O RATO SEM RABO
Mensagens sábado, 14 jan 2012, 07:49 | 0 Comentários
Os ratos estavam reunidos para discutir seus assuntos. No púlpito, um ratinho submetia à votação da assembléia sua proposta: – Todos os ratos devem cortar seus rabos! Vejam os benefícios que esta inteligente medida nos trará:.
1º Quando fugimos do gato é justamente pelo rabo que ele nos prende com suas garras.
2º Quando a ratoeira dispara e tentamos fugir, normalmente, ficamos presos pelo rabo.
3º Quando fugimos, temos que arrastar conosco nosso rabo. Sem ele seríamos mais velozes.
4º Com freqüência encontrarmos farpas de madeira que se enterram em nosso rabo causando a morte.
5º Nosso rabo pesa 1/5 do nosso corpo. Sem ele poderíamos comer 1/5 a menos!
6º Para subir as paredes gastaríamos menos energia sem o peso do rabo.
- Antes de votarmos, peço-lhe que saia detrás do púlpito e dê uma voltinha aqui em frente. O ratinho, a contragosto, viu-se obrigado a fazer o que lhe pedira o sábio. Para espanto geral,
diante da platéia, desfilou, sem graça, um ratinho aleijado que não tinha rabo…
(La Fontainne – Adaptação)
se tornarem iguais a ele nos seus defeitos e incapacidades. Cuidado com os ratos sem rabo
que estão perto de você.
FELICIDADE REALISTA
Literatura, Mensagens quinta-feira, 5 jan 2012, 10:22 | 0 ComentáriosFELICIDADE REALISTA
Por Mário Quintana
A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote
louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser
magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema:
queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor.. não basta termos alguém com quem podemos
conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar
pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente
apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes
inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos
sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o
que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você
pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um
parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando
se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção.
Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se
sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda,
buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e
um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato,
amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza,
instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde
só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas
desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as
regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo.
Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a
felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir
embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não
sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.
Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade…
Feliz Natal e Próspero Ano Novo – Samuel e Mônica Araripe
Mensagens sábado, 24 dez 2011, 23:46 | 0 Comentários
De retomar esperanças naufragadas.
De velar pelo sonho dos nossos jovens, para que eles brilhem diante do mundo e sejam a continuação de nossos melhores anseios.
Natal é tempo de ser feliz! De mudar aquilo que somos, buscando sempre o melhor. De aperfeiçoar nossos mais sublimes desejos.
De pedir, conceder, atender, consentir, buscar, tolerar e sobretudo, saber perdoar !
Natal é uma época em que em todo o mundo, juntos numa só oração, aprendemos a pronunciar em uma só língua uma palavra extraordinária a todos os povos, e que mais simboliza todos os anseios da humanidade:
E esta palavra chama-se: PAZ !
Que a Paz e as bençãos desse natal se traduzam no mais pleno sorriso, e que o ano novo que se inicia, seja o mais belo de todas as nossas vidas, pleno de realizações e de Felicidade.”
São os sinceros votos de Samuel e Mônica Araripe
Mensagem para Reflexão – Por Maria Otilia
Mensagens domingo, 18 dez 2011, 21:47 | 0 ComentáriosReserve tempo para trabalhar
Este é o preço do êxito

Reserve tempo para pensar
Esta é a fonte do saber
Reserve tempo para divertir-se
Este é o segredo da juventude
Reserve tempo para ser amigo
Este é o caminho da felicidade
Reserve tempo para sonhar
Este é o meio de ligar uma estrela a sua vida
Reserve tempo para amar
Este é um privilégio concedido por Deus
Reserve tempo para ser útil ao próximo
Pois a vida é demasiadamente curta para sermos egoístas
Reserve tempo para sorrir
LEMBRE-SE !!! Tempo é questão de preferência…
Apenas a vida – Por José de Arimatéa dos Santos
Mensagens sábado, 10 dez 2011, 07:28 | 0 Comentários| Foto: José de Arimatéa dos Santos |
A aposta de Pascal ( postado por Armando Rafael)
Mensagens segunda-feira, 5 dez 2011, 13:55 | 0 Comentários“Como?” perguntou um de seus colegas.
“É simples”, respondeu Pascal: “você pode, enquanto ateu, ter tudo o que um cristão possui: família, saúde, cultura, princípios etc. Enquanto ateu, você pode ainda argumentar que ninguém pode provar-lhe, com qualquer questionamento, que Deus existe. Logo, se você e um crente morrem, é possível dizer que a vida de vocês terminou num empate. Tudo o que um teve, o outro também possuía. Assim, se você estiver certo em seu ateísmo, o empate continua, pois ambos terão o mesmo fim. Porém, se o crente estiver certo, então haverá um desempate, pois não será possível que ambos desfrutem da mesma sorte diante do juízo de Deus.”
Portanto, concluiu Pascal:
Se eu creio em Deus e Deus não existe, eu não perdi nada.
Se eu não creio em Deus e Deus não existe, eu não ganhei nada.
Se eu não creio em Deus e Deus existe, então eu perdi tudo.
(Fonte: Livro “Eles criam em Deus – Biografias de cientistas e sua fé criacionista“, p. 31/34, editado. Casa Publicadora Brasileira, autor: Rodrigo P. Silva, doutor em arqueologia)
Vivências do coração – Por: Emerson Monteiro
Mensagens sábado, 3 dez 2011, 15:02 | 0 Comentários
Transitar nos setores do sentimento importa, pois, olhar os horizontes da paz no silêncio dos momentos eternos. Observar com imparcialidade os termos da experiência que todos carregam, resultado das inúmeras situações vividas e aprendidas pelo caminhar do tempo, estradas longas das oportunidades permanentes. Andar sabendo haver aqui do lado outros exemplares da mesma consciência dotados de iguais instrumentos de percepção face ao Universo maravilhoso. Nisso evitar preconceitos e chamas de egoísmo que sujeitam cedo queimar a esperança dos bons relacionamentos. Respeitar contradições que impedem reconhecimento de tudo de agradável que possuem as pessoas, vozes acesas nas companhias agradáveis a bordo, no longo percurso das jornadas individuais.
O gosto especial do alimento emocional demonstra o tempero da alma de quem deles usufruem. Os movimentos das ondas no lombo dos barcos, que explicam a melodia das águas nos hinos das celebrações, histórias, alegrias em forma de versos e perfumes, nutrição da tranquilidade dos que compreendem sonhar e caminhar próximos sem timidez.
Enquanto uns falam dos deuses, outras agem com as manias da flor da pele, impaciências, contrições e abraços rústicos, quais quem pretende dominar os minutos da força poderosa nas eras indomáveis. Querer, na marra, usufruir o prazer da perfeição nas formas físicas que fogem feito fumaças e pó. Acham aqueles motivos de satisfação em avançar os limites de seus direitos e arrancar os mistérios alheios por capricho e violência. Contudo há uma ordem maior em tudo. Tristes dos que imaginarem recriar a natureza por mérito particular quando saem quebrando as determinações do destino, qual possível fosse assim obter e escapar da justiça sagrada abrangente.
Amar pede, no íntimo, harmonia e habilidade extremas; sabedoria e valores sólidos. Exercitar práticas de virtude com a grandeza dos planaltos virgens, dimensões abertas ao sol dos dias da felicidade; isto oferece ao ritmado coração das pessoas, a cada instante, oficina de carinho e sala de aula de gentilezas. Querer bem permite aos demais também o que se deseja a si próprio. Estender mãos e colher as pérolas do presente nas bênçãos aos próximos de nós, espírito de bom humor e satisfação comum, moldes melhor da pura tranquilidade. Sabor doce vem à tona, leve nas asas dos acontecimentos, água viva que nasce das fontes da dedicação num mosteiro de luz e pavilhões, mais sadias aproximações.
