Copiando tudo e pirateando sempre


Por Alexandre Lucas*

O direito a liberdade, a diversidade e ao conhecimento da produção cultural e cientifica da humanidade é furtado pela lógica do mercado capitalista. Um punhado de empresários que formam a grande industrial cultural monopolizam os gostos, os hábitos e impõem a ideologia dominante, como ferramenta para desarmar as camadas populares de uma concepção ampla e critica da realidade. O Artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos é negligenciado a todo vapor, ou será que gozamos do artigo que diz “Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”.
Uma cultura feita em laboratório e produzida em escala maciça sinaliza para o que Karl Marx apontava “A produção cria o consumidor…A produção produz não só um objeto para o sujeito, mas também um sujeito para o objeto” é neste contexto que é determinado os bens de consumo da alma, como afirma Edgar Morin ao referir-se a industria cultural “A produção cultural é determinada pelo próprio mercado”.
A grande barreira é de ordem econômica. O segmento da indústria cultural, que inclui o mercado editorial, musical, audiovisual, os veículos de comunicação, dentre outros são beneficiado com impostos diferenciados, ou seja, impostos menores, comparadas a outros segmentos da economia. Entretanto, o grande público, não é beneficiado com essa diferenciação, ficando a mercê desta perversa façanha burguesa, tendo em vista que os diversos aparatos jurídicos e a visão mercantilista são avessos a acessibilidade e a democratização da produção cientifica e cultural como componentes para emancipação humana.
O acesso aos bens culturais, ainda continua sendo um grande privilégio para poucos. As camadas populares não tem acesso as salas de cinema, ao livro, ao CD, ao DVD, a internet, a pluralidade e diversidade das linguagens artísticas, as descobertas e aos benefícios da ciência e da tecnologia, pois o acesso é escasso e caro. Vale destacar que existem de fato diversas conexões que sustentam essa exclusão, dentre elas, a legislação do direito autoral, a de concessão para funcionamento das Rádios e TV, a lei que dispõe sobre patentes e o financiamento público para uso privado, a exemplo dos recursos destinados as universidades para pesquisa cientifica e que posteriormente beneficia os grupelhos de empresários ou os recursos públicos que são destinados a produção cinematográfica, que após os filmes prontos, a sua circulação ocorre nas arquibancadas dos Shoppings Centers da vida capitalista.
Por outro lado cria-se o dissenso popular e a alternativa contra o mercado e a favor da democratização da produção cultural e cientifica, notoriamente multiplicam-se as formas de possibilitar que o livro possa ser barateado, através da fotocópia, que a música e o cinema possa ser adquirido por valores acessíveis em qualquer calçada e a internet tornou-se a grande hospedeira de baixo custo que disponibiliza instantaneamente um vasto e infinito acervo bibliográfico, cinematográfico, musical, pictórico, fotográfico, etc. A quem defenda que isso seja uma ilegalidade e criem obstáculos e mecanismos de repressão para impedir esses avanços. Esses são certamente os que estão do lado oposto da emancipação humana e concretamente afinados com os interesses homem/mulher mercadoria.
Concomitantemente, a defesa desta suposta ilegalidade devemos travar uma batalhar pela modificação da legislação atual para que aponte e que reconheça a produção cientifica e cultural como patrimônio da humanidade e que para ela esteja a serviço. É preciso subverter a infame mentalidade privada/capital, impondo uma luta contra a ilegalidade social que é legitimada pela lei mercadológica.
Se a lógica é outra, a nossa também tem que ser outra. Por isso na conjuntura atual só podemos concluir que copia e pirataria é difusão cultural.
*Coordenador do Coletivo Camaradas, pedagogo e artista/educador.

Homenagem Especial – Altamiro Carrilho

Nota do Editor - Hoje é o Aniversário do maior flautista Brasileiro, e um dos maiores do mundo: Altamiro Carrilho. Um nome que tem todo o respeito do Povo Brasileiro, que representa tudo de bom que a grande música do Brasil tem de história e para mostrar ao mundo. Salve grande Mestre Altamiro Carrilho. 85 anos de muito Choro, muita música boa do Brasil. Temos orgulho de você!

“Aos cinco anos de idade eu vi o filho do vizinho soprando uma flautinha de brinquedo e pedi ao Papai Noel uma igual. Aos onze anos comecei a estudar com um flautista amador, um carteiro, que tocava em igrejas, em rodas de Choro e orquestrinhas da cidade. Depois comecei a estudar sério porque até então tocava meio de ouvido, como os cantores também cantavam de ouvido; as introduções a gente improvisava na hora, ficava mais leve. Nos anos 50, com o surgimento dos arranjos, tive que me esmerar mais nos estudos. Tive professores no México, EUA e URSS. Conheci Pixinguinha, Benedito Lacerda e Dante Santoro. Meu grande aprendizado de Choro foi quando eu era ‘músico vira-lata’. Saía fuçando rodas de Choro todo dia depois do trabalho. Eu gosto muito de improvisar! Não toco uma frase repetida, cada vez que eu toco é uma frase diferente.”

Biografia

Altamiro nasceu na cidade de Santo Antônio de Pádua (RJ), em 21 de dezembro de 1924. Formou seu primeiro conjunto em 1950. Anos mais tarde manteve um programa na TV Tupi, em horário nobre, época em que gravou o seu famoso maxixe “Rio Antigo”, conquistando um grande respeito e reconhecimento por todo o Brasil.

Atualmente apresenta-se com seu conjunto de choro por diversas cidades brasileiras, com sucesso absoluto. Em um show alegre e descontraído, conta algumas histórias da música popular brasileira ao lado de seu selecionadíssimo e apurado repertório, que também traz arranjos de música clássica em ritmos brasileiros. Freqüentemente, apresenta-se com orquestras sinfônicas por todo o território nacional e em diversos países, exercitando assim o seu lado erudito.

Compositor de versatilidade extraordinária, já compôs cerca de 200 músicas dos mais variados ritmos e estilos. Com 60 anos de carreira, tem mais de 100 gravações entre discos, fitas e CDs. É um gênio vivo, patrimônio inegável de nossa cultura! Um grande exemplo de perseverança, amor pelo instrumento e à música – dom de Deus, que lhe permite transmitir ao público: alegria e amor.

Fonte: Website Oficial de Altamiro Carrilho:

www.altamirocarrilho.com.br

Pensamento do Dia – II


Há 2.000 anos, Pôncio Pilatos perguntou a Jesus:

O Que é a Verdade ?

E hoje nos perguntamos:

O Que é a Verdade ?

Diretor do Filme sobre a Vida de Lula pode passar por nova cirurgia


Fábio Barreto pode passar por nova cirurgia após exames; cineasta sofre acidente

A equipe médica do Hospital Copa D’Or, na zona sul do Rio, analisa na manhã desta segunda-feira (21) se o cineasta Fábio Barreto, 52, terá de passar por uma nova cirurgia. Barreto sofreu um acidente de carro na noite deste sábado (19), e permanece internado em estado grave na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) neurológica. Ontem, ele já havia sido submetido a uma operação neurológica no Hospital Municipal Miguel Couto, para onde foi levado após ser socorrido. Barreto foi transferido pela manhã para o Copa D’Or e, segundo os médicos, deverá realizar uma tomografia amanhã cedo para verificar se será necessário um novo procedimento cirúrgico. “Ele não corre risco, neste momento, de morrer, mas antes de operar o cérebro, corria”, afirmou o médico Paulo Niemeyer. Segundo ele, ainda é cedo para saber se o cineasta sofrerá algum tipo de sequela. “A preocupação agora é salvar a vida dele”, afirmou.

De acordo com o diretor médico do Hospital Copa D’Or, Antônio Carlos Moraes, a cirurgia realizada na noite de ontem aliviou a pressão no cérebro de Barreto. Porém, somente a partir dos exames que serão realizados amanhã é que os médicos saberão se o quadro dele melhorou, ou se houve um aumento na lesão. A previsão, segundo Niemeyer, é que Barreto fique internado na UTI do hospital por, pelo menos, mais uma semana. Ele permanece sedado e respira com a ajuda de aparelhos.

Carinho

Durante o dia, além da família de Barreto –que evitou falar com a imprensa–, muitos artistas e colegas de profissão passaram pelo hospital para obter notícias sobre o cineasta. “Os familiares estão mais tranquilos e situação está mais controlada. Os médicos disseram que o perigo da madrugada passou”, afirmou o também cineasta Sergio Resende. “Vamos fazer corrente de oração para ele melhorar logo”, disse a atriz Cristiana Vieira. “Estamos aqui. Estamos com esperança”, completou a colega Patrícia Pillar, acompanhada de Ciro Gomes.

O cineasta Guel Arraes, o ator Fábio Lago e o músico Orlando Moraes –marido de Glória Pires, que atuou no filme “Lula, o Filho do Brasil”, dirigido por Barreto– também estiveram no local.

Acidente

O veículo de Barreto capotou por volta das 23h de ontem na rua Real Grandeza, no acesso ao chamado túnel velho, no bairro Botafogo. De acordo com a assessoria do cineasta, ele voltava do aeroporto Tom Jobim (Galeão), quando sofreu o acidente. Ainda segundo a assessoria, ele iria para o Piauí, onde participaria de um festival de cinema, mas não conseguiu embarcar. Entre outros, Barreto dirigiu o filme “Lula, o Filho do Brasil”, que conta a história do presidente desde seu nascimento, em 1945, em Pernambuco, até sua consagração como líder sindical, em 1980, no ABC paulista.

DIANA BRITO
colaboração para a Folha Online, no Rio

A Sorte do Lula é o Azar dos que o rodeiam ? – Baseado num comentário do Prof. Armando


Mera Coincidência ?

“Cumpanheiro” tem Pé Frio ?

Segundo o comentarista Armando Rafael, sim. Ontem, quando mais uma pessoa ligada profundamente com a história do Presidente Lula, o produtor do filme sobre sua vida, “Lula. O Filho do Brasil” cineasta Fábio Barreto sofreu um grave acidente, começei a refletir sobre um comentário escrito recentemente pelo professor Armando Rafael. Ele alertava:

01 - Fonte fidedigna assegura que desde que Barack Obama falou aquela bobagem (“Lula é o Cara”) o azar baixou sobre o presidente norte-americano. Já os petistas dizem que Lula é um cara de sorte. Pode até ser. Mas é inegável que a aventada sorte de Lula pode ser a constatação de azar para quem dele se aproxima. Zelaya que o diga!

02 - Lembram do Campeão, o tenista Gustavo Kuerten? Presenteou Lula com uma raquete e nunca mais foi o mesmo. Já o O boxeador Popó jamais venceu uma luta importante após presentear Lula com seu par de luvas.

03 – O presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas, foi ao Palácio do Planalto levar uma camisa do time para dar a Lula, às vésperas da decisão da Copa do Brasil, em 2007, e na final aconteceu o que parecia impossível: perdeu o título para o Figueirense, em pleno Maracanã, com dois gols roubados pela bandeirinha.

04 - O Corinthians caiu para a segundona, logo depois de Lula ser homenageado pela diretoria do clube com uma camisa 10 e seu nome grafado.

05 - O ditador Fidel Castro saudou Lula como a maior liderança da América Latina, adoeceu e teve de se afastar do poder.

06 - Na Venezuela o povo comemorou a segunda eleição de Lula . Hoje, além dos “apagãos” diários, falta até papel higiênico na terra do ditador Chávez.

A pergunta fica: Será que o “cumpanheiro” tem muita sorte mesmo assim ?

A Foto-charge é do Blog do Marcondes

Nova religião apoia excluídos – Reportagem: Antonio Vicelmo


Francisca Ribeiro da Silva mora na rua, ao lado da via férrea, que liga Crato a Juazeiro do Norte. Ela ganhou uma festa de aniversário dos integrantes da igreja sem nome. Ela diz que foi um momento inesquecível. O radialista José Jesus de Almeida Júnior, integrante da nova comunidade evangélica, lembra que, em Roma, os primeiros cristãos encontravam-se em subterrâneos. Dá conforto e apoio a pessoas que vivem abandonadas nas ruas. É esse o objetivo da igreja sem nome

Crato. Atualmente, apesar de todo o avanço científico, o fenômeno religioso sobrevive e cresce, desafiando previsões que anteviram seu fim. A maioria da humanidade professa alguma crença religiosa direta ou indiretamente. A religião continua atraindo milhares de fiéis e enriquecendo alguns pregadores. Em alguns casos, o fanatismo religioso confirma o pensamento do filósofo alemão Karl Marx que definiu a religião como “o ópio do povo”.

No Cariri, marcado pelo misticismo e pela devoção ao Padre Cícero, cresce o pluralismo religioso das mais diversas formas. O pastor da Igreja Batista, Samuel Lobo, diz que são incontáveis os cultos religiosos que chegam a Juazeiro. O “loteamento” de um espaço no céu está levando muitos cristãos a procurarem práticas religiosas diferentes das igrejas convencionais. Paralelamente, cresce também o número daqueles que, embora se professem cristãos, não frequentam nenhuma denominação religiosa.

Caminhada pessoal

“São pessoas convertidas, mas que, decepcionadas com os rumos da pregação e da instituição, optaram por uma caminhada pessoal, vivida na intimidade, ou então pela formação de pequenos grupos nos lares, reeditando o cristianismo do primeiro século”, analisa o advogado Emerson Monteiro, lembrando que existe uma tendência, principalmente entre jovens, de procurar novos caminhos. No Crato, está nascendo uma religião sem nome, sem igreja, sem padres e pastores e que tem como único líder Jesus Cristo. “É a restauração do antigo cristianismo, quando os seguidores de Jesus pregavam de casa em casa e exerciam a verdadeira partilha, a solidariedade, principalmente, para com os mais pobres, abandonados, que nunca, por exemplo, comemoraram o seu próprio aniversário”, define o radialista José Jesus de Almeida Júnior, integrante da nova comunidade evangélica.

É o caso da mendiga Francisca Ribeiro da Silva, que vive debaixo de uma algaroba, ao lado da via férrea, que liga Crato à Juazeiro. Ali, ao relento, ela faz a própria comida e dorme em cima de um colchão velho. Não sabe de onde veio, para aonde vai e não se lembra da idade. “Os crentes comemoraram o meu aniversário, foi uma festa bonita”, diz ela, referindo-se a iniciativa dos integrantes da igreja sem nome. Na contramão da maioria das religiões, a nova tendência evangélica não cobra dízimo de seus integrantes. Ao contrário, eles tiram dinheiro do seu próprio bolso para ajudar pessoas pobres e abandonadas. Mendigos, alcoólatras, desempregados, ou pessoas com deficiência mental são retirados das ruas e reintegradas à sociedade com ações sociais que vão desde a entrega de cestas básicas até a realização de festas de aniversario.

Caminho, verdade e vida

“Somos seguidores do Caminho, que é Jesus. Estamos a caminho do céu. Este céu que já começa aqui e se planifica na eternidade, pois Jesus trouxe os valores do Reino de Deus, com a sua entrada na história, no tempo, no espaço, em vista da plenitude dos tempos”, explica Almeida Júnior. Criado numa família de católicos praticantes, ex-funcionário de uma emissora católica, Almeida Júnior frequentou uma igreja evangélica durante 10 anos. Descobriu nos textos bíblicos que o único caminho é Jesus. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. Este ensinamento do apóstolo João levou Almeida a fazer uma reflexão sobre o seu itinerário religioso.

A partir daí, ele passou a questionar os conceitos doutrinários das religiões. Terminou se isolando em seu mundo particular procurando uma resposta para suas dúvidas. Encontrou na internet a indicação do livro “A Igreja de Casa em Casa”. Foi a senha para o reencontro consigo mesmo. O livro trata de um movimento religioso internacional, com ramificações em alguns estados do Brasil. No contato virtual com outros irmãos de fé, o radialista descobriu que não estava só na sua maneira de pensar. De acordo com a nova vertente evangélica, Jesus é apresentado como um exemplo individual cujo modelo de vida é o caminho. “Seus ensinamentos, sermões e instruções são os meios que podem nos conduzir ao conhecimento da verdade eterna, diferente das verdades transitórias ou passageiras. E, por último, entende que Jesus é o representante da vida perpétua”. Almeida sonha com um cristianismo que acolha o viciado, o mendigo, a prostituta e todos os pobres e doentes da terra, como Jesus fazia. Com esta concepção, a comunidade religiosa afastou de sua caminhada tudo aquilo que, na opinião de seus integrantes, atrapalha o foco central de sua fé, que é figura única de Cristo, a começar do dízimo, uma contribuição, paga voluntariamente, ou como imposto, normalmente para ajudar organizações religiosas e, muitas vezes, utilizada como moeda de compra e venda do reino do céu.

