustentar a luz dos amigos a oferecer lições inesperadas, aulas e palavras só nas mãos do Eterno Pai.

Mensagem para uma reflexão – Por Maria Otilia

A Mosca e o Copo de Leite


C
erta vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Mas a superfície era muito lisa e, com as duas asas molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar e afundou. Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz. Continuou a se debater, por tanto tempo, que aos poucos o leite ao seu redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno pedaço de manteiga. Aí a mosca tenaz conseguiu, com muito esforço, subir e dali alçar vôo para algum lugar seguro. Durante anos, ouvi essa historia como elogio á persistência que, sem dúvida, nos leva ao sucesso. No entanto, tempos depois, a mesma mosca tenaz, por descuido ou acidente, novamente caiu no copo.

Como já havia aprendido com a sua experiência, começou a se debater, na esperança que assim se salvaria. Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira, pousou na borda do copo e gritou: _Tem um canudo ali, nade até lá e suba por ele! A mosca tenaz nem deu ouvidos e baseando-se na sua experiência anterior, continuou a se debater até que, exausta, afundou no copo… CHEIO DE ÁGUA! Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças de ambiente e ficamos nos esforçando para alcançar os resultados esperados, até que afundamos em nossa própria falta de visão. Fazemos isso quando não conseguimos ouvir aquilo que quem de fora nos diz… PENSE NISSO! (autor desconhecido)

Lembrem-se! Nós educadores precisamos ter uma visão holística do que está ao nosso redor.Assim poderemos orientar os nossos educandos a enxergar o mundo com um novo olhar.

Mensagem para você refletir -Por Maria Otilia

 

PEDRO E SEU MACHADO

Pedro, um lenhador, após um grande trabalho em uma área de desmatamento, se viu desempregado. Após tanto tempo cortando árvores, entrou no corte!

A madeireira precisou reduzir custos… Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho. Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia completamente do biótipo de um lenhador. Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho. Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um ótimo profissional. Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador experiente. E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo do Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável, foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de “catadores de gravetos”.

Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um profissional experiente! Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área de desmatamento. E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote… Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de “madeira”, deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro golpe.

Todos ficaram atônitos! Como era possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada? Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira. Seu trabalho era elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte adicional de receita.

O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava se esforçando cada vez mais. Um dia, Pedro se nivelou aos demais. Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam… O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o questionou sobre o que estava ocorrendo. “Não sei”, respondeu Pedro, “nunca me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está decaindo”. O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado. Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de “dentes” e sem o “fio de corte”, perguntou ao Pedro: “Por que você não afiou o machado?”.

Pedro, surpreso, respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado.

Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga: conseguia derrubar as árvores com uma só machadada. A lição que Pedro recebeu cai como uma luva sobre muitos de nós – preocupados em executar nosso trabalho ou, pior ainda, julgando que já sabemos tudo o que é preciso, deixamos de “amolar o nosso machado”, ou seja, deixamos de atualizar nossos conhecimentos. Sem saber por que, vamos perdendo posições em nossas empresas ou nos deixando superar pelos outros. Em outras palavras, perdemos a nossa potencialidade.

Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15 minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos na mesma atividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na realidade, tem 15 minutos de experiência repetida durante muitos anos. A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam surgir. É “perder tempo” para afiar o nosso machado.

Autor Desconhecido
Mensagem: Nós educadores devemos ser eternos aprendizes!

Para Refletir – Por Paulo Angelim.

Enviado por Rogeanny Santana.

Por favor, pare de se “vangloriar” dizendo que você tem um monte de problemas para resolver, que sua vida é um problema só. Se você cavalga na idéia de que esse é um privilégio exclusivamente seu, levante-se, porque você acaba de cair do cavalo.

Ora, problemas todos temos, e sempre teremos até o último dia de nossa existência. A questão principal não é como fazer para evitar problemas, mas sim “COMO VOCÊ TEM REAGIDO A ELES?”

É sua atitude (postura mental) que irá definir o que os problemas, ou desafios – como queira chamar -, irão representar para você . Podem significar obstáculos, empecilhos, castigos, maldições. Mas podem também significar oportunidades de crescimento, se assim VOCÊ DECIDIR enxergar e reagir.