Quilômetros de engarrafamento – Por: Emerson Monteiro
Mensagens quarta-feira, 16 nov 2011, 14:53 | 0 Comentários
Início do feriadão da República e noticiários indicavam até 245 km de engarrafamentos na saída de São Paulo ao litoral, com televisões mostrando filas imensas de veículos de faróis acesos às margens do Rio Tietê. Lembrei quando vivi em Salvador, ainda na década de 70 do século anterior, e do tempo que gastava, nos finais de semana, à espera de embarcar no ferry-boat a caminho da Ilha de Itaparica, onde curtíamos horas de lazer à beira mar.
Todos, neste mundo, buscamos a salvação da alma, conceito religioso que admite existência além do tempo deste chão… Chegaremos, um dia, à santidade, na chance da perfeição absoluta de superar o limite das experiências materiais.
E ao observar o sofrimento comum a todo vivente, calculamos a perspectiva das oportunidades para crescer interiormente em face dos testes agora recebidos.
Essa prova mesma dos engarrafamentos das grandes cidades, hoje em dia, quer representar das experiências severas a que o espírito se submete, porquanto horas e horas dentro de automóveis feitos gaiolas de luxo, aguardado deslocamento milimétrico, e depois retornar sob iguais condições, não deixa de comprimir a paciência da alma ao extremo, lição importante de constrangimento e realidade, no apuro das naturezas dos indivíduos.
Habitantes de metrópoles, eles sofrem miséria no sentido de sobreviver às oportunidades restritas, nessa escola aberta dos aglomerados e moradias reduzidas; nas arbitrariedades artificiais do sistema rígido das calçadas de ferro e cimento; em fábricas desumanas, mecânicas, automáticas; no atrito entre as pessoas; nos transportes abarrotados; na solidão das multidões indiferentes; nos descansos esfumaçados e tristes das janelas escuras; universo melancólico de jornadas industriais que parecem nunca revelar finais possíveis.
Santos em potencial são todos, contudo há os que adiantam o carro mediante respostas sábias à gravidade dos bloqueios e traumas das histórias grupais, sem um jeito melhor quase hora nenhuma. E lembrar, ainda, o quanto padecem das ingratidões de semelhantes que explodem desencantados, no decorrer do processo coletivo de evoluir, nas manadas reunidas e saraus barulhentos das noites aflitas.
Tudo isso lembra, pois, o tanto necessário aos dias felizes, no itinerário do drama que guarda em si as sempiternas esperanças dos dias quando, suaves, as ruas do destino ofereçam instantes de deslocamentos harmoniosos e justos.
MENSAGEM PARA UMA REFLEXÃO -Por Maria Otilia
Mensagens sábado, 12 nov 2011, 10:05 | 0 Comentários
O Vendedor de balõesHavia ali perto um menino negro. Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.
Todos foram subindo até sumirem de vista. O menino, de olhar atento, seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas… Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto. Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:
- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.
Anthony de Mello.
QUANTO AINDA TEREMOS QUE APRENDER NESTA VIDA? – Por Vicente Almeida
Mensagens sábado, 12 nov 2011, 09:57 | 0 ComentáriosEsta cadelinha nasceu somente com as patas traseiras na véspera do natal de 2002.
Desta forma, não conseguia andar, e foi rejeitado por sua mãe.
Como sempre acontece no reino animal, quando um filhote nasce com deformações físicas, os pais o julgam incapacitados para a vida e o abandonam, então ele morre por não ter quem o alimente. Assim também acontece em algumas das nossas tribos indígenas.
No caso desta cadelinha, abandonada pela mãe, foi também rejeitada pelo seu dono. Ele considerou que como ela jamais poderia andar, não lhe seria útil e deveria sacrificá-la, isto é: “Fazê-la dormir para sempre”….
Rogou que não a sacrificasse pois queria ficar com ela. Passou a alimentá-la como faria uma mãe determinada. Estava decidida a salvá-la a qualquer custo, ensiná-la e treiná-la para andar por si só.
Iniciou colocando-a numa prancha de skate, para que sentisse o movimento. E para que se levantasse e saltasse apenas nas duas patas, usou como recompensa para atraí-la, manteiga de amendoim
Hoje, aonde quer que ela vá, é palco de muita atenção, atrai sobre si todos os olhares, e já tornou-se famosa no cenário internacional.
Acompanhando sua mãe adotiva nos passeios
Confabulando com um amigo
Isto mostra que mesmo sem um corpo perfeito, se pode ter uma alma perfeita. Aliás, em muitos casos no ser humano, a imperfeição do corpo, revela simplesmente a perfeição da alma. Por isto sempre encontramos pessoas imperfeitas fisicamente, que nos dão verdadeiras aulas de amor e gratidão. A isto chamamos FÉ.
No caso desta cadelinha, devemos procurar entender qual a mensagem que Deus quer nos transmitir. Ele sempre fala conosco usando os meios mais próximos da nossa compreensão, nós é que não queremos ver nem ouvir.
Desejo de coração, que esta postagem leve às pessoas, mais uma nova maneira de pensar e ver as criaturas que Deus coloca em nossos caminhos, e possam sentir e agradecer cada novo dia como uma benção, pois sempre encontraremos uma continua manifestação do amor. É só querer ver.
Imagens e vídeo colhidos na internet
Tenha um ótimo domingo.
Aceitação – Por: Emerson Monteiro
Mensagens sábado, 12 nov 2011, 08:43 | 0 Comentários
… Uma reação igual e em sentido contrário, princípio da Lei de Ação e Reação. Depois que acontecer de pisar na bola, cabe aceitar as consequências. Conciliar as respostas naturais em relação aos atos de seguir em frente, atitude por demais justa consigo mesmo, ser falível no estado atual. Caso diferente, agiria como que treme diante das circunstâncias, o que nada representaria em termos de racionalidade; o errar só para não dar a mão à palmatória.
Baixar a cabeça depois que falhar nas escolhas das ações, ainda que pela ignorância de conhecer o jeito exato de cumprir o papel perante a vida, eis o modo espontâneo de se render às evidências. Levantar a cabeça pode reduzir os prejuízos e abrir um espaço de perdão dentro da gente, isto no sentido de evitar danos à saúde física e abrir mão das vaidades; deixar de lado a suposição antiga de se ser senhor absoluto da razão.
Quantas e tantas vezes o errar humano pisar no território da solidão… Contar apenas com os elementos de quem ousa sonhar demasiado com a perfeição e cai da cama… Se achar acima do bem e do mal, quando Deus impera acima dos seres menores, Sua criação apenas… Nós, os viventes…
Viver a vida sem se punir a todo instante… Quando o sucesso domina a cena, as pessoas vibram de euforia. No entanto, perante as cobranças dos erros, afundam na lama quais juízes impiedosos de si, cruéis parceiros da autovingança. E dói e mata e pune contra as ordens mínimas da compaixão.
Aceitar a condição de relativos nas malhas humanas; admitir a retratação, invés das normas rígidas do combate interno às inferioridades, doutores de leis impiedosas e totalitárias. Persistir vivos para preservar a espécie dos aprendizes, senhores da fé nos dias melhores. Render homenagem ao impossível, em noites e dias sempre adoráveis. Ninguém é o senhor do destino além do Poder superior aos poderes limitados deste mundo. Existe o conceito da religiosidade natural que demonstra ordens eternas que a tudo comanda.
Haverá meios de reagir às trevas, aos tombos, às turras, atabalhoadamente… Haverá, sim; nenhuma dúvida resta. Creio, entretanto, significar apenas desespero e frustração assumir o erro e querer eliminar à força as consequências, modos de desencontrados exércitos perdidos em retiradas infames, que as histórias contam. Que glória há nas perdidas as ilusões? Também as personagens individuais, que andam pelas ruas, equivalem aos exércitos de si próprios, por vezes batendo cabeça em jornadas dolorosas. O fazer nesses instantes pede alternativas de sabedoria. De deixar de lado os valores equivocados e marchar firmes para os verdes campos da satisfação interior, no amar e se amar quais motivos da experiência, esquecendo vícios e abandonos, mágoas e rancores. Sorrir aos instantes menos felizes, que somem e deixam o perfume da solidariedade, resposta indiscutível de viver bem.