Antônio Vicelmo
Repórter

Fique por Dentro

Solidariedade

Por enquanto, apenas três famílias, na cidade do Crato, estão participando da nova religião. O grupo não está preocupado com o crescimento. Só permanecem na comunidade aqueles que têm o espírito de solidariedade, o sentimento cristão de partilha, diz o irmão Francisco de Assistis, integrante dos “Sem Igreja”. Há poucas indicações na Internet sobre esta nova vertente evangélica. No entanto, de acordo com o último censo, os sem-igreja aparecem nas pesquisas. O fato de não ter nome, igreja e hierarquia torna-se difícil a sua identificação. Porém, há registros de grupos de cristãos independentes em vários Estados do Brasil e, também, no exterior.

MAIS INFORMAÇÕES
A. J. Studio.
Rua Pedro II, 110 – Centro
Município do Crato
(88) 8831.2212
Cregional@diariodonordeste.com.br

PRINCÍPIO BÍBLICO

Para adeptos, igreja é povo de Deus

A igreja sem nome e sem sede promove os seus cultos nas casas de cada dos seus membros, viadutos, árvores ou rua. Crato O radialista José Jesus de Almeida Júnior, integrante da nova comunidade evangélica, lembra que, em Roma, os primeiros cristãos encontravam-se em subterrâneos, chamados catacumbas, onde partiam o pão durante os encontros, perpetuando o gesto de Jesus na noite em que foi preso. Esses primeiros cristãos deram prova de muita confiança e coragem. “Este é o caminho que nós tentamos seguir, adaptando, naturalmente, os costumes da época ao tempo de hoje e partindo do princípio bíblico de que a igreja somos nós, o povo de Deus”. A igreja sem nome e sem sede promove os seus cultos nas casas de cada um dos seus membros, debaixo de viadutos, árvores, ou no meio da rua. Eles partem do pressuposto de que “Deus não estabeleceu a construção de igrejas”. O culto começa com uma pequena palavra de abertura, segue-se um momento de oração e, logo após, um período de cânticos de louvor. Após o término deste período, é iniciada a pregação fundamenta em textos bíblicos. O término do culto se dá com avisos, pedidos de oração e confraternização entre as famílias presentes.

Tudo idêntico a uma igreja evangélica qualquer, se não fosse o fato de ela não ter nome, estatuto, livro ata, não possuir CNPJ ou ser oficializada. O que diferencia é que cada culto é diferente um do outro. Os “sem igreja” não obedecem a nenhum ritual pré-estabelecido. Cada um dos seus integrantes, tratados como irmãos, pode fazer a sua pregação. Não existe hierarquia. A mulher de Almeida, Mara Aparecida, que também já pertenceu a uma igreja evangélica, diz que agora encontrou a sua verdadeira religião. “Somos ´caminheiros´ e no ´Caminho´ que seguimos temos quedas, encontramos atalhos, passamos por obstáculos, andamos em passos mais largos ou mais lentamente. O importante é ter os olhos fixos na nossa meta que é o céu, andando pela via da nossa salvação, ou seja, olhando fixamente para Jesus, o Caminho, a Verdade e a Vida, pois ele já fixou o olhar sobre nós por primeiro e nos amou com um amor sem limites”, cometa.

Aparecida acrescenta que nas grandes igrejas as pessoas não se conhecem. “Aqui a gente divide as alegrias e tristezas da vida. O Cristo é revelado na pessoa de cada irmão sofredor, oprimido abandonado”. É com este espírito que os “sem igreja” promovem festas de aniversário, distribuem alimentos e facilitam empregos para pessoas anônimas que vivem à margem da sociedade e da família.

Sofrimento

“Aqui a gente divide as alegrias e tristezas da vida. O Cristo é revelado na pessoa de cada irmão sofredor”. – Mara Aparecida – Integrante da nova religião

Reportagem: Antonio Vicelmo
Repórter do Jornal Diário do Nordeste
Colaborador do Blog do Crato e Chapada do Araripe OnLine

CRATO – Previsão do Tempo e Almanaque – Dia 21 de Dezembro de 2009


Bom Dia!

Olá, Amigos do Blog do Crato. Hoje é o dia 21 de Dezembro de 2009. Há pouco mais de uma semana para terminar o ano, trazemos mais uma vez esse quadro que é um dos favoritos do Blog do Crato, juntamente com o HOJE NA HISTÓRIA, por sinal, dois quadros que me dão um trabalho grande para fazer. Mas hoje é início de semana… Como novidade, ontem assumiu a prefeitura do Crato, o Presidente da Câmara de Vereadores do Crato, vereador Guer, enquanto o Prefeito Samuel Araripe e esposa Mônica Araripe partiram para uns poucos dias de viagem, e enquanto, por outro lado, o vice-prefeito Raimundo Bezerra Filho também irá ter que viajar. A lei prevê que nesses casos, quem assume é o presidente da Câmara de Vereadores, e lembro-me que antigamente se estudava isso nos colégios, nas aulas de Moral e Cívica. Por falar em Moral e Cívica, um grande abraço para o Professor BENDIMAR. E de lembrança também, um grande abraço para meu querido, estimado e Idolatrado Professor de Física e amigo Cezar Bandeira de Melo. Abração, Cezinha ! É com Z, né ? E agora, vamos à previsão do tempo:

Previsão do Tempo:

A Previsão do tempo para hoje na cidade do Crato é de Dia com Sol e poucas núvens. Segundo o site Climatempo, não choverá aqui no Crato. Temperatura máxima prevista de 30 graus e minima de 21.

ALMANAQUE

21 de dezembro. Dia de São Pedro Canísio.

A catequese sempre exerceu um fascínio tão grande sobre Pedro Canísio que, quando tinha menos de treze anos, ele já reunia meninos e meninas à sua volta para ensinar passagens da Bíblia, orações e detalhes da doutrina da Igreja. Mais tarde, seria autor de um catecismo que, publicado pela primeira vez em 1554, teve mais de duzentas edições e foi traduzido em quinze línguas. Mas teve também grande atuação no campo teológico, combatendo os protestantes. Peter Kanijs para os latinos, Pedro Canísio nasceu em 8 de maio 1521, no ducado de Geldern, atual Holanda. Ao contrário dos demais garotos, preferia os livros de oração às brincadeiras. Muito estudioso, com quinze anos seu pai o mandou estudar em Colônia e, com dezenove, recebeu o título de doutor em filosofia. Mas não aprendeu somente as ciências terrenas. Com um mestre profundamente católico, Pedro também mergulhou, prazerosamente, nos estudos da doutrina de Cristo, fazendo despertar a vocação que se adivinhava desde a infância. No ano seguinte ao da sua formatura, os pais, que planejaram um belo futuro financeiro para a família, lhe arranjaram um bom casamento. Mas Pedro Canísio recusou. Não só recusou como aproveitou e fez voto eterno de castidade. Foi para Mainz, dedicar-se apenas ao estudo da religião. Orientado pelo padre Faber, célebre discípulo do futuro santo Inácio de Loyola, em 1543 ingressou na recém-fundada Companhia de Jesus. Três anos depois, ordenado padre jesuíta, recebeu a incumbência de voltar para Colônia e fundar uma nova Casa para a Ordem. Assim começou sua luta contra um cisma que abalou e dividiu a Igreja: o protestantismo.

Quando era professor de teologia em Colônia, sendo respeitado até pelo imperador, Pedro Canísio conseguiu a deposição do arcebispo local, que era abertamente favorável aos protestantes. Depois, participou do Concílio de Trento, representando o cardeal Oto de Augsburg. Pregou e combateu o cisma, ainda, em Roma e Messina, onde lecionou teologia. Mas teve de voltar à Alemanha, pois sua presença se fazia necessária em Viena, onde o protestantismo fazia enormes estragos.

Foi nesse período que sua luta incansável trouxe mais frutos e que também escreveu a maior parte de suas obras literárias. Fundou colégios católicos em Viena, Praga, Baviera, Colônia, Innsbruck e Dillingen. Foi nomeado pelo próprio fundador, Inácio de Loyola, provincial da Ordem para a Alemanha e a Áustria. Pregou em Strasburg, Friburg e até na Polônia, sempre denunciando os seguidores do sacerdote Lutero, pai do protestantismo.

Admirado pelos pontífices e governantes do seu tempo, respeitado como primeiro jesuíta de nacionalidade alemã, Pedro Canísio morreu em 21 de dezembro de 1597, em Friburg, atual Suíça, após cinqüenta e quatro anos de dedicação à Companhia de Jesus e à Igreja. Foi canonizado por Pio XI, em 1925, para ser festejado, no dia de sua morte, como são Pedro Canísio, doutor da Igreja, título que também recebeu nessa ocasião.

Eventos históricos

* 235 – Eleito o Papa Antero, 19º papa.
* 1124 – Eleito o Papa Honório II, 164º papa.
* 1140 – Batalha de Weinsberg, as tropas de Conrado III, filho do Imperador Frederico, derrotam Guelfo VI, irmão de Henrique, O Soberbo, Duque da Bavária.
* 1163 – Furacão causa grandes inundações na Holanda.
* 1237 – Os mongóis saqueiam a cidade russa de Ryazan.
* 1466 – Pedro Vaz de Melo, governador da Casa do Cível e Senhor das Vilas de Atalaia e Asseiceira recebe o título de Conde de Atalaia.
* 1471 – João de Santarém e Pedro Escobar descobrem as ilhas de São Tomé e Príncipe.
* 1561 – Antoine Perrenot de Granvelle torna-se arcebispo francês.
* 1582 – Flandres adota o calendário gregoriano.
* 1607 – Início do vice-reinado peruano de Juan de Mendoza y Luna, marquês de Montesclaros.
* 1620 – Peregrinos do Mayflower desembarcam em Plymouth Rock.
* 1620 – Período colonial dos Estados Unidos da América: Colonos estabelecem um assentamento permanente, onde atualmente localiza-se a cidade de Plymouth
* 1829 – Fundação do Condado de Rabun
* 1844 – Um grupo de 28 tecelões de Rochdale, na região de Manchester, Inglaterra, lançou ao mundo a semente do sistema econômico do Cooperativismo
* 1903 – Primeira edição do Prêmio Goncourt de literatura francesa
* 1942 – Projecto Manhattan: início da primeira reacção nuclear em cadeia auto-sustentada.
* 1945 – Equador e Iraque são admitidos como Estados-Membros da ONU
* 1959 – O código Q, como é conhecido o Código Fonético Internacional é aprovado pela Convenção Internacional de Telecomunicações em Genebra
* 1961 – Fundação do município de Alfredo Wagner
* 1968 – Lançamento da missão Apollo 8
* 1970 – Primeiro vôo da aeronave F-14 Tomcat
* 1987 – É criado o município de Diamante D’Oeste no estado do Paraná
* 1991 – Criação da Comunidade de Estados Independentes
* 2008 – Final do Mundial Interclubes da FIFA de 2008: o Manchester United, da Inglaterra, derrotou a LDU, do Equador, por 1×0.
* 2012 – Final do Calendário Maia com o ciclo de 5.125 anos.

Nascimentos

* 1118 – Thomas Becket, juiz supremo e arcebispo de Canterbury (m. 1170).
* 1778 – Anders Sandøe Ørsted, primeiro-ministro da Dinamarca (m. 1860).
* 1804 – Benjamin Disraeli, político, escritor (m. 1881).
* 1815 – Thomas Couture, pintor e professor francês (m. 1879).
* 1843 – Thomas Bracken, poeta da Nova Zelândia (m. 1898).
* 1859 – Gustave Kahn, poeta simbolista francês (m. 1936).
* 1872 – Albert Payson Terhune, autor americano (m. 1942).
* 1876 – Jack Lang, político australiano (m. 1975).
* 1878 – Jan Łukasiewicz, filósofo, matemático (m. 1956).
* 1879 – Josef Stalin, ditador soviético. (m. 1953).
* 1889 – Sewall Wright, biólogo norte-americano (m. 1988).
* 1890 – Hermann Joseph Muller, geneticista estadunidense (m. 1967).
* 1892
o Walter Hagen, campeão de golfe norte-americano (m. 1969).
o Rebecca West, escritora americana (m. 1983).
* 1908 – Pat Weaver, pioneiro da televisão (m. 2002).
* 1914 – Ivan Generalić, pintor croata de arte naïf (m. 1992).
* 1917 – Heinrich Böll, autor, ganhador do prêmio Nobel em 1972 (m. 1985).
* 1918
o Donald Regan, Chefe de estado-maior e Secretário do Tesouro dos EUA (m. 2003).
o Kurt Waldheim, Secretário Geral das Nações Unidas.
* 1924 – Altamiro Carrilho, flaustista brasileiro.
* 1926 – Joe Paterno, técnico de futebol americano.
* 1931
o Ivan Cândido, ator brasileiro.
o Wesley Duke Lee, pintor brasileiro.
* 1935
o John G. Avildsen, diretor e editor estadunidense.
o Phil Donahue, apresentador estadunidense.
o Lorenzo Bandini, piloto italiano de Fórmula 1 (m. 1967).
* 1936
o Joelmir Beting, jornalista brasileiro.
o Jonas Abib, religioso brasileiro.
* 1937
o Elomar Figueira, músico brasileiro.
o Jane Fonda, atriz estadunidense.
* 1940 – Frank Zappa, músico estadunidense (m. 1993).
* 1942 – Hu Jintao, presidente da China.
* 1944
o Michael Tilson Thomas, maestro norte-americano.
o Taylor Hackford, cineasta estadunidense.
* 1946 – Carl Wilson, músico norte-americano (m. 1998).
* 1947
o Paco de Lucía, guitarrista e compositor de flamenco espanhol.
o Esperidião Amin Helou Filho, político brasileiro.
* 1948 – Samuel L. Jackson, ator estadunidense.
* 1950 – Jeffrey Katzenberg, produtor de filmes norte-americano.
* 1954 – Chris Evert, ex-tenista norte-americano.
* 1955 – Jane Kaczmarek, atriz norte-americana.
* 1956 – Joaquim Leitão, cineasta português.
* 1957
o Tom Henke, ex-jogador de beisebol dos EUA.
o Ray Romano, comediante norte-americano.
* 1959 – Florence Griffith-Joyner, atleta norte-americana (m. 1998).
* 1963 – Antony de Ávila, futebolista colombiano.
* 1964 – Fabiana Udenio, atriz italiana.
* 1965 – Andy Dick, ator norte-americano.

Falecimentos

* 1375 – Giovanni Boccaccio, escritor e humanista italiano (n. 1313).
* 1781 – Gregorio Mayáns y Siscar, erudito espanhol.
* 1805 – Bocage, poeta português (n. 1765).
* 1807 – John Newton clérigo, compositor (n. 1725).
* 1822 – José Francisco Ortiz Sanz, escritor e religioso espanhol.
* 1882 – Francesco Hayez, pintor italiano (n. 1791).
* 1907 – Klara Hitler, mãe de Adolf Hitler (n. 1860).
* 1933 – Knud Rasmussen, explorador dinamarquês (n. 1879).
* 1933 – Padre Himalaya, cientista e inventor português (n. 1868).
* 1937 – Frank Billings Kellogg, estadunidense, prêmio Nobel da Paz em 1929 (n. 1856).
* 1940 – F. Scott Fitzgerald, escritor estadunidense (n. 1896).
* 1941 – Tomás Vargas Osorio, poeta e jornalista colombiano.
* 1945 – George S. Patton, general norte-americano (n. 1885).
* 1935 – Kurt Tucholsky, jornalista e escritor satírico (n. 1890).
* 1956 – Lewis Madison Terman, psicólogo americano (n. 1877).
* 1958 – Lion Feuchtwanger, romancista, dramaturgo e escritor alemão (n. 1884).
* 1964 – Carl van Vechten, escritor e fotógrafo americano. (n. 1880).
* 1980 – Nelson Rodrigues, dramaturgo e escritor brasileiro. (n. 1912).
* 1983 – Rod Cameron, ator canadense que fez carreira no cinema norte-americano (n. 1910).
* 1988 – Nikolaas Tinbergen, etologista dos Países Baixos (n. 1907).
* 1991 – José Miguel Barandiarán, etnólogo e arqueólogo espanhol.
* 1992:
o Albert King, guitarrista e cantor estadunidense de blues (n. 1923).
o Alfonso García-Gallo, jurista, historiador, catedrático e acadêmico espanhol.
o José María González Sinde, cineasta espanhol.
o Nathan Milstein, violinista ucraniano (n. 1903).
o Stella Adler, atriz estadunidense (n. 1901).
* 1995 – Carl Unger, pintor austríaco.
* 1997 – Teo Escamilla, diretor de fotografía espanhol.
* 2001 – Dick Schaap, jornalista de esportes (n. 1931)
* 2002:
o Giò Pomodoro, escultor italiano.
o José Hierro, poeta espanhol.
* 2005 – Aurora Miranda, cantora brasileira, irmã de Carmem Miranda (n. 1915).
* 2007 – Norton Nascimento, ator brasileiro (n. 1962).