Parece absurdo imaginar isso, mas deveríamos agradecer a Deus pela existência dos problemas. Na verdade, sem eles dificilmente haveria progresso. Sem eles, cientistas não seriam desafiados a buscarem novas descobertas e soluções. Sem eles, certamente você não seria provado e desafiado a crescer.

Continuaria fazendo exatamente as mesmas coisas, do mesmo jeito, por anos. Quando o apóstolo Tiago escreve em sua carta que deveríamos “considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações”, ele explica logo em seguida que a provação produz a perseverança. E é exatamente a perseverança que lhe faz mais forte.

Força essa que você precisará para enfrentar desafios maiores que virão. Mas fique tranqüilo com uma certeza: a dimensão dos problemas é sempre proporcional à sua grandeza. Os otimistas e positivos verão nisso consolo.

Os negativos imediatamente questionarão: “quer dizer que se eu crescer, a grandeza dos problemas também crescerá?” A resposta é: SIM!!! E é por isso que somente grandes pessoas estão qualificadas para grandes postos. Somente elas estão preparadas para lidarem com a magnitude dos problemas inerentes à posição.

E é por isso também que os pessimistas ou acomodados não crescem, porque não querem correr o risco de enfrentar os problemas ou desafios inerentes à nova realidade.Aí, estagnam! Portanto, da próxima vez que você em seu trabalho for reclamar que só lhe mandam problemas, pare, reflita, mude sua atitude e agradeça.

Afinal, será que existe alguma outra razão para você estar neste trabalho se não for para resolver problemas, superar desafios, encontrar novos caminhos? No dia que tais coisas deixarem de existir, é bem provável que sua permanência lá não se justifique mais. E esse problema, se puder, procure evita-lo. 
 
Blog do Senharol

O RATO SEM RABO

Os ratos estavam reunidos para discutir seus assuntos. No púlpito, um ratinho submetia à votação da assembléia sua proposta: – Todos os ratos devem cortar seus rabos! Vejam os benefícios que esta inteligente medida nos trará:.
1º Quando fugimos do gato é justamente pelo rabo que ele nos prende com suas garras.
2º Quando a ratoeira dispara e tentamos fugir, normalmente, ficamos presos pelo rabo.
3º Quando fugimos, temos que arrastar conosco nosso rabo. Sem ele seríamos mais velozes.
4º Com freqüência encontrarmos farpas de madeira que se enterram em nosso rabo causando a morte.
5º Nosso rabo pesa 1/5 do nosso corpo. Sem ele poderíamos comer 1/5 a menos!
6º Para subir as paredes gastaríamos menos energia sem o peso do rabo.

7º Não teríamos tantos rabos se enrolando com vejo agora. Aqui caberiam mais ratos.
A platéia, empolgada, diante de tantos argumentos, já ia aprovar a proposta quando, um sábio rato falou:
- Antes de votarmos, peço-lhe que saia detrás do púlpito e dê uma voltinha aqui em frente. O ratinho, a contragosto, viu-se obrigado a fazer o que lhe pedira o sábio. Para espanto geral,
diante da platéia, desfilou, sem graça, um ratinho aleijado que não tinha rabo…
(La Fontainne – Adaptação)
Moral da história

Quem não possui as qualidades dos amigos apresenta falsos argumentos para convencê-los a
se tornarem iguais a ele nos seus defeitos e incapacidades. Cuidado com os ratos sem rabo
que estão perto de você.

FELICIDADE REALISTA

FELICIDADE REALISTA
Por Mário Quintana


FelicidadeA princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote
louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser
magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema:
queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor.. não basta termos alguém com quem podemos
conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar
pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente
apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes
inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos
sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o
que dá ver tanta televisão.

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.

Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você
pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um
parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando
se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção.
Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se
sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda,
buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e
um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato,
amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza,
instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde
só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas
desta tal competitividade.

Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as
regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo.

Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a
felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir
embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não
sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.
Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade…

Mensagem de Raimundo Bezerra Filho

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Feliz Natal e Próspero Ano Novo – Samuel e Mônica Araripe

“Natal é um tempo de reflexão. Um tempo para pararmos um pouco e pensar nos nossos semelhantes. Tempo de ver que o Natal é bem mais que a ambição de comerciantes. Natal é sobretudo, tempo de luz e de Paz. Tempo de comemorar o nascimento de uma criança que mudou toda a história da humanidade para sempre, e que as bençãos de três reis magos ainda recaem sobre nós. Natal é tempo de amor. De ver que a vida é um eterno renascimento. De perceber que nossas maiores virtudes ainda precisam e podem ser renovadas.Tempo de dar as mãos e juntos, buscar um futuro melhor para todo o nosso povo. Tempo de amar sem precisar se importar se somos amados ou não. De dar, sem esperar receber nada em troca. De recomeçar sonhos desfeitos.
De retomar esperanças naufragadas.
De velar pelo sonho dos nossos jovens, para que eles brilhem diante do mundo e sejam a continuação de nossos melhores anseios.
Natal é tempo de ser feliz! De mudar aquilo que somos, buscando sempre o melhor. De aperfeiçoar nossos mais sublimes desejos.
De pedir, conceder, atender, consentir, buscar, tolerar e sobretudo, saber perdoar !
Natal é uma época em que em todo o mundo, juntos numa só oração, aprendemos a pronunciar em uma só língua uma palavra extraordinária a todos os povos, e que mais simboliza todos os anseios da humanidade:
E esta palavra chama-se: PAZ !

Que a Paz e as bençãos desse natal se traduzam no mais pleno sorriso, e que o ano novo que se inicia, seja o mais belo de todas as nossas vidas, pleno de realizações e de Felicidade.”

São os sinceros votos de Samuel e Mônica Araripe

Mensagem para Reflexão – Por Maria Otilia

É tempo…
Reserve tempo para trabalhar
Este é o preço do êxito

Reserve tempo para pensar
Esta é a fonte do saber

Reserve tempo para divertir-se
Este é o segredo da juventude

Reserve tempo para ser amigo
Este é o caminho da felicidade

Reserve tempo para sonhar
Este é o meio de ligar uma estrela a sua vida

Reserve tempo para amar
Este é um privilégio concedido por Deus

Reserve tempo para ser útil ao próximo
Pois a vida é demasiadamente curta para sermos egoístas

Reserve tempo para sorrir

Esta é a música da alma.
LEMBRE-SE !!! Tempo é questão de preferência…

Planeje o seu tempo para festejar a renovação do nascimento de JESUS.

Apenas a vida – Por José de Arimatéa dos Santos

Foto: José de Arimatéa dos Santos
Imagem bonita cheia de vida e de verde que encanta nossos olhos e escutamos o cantar dos pássaros e o barulho dos galhos das árvores. Para mim é prazeroso está na mata e no silêncio ensurdecedor da floresta escutar o quanto a vida pode ser bem diferente em que a paz é possível e o amor entre as pessoas palpável.
E aquele barulhinho dos pássaros e as folhas que caem no chão fazendo aquele balé da vida, pois o chão do mato se transforma diuturnamente no solo fértil de muita vida e doçura.
Tanta qualidade de vida em que a poluição ainda está longe e para quem vive da mata sabe dar valor a cada centímetro de mata. Sabe de seus perigos por que o homem invade sempre com a violência de assassino da natureza. Mata o bicho, derruba as árvores e polui o rio. Que santa ignorância!
É necessário um outro olhar para a mata. Olhar de curiosidade e de contemplação. Estudar todo o ciclo da natureza para que a exploração seja de forma sustentável. Posso está delirando, mas muita comunidade na amazônia ou outro bioma nos dá aula da boa convivência com a mãe natureza.
Respeito e carinho. A mata também merece. Por que devastar um sem número de área de floresta? A vida pulsa a todo vapor nas matas e aquele clima tão peculiar das florestas nos diz muito. É microcosmo tão perfeito em que tudo funciona tão maravilhosamente.
Vale a pena pensar e viver a floresta. E está a passar da hora de mudarmos nossos conceitos e tirar das matas a riqueza, mas de uma forma mais equilibrada biologicamente em que a vida se perpetue séculos, séculos, séculos…

A aposta de Pascal ( postado por Armando Rafael)

               Quem faz Filosofia ou alguma das Ciências Exatas tem que, obrigatoriamente, estudar o pensamento de Blaise Pascal, que viveu no século XVII.
              