ESPELHO – Mahatma Gandhi
Mensagens terça-feira, 8 nov 2011, 11:16 | 0 ComentáriosA Política, sem princípios;
O Prazer, sem compromisso;
A Riqueza, sem trabalho;
A Sabedoria, sem caráter;
Os negócios, sem moral;
A Ciência, sem humanidade;
A Oração, sem caridade.
Que as pessoas são tristes, se estou triste,
Que todos me querem, se eu os quero,
Que todos são ruins, se eu os odeio,
Que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio,
Que há faces amargas, se eu sou amargo,
Que o mundo está feliz, se eu estou feliz,
Que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva,
Que as pessoas são gratas, se eu sou grato.
“Quem quer ser amado, ame”
Enviado pelo amigo Raimundo Nonato Rodrigues.
Blog do Sanharol
ESPELHO – Mahatma Gandhi
Mensagens terça-feira, 8 nov 2011, 11:16 | 0 ComentáriosA Política, sem princípios;
O Prazer, sem compromisso;
A Riqueza, sem trabalho;
A Sabedoria, sem caráter;
Os negócios, sem moral;
A Ciência, sem humanidade;
A Oração, sem caridade.
Que as pessoas são tristes, se estou triste,
Que todos me querem, se eu os quero,
Que todos são ruins, se eu os odeio,
Que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio,
Que há faces amargas, se eu sou amargo,
Que o mundo está feliz, se eu estou feliz,
Que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva,
Que as pessoas são gratas, se eu sou grato.
“Quem quer ser amado, ame”
Enviado pelo amigo Raimundo Nonato Rodrigues.
Blog do Sanharol
O valor da Opinião Pública – Por: Dihelson Mendonça
Mensagens domingo, 6 nov 2011, 11:44 | 0 Comentários
“Um agricultor pobre, a exemplo de todos os outros da sua aldeia, vivia cansado de carregar grandes fardos de feno. Fez isso por muito tempo, até que finalmente decidiu comprar uma mula para que o ajudasse nas árduas tarefas cotidianas, o que logo despertou a inveja dos outros aldeões. Dotado de grande força de vontade, poupou dinheiro por anos a fio, além de diversos outros sacrifícios, finalmente conseguindo o bastante para ir até a cidade grande, onde adquiriu um maravilhoso e corpulento animal como nunca se havia visto por aquelas bandas.
De volta à sua aldeia, passeava contente com a nova aquisição, até que passando por um grupo de pessoas, estas começaram a zombar, dizendo: “Mas que homem tolo, comprou uma mula manca e feia!”. Entristeceu-se com as zombarias, mas prosseguiu no seu caminho. Mais adiante, encontrou algumas crianças que ficaram rindo da cor do animal. Ainda mais à frente, encontrou um grupo de senhoras idosas que se puseram a comentar entre si: “Se este homem fosse realmente inteligente, teria poupado para adquirir um trator, ao invés de uma mula”.
Ficando visivelmente aborrecido com os comentários do povo, além das muitas galhofas que se seguiram, o agricultor, tomado por um acesso de fúria, levou a mula até o alto de uma montanha e atirou-a num grande precipício, matando o infeliz animal. De volta ao trabalho, continuou com a antiga rotina miserável, carregando no próprio lombo, a carga que antes seria destinada à mula. Não havia ainda caminhado por 100 metros, quando ouviu um transeunte falando para outro:
“Este que aí vai passando, é o louco que foi até a cidade, comprou uma bela mula, e jogou-a no precipício sem motivo algum, preferindo ele mesmo carregar a carga nas costas”.
Moral da História:
Quem dá ouvidos à opinião pública, vive refém da língua do povo.
Nunca dê ouvidos a quem não gosta de ti. Os invejosos jamais estarão interessados no teu bem-estar. O termômetro do nosso sucesso sempre será a inveja dos descontentes. Opinião é como “ânus”; Cada um tem o seu, mas só reclamam da catinga alheia…”
Autor: Dihelson Mendonça
Para que servem os desafios – Emerson Monteiro
Mensagens domingo, 16 out 2011, 10:20 | 0 Comentários
Nas condições dos momentos, à frente das portas de sempre, em qualquer lugar, ou diante das ordens do espaço de viver, ninguém passa pela vida longe de enfrentar limites e desafios. Porteiras abertas da criatividade, transações de aproveitar o tempo, cabe aos indivíduos a epopéia das horas ligeiras de experimentar as oportunidades e conhecer os meandros da natureza mãe que morar em si.
O que parece filosofia, na realidade anda um pouco mais. Mostra, sim, que encarar a viagem através das pedras do desconhecido servirá de orientação a fim de observar o mistério espalhado na paisagem da chamada existência. Ninguém representa só passageiro inútil desfilando nas malhas de impunidade… Os mínimos aspectos dessa estrada abrem-se aos seres fantásticos que habitam nossa espécie, desde mulas sem cabeça a sacis impertinentes, a título da imaginação inesgotável e aos pedidos de compreender o enigma dessas ocasiões sucessivas.
Um olhar fixo dentro da gente, a luz da Consciência, demonstra responsabilidades imensas diante dos caminhos da salvação trazidos nesse território. Há sentido nas visões da janela do trem, que desenvolve velocidade quase acima das nossas forças, enquanto o conhecimento de aproveitar ao máximo o percurso desliza no vento. Invés de querer definir para dominar, deixar entrar, nos cômodos da alma, o hálito rico do inesperado, das boas práticas da liberdade, no sonho intenso de manter abertos os olhos de enxergar as maravilhas.
Isto com a paciência das crianças e dos santos… Saber suportar o calor de lutas, às algumas vezes inglórias, no furor das tempestades, lições necessárias ao desapego de valores inúteis, na poeira que esvoaça e dobra nas curvas do destino.
Bom, falar de paciência e infinitude jamais esgota o assunto, senão perder-se-ia dos próprios nomes. Saber ler nas entrelinhas das palavras que querem dizer coragem. Paciência inesgotável, pois.
E, nisso, amar acima de tudo… Amar todos, independente de credo ou cor… Amar, na simplicidade incondicional dos sábios, ao Sol das religiões e das vivências da esperança.
Para, depois, lembrar com alegria os instantes do roteiro quando assistíamos aos melhores filmes na sala surpreendente das histórias coletivas, ao sabor do eterno. Aceitar as imposições e os bloqueios quais respostas às ações do que produziu em face desses desafios. Preparar, no instante atual, o que as leis do bem querer ofertam logo em seguida aos praticados. A quem quer bondade, que plante a semente no coração das pessoas que, juntas de nós, andam na perene estrada do Infinito, nisto se acha o resumo das escolas do saber.
Filhos, dádivas de Deus – Por Magali de Figueiredo Esmeraldo
Mensagens terça-feira, 11 out 2011, 10:05 | 0 Comentários
Muitos pais e mães esquecem dos valores morais recebidos de suas famílias na infância e adolescência. E criam seus filhos bem distantes do mais importante na educação, que é a formação integral. A responsabilidade dos pais é preparar o homem como um todo, sem separar o corpo da alma. Será incompleta a orientação dos filhos, se os pais se preocuparem somente com a formação física, intelectual e social, esquecendo de incutir nos filhos o amor e o respeito ao próximo, a honestidade, a ausência de preconceito e discriminação de qualquer tipo. Esse conjunto de valores deve fazer parte do aprendizado das crianças, desde os primeiros anos.
Os filhos são dádivas de Deus. Portanto, os pais têm o dever de colocar na sociedade pessoas de bem para que o mundo seja transformado. Educar os filhos no amor, no diálogo é o caminho para construção de uma família ajustada e uma sociedade mais humana e mais justa. No lar onde existe tudo isso, com os pais sabendo impor limites, dizendo “não” quando necessário, com certeza se formarão adultos ajustados.
Vivemos em uma sociedade em que predomina o TER, em lugar do SER. Os meios de comunicação social através da propaganda incentivam o consumismo e levam as pessoas a acharem que a felicidade está no dinheiro, numa roupa cara, num carro do ano. Muitos para ter dinheiro e adquirir esses bens de consumo, procuram acumular riqueza desonestamente. Em consequência vemos aí uma sociedade injusta, violenta cheia de problemas: como as drogas, a corrupção e a injustiça social. Cabe aos pais darem testemunho aos filhos e colaborarem com uma sociedade onde exista justiça e paz.