Feriados e eventos cíclicos

* Festeja-se o Yule, nome dado ao Solstício de Inverno pelos neo-pagãos.
* Dia do Atleta.
* Dia dos Artistas Profissionais.
* Solstício de dezembro: verão no hemisfério sul e inverno no hemisfério norte.

Fontes: Edições Paulinas, Climatempo, Wikipedia

HOJE NA HISTÓRIA – Em 2012, nesta data – O Final do Calendário Maia


HOJE NA HISTÓRIA

O Hoje na História marca um dia muito polêmico. Em 2012, teremos o Final do Calendário Maia com o ciclo de 5.125 anos. Vamos conhecer um pouco sobre esse calendário:

O calendário maia é um sistema de calendários e almanaques distintos, usados pela civilização maia da Mesoamérica pré-colombiana, e por algumas comunidades maias modernas dos planaltos da Guatemala. Estes calendários podem ser sincronizados e interligados, suas combinações dando origem a ciclos adicionais mais extensos. Os fundamentos dos calendários maias baseiam-se em um sistema que era de uso comum na região, datando pelo menos do século VI a.C.. Tem muitos aspectos em comum com calendários empregados por outras civilizações mesoamericanas anteriores, como os zapotecas e olmecas, e algumas civilizações suas contemporâneas ou posteriores, como o dos mixtecas e o dos astecas. Apesar de o calendário mesoamericano não ter sido criado pelos maias, as extensões e refinamentos por eles efetuados foram os mais sofisticados. Junto com os dos astecas, os calendários maias são os melhor documentados e compreendidos.

Pela tradição da mitologia maia, como está documentado nos registros colonais iucatecas e reconstruído de inscrições do Clássico Tardio e Pós-clássico, a deidade Itzamna é frequentemente creditada como tendo levado o conhecimento do sistema de calendários aos maias ancestrais, junto com a escrita em geral e outros aspectos fundacionais da cultura maia[1].

Visão Geral

O mais importante destes calendários é aquele com período de 260 dias. Este calendário de 260 dias era prevalente em todas as sociedades mesoamericanas, e é de grande antiguidade (quase certamente o mais velho dos calendários). Ainda está em uso em algumas regiões de Oaxaca, e pelas comunidades maias dos planaltos da Guatemala. A versão maia é conhecida pelos estudiosos como tzolkin, ou Tzolk’in na ortografia revisada da Academia de Lenguas Mayas de Guatemala. O tzolkin é combinado com outro calendário de 365 dias (conhecido como haab, ou haab’), para formar um ciclo sincronizado durando 52 haabs, chamado de roda calendárica. Ciclos menores de 13 dias (a trezena) e 20 dias (a vintena) eram componentes importantes dos ciclos tzolkin e haab, respectivamente.

Uma forma diferente de calendário era usada para manter registros de longos períodos de tempo, e para a inscrição da data de calendário (identificando quando um evento aconteceu em relação a outros). Esta forma, conhecida como calendário de contagem longa mesoamericano ou contagem longa, é baseada no número de dias transcorridos desde um ponto inicial mítico. De acordo com a correlação entre a contagem longa e os calendários ocidentais aceita pela grande maioria dos pesquisadores maias (conhecida como a correlação GMT), este ponto inicial é equivalente ao dia 11 de agosto de 3114 a.C. no calendário gregoriano proléptico, ou 6 de setembro no calendário juliano (-3113 astronômico). A correlação Goodman-Martinez-Thompson foi escolhida por Thompson em 1935 baseado em correlações anteriores de Joseph Goodman em 1905 (11 de agosto), Juan Martínez Hernández em 1926 (12 de agosto), e John Eric Sydney Thompson em 1927 (13 de agosto). Pela sua natureza linear, a contagem longa podia ser estendida para se referir a qualquer data no futuro ou passado distantes. Este calendário envolvia o uso de um sistema de notação posicional, em que cada posição significava um múltiplo cada vez maior do número de dias. O sistema numérico maia era essencialmente vigesimal (ou seja, tinha base numérica 20), e cada unidade de uma dada posição representava 20 vezes a unidade na posição que a precedia. Uma exceção importante foi feita no valor de segunda ordem, que em vez disto representava 18 × 20, ou 360 dias, mais próximo do ano solar do que seriam 20 × 20 = 400 dias. Deve-se contudo notar que os ciclos da contagem longa eram independentes do ano solar. Muitas inscrições da contagem longa maia são suplementadas com uma série lunar, que fornece informações sobre a fase lunar e posição da Lua em um ciclo semi-anual de lunações.

Um ciclo de Vênus com 584 dias também era mantido, e registrava as ascensões heliacais de Vênus como estrela da manhã ou da tarde. Muitos eventos neste ciclo eram vistos como sendo astrologicamente inauspiciosos e perniciosos, e ocasionalmente as guerras eram iniciadas de forma a coincidir com estágios deste ciclo. Outros ciclos, combinações e progressões de calendários menos prevalentes ou mal-compreendidos, também eram seguidos. Uma contagem de 819 dias aparece em algumas poucas inscrições. Conjuntos repetitivos de intervalos de 9 e 13 dias associados com diferentes grupos de deidades, animais e outros conceitos significativos também são conhecidos.

Conceito maia de tempo

Com o desenvolvimento do calendário da contagem longa e sua notação posicional (que se acredita herdada de outras culturas mesoamericanas), os maias tinham um sistema elegante no qual os eventos podiam ser registrados de forma linear uns relativamente aos outros, e também com respeito ao próprio calendário (“tempo linear”). Em teoria, este sistema pode ser estendido para delinear qualquer extensão de tempo desejado, simplesmente aumentando o número de marcadores de maior ordem usados (gerando assim uma sequência crescente de múltiplos de dias, cada dia na sequência identificado univocamente por seu número da contagem longa). Na prática, a maioria das inscrições maias da contagem longa limitam-se em registrar somente os primeiros 5 coeficientes neste sistema (uma contagem b’ak’tun), que era mais do que adequado para expressar qualquer data histórica ou atual (20 b’ak’tuns são equivalentes a cerca de 7885 anos solares). Mesmo assim, existem inscrições que apontavam ou implicavam sequências maiores, indicando que os maias compreendiam bem uma concepção linear do tempo (passado-presente-futuro).

Contudo, e em comum com outras sociedades mesoamericanas, a repetição dos vários ciclos calendáricos, os ciclos naturais de fenômenos observáveis, e a recorrência e renovação da imagética de morte-renascimento em suas tradições mitológicas eram influências importantes e ominpresentes nas sociedades maias. Esta visão conceitual, em que a “natureza cíclica” do tempo é destacada, era preeminente, e muitos rituais estavam ligados à conclusão e recorrência dos vários ciclos. Como as configurações particulares do calendário eram novamente repetidas, também o eram as influências “sobrenaturais” a que elas estavam associadas. Desta forma, cada configuração particular do calendário tinha um “caráter” específico, que influenciaria o dia que exibia tal configuração. Divinações poderiam então ser feitas a partir dos augúrios associados com uma certa configuração, uma vez que os eventos em datas futuras seriam sujeitos às mesmas influências conforme as datas correspondentes de ciclos prévios. Eventos e cerimônias eram marcados para coincidir com datas auspiciosas, e evitar as inauspiciosas.

O final de ciclos de calendário significativos (“finais de período”), como um ciclo k’atun, geralmente eram marcados pela ereção e dedicação de monumentos específicos (principalmente inscrições em estelas, mas algumas vezes complexos de pirâmides gêmeas como as de Tikal e Yaxha), comemorando o final, acompanhado por cerimônias dedicatórias. Uma interpretação cíclica também é notada nos mitos de criação maias, em que o mundo atual e os humanos nele foram precedidos por outros mundos (de um a cinco outros, dependendo de onde vem a tradição) que foram feitos de várias formas pelos deuses, mas subsequentemente destruídos. O mundo atual teria uma existência tênue, requerendo súplicas e ofertas de sacrifícios periódicos para manter o equilíbrio de existência continuada. Temas similares fazem parte dos mitos de criação de outras sociedades mesoamericanas.

Fonte: Wikipedia

Pensamentos do Dia – 21 de Dezembro de 2009


“O brasileiro, quando não é canalha na véspera, é canalha no dia seguinte.”

Nelson Rodrigues

“Ele não sabia que era impossível. Foi lá e fez.”

Jean Cocteau

“Dez mil dificuldades não constituem uma dúvida.”

Isaac Newton

“Não existe vaidade inteligente.”

Louis Céline

“Os tolos dizem que aprendem com os seus próprios erros; eu prefiro aprender com os erros dos outros.”

Otto Von Bismarck

“Ser você mesmo em um mundo que está constantemente tentando fazer de você outra coisa é a maior realização.”

Ralph Waldo Emerson

Foto: © Robert Strachan Photography

PAC promete, mas não cumpre – Postado por: José Sales


Até o momento, só chegou 20% dos R$ 734 milhões prometidos ao Ceará, em recursos do programa, para 2009. O fato de, no Brasil, os orçamentos públicos serem autorizativos, ou seja, não obrigatoriamente, e na verdade quase nunca, os gestores devem cumprir aquele cronograma anunciado, já prejudica o planejamento de estados e municípios que acabam contando com recursos que nunca chegam. Para além disso, no entanto, a possibilidade de citar valores estratosféricos que dificilmente vão ser liberados, tem feito os gestores usarem estes quantitativos, politicamente, para forjar uma quantidade de investimento, a rigor, inexistente. É só fazer uma análise da prática, para percebermos que os números ditos em alto e bom som quase nunca são comprovados nas liberações.

Um exemplo disso são os recursos referentes ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal, para o Ceará. Até o momento, do valor inicial de R$ 734 milhões para o desenvolvimento do Estado, só chegou R$ 166 milhões, há 10 dias do final do ano, segundo números do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) da União.

É um percentual de apenas 20%. Os outros 80% esbarram na burocracia, nos entraves e nos remanejamentos feitos na peça orçamentária que acabam atrasando o andamento de obras federais nos estados. Na teoria, este valor deve ser colocado como “restos a pagar”, com promessa de liberação para 2010.

Só promessa. Senão, vejamos: o mesmo PAC, no exercício de 2008, previa liberação para o Ceará no total de R$ 554 milhões em investimentos. Passou o ano inteiro para liberar R$ 242 milhões, o equivalente a 43% do total. O restante, R$ 312 milhões, ou 56%, ficaram nos “restos a pagar”. E no exercício de 2009 nem os restos a pagar, nem tampouco 50% do que estava previsto, foi pago. E a proposição de respostas e soluções para os questionamentos que todos fazem, também demora na mesma proporção. A Assembleia Legislativa do Estado criou uma comissão especial para acompanhar as obras do PAC no Estado. Houve divergências entre apoiadores e opositores do governo Lula. Depois, os aliados foram para a comissão oficial, os tucanos se retiraram e criaram uma instância paralela para fazer o mesmo trabalho.

Pois passados três meses da instalação, não há resposta alguma por parte dos parlamentares. O valor dos empenhos mostrados agora, no entanto, revela a realidade sobre aquilo que está sendo empenhado pelo maior programa do governo Lula, atualmente.

Fonte: Diário do Nordeste.
Postado por José Sales

Controle social e democracia – por José do Vale Pinheiro Feitosa


Este texto aspeado abaixo o fiz num comentário para o blog de um ex-editor da Rede Globo quando este comentou a situação da programação diante da pata de elefante dos laboratórios farmacêuticos. Ele se referia a uma matéria que criticava os efeitos danosos de determinado medicamento e que “caiu” por pressão do laboratório fabricante. Espero retornar a esta abordagem num futuro próximo, com mais detalhes. Só para vocês ficarem alerta: sabemos todos que o fundo da Educação Básica aumentou e todos esperamos uma melhora geral na educação. Pois bem parte do jornalismo brasileiro e de jogadas políticas se devem a editoras (inclusive a Abril) disputando o fornecimento público. Outro dado uma fonte de escândalos, espeiclamente este de Bsb com conexões na Secretaria de Educação de São Paulo tem o mesmo modelo: a exploração denosa dos fundos públicos.

“Estou no final da minha carreira na saúde pública com algumas convicções. Há que se enfrentar o setor produtivo nas circunstâncias atuais. Não se poderá enfrentar a indústri farmacêutica, de imunobiológico, imagens etc. sem um forte setor público sobre controle da sociedade. Este modelo baseado em “empresários (?)” que ganham milhões como vendedores de luxo para garantir os grandes lucros deste setor não pode ser. Se cria um sistema tão perverso que a maior parte das vezes não se sabe onde começa o lobista da tecnologia de saúde e termina o médico. Por vezes onde se tem garantia de lucro certo na ponta de liminares da justiça no que se convencionou chamar-se Judicialização. É uma cadeia que precisa ser combatida, da ponta mais simples até a mais complexa: a) os visitadores de laboratório à serviço da indústria; b) os “empresário (?)” que inventam demanda para a indústria; c) os congressos financiados largamente para o discurso único deste merchandising (não existe mais ciência como algo crítico, no condicional e sujeito à superação); e) os lobistas, associados a deputados, senadores e membros do executivo em todas as esferas de governo com a finalidade de “empurrar” compras sobre os Fundos de Saúde e f) a aliança entre operadoras de planos de saúde e prestadores de saúde com a finalidade de se usufruir do plano mutual que afinal só existe pela contribuição solidária de quem paga o plano, inclusive com incentivos fiscais. Aliás, não diga que nega, pois na parte mais complexa existe o Programa Fantástico (e toda uma jogada maldosa em vários outros programas) que costuma gerar demanda por tecnológias absurdas desde que começa a segunda feira e as portas dos “negócios” se abrem.”

Por: José do Vale Feitosa

Raúl Castro alerta que não pode apressar as mudanças econômicas em Cuba


O presidente de Cuba, Raúl Castro, esfriou neste domingo (20) as expectativas dos cubanos sobre as mudanças econômicas rápidas e profundas ao alertar que não pode haver riscos de improvisação com decisões apressadas. “Limito-me, por ora, a expressar que na atualização do modelo econômico cubano, questão na qual se avança com um enfoque integral, não pode haver espaço aos riscos da improvisação e pressa”, afirmou o presidente ao encerrar a sessão parlamentar anual. Raúl Castro disse ter consciência das “expectativas e honestas preocupações dos cubanos quanto à velocidade e profundidade das mudanças que temos que introduzir no funcionamento da economia”.

O presidente de 78 anos assinalou que “é preciso caminha na direção do futuro, com passo firme e seguro, porque não temos o direito de nos equivocarmos”, e também alertou que 2010 será um ano difícil e serão mantidas as restrições financeiras derivadas da crise. Segundo balanço apresentado pelo ministro da Economia, Marino Murillo, neste domingo, Cuba registrou um crescimento econômico de 1,4% em 2009, muito abaixo dos 6% previstos. Em 2009, os investimentos diminuíram 16%, as exportações de bens e serviços caíram 22,9% e as importações diminuíram 37,4%, enquanto a agricultura cresceu 4,5%, o transporte 4,6%, os serviços 4% e a indústria 2%, informou Murillo. Segundo ele, a queda do preço internacional do níquel, principal produto de exportação, teve um impacto muito negativo para a economia, pois se esperava vendê-lo este ano a US$ 12 mil a tonelada, mas o preço foi de US$ 10 mil dólares, enquanto que houve uma importante redução –não informado– nas rendas do turismo (2,3 bilhões em 2008).