Brilhante desde a infância, Pascal aos 8 anos de idade estudava (com o auxílio do pai, advogado) gramática, latim, espanhol e matemática. Era um garoto excepcionalmente brilhante e, só para se ter uma ideia, com apenas 11 anos, ele reconstituiu as provas da geometria euclidiana até a Proposição 32. Aos 12 anos, compôs sozinho um tratado sobre a comunicação dos sons e, aos 16, um outro sobre as divisões cônicas.
              
Já adulto, argumentando sobre a existência de Deus, Pascal fez surgir o famoso argumento da aposta.
              
Dizem que isso aconteceu quando Pascal e seus amigos estavam discutindo pensamentos numa praça da cidade de Paris. Aqueles homens eram pensadores livres e não aceitavam a existência de Deus. Pascal era consciente disso e sabia também que eles apreciavam bastante um jogo de apostas.
              
Então, ele afirmou: “Aposto com vocês que, matematicamente falando, crer em Deus é mais lucrativo do que descrer dele.”
                “Como?” perguntou um de seus colegas.
               
               “É simples”, respondeu Pascal: “você pode, enquanto ateu, ter tudo o que um cristão possui: família, saúde, cultura, princípios etc. Enquanto ateu, você pode ainda argumentar que ninguém pode provar-lhe, com qualquer questionamento, que Deus existe. Logo, se você e um crente morrem, é possível dizer que a vida de vocês terminou num empate. Tudo o que um teve, o outro também possuía. Assim, se você estiver certo em seu ateísmo, o empate continua, pois ambos terão o mesmo fim. Porém, se o crente estiver certo, então haverá um desempate, pois não será possível que ambos desfrutem da mesma sorte diante do juízo de Deus.”

               Portanto, concluiu Pascal:
              

               Se eu creio em Deus e Deus existe, eu ganhei tudo.
               Se eu creio em Deus e Deus não existe, eu não perdi nada.
               Se eu não creio em Deus e Deus não existe, eu não ganhei nada.
               Se eu não creio em Deus e Deus existe, então eu perdi tudo.

 (Fonte: Livro “Eles criam em Deus – Biografias de cientistas e sua fé criacionista“, p. 31/34, editado. Casa Publicadora Brasileira, autor: Rodrigo P. Silva, doutor em arqueologia)

Vivências do coração – Por: Emerson Monteiro


Transitar nos setores do sentimento importa, pois, olhar os horizontes da paz no silêncio dos momentos eternos. Observar com imparcialidade os termos da experiência que todos carregam, resultado das inúmeras situações vividas e aprendidas pelo caminhar do tempo, estradas longas das oportunidades permanentes. Andar sabendo haver aqui do lado outros exemplares da mesma consciência dotados de iguais instrumentos de percepção face ao Universo maravilhoso. Nisso evitar preconceitos e chamas de egoísmo que sujeitam cedo queimar a esperança dos bons relacionamentos. Respeitar contradições que impedem reconhecimento de tudo de agradável que possuem as pessoas, vozes acesas nas companhias agradáveis a bordo, no longo percurso das jornadas individuais.

O gosto especial do alimento emocional demonstra o tempero da alma de quem deles usufruem. Os movimentos das ondas no lombo dos barcos, que explicam a melodia das águas nos hinos das celebrações, histórias, alegrias em forma de versos e perfumes, nutrição da tranquilidade dos que compreendem sonhar e caminhar próximos sem timidez.

Enquanto uns falam dos deuses, outras agem com as manias da flor da pele, impaciências, contrições e abraços rústicos, quais quem pretende dominar os minutos da força poderosa nas eras indomáveis. Querer, na marra, usufruir o prazer da perfeição nas formas físicas que fogem feito fumaças e pó. Acham aqueles motivos de satisfação em avançar os limites de seus direitos e arrancar os mistérios alheios por capricho e violência. Contudo há uma ordem maior em tudo. Tristes dos que imaginarem recriar a natureza por mérito particular quando saem quebrando as determinações do destino, qual possível fosse assim obter e escapar da justiça sagrada abrangente.