De acordo com as palavras proferidas por Dom Rafael Lhano Cifuentes, Bispo Emérito de Nova Friburgo, no VII Congresso Nacional da Pastoral Familiar, realizado em Belém do Pará, em 1996: “A tarefa educacional dos filhos deve ser solidária. A firmeza e disciplina própria do homem têm que fundir-se à ternura e a amabilidade própria da mulher, de tal modo que a autoridade não parta somente do pai, e o carinho exclusivamente da mãe. A melhor pedagogia é o exemplo. Os pais devem ser para os filhos, guias que indiquem as passagens mais seguras. Têm que experimentar antes, as virtudes que os filhos devem encarar depois.“
Dom Cifuentes acrescentou ainda em sua palestra, trechos de uma carta, que um delinquente juvenil alemão enviou aos seus pais. “Porque sois fracos no bem, nos destes o nome de fortes no mal… nós vos concedemos dois decênios para nos fazerdes fortes no amor, vós porém nos fizestes fortes no mal, porque sois fracos no bem.”
A missão dos pais como colaboradores de Deus em sua infinita obra criadora é colocar no mundo pessoas honestas, ajustadas e que possam fazer os outros felizes.
Por Magali de Figueiredo Esmeraldo
UMA MENSAGEM PARA UM DIA DE DOMINGO-Por Maria Otilia
Mensagens domingo, 25 set 2011, 07:09 | 0 Comentários
Lendo a postagem de Dihelson sobre a situação da falta de políticas públicas para o Crato, encontrei um texto maravilhoso que nos faz refletir sobre as nossas atitudes e escolhas. Principalmente as nossas escolhas no cenário político. Precisamos urgentemente repensar as nossas atitudes ,como cidadãos responsáveis na escolha de pessoas que tenham competencia e compromisso político para representar o nosso município em todas as esferas.
CONSTRUA COM SABEDORIA
Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar. Ele informou ao chefe seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar. A empresa não seria muito afetada pela saída do carpinteiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao carpinteiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.
O carpinteiro concordou, mas era fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.
Foi uma maneira negativa dele terminar sua carreira. Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa. E depois ele deu a chave da casa para o carpinteiro e disse: “Essa é sua casa. Ela é o meu presente para você”.
O carpinteiro ficou muito surpreso. Que pena! Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo diferente.
O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na construção. Depois com surpresa nós descobrimos que nós precisamos viver na casa que nós construímos.
Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás.
Você é o carpinteiro. Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes. Alguém disse que “A vida é um projeto que você mesmo constrói”. Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a “casa” que você vai morar amanhã.
Autor desconhecido.
PENSE NISSO! Temos em nossas mãos o poder de mudar o mundo. Somos nós que em segundos, dentro de uma cabine eleitoral, damos poderes a determinadas pessoas que podem ou não ,estarem comprometidas com uma comunidade, ou apenas buscando poder, fama ,sucesso individual.
Postado por Maria Otilia
O dinheiro e as religiões – Emerson Monteiro
Mensagens terça-feira, 20 set 2011, 09:01 | 0 Comentários
Aonde chegar a mão humana ali ocorrem transformações por vezes desencontradas, e nem sempre para melhor. As mudanças de rumo daquilo visto nos inícios qual valores importantes sujeitam inverter seus objetivos originais. A invenção do dinheiro, por exemplo, demonstra isso com uma clareza meridiana. Em princípio visto qual rara solução para circular a riqueza na sociedade, depois endureceu os corações e gerou graves riscos à paz dentro das famílias e no seio das classes sociais. Parecido até com outro fenômeno que consta do livro bíblico do Êxodo.
Quando Moisés conduzia os descendentes de Abraão através do deserto da Arábia, na saída do Egito, o que durou 40 longos anos de agruras e apreensões, houve momento quando a fome pareceu dominar aquele povo de milhares de pessoas.
Em apuros, pediram a Deus que lhes salvasse da rude provação. Nos dias, então, logo cedo da manhã, passou a cair do céu o maná, um alimento misterioso, com o qual se alimentavam e sobreviveram.
No desejo de garantir os dias seguintes, os judeus quiseram guardar esse pão, e foram alertados de não o fazer. Aqueles que desobedeciam depois apenas achavam restos estragados. Como guardavam o sábado, grãos caídos nas sextas-feiras resistiam bem até o domingo.
Noutro trecho bíblico, Jesus afirma: Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.
Isto ponderamos em vista dos excessos praticados, na época de hoje, com relação ao desespero de tantos para reter o dinheiro, inclusive no seio das religiões, desvirtuando os propósitos e valores da vida em grupo, isso tão só para chegar ao poder e controlar para si as multidões feitas rebanhos animais. Quantos se perderam feio na jornada do trabalho coletivo por causa dessa fome alucinada do vil metal, e distorcem as bênçãos das riquezas.
Há nisso sérias lições a tirar e modificar as atitudes, no afã de construir o futuro. Porquanto, noutra rara e bela afirmação, Jesus considera: Não vos inquieteis, dizendo: Que havemos de comer? ou: Que havemos de beber? ou: Com que nos havemos de vestir?
A ideologia praticada nesta hora, contudo, desvirtua princípios e insufla o culto exacerbado da matéria e dos capitais, iludindo também os dirigentes religiosos e dificultando para muitos a crença dos ensinos eternos.
A dor e o menestrel – Emerson Monteiro
Mensagens quarta-feira, 14 set 2011, 13:52 | 0 Comentários
Lemos em algum lugar a história de um palhaço que perdeu a esposa e viu-se na condição de comparecer, no mesmo dia, ao picadeiro do circo e fazer rir a platéia que lotava o espetáculo onde tantas outras apresentações ali levara a efeito em condições satisfatórias.
No momento em que todos gargalhavam com desempenho magistral nunca antes presenciado pelo distinto público, dentro dele fervilhava a mais pungente amargura e desciam lavas amargas de dor, disfarçadas com maestria pela máscara que lhe cobria o rosto banhado de lágrimas.
Naquela hora, enquanto alegria sem igual contagiava os espectadores, no peito do homem ardia crise sem precedentes, propósito de quem conduz a vida aonde quase nada pode exprimir da veraz realidade que na alma impera, por força de produzir emoções nos outros humanos universos lá de fora.
A situação descrita, mudando o que merece ser mudado, caberia feita luva numa circunstância que se verificou em Crato, na madrugada de 28 de abril de 2001, quando, no Espaço Navegarte, assistíamos a uma apresentação musical.
No palco, o cantor pernambucano Geraldo Azevedo, voz e violão, que oferecia à numerosa platéia a bela música do seu repertório, boa parte de própria autoria. Aplausos efusivos animavam o clima ameno do lugar, evidenciado nos flashs constantes dos fotógrafos que registravam o acontecimento, entremeados de relâmpagos insistentes que clareavam o céu escuro, à distância, cenário detrás do palco para as bandas da Ponta da Serra.
Isso se manteve ao ritmo das letras e cordas afiadas do instrumento bem praticado daquele artista popular, nas sombras chuvosas da noite caririense.
Duas ou três canções antes do término da cena, porém, numa das falas com que ilustrava os intervalos das canções, o músico comunicou aos presentes que, na véspera daquela data, ocorrera a passagem de sua genitora desta vida para a outra, pondo-se, logo depois, a interpretar uma composição de autoria dela, refletindo na voz o sentimento que se pode imaginar de um filho em situação semelhante.
Ao lembrar os detalhes disso que contamos, vemo-nos também emocionado, a refletir quanto à condição de vida dos artistas e sua proximidade com as multidões, vínculos que se estabelecem no decorrer da existência do trabalho. Enquanto dentro de si lhes sacodem o peito um coração quantas vezes macerado pelas guantes imprevistas do destino, repassam, igualmente, a imagem de quem habita os condomínios da mais pura felicidade.