Ao destacar que problema mais imediato enfrentado pelo país é a falta de divisas, anunciou que será dada prioridade ao financiamento de setores que geram rendas externas, como as exportações de níquel, rum e tabaco, turismo, biotecnologias e telecomunicações. Ante a crise, o governo também dispôs em 2009 cortes no orçamento, reduções drásticas no consumo de energia e diminuições nos alimentos subsidiados (caderneta de abastecimento) para a população de 11,2 milhões de habitantes. A produtividade do trabalho caiu 1,1%, apesar de Raúl Castro aplicar medidas para impulsionar o rendimento trabalhista, mas persiste um desestímulo porque o salário médio –que cresceu 2,2%– é de 18 dólares ao mês.

O ministro argumentou que no crescimento modesto da economia em 2009 –o menor nos últimos sete anos– se deveu ao impacto da crise internacional, aos danos dos furacões, que deixaram perdas de 10 bilhões de dólares, e ao embargo dos Estados Unidos.

da France Presse

Alckmin ou Serra venceriam sucessão em SP no 1º turno

Hoje na Folha. Uma pesquisa feita pelo Instituto Datafolha feita entre os dias 14 e 18 de dezembro revela que tanto o ex-governador Geraldo Alckmin quanto o atual, José Serra, ambos do PSDB, venceriam no primeiro turno a eleição para o governo do Estado de São Paulo se a eleição fosse hoje.

Eleição presidencial: Serra vence Dilma e Ciro no segundo turno, diz Datafolha

A informação é da reportagem de Malu Delgado para a Folha desta segunda-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL). Alckmin, mais provável candidato da sigla, tem 50% ou mais em todos os cenários em que aparece. Serra possui 44% numa simulação e 55% em outra. Os prováveis candidatos apoiados pelo presidente Lula têm desempenho bem abaixo dos tucanos. Entre os petistas, a ex-prefeita Marta Suplicy, com 14% ou 19%, é a mais bem colocada. Ciro Gomes (PSB) tem 14% ou 16%. Foram entrevistadas 2.050 pessoas em 56 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Leia a reportagem completa na Folha desta segunda-feira, que já está nas bancas.

Fonte: Folha OnLine

Programa Bolsa-Marginal – Mentira ou Verdade ? – Parte II – Conclusão

Em tempos de Internet as informações multiplicam-se em progressão geométrica e pela repetição ‘transformam-se’ miraculosamente em verdade. Quanto mais distorcida para tornar-se fantástico-bombástica uma informação está, mais sucesso faz e rapidamente chega à caixa postal de quase todo usuário da Internet no país. A seqüência natural deste tipo de informação é ser imortalizada na forma de posts por inúmeros Blogs que supostamente estariam colaborando com a socialização da ‘notícia’. Os desmentidos, por outro lado e infelizmente, não são repassados com a mesma voracidade com a qual a mentira se espalha.

Utilizando os termos Bolsa Marginal entre aspas, o Google retorna quase 4000 ocorrências, e até onde tive paciência de checar, tratam-se de mera repetição de uma informação falsa que mesmo oferecendo um link esclarecedor, foi suficientemente convincente para prejudicar a capacidade do leitor interpretar algo que de fato é bastante claro.

O Brasil sofre de um problema bastante sério, que é a falta de educação previdenciária. Este SPAM que circula na web há pouco tempo mas que certamente vai ressuscitar por anos nas nossas caixas postais, é apenas um exemplo do desconhecimento do que é a Previdência Social no nosso país e do seu papel como distribuidora de renda. A Previdência Social é uma seguradora. Só para lembrar como uma seguradora funciona, um exemplo bem rasteiro: se uma pessoa tem um carro e paga o seguro deste carro e se envolve em um acidente, não é o fato dela ser isso ou aquilo que lhe tira o direito de receber o que faz jus por ter contribuído com a empresa que contrata.

Vamos entender um pouco mais sobre este benefício partindo das premissas da ‘notícia’.

A mensagem intitulada ‘Bolsa Marginal’ tem o seguinte enunciado:

Programa Bolsa-Marginal ?
Você sabia que todo presidiário com filhos tem uma
bolsa para sustentar a família, dado pelo INSS, pois o
coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos pois
está preso?

Chama-se “Auxílio-reclusão” e, pasmem… quem foi preso a
partir de 01/12/2009, recebe R$ 752,12 (quanto está o
salário mínimo mesmo, para aqueles que trabalham
honestamente????)

A mensagem já começa com as premissas erradas. Não são todos os presidiários que beneficiam suas famílias. Aqueles que poderão gerar o benefício para seus dependentes são homens e mulheres trabalhadores e segurados da Previdência, que por motivos que não nos cabem julgar, foram penalizados com a privação de sua liberdade. Eles pagaram por este direito na forma de contribuição ao Regime Geral da Previdência Social, forma esta proporcional aos seus salários quando estavam em atividade laborativa. O montante que eles contribuiram custeia também o auxílio-doença de outra pessoa e a aposentadoria de outra, por exemplo. Enquanto algumas pessoas contribuem a vida inteira para se aposentar aos 65 anos, outras contribuem poucos meses e se aposentam por invalidez. Quem paga a conta? Todos nós, inclusive os segurados que um dia foram presos e os que um dia irão ser presos. Isto se chama solidariedade e caracteriza este regime de previdência.

Segundo a outra premissa, também mentirosa, a família beneficiada receberia R$ 752, 12 a partir de 01/12/2009. Não é isso. Este é o atual teto do valor sobre o qual o segurado, quando em atividade e antes de ser encarcerado, contribuia com a Previdência. O que a família do apenado vai receber dependerá do quanto ele ou ela contribuiu no decorrer de sua vida. O benefício é calculado usando os 80% maiores salários de contribuição, e o valor equivale a 100% desta média. É o mesmo que qualquer pessoa com contribuição similar que se aposente por invalidez receberia.

O segurado que poderá beneficiar a sua família caso seja preso é justamente o segurado mais pobre, é aquele que recebe até o valor citado acima quando está em atividade. Se uma pessoa pobre já é socialmente vulnerável, imagine se esta pessoa pobre é filha de um marginal. Qual será o futuro dela se não tiver o que comer?

E por que só o trabalhador mais pobre tem este direito? Provavelmente porque quem tem um salário maior é menos vulnerável a cair nas armadilhas do crime. Apesar de ser uma seguradora, a Previdência também é um cobertor social.

Não importa se o indivíduo roubou uma galinha, foi preso injustamente ou praticou um crime hediondo, se ele cumpriu os requisitos para proteger a sua família, a família terá o direito garantido e isto é justo. Quem deve cumprir a pena é o indivíduo infrator, se o Direito Penal não admite amaldiçoar a família do ”pecador”, muito menos o Direito Previdenciário faria isto.

A família só terá direito ao auxílio-reclusão se o indivíduo em reclusão estava contribuindo com a Previdência Social ou se encontrava no período que chamamos de ‘manutenção de qualidade de segurado’, um prazo no qual mesmo a pessoa sem pagar permanece com direito a requerer benefícios (este período é em média 12 meses, mas pode ser esticado em algumas situações).

Portanto, se vocês receberem este SPAM, já saberão do que se trata.

Fonte: Meire Gomes – Salada Médica – Website: http://colunas.digi.com.br/meire/programa-bolsa-marginal/

Programa Bolsa-Marginal – Mentira ou Verdade ? – Parte I

Recebi esse e-mail. Na segunda parte desta matéria, a explicação técnica que vi em outro site:

O Auxílio-Reclusão

Você sabia que todo presidiário com filhos tem uma bolsa para sustentar a família, dado pelo INSS, pois o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos pois está preso? Chama-se “Auxílio-reclusão” e, pasmem… quem for preso a partir de 01/12/2009, receberá R$ 752,12 (SETECENTOS E CINQUENTA E DOIS REAIS E DOZE CENTAVOS) mas, quanto está o salário mínimo mesmo, para aqueles que trabalham honestamente????

O valor do auxílio-reclusão corresponde ao equivalente a 100% do salário-de-benefício

PERÍODO SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO TOMADO EM SEU VALOR MENSAL

De 1º/6/2003 a 31/4/2004 R$ 560,81 – Portaria nº 727, de 30/5/2003
De 1º/5/2004 a 30/4/2005 R$ 586,19 – Portaria nº 479, de 7/5/2004
De 1º/5/2005 a 31/3/2006 R$ 623,44 – Portaria nº 822, de 11/5/2005
De 1º/4/2006 a 31/3/2007 R$ 654,61 – Portaria nº 119, de 18/4/2006
De 1º/4/2007 a 29/2/2008 R$ 676,27 – Portaria nº 142, de 11/4/2007
De 1º/3/2008 a 31/1/2009 R$ 710,08 – Portaria nº 77, de 11/3/2008
A partir de 1º/2/2009 R$ 752,12 – Portaria nº 48, de 12/2/2009

O salário-de-benefício corresponde à média dos 80% do maior salários-de-contribuição do período contributivo, a contar de julho de 1994. Para o segurado especial (trabalhador rural), o valor do auxílio-reclusão será de um salário-mínimo, se o mesmo não contribuiu facultativamente. É real!!!! Se você quiser tire a dúvida neste “site” :

http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22

Pergunta que não quer calar 1:
Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso recebem uma bolsa para seu sustento?

Pergunta que não quer calar 2:
Já viu algum defensor dos Direitos Humanos defendendo esta bolsa para os filhos das vítimas?

Pergunta que não quer calar 3:
Quem foi mesmo o candidato que mereceu o seu voto? Não lembra…? Lamentável.

É por isso que a criminalidade não diminui…Pelo visto é muito mais vantajoso pois, você terá dinheiro preso ou não… Garanta já a sua Bolsa-Bandido…! E depois o Lula vem dizer que o INSS não tem dinheiro para pagar o reajuste justo aos aposentados…!!!! Sabe quem está financiando esta regalia do Bolsa Bandido ? Nós, com os impostos e contribuições!

Texto recebido via e-mail

Nossos Parceiros – Mercadinho Matos


O
Mercadinho Matos firmou-se na cidade como um locais preferidos pelos Cratenses para fazerem as suas compras. Bons preços, excelente atendimento, e variedade. Produtos sempre novos, longe do prazo de vencimento. Tudo em: Cereais, enlatados, perfumaria, biscoitos, bebidas e frios em geral. MERCADINHO MATOS – O Prazer de comprar bem pelo melhor preço da cidade, com entrega em Domicílio. Rua Dr. João Pessoa, 73 – Fone (88) 3521-3893 – Crato – CE.

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Variedade…

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Qualidade dos Produtos…

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Dona Almina Arraes, uma das primeiras clientes do Mercadinho Matos:

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Na foto Abaixo: Os proprietários: Aluísio e Adiê

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mercadinho matos

Mercadinho Matos – A Sua melhor Compra !

Casal não tinha com quem deixar criança de 3 anos de idade e levou também para Motel

NE – São os Absurdos do dia-a-dia…

A Polícia de Jaguaribe, a 224 quilômetros de Fortaleza, flagrou um casal no interior de um motel com uma criança de 3 anos de idade. O mais grave é que a menina entrou na companhia do casal na garupa de uma moto. Na portaria, a mulher alegou que era a responsável pela garota e que não tinha com quem deixá-la. A mesma versão ela tentou contar para a Polícia, no momento do flagrante. Mas o delegado conseguiu falar com a mãe da menina, que assegurou que a mulher, com parentesco distante, havia levado a filha somente para um pequeno passeio. O casal pode ser processado por estupro presumível de incapaz, mesmo que não tenha mantido relações sexuais com a criança.

Fonte: Eliomar de Lima

Gente quer Brilhar. Gente quer ser Feliz. FELIZ NATAL !!!

Muita gente me pede fotos. Esse diálogo já é comum pra mim:

“Quando custa a foto ?”
“Não custa nada!”
“Então bate uma foto minha ?”
“Bato”
“E você depois me manda por e-mail ?”
“Bom, bater eu bato, mas mandar por e-mail é mais complicado… rs rs rs”

São tantos os pedidos de fotos por e-mail, que pra enviar as fotos todas por e-mail, eu teria que parar tudo o que eu faço e me dedicar somente a enviar fotos das pessoas por e-mail. Por outro lado, eu acho uma injustiça eu não conseguir publicar algumas fotos que me pedem. Então, aqui vai um esforço para publicar algumas fotos que bati ontem de grandes amigos nossos e mesmo de gente desconhecida que simplesmente me pediu para fazer umas fotos. Desculpa eu não poder publicar todas. São muitas fotos. Mas afinal, gente é pra brilhar e ser Feliz. Portanto, viva esta época natalina. Viva a Paz e a Alegria. Feliz Natal a todos!

Olha a Foto:

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Um Beijão pra vocês, amigas!

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Crianças, cuidado com os presentes natalinos…

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Minha gente, o Doce Natal deu muito trabalho, mas valeu a pena !

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Esse casal aí vai unir a cidade…

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Olhaí também que lindo! A vida se renova e logo já vem os netos, hein Dr. Orestes Alcoforado ?

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Mansueto, Eu não te disse que publicaria a foto ?

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Vamos dançando, gente…muita alegria…

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Enquanto isso, na Praça da Sé a gente se diverte como pode. vale até Acrobacia…

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O Abraço da Solidariedade. Da certeza do dever cumprido. De que valeu a pena todo o trabalho.

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O Abraço da família feliz!

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O Abraço de quem já está extenuada de cansaço, carinho e dedicação

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Olhaí, Sérgio, até que a Igreja da Sé não ficou tão mal, hein ? Só perdemos a saída da Noiva…

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…e a vida continua. Bola pra frente, guri…

Fotos: Dihelson Mendonça
P.S – Isso é apenas parte da coleção de ontem, com mais de 100 fotos.

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Filme "Avatar" rende US$ 73 milhões em final de semana nos EUA

O filme “Avatar”, saga de ficção científica sob chancela de James Cameron, abriu o final de semana como líder das bilheterias no mercado interno dos EUA no ano, com um faturamento doméstico de US$ 73 milhões. Trata-se de um forte começo para um filme em dezembro –mas ainda está abaixo do recorde de estreias em um final de semana, cravado há dois anos pelo filme “Eu Sou a Lenda”, de Will Smith. Os protagonistas de “Avatar”, Sam Worthington e Zoe Saldana, vivem uma história de amor em meio a um conflito humano-alienígena em uma lua distante, no século 22.
da Folha Online

Ex-secretário diz que Arruda elaborou planilha de distribuição de propina a aliados


Em depoimento prestado ao Ministério Público Federal, Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal, sustentou que o governador José Roberto Arruda (sem partido) foi o responsável pela elaboração da planilha que estabelecia a distribuição do suposto esquema de pagamento de propina para parlamentares aliados. O ex-secretário, que é o delator do esquema, não apresentou provas materiais.

Ex-secretário diz que Arruda recebeu R$ 3 milhões de propina de empresas no DF

Durval deixou a situação de Arruda ainda mais delicada ao afirmar que o esquema de corrupção também envolvia o Instituto Fraterna, que é comandado pela primeira-dama, Flávia Péres Arruda. A entidade receberia 10% do dinheiro arrecadado no esquema por ordem de Arruda. Não há referência a participação de Flávia. As denúncias foram publicadas neste domingo pelo portal “iG” com base no depoimento que Durval prestou no início do mês, em São Paulo, no prédio da Procuradoria Regional da República da 3ª Região, em uma sala de reuniões cedida aos membros da Procuradoria-Geral da República. Reportagem da Folha, revelou o depoimento e mostrou que ele foi retirado de Brasília por questão de segurança.

No depoimento, Durval disse que recebeu de Arruda, em 2007, uma planilha com a relação de todas as empresas do setor de informática que mantinham convênios com o GDF (Governo do Distrito Federal). No encontro, segundo Durval, Arruda disse que o material serviria para ele “operar o esquema de arrecadação de propina”. Na declaração aos procuradores, Durval aponta que: “Arruda incumbiu o declarante [Durval] de recuperar a arrecadação de propina não recebida até aquela data, incidente aos pagamentos feitos ao GDF desde janeiro de 2007 até a data da reunião”. Ao negar-se a buscar propinas atrasadas, por não ser o responsável naquele período, Durval contou ao MP que Arruda teria o indagado: “então e vou ficar no prejuízo?”.