Amar pede, no íntimo, harmonia e habilidade extremas; sabedoria e valores sólidos. Exercitar práticas de virtude com a grandeza dos planaltos virgens, dimensões abertas ao sol dos dias da felicidade; isto oferece ao ritmado coração das pessoas, a cada instante, oficina de carinho e sala de aula de gentilezas. Querer bem permite aos demais também o que se deseja a si próprio. Estender mãos e colher as pérolas do presente nas bênçãos aos próximos de nós, espírito de bom humor e satisfação comum, moldes melhor da pura tranquilidade. Sabor doce vem à tona, leve nas asas dos acontecimentos, água viva que nasce das fontes da dedicação num mosteiro de luz e pavilhões, mais sadias aproximações.

Quilômetros de engarrafamento – Por: Emerson Monteiro


Início do feriadão da República e noticiários indicavam até 245 km de engarrafamentos na saída de São Paulo ao litoral, com televisões mostrando filas imensas de veículos de faróis acesos às margens do Rio Tietê. Lembrei quando vivi em Salvador, ainda na década de 70 do século anterior, e do tempo que gastava, nos finais de semana, à espera de embarcar no ferry-boat a caminho da Ilha de Itaparica, onde curtíamos horas de lazer à beira mar.

Todos, neste mundo, buscamos a salvação da alma, conceito religioso que admite existência além do tempo deste chão… Chegaremos, um dia, à santidade, na chance da perfeição absoluta de superar o limite das experiências materiais.

E ao observar o sofrimento comum a todo vivente, calculamos a perspectiva das oportunidades para crescer interiormente em face dos testes agora recebidos.
Essa prova mesma dos engarrafamentos das grandes cidades, hoje em dia, quer representar das experiências severas a que o espírito se submete, porquanto horas e horas dentro de automóveis feitos gaiolas de luxo, aguardado deslocamento milimétrico, e depois retornar sob iguais condições, não deixa de comprimir a paciência da alma ao extremo, lição importante de constrangimento e realidade, no apuro das naturezas dos indivíduos.

Habitantes de metrópoles, eles sofrem miséria no sentido de sobreviver às oportunidades restritas, nessa escola aberta dos aglomerados e moradias reduzidas; nas arbitrariedades artificiais do sistema rígido das calçadas de ferro e cimento; em fábricas desumanas, mecânicas, automáticas; no atrito entre as pessoas; nos transportes abarrotados; na solidão das multidões indiferentes; nos descansos esfumaçados e tristes das janelas escuras; universo melancólico de jornadas industriais que parecem nunca revelar finais possíveis.

Santos em potencial são todos, contudo há os que adiantam o carro mediante respostas sábias à gravidade dos bloqueios e traumas das histórias grupais, sem um jeito melhor quase hora nenhuma. E lembrar, ainda, o quanto padecem das ingratidões de semelhantes que explodem desencantados, no decorrer do processo coletivo de evoluir, nas manadas reunidas e saraus barulhentos das noites aflitas.

Tudo isso lembra, pois, o tanto necessário aos dias felizes, no itinerário do drama que guarda em si as sempiternas esperanças dos dias quando, suaves, as ruas do destino ofereçam instantes de deslocamentos harmoniosos e justos.

MENSAGEM PARA UMA REFLEXÃO -Por Maria Otilia


O Vendedor de balões

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse. Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.
Havia ali perto um menino negro. Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.
Todos foram subindo até sumirem de vista. O menino, de olhar atento, seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas… Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto. Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:
- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.

Anthony de Mello.

QUANTO AINDA TEREMOS QUE APRENDER NESTA VIDA? – Por Vicente Almeida

Esta cadelinha nasceu somente com as patas traseiras na véspera do natal de 2002.

Desta forma, não conseguia andar, e foi rejeitado por sua mãe. 

Como sempre acontece no reino animal, quando um filhote nasce com deformações físicas, os pais o julgam incapacitados para a vida e o abandonam, então ele morre por não ter quem o alimente. Assim também acontece em algumas das nossas tribos indígenas.
 