Missão semelhante, o exemplo do palhaço de que falamos no início. Uns dançam, riem, se divertem. Outros padecem, representam, dissimulam. De íntimo transtornado pelos ardores do sofrimento de perder a mãe querida, o músico prosseguiu com a função até o fim, desfolhando versos e notas, solitário, ausente das convenções deste mundo; isso tudo em nome do amor ao sonho da arte, herói sobranceiro da magna inspiração, porquanto o show haverá sempre, de manter seu curso ininterrupto para o centro dos corações em festa.
Mensagens sexta-feira, 9 set 2011, 18:36 | 0 Comentários
MOMENTO DE REFLEXÃO – Por Maria Otilia
HOJE É TEMPO DE SER FELIZ!
A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a ideia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver. Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existência as mais diversas formas de sementes. Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós, será plantação que poderá ser vista de longe… Para cada dia, o seu empenho.
A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que “debaixo do céu há um tempo para cada coisa!” Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura. Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos! Infelicidade, talvez seja o contrário. O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes…
Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã! Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.
Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores… Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa. Cuidado com os amores passageiros… eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam… Cuidado com os invasores do seu corpo… eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem…
Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar… eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena… Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí… elas costumam estragar o nosso referencial da verdade… Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos… elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo. Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo. Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz. Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.
Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito… A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta “que os sonhos não envelhecem…” Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões. Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma. Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar….
Autor:Padre Fábio de Melo
Postado por Maria Otilia
Uma reflexão para este 7 de Setembro…
Mensagens quarta-feira, 7 set 2011, 18:21 | 0 ComentáriosUm Ipê Amarelo foi cortado e seu tronco
foi transformado em um poste.
Após o poste ser fincado na rua,
foram instalados os fios da rede elétrica.
Eis que a árvore se rebela contra a maldade
humana e resolve não morrer.
Mas a reação foi pacífica, bela e cheia de amor.
Rebrotou e encheu-se de flores.
Assim é a natureza…vencedora !
Porto Velho – Rondônia – Brasil
FAZENDO AMIGOS – Jacques Bloc Boris
Mensagens quarta-feira, 7 set 2011, 18:16 | 0 ComentáriosMENSAGEM PARA UMA REFLEXÃO -Por Maria Otilia
Mensagens domingo, 4 set 2011, 13:30 | 0 Comentários
VOCÊ PODE !
Você pode assumir sua individualidade, ou reprimir seus talentos e fantasias, tentando ser o que os outros gostariam que você fosse.
Você pode produzir-se e ir se divertir, brincar, cantar e dançar, ou dizer em tom amargo que já passou da idade ou que essas coisas são fúteis sérias e bem situadas como você.
Você pode olhar com ternura e respeito para si próprio e para as outras pessoas, ou com aquele olhar de censura, que poda, pune, fere e mata, sem nenhuma consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um inclusive os seus.
Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela a falta de gente à sua volta.
Você pode ouvir o seu coração e viver aproximadamente ou agir de acordo com o figurino da cabeça, tentando analisar e explicar a vida antes de vivê-la.
Você pode deixá-la como está para ver como é que fica ou com paciência e trabalho conseguir realizar as mudanças necessárias na sua vida e no mundo à sua volta.
Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos ou partir para a ação com o pouco que tem e muita vontade de ganhar.
Você pode amaldiçoar sua sorte, ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a Vida lhe oferece.
Você pode mentir para si mesmo, achando desculpas e culpados para todas as suas insatisfações, ou encarar a verdade de que, no fim das contas, sempre você é quem decide o tipo de vida que quer levar.
Você pode escolher o seu destino e, através de ações concretas caminhar firme em direção a ele, com marchas e contramarchas, avanços e retrocessos, ou continuar acreditando que ele já estava escrito nas estrelas e nada mais lhe resta a fazer senão sofrer.
Você pode viver o presente que a Vida lhe dá, ou ficar preso a um passado que já acabou – e portanto não há mais nada a fazer -, ou a um futuro que ainda não veio – e que portanto não lhe permite fazer nada.
Você pode ficar numa boa, desfrutando o máximo de coisas que você é e possui, ou se acabar de tanta ansiedade e desgosto por não ser ou não possuir tudo o que você gostaria.
Você pode engajar-se no mundo, melhorando a si próprio e, por consequência, melhorando tudo que está à sua vota, ou esperar que o mundo melhore para que então você possa melhorar.
Você pode celebrar a Vida e a Energia Universal que o criou, ou celebrar a morte, aterrorizado com a ideia de pecado e punição.
Você pode continuar escravo da preguiça, ou comprometer-se com você mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o seu Plano de Vida.
Você pode aprender o que ainda não sabe, ou fingir que já sabe tudo e não precisa de aprender nada mais.
Você pode ser feliz com a vida como ela é, ou passar todo o seu tempo se lamentando pelo que ela não é.
A escolha é sua.
Pois o importante, é que você sempre tem escolha.
Pondere bastante ao se decidir, pois é você que vai carregar – sozinho e sempre – o peso das escolhas que fizer.Texto de Luis Borges
Amar é possível – Por Carlos Eduardo Esmeraldo
Mensagens quinta-feira, 1 set 2011, 12:53 | 0 Comentários
O Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus, 22,34-40 nos revela que os fariseus perguntaram a Jesus qual o maior dos mandamentos. A resposta de Jesus foi outra pergunta. “O que diz a lei?” O fariseu respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.” Em seguida, acrescentou: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” Vimos assim, que a resposta nivelou em importância o amor a Deus e o amor que nós devemos ter pelo próximo. “Quem não ama o irmão que vê, como pode amar a Deus que não vê?” Pergunta-nos João, outro evangelista.
Segundo Eric From, amar é uma arte e como todas as artes devemos aprendê-la. É fácil amar as pessoas com as quais convivemos, aquelas que consideramos normais dentro de padrões de comportamento estabelecidos. O difícil é amar as pessoas invisíveis pela sociedade: os catadores de lixo, os desvalidos que vivem perambulando pelas ruas sem um travesseiro onde recostar a cabeça, os alcoólatras, os menores abandonados, os mendigos, os de partidos políticos contrários ao nosso.
Vejam que belo exemplo da força do amor: aqui em Fortaleza, conheci a Casa do Menino de Jesus. É uma instituição que abriga menores cancerosos do interior do Estado e suas mães ou outras acompanhantes durante o tratamento a que aqui se submetem. Ao ver tamanha organização, o visitante imediatamente pergunta quem mantém aquela obra grandiosa. Apenas duas mulheres pobres através de donativos. A irmã Conceição e uma sua companheira de congregação, únicas religiosas que compõem aquela ordem.
Outro exemplo de como saber amar, li há uns dez anos em uma publicação da Campanha da Fraternidade. Era dia de visita no extinto presídio Carandiru, em São Paulo. Um sacerdote conversava em um dos bancos do pátio do presídio com um preso, quando observou uma senhora entrando com uma sacola enorme, indo ao encontro de um rapaz que estava sentado num banco próximo. Ao avistar esse rapaz, a mulher abraçou-o e beijou-o, e em seguida retirou da sacola, roupas e um bolo que foram entregues ao rapaz, tendo se mantido ao lado dele conversando animadamente. O padre, então comentou com o presidiário com o qual conversava. “Como é bonito o amor de uma mãe!” “Padre essa senhora não é a mãe dele. Ela é a mãe do rapaz que ele matou.” Respondeu-lhe o presidiário.
Mas quem é o nosso próximo, a quem devemos amar com a mesma força do amor que devemos devotar a Deus? Foi essa a pergunta que os doutores da lei fizeram a Jesus. E ele respondeu narrando a história de um homem que foi atacado por salteadores que o deixaram quase morto à margem da estrada. Passaram por aquele caminho um sacerdote, um doutor da lei e um samaritano. Os dois primeiros passaram ao largo, ignorando aquele homem ferido. O samaritano, porém, socorreu o desconhecido, curou suas chagas e pagou o tratamento que ele necessitava numa hospedaria. E Jesus perguntou ao doutor da lei: “Quem dos três foi o próximo daquele homem abatido?”
Ao narrar essa parábola, Jesus parece inverter a pergunta que lhe fizeram para “O que devemos fazer para sermos o próximo do outro?” Enfim, Jesus nos revela que o nosso próximo é aquele que encontramos em nossos caminhos.