Em relação ao envolvimento do instituto presidido pela primeira-dama, o ex-secretário afirma que desde julho aproximadamente o Fraterna “teve as despesas pagas com o dinheiro arrecadado junto às empresas de informática”. Segundo Durval, “governador Arruda determinou, por intermédio de Omézio Pontes [ assessor de imprensa], que autorizasse o pagamento com a parte correspondente a 10% da propina”. Na sexta-feira, o ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Fernando Gonçalves, relatório do inquérito da Caixa de Pandora, determinou uma análise dos contratos feitos pelo DF com empresas do setor de informática entre 2007 e 2009, gestão de Arruda. O ministro ainda pediu a tomada de novos depoimentos e ações de busca e apreensão.

Gonçalves ainda não analisou o pedido do Ministério Público Federal de quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados na operação da PF.

MÁRCIO FALCÃO
da Folha Online, em Brasília

História que não quer calar – Por: Luiz Domingos de Luna


Q
ual o agente motivador para o Estado Brasileiro em todos os seus segmentos ter feito uma verdadeira cruzada contra a Ordem Santa Cruz – Penitentes – Santa Igreja de Roma – pelo que Consta, o primeiro patriarca – Ceará – Padre José Maria Ibiapina primou pela caridade e pelo bem comum de um contrato social voltado para o bem estar da coletividade como um todo.

Em sua gestão teve a Ordem Santa Cruz, aos irmãos, uma perseguição ferrenha, a nossa cidade modelo foi destroçada pelo estado, ficando a irmão Antonio conselheiro a alcunha de maluco, fanático, agitador e outras que consomem a mente do imaginário popular. A verdadeira história foi apagada e a banalização das idéias foi consumida, inclusive pelos estudiosos e historiadores, Por quê? Já na administração do sucessor Padre Cícero Romão Batista se fez um caldo histórico sobre a igreja secular, o estado e, volta e meia, o caldeirão verdadeiro Monte Sinai do cariri (Crato Ceará) é também dizimado com a mesma tenacidade de canudos.

O Estado até o final de meados do século XX tinha uma sede de sangue tão violenta, que, não fosse à rigidez de nossa regra bulada estaríamos, a exemplo dos pioneiros-Nordeste- sob uma cruz perdida no matagal do esquecimento histórico. A Gestão de Frei Damião de Bozzano foi à luz do pulsar vivo existencial mais serena, em partes, pois, ai do irmão que na realização do culto não tivesse uma autorização judicial expedida pelo delegado de plantão.

Ao rito a humilhação de ter um policial no encalço para, segundo a tradição dar proteção ao colegiado em miseré – É o que diziam, cabendo a nós a peregrinação vigiada por um estado opressor e coativo – porém para a sociedade e para o corpo policial um agente de defesa da causa e do bom cumprimento do nosso culto- O Encalço do policial – Quanta Hipocrisia. Os livros da Ordem Santa Cruz foram tirados de circulação sob a alegativa de que a “a seita é secreta e, portanto nociva a sociedade” e o mais estarrecedor é que a sociedade comprava esta idéia e naturalizava em segundos. Assim fica a ordem, sozinha, abandonada, punida, julgada e condenada pelo sadismo social de um estado que conseguiu repassar para a mediana social que nós somos uma seita de malucos.

Ainda bem que no século XXI – Considerado por nós como o século das luzes – já não somos perseguidos pelo estado, pela sociedade, nem por ninguém, nossos trabalhos são muito bem vindos pela internet como um todo, sendo inclusive esta, uma ferramenta poderosa para a difusão de nossa máxima “todos para o bem estar da Coletividade humana como um todo, desde o aparecimento do homem na era cenozóica, período do pleistoceno aos dias atuais”. Praza Deus encontremos escritores sérios para dar luz aos meatos de nossa história apagada por um estado, que conseguiu exterminar parte do todo, mas não conseguia calar a voz dos que sonham por liberdade, igualdade e fraternidade.

Por: Luiz Domingos de Luna

Amígdala cerebral determinaria se pessoa é individualista ou solidária


Pesquisa é do Instituto de Neurologia da Universidade de Tamagawa. Estudo comparou série de ressonâncias magnéticas funcionais. Um grupo de cientistas mostrou que as pessoas são mais individualistas ou solidárias em função da atividade de sua amígdala cerebral, o que contradiz outras teorias anteriores que sugeriam que a personalidade está relacionada com a atividade do córtex pré-frontal. A pesquisa é liderada por Masahiko Haruno, do Instituto de Neurologia da Universidade de Tamagawa (Japão), que contrastou as ressonâncias magnéticas funcionais de pessoas com orientações “pró-sociais” e as de pessoas individualistas. Por indivíduos “pró-sociais”, se entende aqueles que “maximizam a soma de recursos para eles mesmos e os outros, o que permite minimizar as diferenças entre os dois”, explica o artigo. O estudo, que foi publicado na revista “Nature”, revela que esta tendência pode ser observada verificando a atividade da amígdala cerebral.

“Nossa descoberta ressalta o importante papel do processo de intuição automática na interação social”, destaca Haruno em seu artigo. Os indivíduos pró-sociais preferem maximizar os recursos para si mesmos, mas uma vez que os outros tenham os mesmos meios que eles, enquanto os individualistas preferem maximizar seus recursos sem levar em conta a quantidade que os outros dispõem. O modo como as pessoas tomam esse tipo de decisão foi objeto de debate, mas uma das teorias mais difundidas é que existe uma resposta automática que só considera o benefício de si mesmo e que é o córtex pré-frontal, de onde se envia um sinal para controlar esse impulso. Haruno e sua equipe comprovaram a ideia observando como as mentes das pessoas “pró-sociais” e as dos individualistas respondiam ao desejo que lhes despertava a obtenção de dois prêmios, um para eles mesmos e outro para um colega.

O estudo conclui que a escolha dos individualistas não foi influenciada pela capacidade de controlar nenhum impulso, mas resultava de maior ou menor atividade na amígdala cerebral.

Da EFE – Via Folha OnLine

Parabéns, José Flávio Vieira !

ze flavio e criança


José
José Flávio
José Flávio Vieira
José Flávio Vieira Médico
José Flávio Vieira Médico, Poeta
José Flávio Vieira Médico, Poeta, Escritor
José Flávio Vieira Médico, Poeta, Escritor, Gênio
José Flávio Vieira Médico, Poeta, Escritor, Gênio, Amigo
José Flávio Vieira Médico, Poeta, Escritor, Gênio, Amigo… Ser Humano – Ser Criança!

Meus Parabéns a esse grande Ser Humano chamado José Flávio pela passagem do seu aniversário, hoje, 20 de Dezembro de 2009. Amigo Zé, você mora em meu coração.

Dihelson Mendonça

Vice-Prefeito do Crato convida o Presidente da FUNARTE para Apoiar Projetos Culturais


Nota do Editor:
O Vice-Prefeito Raimundo Bezerra Filho convida o Presidente da FUNARTE, Sérgio Mamberti para visitar o Crato, a fim de conhecer a região do Cariri, que é um verdadeiro celeiro de artistas no Nordeste. Raimundo ressalta a importância do Crato e do Cariri para a cultura nordestina através da Arte e da Cultura, e convida a Funarte para conhecer e apoiar os inúmeros projetos culturais que se tem desenvolvido aqui na cidade do Crato. É da nossa opinião do Blog do Crato, que esse convite é muito expressivo, muito importante, uma vez que nossa cidade, que é histórica no cenário cultural, passa por um período de renascimento, em que nos últimos tempos, as várias realizações no setor de Arte e Cultura se tem feito notar. Seria muito interessante que o Sérgio Mamberti pudesse atender a essa solicitação, porque ela é o desejo não só do Vice-Prefeito, que como sabemos, muito se preocupa com o desenvolvimento da nossa região, mas representa os anseios de todo um povo sedento de mais apoio às Artes e à Cultura, meios esses que balizaram sempre a nossa história, nossa vocação e a nossa personalidade.

Sérgio Mamberti, presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte) foi recebido pelo Presidente do Sistema Fecomércio, Luiz Gastão Bittencourt em café da manhã ocorrido no Sesc nesta ultima sexta-feira, dia 18. Na ocasião a Diretora Regional do Sesc, Regina Leitão, a Diretora de Programação Social, Gorett Nogueira e a gerente de cultura Dane de Jade, apresentaram uma visão geral do trabalho desenvolvido pela instituição na área cultural. O encontro também teve a participação vice-prefeito do Crato, Raimundo Bezerra Filho, que relatou a importância da ação do Sesc naquela cidade mais precisamente em relação à Mostra Cariri, evento anual promovido pelo Sesc com o apoio da Funarte e que nasceu na cidade do Crato há uma década.


Acima: Raimundo Bezerra Filho, vice-prefeito do Crato e Luiz Gastão Bittencourt, presidente do Sistema Fecomércio.


Acima: Dane de Jade, Regina Leitão, Sérgio Mamberti, Luiz Gastão e Raimundo Bezerra Filho.


Acima: Sérgio Mamberti, Luiz Gastão Bittencourt, Regina Leitão, Gorett Nogueira, Raimundo Bezerra Filho e a equipe de cultura do Sesc.

Material enviado por: Sávio Carvalho

Uns imortais fetichistas – Por: Emerson Monteiro


Fetichismo, essa mania corrosiva que se tem de juntar coisas das margens dos rios, sejam pequenas ou grandes. Culto de objetos materiais ou apego a eles. E fazemos isso vida a fora, vida a dentro. Aonde se vai, junta troço. Viaja-se e a bagagem vale pelas lembranças que se transporta, para si ou para os outros. Morre-se e ficam relíquias, botijas, testamentos recheados de bens materiais; os baús, as recordações dos amigos, nas rodas; as histórias infalíveis, resgates insistentes.
Fetiche: objeto animado ou inanimado, feito pelo homem, ao que se atribui culto. Enquanto o tempo consome a matéria, apegamo-nos aos garranchos das ribanceiras, no afã de perpetuar o imperpetuável que escoa das vertentes abertas nas elevadas cordilheiras. Nisso de contrapeso seremos hábeis em reunir motivos de fixação que nada fixam, desfeitos na paisagem móvel da existência, dias aquecidos de impermanências graves, lições infindas, perenes em tudo, por tudo, portanto.
Anéis e dedos que também não ficam. Caravanas que passam aos cães que ladram e passam no mesmíssimo formato da pauta dessa ópera insólita, estridente, agônica, permeada de silêncios agudos.
Sonha-se no esquecimento das horas, companheiras constantes de pêndulos que se movem impávidos. Nuvens suaves de outono, inverno, primavera, verão. Sol que vem e vai e fica, e nós é que vamos.
O esforço de cristalizar as coisas se transforma em rochas fósseis, rochas cristais, marcas de espécies extintas no aço, no petróleo, nas enciclopédias, na lama dos guetos. Na história de bichos-alimária, cães de palha. Todos, todas esfoladas, esfolados vivos, felizes bonecos de papelão.
Energia infinda, essa, sim, que permanece no fluir universal, na busca de Deus das criaturas. O rugir dos ventos nas folhas que se balançam e caem. O som de eras milenares em muralhas que se desmoronam dos monumentos carcomidos e reconstruídos de suor e impulsos desconectados. As imaginações de lideranças retocando civilizações que se debatem na busca de permanecer nas páginas esvoaçantes dos reinos ilusórios. Tropas armadas em conquistas estéreis, incógnitas dramas de quem padece as derrotas. Guardadas as lanças e proporções no terço dos armamentos enferrujados nas praças cheias de gente vaidosa, nos festins descompassados… Castelos vazios, horas calmas, madrugadas espasmódicas desses faustos de angústia.
Nos bolsos, a imunidade, seixos frios se misturam nas contas do rosário de lágrimas que se fizera saudade solta, croaxando no peito, e malas pesadas nos braços mortais da infinita espera. Olhos fixos na miragem desses invernos desconhecidos. Firmeza na voz e pigarro na garganta seca. Fora, cantam os pardais, efetivos a formar outra vez seus velhos ninhos teimosos, nos beirais de construções; a paisagem fantasmagórica do extático, testemunha imbatível do definitivo encontro; repulsão e expectativas.
Nesse dia e desse jeito de cenário, os artesões do depois vêm elaborando fios e tecerão longas auroras, nos cabos de luzes multicolores, em volta das marcas erguidas no seio das catedrais de pedra. Notas harmônicas envolvem as palmas abertas de um tempo que deposita nas estrelas seus filhos diletos. Aqueles velhos fetiches guardados se somam em muitos nós, apegos desfeitos nas pessoas. Serão almas livres aladas que pairam no além, aonde Deus espera de braços abertos.
Antes, éramos todos fetichistas contumazes e mudamos o sentido daquilo que nos alimentava. Nos lábios, favos de mel. Lindos laços envolveram os seres e nisso vem o dia raiar nos páramos suaves dos vínculos eternos, bloco útil das emoções permanentes.

Por: Emerson Monteiro

Escritores, usem a senha para escrever comentários !

Amigos escritores,

Tenho notado uma coisa estranha: Vários escritores escrevendo comentários que não são publicados na hora porque não estão utilizando a sua senha de postagem. Isso faz com que os comentários escritos por essas pessoas tenham que passar por mim para liberação, o que demora algum tempo. Minha gente, essa senha e Login que vocês possuem para postar textos, também serve para postar comentários diretamente. É só utilizar!

Abraços,

Dihelson Mendonça

A reunião sobre mudança climática das Nações Unidas, concluída no sábado, resultou em uma “Carta de Intenções”, de acordo com o secretário-executivo do encontro, Yvo de Boer. Ele admitiu que agora é preciso trabalhar para transformá-la em “algo real, mensurável e verificável.

Agora temos um pacote para trabalhar e começar a agir imediatamente. Entretanto, é preciso ficar claro que é uma carta de intenções e não é precisa sobre o que precisa ser feito em termos legais”, disse de Boer. “O desafio agora é transformar o que concordamos em Copenhagen em algo real, mensurável e verificável.” O chamado “Acordo de Copenhagen” foi aprovado no sábado com relutância e sem unanimidade, como exige o procedimento das Nações Unidas. O mesmo prevê ações para a manutenção do aumento da temperatura global a 2ºC. Por outro lado, o acordo não prevê qualquer redução de emissões dos gases que provocam o efeito estufa para que isso seja possível.

O documento, no entanto, prevê a criação de um fundo emergencial de US$ 30 bilhões pelos próximos três anos, para ajudar países pobres a combater causas e efeitos das mudanças do clima; além de angariar fundos para financiamentos de longo prazo de até US$ 100 bilhões até 2020. No entanto, por ter sido fruto de um encontro entre os Estados Unidos e os chamados países BASIC – Brasil, África do Sul, Índia e China -, o acordo não foi reconhecido por representantes de diversas nações, como Sudão, Bolívia, Venezuela, Nicarágua e outras.

Isso levou ativistas ambientais a classificarem o encontro de Copenhagen de fracasso. “Nas últimas duas semanas, testemunhamos um fracasso abjeto e um sucesso retumbante. O fracasso obviamente foi a COP 15, que não só deixou de apresentar as reduções drásticas e justas necessárias, como não apresentou absolutamente nada”, criticou Tadzio Müller, da ONG Climate Justice. “O sucesso é o do movimento global por justiça climática, que organizou ações espetaculares, grandes e inspiradoras.” Em uma mostra de como o processo em Copenhagen foi conturbado, Weech foi o terceiro presidente da COP 15, substituindo o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Loekke Rasmussen, que há poucos dias assumira no lugar da ministra da Energia e do Meio Ambiente, Connie Hedegaard.

O Acordo de Copenhagen foi selado na sexta-feira, entre o presidente americano, Barack Obama, e os presidentes de China, Brasil, Índia e África do Sul, depois de uma reunião de mais de duas horas, mas não foi ratificado por todos os paises presentes ao conclave.

Fonte Portal G1.

Imagem das esculturas os “Refugiados do Clima”, do escultor dinamarques Jens Galschiot e seu trabalho – AIDOH/ Art in Defence of Humanism – colocadas junto a entrada do Bella Center, inspiradas na saga de refugidos sudaneses através do deserto. Elas simbolizam as 200 milhões de pessoas que serão refugiadas do clima nos próximos 40 anos, segundo o IPCC ONU.

Fotografia de Robert vanWaarden .
Postado por José Sales

19/12/09 – 25 anos de Casamento – Bodas de Prata – Por César Mousinho.