No caso desta cadelinha, abandonada pela mãe, foi também rejeitada pelo seu dono. Ele considerou que como ela jamais poderia andar, não lhe seria útil e deveria sacrificá-la, isto é: “Fazê-la dormir para sempre”….

Pela força que rege os destinos, quando a professora Jude Stringfellow conheceu-a raquítica e subnutrida, ficou penalizada e cheia de amor. 
Rogou que não a sacrificasse pois queria ficar com ela. Passou a alimentá-la como faria uma mãe determinada. Estava decidida a salvá-la a qualquer custo, ensiná-la e treiná-la para andar por si só.

Esta opção mudou a vida desses dois seres. A Jude acreditava que só precisava de um pouco de FÉ. Por isso lhe deu o nome de “Faith” (= FÉ).

Iniciou colocando-a numa prancha de skate, para que sentisse o movimento. E para que se levantasse e saltasse apenas nas duas patas, usou como recompensa para atraí-la, manteiga de amendoim

Ao final de apenas 6 meses,  “FÉ” aprendeu a equilibrar-se nas pernas traseiras, e a saltar para a frente. E assim com mais algum tempo aprendeu a caminhar como nós.

Hoje, aonde quer que  ela vá, é palco de muita atenção, atrai sobre si todos os olhares, e já tornou-se famosa no cenário internacional.

 Às vezes passeia sozinha

 Pousando para fotos

 
Acompanhando sua mãe adotiva nos passeios

Despertando alegria e emoção aos transeuntes

As vezes surpresa e emoção para outros

Confabulando com um amigo











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Você acha que já viu tudo? Agora veja este vídeo e poderá até ver como uma atração, mas na verdade devemos olhar para elas (adotante e adotada) como quem veio para nos proporcionar uma grande lição de vida


  
Isto mostra que mesmo sem um corpo perfeito, se pode ter uma alma perfeita. Aliás, em muitos casos no ser humano, a imperfeição do corpo, revela simplesmente a perfeição da alma. Por isto sempre encontramos pessoas imperfeitas fisicamente, que nos dão verdadeiras aulas de amor e gratidão. A isto chamamos FÉ.

No caso desta cadelinha, devemos procurar entender qual a mensagem que Deus quer nos transmitir. Ele sempre fala conosco usando os meios mais próximos da nossa compreensão, nós é que não queremos ver nem ouvir.

Desejo 
de coração, que esta postagem leve às pessoas, mais uma nova maneira de pensar e ver as criaturas que Deus coloca em nossos caminhos, e possam sentir e agradecer cada novo dia como uma benção, pois sempre encontraremos uma continua manifestação do amor. É só querer ver.

Imagens e vídeo colhidos na internet

Tenha um ótimo domingo.

Aceitação – Por: Emerson Monteiro

… Uma reação igual e em sentido contrário, princípio da Lei de Ação e Reação. Depois que acontecer de pisar na bola, cabe aceitar as consequências. Conciliar as respostas naturais em relação aos atos de seguir em frente, atitude por demais justa consigo mesmo, ser falível no estado atual. Caso diferente, agiria como que treme diante das circunstâncias, o que nada representaria em termos de racionalidade; o errar só para não dar a mão à palmatória.

Baixar a cabeça depois que falhar nas escolhas das ações, ainda que pela ignorância de conhecer o jeito exato de cumprir o papel perante a vida, eis o modo espontâneo de se render às evidências. Levantar a cabeça pode reduzir os prejuízos e abrir um espaço de perdão dentro da gente, isto no sentido de evitar danos à saúde física e abrir mão das vaidades; deixar de lado a suposição antiga de se ser senhor absoluto da razão.

Quantas e tantas vezes o errar humano pisar no território da solidão… Contar apenas com os elementos de quem ousa sonhar demasiado com a perfeição e cai da cama… Se achar acima do bem e do mal, quando Deus impera acima dos seres menores, Sua criação apenas… Nós, os viventes…

Viver a vida sem se punir a todo instante… Quando o sucesso domina a cena, as pessoas vibram de euforia. No entanto, perante as cobranças dos erros, afundam na lama quais juízes impiedosos de si, cruéis parceiros da autovingança. E dói e mata e pune contra as ordens mínimas da compaixão.