Por Carlos Eduardo Esmeraldo
A solidão da dor – Por: Emerson Monteiro
Mensagens segunda-feira, 29 ago 2011, 13:50 | 0 Comentários
É isto, sim, invés de tratar do tema a dor da solidão, tocar um pouco neste tema, a solidão da dor. Naquele momento em que se acha face a face com a solidão de verdade, livre das contradições e dos conceitos. Portas e janelas fechadas ainda que ao sol do meio dia. Quando nem adiante gemer, muito menos chorar… E a dor dói de consumir por forte que se seja. Ali, na beira de nós mesmos, esses grandes desconhecidos, no limiar do Eterno, enquanto a dor dói de não ter tamanho. Onde uivam lobos e choram homens, mulheres e meninos. Sem idade, a dor traz o perdão, reduz a nada e atiça o peito das resistências, num desafio esplendoroso… Doloroso, quero dizer.
Isso de quando as vaidades caem de joelhos e querem entrar de buraco adentro, na fronteira da inexistência. Pouco ou muito importa o tamanho da herança, e a dor dói de não ter juízo que aguente… Irmã dor, qual dizia Francisco de Assis, nas suas longas viagens espirituais.
Os laços com tradição e experiências anteriores somem no abismo infinito onde, soberana, a dor dói… Pássaros cantam pelos quintais em festa; o vento sopra nas árvores; ressurge bonito o Sol; a Lua, linda, desfila no céu… Times jogam na televisão do domingo de tarde… Tocam sinos nas igrejas… E dói a dor com fome feroz de paciência a roer o coração dos humanos.
Meu Deus, como estreita o caminho e tudo de repente nos abandona quando dói a dor e o sofrimento pede passagem na avenida, encostas das florestas escuras do desassossego.
Pedir a quem tem para oferecer. Pedir sempre, que ninguém sabe quando a dor chega trazendo consigo o custo das impiedades desse solo dourado. Surgirá silenciosa no instante certo, mãe e mestra, amiga da plena glória, no tempo da colheita nos calendários que nos abandonarão.
Ah, amigo, quando a dor mostra seu rosto, na vitrine daquela solidão, não há bom, não há melhor… Viva, pois, de saber que maiores são os poderes da certeza, e junto deles manda, senhora, a dor que nos prepara o dia de invadir o leito da saudade na paz dos mistérios em constante movimento.
FELICIDADE É – por João Marni
Mensagens segunda-feira, 29 ago 2011, 13:38 | 0 ComentáriosNem mesmo o pobre coração da gente saberia responder sobre essa coisa que inunda o nosso ser, aquieta nossas apreensões, normaliza-nos a pressão arterial, nos faz brandos como a brisa da manhã ou vigorosos como os ventos das noites de outono…
Momentos felizes existem sim, mas não sabemos por que fugazes como a própria vida (felicidade é a própria vida?!). Provavelmente para que não sejamos bobos, vazios, se permanentes fossem. Contrastam com os relógios, lentos demais quando sofremos. Apesar de tudo, quem sabe no despertar para o novo dia poderá advir a tal felicidade, alheia se estamos nos estertores dos anos findos ou se esbanjamos saúde? Que ninguém fique triste se o amor da sua vida fugiu feito um pássaro cativo seu ou se morreu. A terra é grande e há gente demais. Imaginem a felicidade tomando como exemplo a água: sem forma, sem cor, insípida e inodora. Faz um bem danado, mas sempre escorre entre nossos dedos. Animem-se! Subirá aos céus junto às nossas preces e descerá como chuva boa no sertão. Sempre. Aí, perguntando continuo: Por que coloriu Deus o mundo e nós o borramos de cinza? Você sabe? Eu não sei. Felicidade tem preço? Seria a dor o preço? Com os mais sinceros votos de felicidade, da felicidade do tamanho do bem que Nosso Senhor nos quer, um grande abraço João Marni de Figueiredo
As lembranças bem guardadas – Por: Emerson Monteiro
Mensagens quarta-feira, 17 ago 2011, 14:03 | 0 ComentáriosChegou à Cidade do Sal em tempo suficiente de participar da festinha anual do colégio que homenagearia os pais dos alunos. Passara rápido no hotel, tomara um banho e rumara ao local.
Às 16h, ocorreria a solenidade na quadra do colégio, sob os olhos animados de professores, alunos e familiares. Ao terminarem os pronunciamentos, apresentações artísticas e outras movimentações, os pais seguiram até as salas, no sentido de receberem algumas lembrancinhas dos filhos, como organizam os colégios em tais datas.
Nessa hora, Tiago observou que Aline recebera a sua lembrança das mãos da professora mas evitara lhe repassar na mesma ocasião, qual faziam os demais colegas. Cuidadosa, guardara na bolsa a prenda e dirigira-se ao pai convidando-o para descerem ao pátio do colégio.
Ali, num ponto reservado, de mãozinhas delicadas, abriu a pequena bolsa e disse ao genitor:
- Papai, nos anos em que o senhor não pode vim eu guardei as lembrancinhas para o senhor. – Nessa hora, Tiago, que já disfarçava algumas lágrimas, observou emocionado surgirem enfileirados os mimos que a menina carinhosa guardara ano a ano.
Eram elas um chaveiro de moto feito um cordão grande e a medalhinha de São José na extremidade. Outra, uma lanterna pequenina, já meio gasta pelo uso, o que decerto a criança usara nas suas brincadeiras. A terceira, moldurazinha de praia de uns 10cm de altura por uns 5 de largura, realçando fotografia de um pai pegado com o filho, levando-o ao alto, e a frase Pai, você é o meu herói. E, por fim, a lembrança atual, boné decorado pela inscrição do nome do colégio.
Em seguida, Aline também tiraria da bolsa desenho de seu próprio punho onde mostrava três figuras. A dela, Aline, e a palavra filha. De Gabriela, e a palavra irmã. Na outra, um homem e as palavras papai, Tiago. Todos felizes. Do lado, uma árvore bem delineada e o Sol risonho. Em cima do desenho, este pensamento: Agora a família está completa.
O tônico da alegria – Por: Emerson Monteiro
Mensagens quinta-feira, 11 ago 2011, 15:04 | 0 Comentários
As dificuldades importam pouco quando existe ânimo bom de olhar o mundo através das lentes do humor positivo. Revogar as tristezas e formar nuvens de tranquilidade significa doses de saúde em forma de causar sentido novo aos velhos desesperos das ausências de controle. Esse o jeito de dominar os sentimentos por meio dos pensamentos, que representa tudo nos momentos difíceis das estradas.
Ao pensar se abre a porta de receber os impulsos que vêm de fora. O sentimento mora na casa vizinha dos pensamentos. Antes de chegar ao sentimento, os impulsos primeiro batem na porta dos pensamentos.
Quando pisam os nossos pés, olhamos quem pisou, e o motivo. Em sendo nosso filho menor, por mero acidente, logo relevamos e até sorrimos em troca. Porém havendo as segundas intenções de um desafeto para nos provocar, sobe o fogo das respostas, o que haverá de se dominar a qualquer custo, para evitar desgostos e traumas.
Sim, isto para falar na alegria. Antes das risadas, queremos motivos. Raros, raríssimos, são os bons humoristas neste mundo. Programas ditos de humor, na televisão brasileira desta fase, por exemplo, causam mais contrariedades do que alegria. Filmes e atores que fazem rir custam a surgir. Marcaram época, Carlitos, Cantinflas, Oscarito, Chico Anísio, ligeiro desaparecem e deles poucos nascem.
Saber rir… que rara qualidade nos seres humanos. Dados à fria competição, perderam a virtude das boas risadas, do sorriso nos lábios, da gentileza e da esportividade. Meio que imitando as máquinas que fabricam com tanto gosto nas indústrias, os habitantes das cidades cavam um pezinho para xingar, agredir e soltar o instinto agressivo de suas máquinas individuais. Enquanto isso, estudos revelam o papel principal da alegria na manutenção da saúde. Querem paz no coração, no fígado, nos intestinos; horas agradáveis de sono; boa digestão; bons relacionamentos com os nervos; recebam de bom grado as circunstâncias felizes dos dias.