Eu e minha esposa Helenice estamos comemorando nossas Bodas de Prata, dividindo essa alegria ímpar com todos os nossos familiares e amigos, e parabenizando todos aqueles casais que já vivenciaram essa dádiva e os que irão.A palavra boda vem do latim vota (plural de votum -promessa) referida ao fato de fazer os votos matrimoniais, com a confusão do neutro em latim vulgar perdeu seu sentido e confundiu v por b.
Uma lenda atribui uma falsa etimologia a que na antiga Judéia tinha-se o costume de matar um cabrito para o churrasco nas comemorações de casamento ou aniversário de casamento. Com o tempo, o cabrito foi substituído pela fêmea do bode, cuja carne era muito mais macia. Matar a fêmea do bode, a “boda”, era sinal de que haveria festa. Devido a isto o nome “boda” passou a ser sinônimo de festa, hoje em dia mais falada para casamentos.Para cada ano, existe um material que representa uma nova etapa. É tradicional na cultura ocidental, se comemorar com bodas o evento relativo ao casamento, e com o jubileu, outros fatos marcantes da vida social.
Para marcar cada um desses eventos se associa a cada data das bodas algum material que o represente. Na joalheria, tradicionalmente são produzidas as alianças de bodas de prata e bodas de ouro. Para as demais, geralmente são confeccionados anéis utilizando-se os materiais ou a pedra correspondente, conforme a lista abaixo:

01º – Bodas de Papel
02º – Bodas de Algodão
03º – Bodas de Couro ou Trigo
04º – Bodas de Flores, Frutas ou Cera
05º – Bodas de Madeira ou Ferro
06º – Bodas de Açúcar ou Perfume
07º – Bodas de Latão ou Lã
08º – Bodas de Barro ou Papoula
09º – Bodas de Cerâmica ou Vime
10º – Bodas de Estanho ou Zinco
11º – Bodas de Aço
12º – Bodas de Seda ou Ônix
13º – Bodas de Linho ou Renda
14º – Bodas de Marfim
15º – Bodas de Cristal
16º – Bodas de Safira ou Turmalina
17º – Bodas de Rosa
18º – Bodas de Turquesa
19º – Bodas de Cretone ou Água Marinha
20º – Bodas de Porcelana
21º – Bodas de Zircão
22º – Bodas de Louça
23º – Bodas de Palha
24º – Bodas de Opala

25º – Bodas de Prata

26º – Bodas de Alexandrita
27º – Bodas de Crisoprásio
28º – Bodas de Hematita
29º – Bodas de Erva
30º – Bodas de Pérola
31º – Bodas de Nácar
32º – Bodas de Pinho
33º – Bodas de Crizopala
34º – Bodas de Oliveira
35º – Bodas de Coral
36º – Bodas de Cedro
37º – Bodas de Aventurina
38º – Bodas de Carvalho
39º – Bodas de Mármore
40º – Bodas de Esmeralda
41º – Bodas de Seda
42º – Bodas de Prata dourada
43º – Bodas de Azeviche
44º – Bodas de Carbonato

45º – Bodas de Rubi

46º – Bodas de Alabastro
47º – Bodas de Jaspe
48º – Bodas de Granito
49º – Bodas de Heliotrópio

50º – Bodas de Ouro

51º – Bodas de Bronze
52º – Bodas de Argila
53º – Bodas de Antimônio
54º – Bodas de Níquel
55º – Bodas de Ametista
56º – Bodas de Malaquita
57º – Bodas de Lápis-lazúli
58º – Bodas de Vidro
59º – Bodas de Cereja

60º – Bodas de Diamante

61º – Bodas de Cobre
62º – Bodas de Telurita
63º – Bodas de Sândalo
64º – Bodas de Fabulita
65º – Bodas de Platina


Boda
é a celebração, civil ou religiosa, que celebra o casamento. São Paulo/SP- Helenicésar

Fonte-Wikipédia

Dois fatos… – por Armando Lopes Rafael

1 – O tempo

Sed fugit interea fugit irreparabile tempus”, escreveu o poeta romano Virgilio. (traduzindo: “mas ele foge, irreversivelmente o tempo foge”)

Não só isso! O tempo também é implacável.
Hoje – 20 de dezembro – é dia da tradicional Missa do Padre Cícero. Esta celebração mensal surgiu há muitos anos em Juazeiro do Norte. Segundo dizem, incentivada por Padre Murilo de Sá Barreto.
O que já virou tradição foi-se espalhando por outras cidades. Até chegar ao maior valhacouto “anti-Padre Cícero”, ou seja, ao Cratinho-de-açúcar, a cidade-natal do controvertido sacerdote. Não disse Jesus Cristo: “Um profeta só não é honrado em sua terra e na sua casa”? – Mateus 13, 54-58.
Pois isso começou a mudar. Pelo menos em Crato. Na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, no bairro do Seminário, centenas de pessoas – muitas vestidas de preto – estavam assistindo neste domingo, bem cedinho, a missa pela memória do “Padim-conselheiro”…
E os presentes não eram só o “povinho”, como se dizia antigamente (Hoje a “esquerdona” popularizou o termo “povão”). Tinha também gente “graúda”, como se dizia antigamente e continuam dizendo hoje.
Meu velho e competente professor, Padre Antônio Gomes de Araújo, deve estar se revirando no túmulo…

2 – Novo golpe

Foi instalado em Barbalha, no último dia 10, pela Universidade Federal do Ceará o Centro de Pesquisa e Pós-Graduação do Semi-Árido. Lembro-me de que foi anunciado pelo ex-reitor René Barreira – em 2005 – que esse centro seria instalado em Crato, juntamente com o curso de Agronomia.
Segundo o atual reitor da UFC, Jesualdo Farias, esse centro tem como objetivo trazer os doutores e pesquisadores da universidade, baseados numa temática multidisciplinar, para estudar e atender às demandas da região do Cariri. Já a partir de março de 2010, funcionarão, em Barbalha, dois cursos de especialização da UFC-Cariri: um na gestão pública e outro voltado para a área de paleontologia.
Bom lembrar que – até o momento – de todas as iniciativas concretizadas no Campus-Cariri da UFC, o Crato só foi contemplado com um curso: Agronomia. Mesmo assim, no momento, este vem funcionando (provisoriamente?) em Juazeiro do Norte. Resumindo: ainda não tem nada da UFC instalada em Crato. Verdade que o curso de Agronomia iniciou suas atividades em 18 de setembro de 2006 nas dependências da Urca-Crato, graças a boa vontade e gestão do ex-reitor André Herzog. Mas, depois, o curso foi levado para o Campus de Juazeiro do Norte. Um dado positivo: este curso começou com uma concorrência de apenas 1,28 candidatos por vaga. Mas hoje, depois de cinco vestibulares, a procura por agronomia cresceu 500%. No último vestibular alcançou 7,3 inscritos por vaga.

Texto e postagem de Armando Lopes Rafael

O Show na Terra – Por Luiz Domingos de Luna*

É muito fácil observar
A presilha dos seres humanos
Sentidos, prazeres, desenganos.
Uma paisagem a embelezar

Tudo parece um sonho
Emoções sentimentos
Um corpo lançado ao vento
Na busca de um mundo risonho

Cada um num carrossel a girar
O filme da vida pontuando
O Futuro ao presente ocupando
A Câmera a história registrar

A máquina humana em movimento
Os líquidos internos em plena ação
Uma desordem que vai parar- Pena!
Deixar a cadeira, para outro ocupar.
É um show com tempo determinado
É Viver plenamente a emoção?
É A razão e emoção conjuntamente
Ou o grande parque da Ilusão?

(*) Poesia de Luiz Domingos de Luna, professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora (CE)

A anistia ao desmatamento junto com o COP 15

Enquanto o Governo Federal aprova internamente aprova lei que anistia aos desmatadores, suspendo inclusive multas a quem desmatou e ao mesmo tempo restringe o papel da fiscalização dos órgão federais, impedindo até que se apliquem novos autos de infração por crimes cometidos nessa área, na Conferência do Clima em Copenhagen a confiança depositada nos compromissos ambientais do país continua inabalável, apesar da gafes cometidas pela nossa Ministra Chefe da Casa Civil Dilma Roussef, como a bombástica declaração de que: “o Meio Ambiente e sem dúvida nenhuma, uma ameça ao desenvolvimento sustentável”.
Segundo os pesquisadores e estudiosos o desmatamento para conversão de florestas em pastagens no Brasil é responsável por metade das emissões de gases estufa nacionais – a medida federal de perdoar quem o desmatou, sabendo que isto contrariava a lei, isto leva a uma maior escalada da impunidade.
E em reação isto, funcionários do Ibama organizaram uma manifestação para esta sexta-feira na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em repúdio ao decreto que, segundo os servidores, deixa a fiscalização federal de mãos atadas. Isso depois dos cofres públicos terem bancado investimentos de cerca de 500 milhões de reais nos últimos cinco anos para manter o sistema de fiscalização, de acordo com o órgão.
Postado por José Sales

70% dos jovens de 13 a 15 anos já beberam – Postado por Océlio Teixeira


Conclusão é de pesquisa do IBGE com 63 mil jovens de todas as capitais; dos que beberam, 22% ficaram bêbados ao menos uma vez

Quase 9% dos entrevistados utilizaram drogas ilícitas e 30,5% já transaram; 24% não usaram preservativo na última relação sexual

POR: SAMANTHA LIMADA
SUCURSAL DO RIO

Sete em cada dez adolescentes brasileiros entre 13 e 15 anos já consumiram bebida alcoólica. O primeiro contato com o álcool foi entre 12 e 14 anos. Quase 9% já utilizaram drogas ilícitas e 24% não usaram preservativo na última relação sexual que tiveram.

É o que revela a primeira Pesquisa Nacional de Saúde do Estudante, feita pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde. Foram ouvidos 63 mil jovens do último ano do ensino fundamental, sendo 80% de escolas públicas e 20% da rede privada, em todas as capitais.

“Os números são esperados. Mas há duas questões: a primeira é que os pais devem dar exemplos positivos sempre e não apoiar o uso de drogas, lícitas ou ilícitas. Outra é que o governo deveria fazer campanha para mostrar os efeitos do consumo do álcool, como é feito com o cigarro”, diz o pediatra Lauro Monteiro, editor do site Observatório da Infância.

“A pesquisa permite saber o que acontece e, assim, ajustar e aprofundar as políticas públicas”, afirmou o ministro da Saúde, José Temporão. Segundo ele, para cada problema já existe uma política pública.

“A precocidade no uso do álcool está relacionada à propaganda massiva. Por isso defendo o projeto de regulamentação da propaganda desses produtos, em tramitação no Congresso”, disse Temporão. O projeto prevê restringir a veiculação de cerveja e bebidas de menor teor alcoólico na TV das 21h às 6h. A medida já está em vigor para bebidas de maior teor de álcool.Dos que já ingeriram álcool, 22% ficaram bêbados pelo menos uma vez. Dentre os entrevistados, 18,7% relataram que, nos 30 dias anteriores à pesquisa, foram conduzidos por motoristas alcoolizados. “Isso mostra que é importante intensificar as operações da Lei Seca”, afirmou Temporão.

Os entrevistados eram predominantemente menores de idade, mas 18,5% relataram já ter dirigido. O IBGE salienta que os dados sobre direção preocupam porque 43,5% das mortes de jovens de 10 a 14 anos ocorrem em acidentes.

Em São Paulo, um em cada dez jovens já experimentou maconha, cocaína e crack, entre outras drogas ilícitas. Dados de pesquisas internacionais fornecidos pelo IBGE apontam que 18% dos jovens aos 15 anos usaram maconha em algum período. No Brasil, já usaram drogas 10,6% dos meninos e 7% das meninas. Temporão disse ter acabado de liberar R$ 280 milhões para tratamento e prevenção ao consumo de drogas.

No que se refere a sexo, 30,5% dos que estão concluindo o ensino fundamental já tiveram relações. Entre os meninos, o percentual chega a 43,7%, contra 18,7% entre as meninas. O preservativo foi usado por 75,9% deles na última vez em que fizeram sexo.

Fonte: Folha de São Paulo

Datafolha: Dilma sobe seis pontos e Serra estaciona – Postado por Océlio Teixeira

Saiu o resultado de mais uma pesquisa presidencial do Datafolha. Dilma Rousseff subiu, eis a principal novidade.

Em agosto, a candidata de Lula amealhara 17% das intenções de voto. Agora, foi a 23%, isolando-se na segunda posição.

José Serra oscilou para cima. Foi de 36% para 37%. Mexeu-se dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos –para o alto ou para baixo. A distância que separa Dilma de Serra encurtou-se de 19 para 14 pontos percentuais.

Ciro deslizou um ponto para o alto. Tinha 14% e desceu para 13%. A lanterninha Marina Silva subiu quase tanto quando Dilma. Fou de 3% a 8%. Cinco pontos.

Num cenário em que o nome de Ciro é excluído da disputa, como Lula deseja, Serra vai a 40%. Dilma obtém 26%. Marina, 11%.

Devagarinho, a sucessão presidencial de 2010 vai ganhando os contornos de eleições anteriores: PSDB X PT.

Fonte: Blog do Josias

Delegacia de Polícia em Caririaçu – Por Beto Fernandes


O Governador Cid Gomes antenado com a chegada de 2010 (ano político) procura fazer sua agenda no Cariri cada vez mais positiva. Como parte do compromisso do Governo de Estado de entregar 50 delegacias, será inaugurada na segunda-feira, dia 21, às 16:00, mais uma unidade na Região. Agora será a vez de Caririaçu. O Secretário de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), Roberto Monteiro estará presente.
O valor investido na delegacia de Caririaçu totaliza R$ 952.372, sendo R$ 613.555 com a construção e R$ 338 mil com equipamentos. A unidade de policiamento estará bem equipada com microcomputadores, rádios portáteis, circuito fechado de tv, além de dois veículos modelo SRV, sendo um para a Polícia Civil e outro para a Polícia Militar.
Enquanto o Governador entrega uma delegacia em Caririaçu, o povo de Crato pede o funcionamento da Delegacia Regional de lá em tempo integral. Toda e qualquer ocorrência registrada na “Princesa do Cariri” à noite, continua sendo obrigatório o deslocamento para Regional de Juazeiro. É bom lembrar que a jurisdição de Crato é responsável por várias cidades que sequer têm delegado de carreira como Campos Sales, distante 150 quilômetros.

A Delegacia de Crato está encerrando seu expediente às 18:00h e a partir daí qualquer ocorrência passa a ser atendida por Juazeiro. Trata-se de uma nova estratégia (?) da segurança pública do Ceará. Vai entender…

Em tempo: deputados Eli Aguiar e Sineval Roque não há nada a comentar sobre esta questão? Penseeee!?!!

Da Revista do Beto com informações do Portal do Governo do Ceará.
Por Beto Fernandes


Hoje tem Chico César na Rffsa!

Todo mundo lá!

Contraponto – Postado por Océlio Teixeira

Corredor dos gigantes

A Avenida Padre Cícero, que interliga Juazeiro e Crato, tem sido o endereço preferido pelas grandes empresas que vem se instalar no Cariri. A exemplo do Atacadão, Zenir e Macavi que já garantiram seu lugar, agora são os grupos Wal Mart e Pão de Açúcar que procuram terrenos para construir suas lojas. Paralelo a todos os investimentos vem acelerando-se o processo de valorização das redondezas e a especulação imobiliária já torna a avenida o metro quadrado mais caro da região, transformando em verdadeiros milionários quem possui um terreno nas imediações.

A caminho do centenário

Estão nas mãos do professor José Carlos, secretário de turismo e romaria de Juazeiro, os projetos para a construção das obras comemorativas do centenário da cidade, entre elas a praça do marco zero, o rancho popular e os portais, orçados em R$ 10 milhões. Porém, para concretizar tais projetos com maior facilidade é necessário conseguir a metade do dinheiro, para que o Ministério do Turismo financie a outra metade. Assim resta a administração municipal alavancar recursos junto ao Governo do Estado ou que estes sejam destinados pelos deputados federais via emendas parlamentares.

Sucessão da URCA

Está deflagrada a disputa pela reitoria da URCA. A Universidade vive um momento acanhado, muito aquém do que se espera da mesma, olhando apenas para seus próprios interesses e esquece-se do seu papel fundamental na sociedade. Muitos são os pretendentes, poucos os que efetivamente têm condições de promover as mudanças necessárias, a exemplo do Professor Mota, um dos pró-reitores, que é o próprio exemplo do fracasso da URCA.