Aceitar a condição de relativos nas malhas humanas; admitir a retratação, invés das normas rígidas do combate interno às inferioridades, doutores de leis impiedosas e totalitárias. Persistir vivos para preservar a espécie dos aprendizes, senhores da fé nos dias melhores. Render homenagem ao impossível, em noites e dias sempre adoráveis. Ninguém é o senhor do destino além do Poder superior aos poderes limitados deste mundo. Existe o conceito da religiosidade natural que demonstra ordens eternas que a tudo comanda.

Haverá meios de reagir às trevas, aos tombos, às turras, atabalhoadamente… Haverá, sim; nenhuma dúvida resta. Creio, entretanto, significar apenas desespero e frustração assumir o erro e querer eliminar à força as consequências, modos de desencontrados exércitos perdidos em retiradas infames, que as histórias contam. Que glória há nas perdidas as ilusões? Também as personagens individuais, que andam pelas ruas, equivalem aos exércitos de si próprios, por vezes batendo cabeça em jornadas dolorosas. O fazer nesses instantes pede alternativas de sabedoria. De deixar de lado os valores equivocados e marchar firmes para os verdes campos da satisfação interior, no amar e se amar quais motivos da experiência, esquecendo vícios e abandonos, mágoas e rancores. Sorrir aos instantes menos felizes, que somem e deixam o perfume da solidariedade, resposta indiscutível de viver bem.

ESPELHO – Mahatma Gandhi


Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos. Ele respondeu:

A Política, sem princípios;
O Prazer, sem compromisso;
A Riqueza, sem trabalho;
A Sabedoria, sem caráter;
Os negócios, sem moral;
A Ciência, sem humanidade;
A Oração, sem caridade.

A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis, se eu sou amável,

Que as pessoas são tristes, se estou triste,
Que todos me querem, se eu os quero,
Que todos são ruins, se eu os odeio,
Que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio,
Que há faces amargas, se eu sou amargo,
Que o mundo está feliz, se eu estou feliz,
Que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva,
Que as pessoas são gratas, se eu sou grato.

A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta. A atitude que eu tome perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim.

“Quem quer ser amado, ame”

Enviado pelo amigo Raimundo Nonato Rodrigues.
Blog do Sanharol

ESPELHO – Mahatma Gandhi


Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos. Ele respondeu:

A Política, sem princípios;
O Prazer, sem compromisso;
A Riqueza, sem trabalho;
A Sabedoria, sem caráter;
Os negócios, sem moral;
A Ciência, sem humanidade;
A Oração, sem caridade.

A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis, se eu sou amável,

Que as pessoas são tristes, se estou triste,
Que todos me querem, se eu os quero,
Que todos são ruins, se eu os odeio,
Que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio,
Que há faces amargas, se eu sou amargo,
Que o mundo está feliz, se eu estou feliz,
Que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva,
Que as pessoas são gratas, se eu sou grato.

A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta. A atitude que eu tome perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim.

“Quem quer ser amado, ame”

Enviado pelo amigo Raimundo Nonato Rodrigues.
Blog do Sanharol

O valor da Opinião Pública – Por: Dihelson Mendonça


“Um agricultor pobre, a exemplo de todos os outros da sua aldeia, vivia cansado de carregar grandes fardos de feno. Fez isso por muito tempo, até que finalmente decidiu comprar uma mula para que o ajudasse nas árduas tarefas cotidianas, o que logo despertou a inveja dos outros aldeões. Dotado de grande força de vontade, poupou dinheiro por anos a fio, além de diversos outros sacrifícios, finalmente conseguindo o bastante para ir até a cidade grande, onde adquiriu um maravilhoso e corpulento animal como nunca se havia visto por aquelas bandas.

De volta à sua aldeia, passeava contente com a nova aquisição, até que passando por um grupo de pessoas, estas começaram a zombar, dizendo: “Mas que homem tolo, comprou uma mula manca e feia!”. Entristeceu-se com as zombarias, mas prosseguiu no seu caminho. Mais adiante, encontrou algumas crianças que ficaram rindo da cor do animal. Ainda mais à frente, encontrou um grupo de senhoras idosas que se puseram a comentar entre si: “Se este homem fosse realmente inteligente, teria poupado para adquirir um trator, ao invés de uma mula”.