Este tônico vale ouro, o senso de humor que amacia as crises, desavenças e notícias desagradáveis, assim como o Sol clareia as sombras da noite e abastece de esperança a riqueza de todo dia.
MENSAGEM PARA REFLEXÃO -Por Maria Otilia
Mensagens terça-feira, 9 ago 2011, 14:31 | 1 ComentárioDeixe a Raiva Secar
Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Julia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar. Mariana não podia porque ia sair com sua mãe naquela manhã. Julia, então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio. Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme pôr aquele brinquedo tão especial. Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou: Esta vendo, mamãe, o que a Julia fez comigo?Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão. Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria ir ao apartamento de Julia pedir explicações. Mas a mamãe, com muito carinho, ponderou:- Filhinha lembra-se daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar a sua casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra-se do que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. Pois e, minha filha! Com a raiva e a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo. Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu ir para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha. Era Julia, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:- Mariana sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Ai ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa. Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou. E, tomando a sua coleguinha pela mão, levou-a para o quarto para contar história do vestido novo que havia sujado de barro. É caros amigos!! A raiva, o descontrole, não leva ser humano a lugar algum. Devemos sempre tentar resolver os problemas da vida com calma, até para que não sejamos injustos muitas vezes não ouvindo o que o outro tem a nos dizer. Que possamos respirar fundo e agir pacificamente em nossa vida!!
Autor desconhecido
A semente dos dias – Por: Emerson Monteiro
Mensagens segunda-feira, 8 ago 2011, 14:10 | 0 Comentários
Bom gosto é a cultura e o conhecimento que define as gerações deste imenso Universo. Nem todo mundo sabe o que melhor lhe atenderá, pois precisa aprender um tanto mais até chegar a agir, com naturalidade, e cumprir, com sabedoria, os praticados desta vida de aprendizado constante.
Descobrir disso o jeito certo de caminhar significa as longas experiências, às vezes tristes, outras agradáveis. Sendo que, dos dois jeitos de adquirir conhecimento, pela dor ou pelo amor, a grande maioria escolhe, em primeiro lugar, sofrer antes para, só então, aprender e valorizar a tranquilidade da consciência em paz com os outros e consigo mesmo.
Sempre, no entanto, as oportunidades se repetem, e as pessoas desfrutam da de refazer os passos, ou pelo arrependimento das ações equivocadas que praticou, ou pelo interesse de obter novas marcas de sucessos, e crescer.
Isto a gente só adquirir à medida que cumpre os dias nas folhas deste chão. Portas abertas nas madrugadas às novas oportunidades se refazem simplesmente ao sol surgir, independente que quaisquer das limitações individuais. Estas sementes são, no entanto, as ofertas da natureza aos que souberem usufruir da perfeição infinita dos seus fenômenos. E bom gosto dependerá dos que os utilizam no crescimento próprio, pela dor ou pelo prazer de cumprir o dever com alegria.
Plantar o que é bom a fim de colher frutos bons, eis a Lei.
Ao descobrir tal segredo, caberá aos pensantes selecionar as sementes a germinar no solo dos corações. O plantio alimenta o futuro, porquanto essa Lei de Ação e Reação não escolhe pessoas, mas delas é escolhida.
Que quer ser feliz deve, sem discriminação, plantar sementes boas, originárias das chances de todo dia. Ninguém melhora apenas para os outros. Quem desfruta das práticas são os autores do bem que possa praticar, nisto há justiça eterna, em tudo, por tudo.
A felicidade – Por José de Arimatéa dos Santos
Mensagens segunda-feira, 8 ago 2011, 14:01 | 0 Comentários| Foto: José de Arimatéa dos Santos |
AMIGO
Mensagens sexta-feira, 5 ago 2011, 14:48 | 0 Comentários
AMIGO
Você já disse, obrigado meu amigo por ser meu amigo …!?
Uma palavra fácil de dizer “amigo”
Mas verdadeiramente amigos são poucos
Um amigo é um ser altamente especial
Vejamos dessa forma, quando nascemos e temos irmãos, quer queira ou não, eles
são seus irmãos “ isso é imposto pela paternidade e ponto final”
Mas um AMIGO é escolhido, você o escolhe como amigo e ele a você
Um amigo sabe quando estamos tristes, mesmo quando nós estamos com um sorriso na boca
Um amigo chega sempre junto nas horas difíceis
Um amigo é mais um irmão
Um amigo sabe dizer não
Um amigo é um casamento inseparável
Um amigo é o primeiro caminho para paz
Obrigado meu amigo por ser meu amigo
Dedico a todos meus amigos, dizendo, amo vocês
Daniel Hubert Bloc Boris (Jacques)
Artista Plástico
Sentir a dor alheia – Emerson Monteiro
Mensagens sexta-feira, 5 ago 2011, 14:39 | 0 Comentários
Isto já ensinam as religiões desde priscas eras, em se colocar no lugar do outro nas horas necessárias, para saber o que ele sentirá diante das circunstâncias que o levaram ao erro de comete delitos graves ou leves quais sejam. Antes dos julgamentos prévios há de haver essa formação de uma consciência da dor que ele amargura, e, só então, agir e condenar.
Tais avaliações anteriores às sentenças previnem o risco das limitações humanas; o impulso dos interesses particulares e injustos. Invés de jogar mais carga nas costas dos semelhantes pela precipitação, buscar, sim, diminuir o peso que outros carregam, porquanto, no solo comum das existências, funcionam bases maiores da justiça que predominam todo tempo.
Inúmeras vezes, o egoísmo dos desejos próprios determina as ações das criaturas, levando-as ao tribunal antes de realizar os julgamentos a que se propõem. No Evangelho, Jesus trata o assunto com extrema clareza quando fala de quem enxerga o argueiro no olho dos outros e não vê a trave que existe no olho de quem julga. Bem humano esse jeito de laborar, no transcorrer dos séculos.
Com isso, aprender a lição da transferência para si mesmo das agruras alheias, o que facilita sobremodo o gesto de viver, orientação dos campos da sabedoria. Observar na distância de algumas braças até compreender e julgar, e procurar a justiça nos armários da consciência individual, pois a lei superior mora gravada no íntimo do ser que somos, a fim de enquadrar os companheiros de viagem nos artigos em que é sujeito lá estarmos escondidos, eis uma norma de real valor, neste mundo ainda contraditório.
O resultado dessa atitude refinada produzirá frutos bons junto ao direito universal da Natureza, nos momentos que virão depois, guardando saldos positivos de bênçãos em forma de saúde perfeita, amizades, respeito coletivo e construção definitiva das esperanças de um paz social duradoura em benefício de todos nós.
MENSAGEM DO DIA DO AMIGO – Por Maria Otilia
Mensagens quinta-feira, 21 jul 2011, 15:56 | 0 Comentários
Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender! E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias .
Mensagens quinta-feira, 21 jul 2011, 15:54 | 0 Comentários
Qual o maior dos mentirosos? – Por: José Cícero
NE – Uma excelente leitura é o que nos proporciona o Secretário de Cultura da cidade de Autora-CE, com mais um dos seus artigos que nos foi enviado aqui para o Blog do Crato:
Qual o maior dos mentirosos?
Aquele que ao mentir para todos os demais e todo o resto, termina inapelavelmente por enganar a ele próprio. Vítima do seu próprio invento todo mentiroso é um suicida e, por conta deste seu proceder idiota, um literal defunto.
Um cadáver andante. Um morto-vivo inutilizado deliberadamente para a ética e a moral que rege o mundo. Um imenso vazio de confiança e de verdade. Mas ele sonha a todo custo ser político. Uma liderança… Um singular espécime de sociopatia : uma doença.
Ademais, de tanto fazer uso do expediente espúrio da mentira, de algum modo estranho e bizarro, como por castigo, passa a acreditar naquilo que criou enquanto embuste. Toda a mentira é seu trunfo. Um indolente sofrendo por si mesmo as dores oriundas dos seus pecados inomináveis.