Conferência de comunicação

Milhares de pessoas reúnem-se em Brasília para discutir a democratização dos meios de comunicação, respeito legal à liberdade de expressão, a livre concorrência como meio de desenvolvimento das telecomunicações entre outros. É a primeira Conferência de Comunicação (CONFECOM) que acontece de 14 a 17 de dezembro, debatendo problemas e soluções, visando elaborar e implementar políticas publicas capazes de promover avanço na cidadania da era digital.

Exemplo de cidadão

Mais do que um atleta, o jogador flamenguista Ronaldo Angelim é um exemplo de cidadania e humildade, talvez por isso tamanha e calorosa recepção em sua passagem por Juazeiro nos últimos dias. Sempre seguido de perto por uma legião de fãs, Angelim sabe ser grato a cidade que o revelou para o futebol e principalmente a todos aqueles que torcem por ele. Depois de visita ao presidente Lula em Brasília com a delegação do Flamengo, Ronaldo Angelim deve retornar a Juazeiro para realizar o tão esperado jogo beneficente que sempre promove na região do Cariri. Criando uma expectativa em torno de quem serão os jogadores convidados por ele para essa partida.

Comércio otimista

Por falar em expectativa, essa é a palavra que define bem os comerciantes da Região Metropolitana do Cariri em relação ao aquecimento do comércio nesse período. Com o bom momento da economia do país, associado ao aumento do poder aquisitivo da maioria das pessoas e a injeção de capital no mercado, é esperado que os centros comerciais e o shopping fiquem bastante movimentados nesse fim de ano. Para se ter uma idéia, somente a Prefeitura de Juazeiro injetou na economia local R$ 16 milhões referentes aos salários e décimo terceiro dos servidores públicos municipais, talvez esse seja um bom motivo para tamanho otimismo dos comerciantes da região.

Fonte: Blog do Filipe Santana (http://www.filipesantana.com.br/)

40 anos sem Marighella

Dossiê Marighella
Por Marlon Maciel e Pedro Venceslau
Eram 20 horas do dia 4 de novembro de 1969. Terça-feira. A redação dos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde (JT), na Rua Major Quedinho, região central de São Paulo, ainda estava vazia quando alguém da polícia telefona para avisar os jornalistas da morte de Carlos Marighella, líder da Aliança Libertadora Nacional (ALN). Caía, aos 58 anos, o comunista mais procurado pela ditadura militar no Brasil. A turma especializada na cobertura policial incluía Antonio Carlos Fon, Percival de Souza, Inajar de Souza e Valdir Sanches. Completavam a equipe os editores Fernando Mitre e Sandro Vaia, além do chefe de reportagem Fernando Portela.
O JT circulava à tarde e, por isso, havia pouco trabalho naquele horário na redação. Na ausência de outros repórteres, José Maria Mayrink, então redator de Internacional no Jornal da Tarde, foi deslocado para a Alameda Casa Branca, nos Jardins, a pedido do editor Marco Antônio Rezende. “O fechamento era feito entre as últimas horas da noite e a madrugada. Exceto uma seção chamada Resumo, da segunda página, que era fechada pela manhã, por volta das nove ou dez horas, quando era possível também fazer alguns acertos nas outras páginas. A maioria do pessoal deixava a redação entre quatro e cinco horas da madrugada e o jornal rodava depois do meio-dia”, conta Mayrink, o primeiro repórter a chegar ao endereço indicado.
Aos 31 anos, o mineiro de Jequeri, que acumulava coberturas como a chegada do homem na Lua, a morte de Charles de Gaulle, a ocupação da República Dominicana pelas tropas da OEA, já se acostumara a situações de conflito. Passados 40 anos, o veterano repórter reconstituiu o episódio em entrevista à Fórum, por telefone, enquanto se recuperava de uma cirurgia feita em agosto, aos 71 anos de idade e 47 de profissão.
Mayrink, que conhecia Marighella “só das fotografias”, partiu às pressas em um carro do jornal, enquanto o Corinthians vencia o Santos no Pacaembu. Foram trinta minutos entre o telefonema e sua chegada no local onde avistou o Fusca, placa de São Paulo 24-69-28. “A primeira cena que vi foi o Volks com as portas abertas. Dava para ver o corpo caído no banco de trás, sangrando pela boca. O quarteirão estava tomado por militares e policiais à paisana. É um lugar em que ninguém se identifica e por isso mesmo me chamou a atenção um homem dizendo ser agente do Cenimar (Centro de Informações da Marinha) e que era deles o mérito de localizar Marighella. Esses foram os detalhes que eu levei para o jornal”. Essa passagem ele narra em Vida de Repórter (Geração Editorial), livro no qual considerou que esta havia sido sua grande reportagem. “Participei de episódios importantes, mas no JT, na época, foi essa a que mais me marcou. Era a primeira vez que saía para fazer reportagem em São Paulo. Não tenho dimensão do peso das minhas informações no conjunto da cobertura. Uma informação se somava à outra, trazida por outros repórteres”. O detalhe: Mayrink acabava de completar onze meses no JT, depois de uma temporada carioca na sucursal do Jornal do Brasil, na função de redator, o que o obrigava a ficar no jornal “fazendo só trabalho de copidesque ou pesquisa interna”. Estado de ebulição Era o auge da luta armada contra o regime militar. A violência se intensificava nas ruas com o sequestro do embaixador americano no Brasil, Charles Burke Elbrick, dois meses antes, no Rio de Janeiro. Dentro e fora das redações, o medo se espalhava. O país mergulhava em um dos momentos mais sombrios da sua história política. Dados da Comissão dos Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos no Brasil mostram que, entre 1964 e 1980, pelo menos 195 pessoas morreram e outras 129 foram consideradas desaparecidas. Sob a censura da Polícia Federal desde 1968, situação que se agravaria em 1973, o jornal não se viu diante de restrições no caso Marighella. “Porque era a versão da polícia. Não lembro se houve pressão para escrever a matéria, mas sim dificuldades em buscar o outro lado. Escrevi meu relato e passei aos editores”, contou Mayrink. A notícia foi destaque no dia seguinte. A versão oficial seria mantida pelos jornais: o guerrilheiro morria em um confronto com a polícia durante um encontro com dominicanos, que posteriormente seriam acusados de terem entregado Mariguella. Mas os frades Fernando de Brito e Ivo Lesbaupin não foram apresentados aos jornalistas. “Não fomos apresentados para a imprensa em nenhum momento, nem naquele dia nem nos dias seguintes. Os únicos que estiveram conosco foram os policiais”, afirmou Ivo, preso em 1969, aos 23 anos de idade, e mantido no cárcere até 1973. A revelação de que o Departamento de Ordem Política e Social (Dops), sob comando do delegado Sérgio Paranhos Fleury, montou uma emboscada para pegar Marighella apareceria treze anos depois com frei Betto, em Batismo de Sangue (Rocco). Outras contradições sobre as circunstâncias da morte surgiriam mais tarde em perícias que indicaram que o revólver do guerrilheiro não foi utilizado. Em 1996, o professor de Medicina Legal da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nelson Massini, elaborou um parecer médico-legal, a pedido da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos e do Grupo Tortura Nunca Mais do Rio, no qual se concluiu que Marighella foi morto por um tiro no tórax a curta distância, depois de baleado três vezes. “O principal desafio era buscar outras versões além da oficial. Era difícil e dependia da iniciativa do outro lado. Embora tentassem, os jornais não conseguiam a confirmação de fatos. Isso aconteceu não só nos meses seguintes, mas nos anos seguintes. Estamos esclarecendo o caso até hoje, cada vez que se tem um novo depoimento. É assim que se faz história”, considerou José Maria Mayrink. O trabalho de busca de novas informações, contudo, não bastou para evitar que o jornal fosse criticado pelos dominicanos, que se queixavam de terem sido tratados como terroristas. “Isso aparecia em títulos e manchetes. O jornal transcrevia a posição da polícia, mas não houve esse tipo de orientação; era uma questão de edição. O Estado e o JT sempre manifestaram ser contra a versão da participação dominicana nesse episódio. Embora o jornal tivesse denotado que Dom Hélder Câmara tinha tendência à esquerda, eles eram aliados contra a arbitrariedade e a censura”, comentou o repórter. Diretor da Escola Dominicana de Teologia de São Paulo, frei Oswaldo Augusto Rezende Jr., de 65 anos, rejeita qualquer outra versão sobre a participação dos dominicanos na luta armada que fosse distinta da apresentada em Batismo de Sangue. Junto com frei Betto, ele foi o primeiro a conhecer Marighella. Logo, se tornaria uma das pontes entre os religiosos e o principal quadro da organização revolucionária. “Está claramente descrito ali. A única versão que vejo é essa. Não só para mim como para todos os dominicanos”. Em 1969, Rezende se encontrava exilado na França. “Minha comunicação com os dominicanos no Brasil era muito difícil, só sabia o que saía na imprensa. Naquele dia, eu almoçava em Roma com uns italianos interessados em ajudar os dominicanos no Brasil contra a ditadura militar. À tarde, precisava partir para a Suíça e pedi a um desses amigos que verificasse o horário do voo. Quando ele voltou, estava lívido e disse que tinha acontecido algo grave no Brasil”. As rádios acabavam de comunicar a morte de Marighella: “a primeira informação era de que ele tinha sido morto com Lamarca. Desconfiei, eles jamais seriam pegos juntos. Mas quando falaram da Alameda Casa Branca não tive mais dúvida”. Joaquim Câmara Ferreira, o Toledo, também estava na França. Com a notícia, o número 2 da ALN seguiu para Roma, de onde partiria com Rezende para Cuba. “Estávamos arrasados. Tratava-se de saber o que fazer, e Toledo decidiu voltar imediatamente ao Brasil. Para ele, era uma questão ética tomar a responsabilidade que era dele”, disse o frei. Toledo morreu sob tortura em outubro de 1970, após ser preso em São Paulo. Apertando o cerco No sábado, 1º de novembro, Toledo e Ivo vão ao Rio encontrar Sinval Itacarambi Leão, então diretor da Livraria Vozes, mas acabam presos no Catete, no domingo, dia 2, e submetidos a 48 horas de tortura. “Imediatamente fomos torturados pelo Esquadrão da Morte, comandado pelo delegado Fleury, no Cenimar, no Rio. Eles achavam que o Sinval fosse nosso contato com Marighella. A tortura foi muito forte. Quando você é preso como contato de Marighella, o negócio é diferente. A única coisa que ele dizia era: ‘vocês são base-fixa do Marighella’”, relatou Fernando. Sessões de espancamento e choque elétrico começaram no Rio e continuaram em São Paulo, no Dops, para onde foram levados no mesmo dia. “Houve algo de domingo para segunda. Em São Paulo, ficamos no Dops e eles [investigadores] vão ao convento de Perdizes e prendem todos sem o cuidado de manter a coisa em sigilo. Tanto que frei Betto soube no mesmo dia, lá no Rio Grande do Sul. Na terça, a prisão dos dominicanos já era notícia. Então, vem a pergunta: Por que Marighella foi até o ponto? O que aconteceu? Por que ele não sabia? No Dops, nos disseram que o Paulo de Tarso Venceslau [integrante da ALN e contato dos dominicanos] tinha entregado Marighella. Não acho que houve colaboração. Isso não é importante para mim até porque não foi uma pessoa só que falou, e a tortura é algo sobrehumano. Não acuso ninguém, mas tenho certeza, sem ter provas, de que outras pessoas falaram. Assim como eu falei. Não aguentei. Foi arrancado na tortura. Eu disse que recebia telefonemas de Marighella na livraria . Já Ivo disse que era no convento. Também dissemos números diferentes do ponto na Alameda Casa Branca”, disse. Ivo Lesbaupin endossa o relato do antigo companheiro. “Houve, entre algumas pessoas da esquerda armada, alguns poucos que achavam que Paulo de Tarso Venceslau era o responsável, pois teria sido através de um papel (com um nome e um telefone) encontrado em sua posse que se teria chegado aos dominicanos. Nós, dominicanos, nunca concordamos com esta acusação. Conhecíamos Paulo antes da prisão e convivemos muito bem com ele durante o período de prisão e depois. É evidente que pessoas são presas a partir de alguma descoberta feita numa prisão anterior, seja com algum endereço ou telefone descoberto, seja sob torturas. Mesmo que tenha sido este o motivo próximo para a repressão chegar aos dominicanos, isto não o torna responsável pela morte de Marighella”, analisa. “Quem matou Marighella foi a repressão. Também alguns dentro da esquerda armada acharam que frei Fernando e eu teríamos colaborado porque a mídia da época divulgou esta versão. Mas esta suspeita durou poucos dias: pouco a pouco as pessoas que conheciam a atuação dos dominicanos foram levantando dúvidas cada vez mais fortes sobre a versão oficial divulgada pela mídia. É preciso lembrar que a ALN, representada por vários dos seus membros presos, nunca aceitou a versão da imprensa, de que tivesse havido qualquer colaboração de nossa parte”, afirmou. Primeiro a escrever sobre o assunto, frei Betto enfatiza que nem tudo foi contado sobre a morte do comandante da ALN. “Por exemplo, a versão dos seus assassinos, a de quem o induziu a ir à Alameda Casa Branca, a dos agentes da CIA que operavam no Brasil etc. Eu, lá em São Leopoldo , fiquei sabendo no dia 2 de novembro de 1969 que os frades Fernando e Ivo haviam sido presos. Como ele, na capital paulista, ignorou isso até o dia 4?”, questiona. Terça-feira, dia 4. À tarde, véspera da emboscada, frei Fernando é levado à Livraria Duas Cidades, administrada pelos dominicanos. “Antes de sair já diziam no Dops que o Marighella iria nos procurar. Só eu fui levado. Não levaram o Ivo. Por que só levaram um de nós?”, acrescentou (Fernando, e não Frei Betto, certo? Retomar, para eliminar ambiguidade na frase). Já na livraria, o telefone toca. Fernando atende e recebe a senha “Ernesto”. “Senti que era falso. Não era Marighella. A voz era do delegado Roberto Guimarães. De fato, foi feito um telefonema em nome de Marighella. Ele [Antônio Flávio Médici, da ALN] ligou, alguém da polícia interceptou, conversou com ele e, depois disso, o delegado ligou para mim na livraria. Era para parecer que foi traição, para dar fundamento à imprensa. Eles queriam desmoralizar os cristãos revolucionários, que estavam em ascensão”, comentou Fernando. No mesmo dia, Fernando é levado de volta ao Dops. De lá, ele e Ivo são algemados e colocados em um Fusca, conduzido por um policial com destino à Alameda Casa Branca. “Fui sentado no banco do carona e Ivo foi atrás. Fomos deixados lá, dentro do carro. Pelo retrovisor, Ivo vê Marighella se aproximar e ser baleado. Somos retirados do carro e jogados no chão. Um terceiro homem é algemado com a gente. Era um policial, que queria ouvir o que conversávamos. Depois, soube que havia outros carros cheios de delegados e investigadores espalhados por lá, mas não posso dizer que houve tiroteio. Era a polícia atirando, atirando”, relatou. Esgotado e faminto, frei Fernando sentia faltar a percepção. “Eu parecia um zumbi. Estava pairando como se aquilo que eu via e ouvia não me atingisse. Olhando e não vendo. Não estava no meu estado normal”. Acusados de traição, os frades acabam na cela 5, a mesma em que estavam outros 17 integrantes da ALN. “Eles podiam ter nos matado, o que seria um prato cheio para a repressão”, disse Fernando. Aos 73 anos, completados em outubro, há 13 vive ele em Sítio do Conde, antiga aldeia de pescadores e, agora, polo turístico de Conde, município baiano localizado na divisa com Sergipe. Lá, dedica-se ao “diálogo com as religiões, principalmente com o Candomblé” e à Casa de Cultura, fundada por ele, “que procura fazer uma educação de jovens e adolescentes através da arte popular”. Hoje, o sociólogo Ivo Lesbaupin vive no Rio de Janeiro, onde nasceu. Deixou a Ordem em 1977 e passou a dedicar-se aos estudos em filosofia e teologia, voltados às questões de direitos humanos. Casou-se no início dos anos 1980 com Sarah, com quem tem dois filhos, atualmente com 24 e 19 anos. Professor aposentado pela UFRJ, Ivo exerce a função de secretário-executivo da Iser Assessoria, uma ONG que reúne cientistas sociais e teólogos. “Oferecemos pequenos cursos de formação e também preparamos subsídios para militantes de movimentos sociais, de comunidades de base, de pastorais sociais, onde nos solicitarem no Brasil. A minha parte é a análise da conjuntura nacional, movimentos sociais, poder local”, explicou. Memória na mesa A revelação da ligação entre os frades e o movimento armado gerou prejuízos ao Convento de Perdizes, que se viu obrigado a interromper as atividades por 23 anos. Criado em 1943, funcionou como um centro de estudos de São Tomás de Aquino no Brasil até 1970, quando houve as primeiras prisões de membros da Ordem. Entre eles, os freis Betto e Tito de Alencar, dois dos quatro principais contatos com a ALN, ao lado de Ivo e Giorgio Calegari. “Tivemos grandes prejuízos, inclusive financeiros. Pôr alguém aqui era colocá-lo em perigo”, descreveu Oswaldo Rezende. O trabalho foi retomado nos anos 1990. No último mês de agosto, a Escola Dominicana de Teologia de São Paulo promoveu o colóquio “frei Tito, 35 anos depois”. “Memória do cárcere no tempo da repressão” e “frei Tito e os direitos humanos no Brasil” foram temas debatidos com a participação de Fernando de Brito, Sinval Itacarambi Leão, José Cardogna, frei Betto, Ivo Lesbaupin, frei Oswaldo Rezende e o ministro da Secretaria dos Direitos Humanos, Paulo Vanucchi. “Lembrar isso é preparar o futuro para que os jovens valorizem e trabalhem para melhorar a democracia”, disse o diretor da instituição. Marighella, hoje
Nascido em Salvador, em 5 de dezembro de 1911, Marighella completaria 98 anos em 2009. Caso ainda fosse vivo, investiria na política atual? Que papel desempenharia? Integraria a base governista no Congresso? Militante pragmático do PT? Ministro do governo Lula?. Na opinião de Fernando de Brito, não seria nada disso. “Ele manteria sua liderança e carisma, e o desejo e a atividade para se ter uma sociedade justa e fraterna, com lugar para os excluídos. Com certeza, estaria militando na política. Não na oposição, como existe agora. Estaria lutando pelo povo. Em todos os casos, teria personalidade própria, por isso, demorou a deixar o Partido Comunista, porque queria que todo o partido tomasse uma posição revolucionária”.
Já frei Betto prefere não fazer exercícios de futurologia. “Não tenho bola de cristal. Já vi, sobretudo nos últimos tempos, ex-militantes de esquerda defenderem Sarney e Collor, como vejo antigos companheiros coerentes com o princípio de que é preciso construir uma sociedade sem opressores e oprimidos. Pela coerência de vida de Marighella, acredito que, hoje, ele estaria na defesa das causas populares e contra alianças eleitoreiras”. Disse ainda não imaginá-lo representando a base de apoio ao atual governo”, embora acredite que ele estaria de acordo que, apesar de tudo, o Brasil e a América Latina são agora melhores com Lula do que sem ele, pelo apoio dado ao Mercosul, à Unasul, ao Banco do Sul, à Alba e, em especial, à soberania de Cuba”, justificou. “A ação, para Marighella, significava sair da retórica”, diz José Dirceu
José Dirceu conheceu Marighella em 1969, nas reuniões clandestinas em que ele fundou a ALN. Mais tarde, em 1969, foi um dos presos libertados devido ao sequestro do embaixador americano. O ex-ministro deu o seguinte depoimento à Fórum: “Carlos Marighella é parte da história brasileira. Ele queria uma ação militar e política, uma ampla frente para derrotar a ditadura e tirar o Brasil da independência norte-americana. Não era uma estratégia socialista. Marighella acreditava que a principal tarefa era a libertação nacional e o fim da ditadura, para retomar o fio da história interrompido pelo golpe de 1964. Além disso, pregava a criação de colunas guerrilheiras dentro de uma tática militar de guerra de movimento. Ação, para Marighella, significava sair da retórica e da propaganda e partir para a guerra. Para ele, aquele se opõe à ditadura tem que aceitar a guerra civil como meio de derrubar o regime militar, já que não existe outra saída senão a submissão à ditadura pura e simples, à espera de seu próprio esgotamento. Se estivesse vivo, Carlos Marighella, como qualquer um de nós, poderia estar no PT e participar de governos, seja do PT ou qualquer outro partido, já que era um homem de alianças e de unidade, sempre visando mudanças”. Líderes da ALN tinham que ser bons na ação Três dias antes do sequestro do embaixador americano Charles Elbrick, o comandante da ALN, Carlos Marighella, citou Danton para criticar, em uma tribuna de debate, o imobilismo da organização que ambicionava derrubar a ditadura pela via armada: “Audácia, ainda audácia, sempre audácia”. Joaquim Câmara Ferreira, o segundo na hierarquia, ouviu calado. Sem saber de nada, Marighella foi ao Rio de Janeiro no mesmo dia da ação e ficou sabendo dela através dos jornais. Correu, portanto, um risco desnecessário de acabar preso e morto. A decisão de não comunicar o líder ilustra bem o radicalismo dogmático que permeou a mitológica Ação Libertadora Nacional. Foi durante um encontro da Organização Latino Americana de Solidariedade em Cuba, em 1967, que Marigehlla começou a traçar o esboço de uma organização político-militar totalmente compartimentalizada. A ideia era que a direção do grupo não fosse formada por burocratas, mas por militantes aptos a participar de ações armadas. Para crescer dentro da organização, portanto, era preciso saber atirar, explodir, pilotar e articular, não necessariamente nessa ordem. Com núcleos espalhados por vários estados, a liderança central, em São Paulo, dava autonomia tática para ações que fossem organizadas. O sequestro de Elbrick e a morte de Marighella levaram ao desmantelamento da espinha dorsal do grupo, mas a ALN continuou existindo de forma orgânica até 1980, quando foi criado o PT.
Leia mais sobre Marighella em um especial na página eletrônica da Fórum, http://www.revistaforum.com.br/.