Ficando visivelmente aborrecido com os comentários do povo, além das muitas galhofas que se seguiram, o agricultor, tomado por um acesso de fúria, levou a mula até o alto de uma montanha e atirou-a num grande precipício, matando o infeliz animal. De volta ao trabalho, continuou com a antiga rotina miserável, carregando no próprio lombo, a carga que antes seria destinada à mula. Não havia ainda caminhado por 100 metros, quando ouviu um transeunte falando para outro:

“Este que aí vai passando, é o louco que foi até a cidade, comprou uma bela mula, e jogou-a no precipício sem motivo algum, preferindo ele mesmo carregar a carga nas costas”.

Moral da História:

Quem dá ouvidos à opinião pública, vive refém da língua do povo.
Nunca dê ouvidos a quem não gosta de ti. Os invejosos jamais estarão interessados no teu bem-estar. O termômetro do nosso sucesso sempre será a inveja dos descontentes. Opinião é como “ânus”; Cada um tem o seu, mas só reclamam da catinga alheia…”

Autor: Dihelson Mendonça


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HOMENAGEM DA SEMANA


CORREINHA

O Chapada do Araripe presta homenagens a um dos maiores mestres da cultura popular que faleceu em Crato recentemente, Francisco Correia de Lima, o Correinha, artista de várias linguagens atuante no município do Crato. Mestre Correinha nasceu no município de farias Brito no dia 14 de fevereiro de 1940, mas era um amante inveterado do Crato, município ao qual costumava fazer referências em suas canções. Talvez por não ter tido seu nome incluído nas listas anuais de mestres reconhecidos pelo Governo do Estado desde 2004, mestre Correinha tenha sido sepultado em meio a homenagens comoventes de moradores do município, mas, como ressaltaram amigos e familiares, sem o devido destaque por parte do Poder Público. Situação destacada durante a sua missa de corpo presente, enriquecida pelo acordeon de Hugo Linard, com quem Correinha gravou recentemente, 15 canções que agora constituem o último registro de sua obra. Segundo o próprio Hugo Linard, as canções registradas nesse último trabalho de Correinha em estúdio são, na maioria, inéditas. ´Ele gravou também ´Belezas do Crato´, mas as outras não tinham registro´, diz, citando canções como ´Coisas do meu sertão´, ´Exaltação a Barbalha´, ´Crato de Açúcar´ e ´Meu Cariri´ e ´Balanceio´. ´Fazia tempo que a gente tava cutucando ele, dizendo que ele tinha que gravar de novo. Ele fez dois compactos e outros discos, no tempo do vinil, além de vários cordéis´. Hugo Linard chama atenção para aspectos peculiares da trajetória de Correinha. ´Ele mantinha um bar aqui no Crato e ainda trabalhava como agente carcerário. Era tão querido que os presos pediram à família por ocasião do seu velório, para deixar um pouco o corpo dele lá na cadeia, para eles o homenagearem´.
Dalwton Moura

Jornal do Vicelmo

Todos os dias na Rádio Chapada do Araripe - Internet, a partir das 07:00, ouça o Jornal do Cariri com Antonio Vicelmo. O Jornal é retransmitido da Rádio Educadora do Cariri em tempo real. Você pode ouvir o programa através da nossa imensa rede de Blogs e websites. Alguns programas antigos estão disponíveis no nosso website Jornal do Vicelmo.

AUXÍLIO À LISTA

Dicas de Filmes



Por trás de todo o grande homem se esconde um professor, e isso era certamente verdade para Bruce Lee que aclamava como seu mentor um expert em artes marciais chamado Ip Man. Um gênio do Wushu (ou a escola de artes marciais da China), Ip Man cresceu numa China recentemente despedaçada pelo ódio racial, radicalismo nacionalista e pela Guerra. Ele ressurgiu como uma Fênix das Cinzas graças à suas participações em lutas contra vários mestres Wushu e lutadores de kung-fu - finalmente treinando icones de artes marciais como Bruce Lee. Esta cinebiografia do diretor Wilson Yip mostra a história da vida de Ip.

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