Razão pela qual, diria que todo mentiroso é um moribundo em seus percalços tristes. Uma criatura a precisar da caridade alheia e da extrema-unção do padre. Mas no fundo, digamos ainda que todo e qualquer mentiroso é um plantador de espinhos e de discórdia onde quer que ande. Um desumano covarde e, que por isso mesmo, não pode ser digno sequer do nosso desprezo ou piedade. E o que dirá do nosso voto. Uma pá de cal como um último tiro de misericórdia nas suas pretensões ignominiosas a envergonhar a própria raça.
O mentiroso por definição e por princípio é um babaca. Um ingênuo. Um abestado testando em si mesmo todo o processo da auto-enganação. Um condenado a masmorra das mentiras que ele próprio criou sob o cinismo e a hipocrisia das suas mãos e gestos.
Diante de todos, é ele próprio, a primeira vítima em potencial do seu veneno. Um literal exemplo do fogo-amigo.
O curioso é como ele consegue acreditar nos seus próprios sentimentos, diante do ludibrio e da mentira que tanto cria, consome e inventa todos os dias da sua existência?
Esquecendo de que a mentira como todos o sabem, ‘tem perna curta’.
Mas, convenhamos, todo mentiroso é um otimista. Ele consegue acreditar piamente no engodo e na inverdade que ele próprio edifica sob os olhos dos que acreditam em papel Noel. Mas, digamos que o mentiroso é um gentman. Um guardião de todas as invencionices que existem.
Ele é mau e bonzinho a um só tempo na frente de todos. Sorri com a face e trinca os dentes do coração por dentro. O mentiroso é um artista – ator do seu próprio teatro do absurdo. O canastrão da peça que todos os dias ele próprio escrever e encena por si mesmo. Pobre mentiroso que sofrivelmente todo santo dia terá que matar um leão a fim de sustentar a sua farsa. No entanto, vive a duras penas, das suas ilações baratas.
Admiro e tenho pena desses indivíduos. Peso-morto do planeta e da história humana. Todo mentiroso é um algoz de si mesmo. Finge sorrir por fora e sofre por dentro, diante dos desejos que na fogueira das vaidades mais extremas queima seu âmago com se fosse o próprio fogo dos infernos de Dante Alighieri.
O mentiroso é um fenômeno de público. Um recordista. Um visionário. Um covarde. Um bicho perigoso. A que todos deveriam está protegido deste incauto ilusionista da fauna humana e do espetáculo da vida..
O mentiroso no fundo, não consegue viver em paz com seu espírito. O mentiroso sequer consegue ser leal e ser amigo dele próprio. O mentiroso é uma sombra a nos perseguir pelo mundo adentro, onde que andemos ou nos escondemos dos seus tentáculos.
Finge ser bonito e elegante diante dos espelhos. Finge ser rico e forte. Ser um líder político admirado pelo povo. Um palhaço, um artista da desfaçatez. É candidato a tudo menos a ser leal e autêntico consigo mesmo e com nós outros.
O mentiroso é um criminoso – um crápula, algo que se mantém o tempo todo, na contra-mão da história. A marcha-ré dos fatos. Um fantasma teimoso querendo ser coveiro da verdade e da mansuetude da vida.
Meu Deus, mas como mente e como sofre penosamente um mentiroso! Todo mentiroso é fraco e débil. Todo mentiroso é perigoso e ingênuo. Todo mentiroso merece ser enterrado vivo e quando morto ser comido aos pedaços pelos abutres ou pelos vermes da elite – os outros urubus da sociedade, seus amigos -, cuja mentira é um capital, um investimento das bolsa de valores do capitalismo argentário.
A propósito, se você é o suposto mentiroso deste texto, e a carapuça te cabe por direito; pense daqui em diante no que você inventou recentemente e, à guisa de verdade, mesmo sabendo que é mentira – veja finalmente se você não está de fato acreditando demais neste mentira que criaste para si.
No fim da cena, o pano irá cair e você por fim perceberá que nenhuma mentira consegue durar para sempre. A multidão é uma invenção estética da sua mente pródiga. A platéia que você espera te aplaudir com frenesi não passa de uma grande farsa, uma ficção miraculosa. Uma miragem no deserto da tua ilusão mastodôntica. Veja rápido se avalie por dentro porque o tempo urge…
Afinal de contas, nada na vida é para sempre. Tudo o que nasce ou se cria é para morrer qualquer dia. Mas, democraticamente todo mentiroso tem o direito de mentir o que quiser, mas só para si mesmo.
- Pensou? Refletiu sobre a sua mentira escabrosa mais recente?
Agora, só o que te resta é se enforcar com a tua falsa pompa e prepotência na própria corta da tua liberdade que te resta. Mas antes nos diga:
– quanto valerá uma mentira? Qual seu preço? Protagonista supremo da invencionice de um teatro e uma ópera-bufa…
……………………………………..
José Cícero
Secretário de Cultura de Aurora-CE
Mensagem do Dia – Bons Amigos
Mensagens quinta-feira, 21 jul 2011, 15:37 | 0 ComentáriosBONS AMIGOS
Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
Machado de Assis
Feliz dia do amigo.
Bjus,
Mônica Araripe
Amigo – Por José de Arimatéa dos Santos
Mensagens quarta-feira, 20 jul 2011, 15:34 | 0 ComentáriosCEGO POR 20 ANOS – Postado por Antonio Morais
Mensagens domingo, 17 jul 2011, 20:25 | 0 Comentários
Há muito tempo, um casal de idosos que não tinham filhos, morava em uma casinha humilde de madeira, tinham uma vida muito tranqüila, alegre, e ambos se amavam muito. Eram felizes. Até que um dia.. Aconteceu um acidente com a senhora. Ela estava trabalhando em sua casa quando começa a pegar fogo na cozinha e as chamas atingem todo o seu corpo. O esposo acorda assustado com os gritos e vai a sua procura, quando a vê coberta pelas chamas e imediatamente tenta ajudá-la. O fogo também atinge seus braços e, mesmo em chamas, consegue apagar o fogo. Quando chegaram os bombeiros já não havia muito da casa, apenas uma parte, toda destruída. Levaram rapidamente o casal para o hospital mais próximo, onde foram internados em estado grave.“Como Deus é bom, vendo tudo o que aconteceu a meu marido, tirou-lhe a visão para que não presencie esta deformação em mim. As chamas queimaram todo o meu rosto e estou parecendo um monstro. E Deus é tão maravilhoso que não deixou ele me ver assim, como um monstro.
Obrigado Senhor!”
Passado algum tempo e recuperados milagrosamente, voltaram para uma nova casa, onde ela fazia tudo para o seu querido e amado esposo, e o esposo agradecido por tanto amor, afeto e carinho, todos os dias dizia-lhe:
COMO EU TE AMO.
Você é linda demais.
Saiba que você é e será sempre, a mulher da minha vida!
E assim viveram mais 20 anos até que a senhora veio a falecer. No dia de seu enterro, quando todos se despediam da bondosa senhora, veio aquele marido comos olhos em lágrimas, sem seus óculos escuros e com sua bengala nas mãos. Chegou perto do caixão, beijou o rosto acariciando sua amada, disse em um tom apaixonante:
-”Como você é linda meu amor, eu te amo muito”.
Ouvindo e vendo aquela cena um amigo que esta ao seu lado perguntou se o que tinha acontecido era milagre. Pois parecia que o velhinho parecia enxergar sua amada. O velhinho olhando nos olhos do amigo, apenas falou com as lágrimas rolando quente em sua face:
-Nunca estive cego, apenas fingia, pois quando vi minha amada esposa toda queimada e deformada, sabia que seria duro para ela continuar vivendo daquela maneira. Foram vinte anos vivendo muito felizes e apaixonados! Foram os 20 anos mais felizes de minha vida. E emocionou a todos os que ali estavam presentes.
CONCLUSÃO:
Na vida temos de provar que amamos! Muitas vezes de uma forma difícil… E, para sermos felizes, temos de fechar os olhos para muitas coisas, mas o importante é que se faça única e intensamente com AMOR!
Postado por Antonio Morais no Blog do Sanharol – Rede Blogs do Ceará




























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