Um Crime Real contra crianças britânicas

19/12/2009 – 14:01

Reino Unido vai se desculpar por crianças enviadas às ex-colônias

Por Mauro A. Silva
da BBC Brasil

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, deve pedir desculpas pela participação do país no envio de milhares de crianças britânicas às ex-colônias no século passado. Sob o Programa de Migração de Crianças, que foi extinto há apenas 40 anos, crianças pobres foram enviadas para uma “vida melhor” em países como Austrália e Canadá.
Mas há denúncias de que muitas sofreram abusos e acabaram sendo enviadas a orfanatos ou a fazendas, onde serviram como mão-de-obra na lavoura. Segundo informações obtidas pela BBC, autoridades do governo estariam em contato com algumas vítimas para que o pedido de desculpas seja divulgado no Ano Novo.
Ao enviarem as crianças para fora do país, as autoridades mentiam que seus pais haviam morrido e que uma vida muito melhor as esperava.
Muitas famílias não sabiam que seus filhos, alguns com apenas 3 anos de idade, estavam sendo enviados ao exterior.
Agências de assistência social trabalhavam com o governo para dar um futuro melhor para crianças pobres nas ex-colônias e suprir estes países com “bom estoque de gente branca”. Em muitos casos, no entanto, as crianças eram forçadas a trabalhar, tendo sofrido abusos físicos, psicológicos e sexuais.
Em uma carta ao diretor do Comitê de Saúde, órgão ligado ao Parlamento britânico que investigou as denúncias, o premiê Gordon Brown disse que “chegou a hora” de o Reino Unido se desculpar pelos erros dos governos anteriores. “É importante que dediquemos tempo a ouvir as vozes dos sobreviventes e vítimas de políticas equivocadas”, disse o premiê.
Na segunda-feira (16), o primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, vai pedir desculpas pelos maus tratos sofridos por cerca de sete mil imigrantes britânicos no país. Rudd vai reconhecer o sofrimento de 500 mil crianças enviadas a orfanatos e a outras instituições de assistência social do país entre 1930 e 1970.

J. Flávio Vieira

CURIOSIDADES DA MÚSICA

Por: Joilson Kariri

Para criar suas músicas, Ludwig van Beethoven (1770-18270) despejava água gelada sobre a cabeça. Garantia que isto estimulava o cérebro. Beethoven era totalmente surdo quando compôs a Nona sinfonia. Ele sofreu perda parcial da audição aos 32 anos e aos 46 não podia ouvir mais nada.

Qual a diferença entre uma orquestra sinfônica e uma filarmônica? Todas as orquestras filarmônicas são sinfônicas. O adjetivo filarmônica, que vem do grego e significa “amante da música”, representa as orquestras financiadas por sociedades privadas.

A classificação do timbre da voz humana, do mais agudo ao mais grave.


Masculino: tenor; barítono; baixo.


Feminino: soprano; meio-soprano; contralto.

A expressão rock´n´roll foi criada pelo disc-jóquei americano Alan Freed, em 1953. Ele se inspirou na letra de um antigo blue, que dizia: “My baby she rocks me with ateady rool” (Minha querida me embala com um ritmo constante).

O primeiro CD gravado em larga escala foi do pianista chileno naturalizado americano Claudio Arrau, onde continha músicas de Chopin, em 1982. No Brasil, o primeiro álbum foi Curare”, da cantora e compositora Rosa Passos, lançado em 1991.

  • O primeiro CD musical

O primeiro CD gravado em larga escala foi do pianista chileno naturalizado americano Claudio Arrau, onde continha músicas de Chopin, em 1982. No Brasil, o primeiro álbum foi Curare”, da cantora e compositora Rosa Passos, lançado em 1991.

  • A canção mais regravada no mundo

Essa é uma das discussões mais controversas e polêmicas do meio musical. Até hoje não existe um consenso. A princípio, oficialmente dá-se à “Yesterday” de Paul McCartney o título de a mais regravada, cerca de 6 mil versões diferentes, mas há quem diga que seja “Imagine” de John Lennon. Outra corrente defende a teoria de que “Feelings” do brasileiro Morris Albert seja a mais regravada.

Boas Festas I – Natal – Por César Mousinho.

A palavra ‘natal’ do português já foi ‘nātālis’ no latim, derivada do verbo ‘nāscor’ (nāsceris, nāscī, nātus sum) que tem sentido de nascer. De ‘nātālis’ do latim, evoluiram também ‘natale’ do italiano, ‘noël’ do francês, ‘nadal’ do catalão, ‘natal’ do castelhano, sendo que a palavra ‘natal’ do castelhano tem sido progressivamente substituída por ‘navidad’ como nome do dia religioso. Já a palavra ‘Christmas’ do inglês evoluíu de ‘Christes maesse’ (‘Christ’s mass’) que quer dizer missa de Cristo. Como adjetivo, significa também o local onde ocorreu o nascimento de alguém ou de alguma coisa. Como festa religiosa, o Natal, comemorado no dia 25 de dezembro desde o Século IV pela Igreja ocidental e desde o século V pela Igreja oriental, celebra o nascimento de Jesus e assim é o seu significado nas línguas neo-latinas. Muitos historiadores localizam a primeira celebração em Roma, no ano 336 D.C.
O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal. As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal ou do dias de Reis, conforme os costumes. Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.
Francisco amava as pessoas, desde o Papa imponente em seu palácio – e conheceu pessoalmente dois deles-ate os mendigos nas ruas, os ladrões nas montanhas, e principalmente os rejeitados, como os leprosos. Francisco amava os animais também. Ele amava os passarinhos. Muitas pessoas conhecem a história de como ele pregava para eles ao pousarem ao seu lado, e só iam embora quando ele os despedia. Ele amava os animais ferozes, ate mesmo o lobo feroz que aterrorizava as pessoas de Gúbio, na Itália, e que dizem ter sido domado por ele. Uma vez São Francisco implorou ao imperador que fizesse uma lei que se desse muita comida a todos os passaras e animais no Natal, para que eles também se regozijassem no Senhor. Um fato que nem todos sabem e que São Francisco de Assis foi o responsável por um dos mais famosos símbolos do Natal: o presépio. A idéia nasceu do seu desejo de tornar as grandes verdades do Espírito uma realidade para qualquer um. São Francisco de Assis montou, no Natal de 1223, o primeiro presépio, e hoje milhares de presépios são montados em igrejas, famílias, lugares públicos para celebrar o nascimento de Jesus e interpretar a nossa vida a partir dele. Por isso São Francisco de Assis, para sentir mais profundamente a mensagem do Natal, do nascimento de Jesus, idealizou o presépio, ou seja, a cena do ambiente onde Jesus nasceu. O primeiro presépio na celebração do Natal, em Greccio, na Itália no meio da floresta. A realidade do presépio faz penetrar em nós ensinamentos que constituem a doutrina de Jesus: pobreza, simplicidade, humildade, fé, docilidade, uma cadeia de ensinamentos para a vida cristã. Papai Noel – Sua origem está o bispo São Nicolau que auxiliava os pobres e, na época de Natal, saia às ruas – anonimamente – distribuindo presentes aos menores abandonados e saquinhos de ouro aos necessitados.Com sua generosidade estava atiçando a curiosidade do povo, o bispo passou a auxiliar clandestinamente as pessoas, colocando os presentes nas chaminés das casas. Este fato deu origem ao costume das crianças de deixarem meias nas lareiras à espera de presentes. Papai Noel tem um número muito grande de nomes, mas todos se referem à pessoa de São Nicolau que nasceu há muitos séculos atrás, no ano de 350 d.C., na Ásia. Sua cidade, Patara, era um porto muito movimentado. São Nicolau viajou muito antes de se tornar um bispo da Igreja Católica em Myra. Muitos milagres são atribuídos a ele, todos associados com a doação de presentes. Papai Noel Alemão: Na Alemanha ele é chamado de Kriss Kringle, termo cuja tradução literal é Criança do Cristo. Papai Noel Francês: Na frança ele é chamado de Pere Noel. Papai Noel Espanhol: Nos países de língua espanhola o bom velhinho é geralmente chamado de Papa Noel. Papai Noel Norte Americano: Santa Claus é o nome dele nos Estados Unidos e no Canadá. Papai Noel Inglês Father Christmas é o nome do bom velhinho em inglês, ele tem o casaco e barba mais longos. Papai Noel Sueco: Na Suécia Jultomten é o nome da famosa figura natalina. Papai Noel Holandês: Na Holanda, chama-se Kerstman. Papai Noel Finlandês: Na Finlândia, Joulupukki. Papai Noel Russo: Na Rússia, é chamado de Grandfather Frost ou Baboushka. Papai Noel Italiano: Na Itália, Belfana ou Babbo Natal. Papai Noel Japonês: Para os poucos cristãos do Japão ele é conhecido como Jizo.Papai Noel Dinamarquês: Na Dinamarca, chama-se Juliman. Aos cristãos revoltados com o consumismo do Natal, deixo a palavra com os psicólogos de Harvard, que vêm nos dizer o que, pelo menos para mim, é óbvio: dar presentes é bom. Natal é só uma época propícia para isso, não uma época consumista e que a figura do papai Noel ofusca o brilho do menino Jesus. Por razões que se perdem na aurora dos tempos, Natal sempre foi uma época de partilha. O ano inteiro deve ser assim, mas o Natal é uma data em que isto é comemorado e praticado. Quem não teve a oportunidade de partilhar ao longo do ano, tem a chance agora. Fontes: Bíblia, Google, Estadão e Folha de São Paulo. BOAS FESTAS Crato, Cariri, Brasil, Terra.
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HOMENAGEM DA SEMANA


CORREINHA

O Chapada do Araripe presta homenagens a um dos maiores mestres da cultura popular que faleceu em Crato recentemente, Francisco Correia de Lima, o Correinha, artista de várias linguagens atuante no município do Crato. Mestre Correinha nasceu no município de farias Brito no dia 14 de fevereiro de 1940, mas era um amante inveterado do Crato, município ao qual costumava fazer referências em suas canções. Talvez por não ter tido seu nome incluído nas listas anuais de mestres reconhecidos pelo Governo do Estado desde 2004, mestre Correinha tenha sido sepultado em meio a homenagens comoventes de moradores do município, mas, como ressaltaram amigos e familiares, sem o devido destaque por parte do Poder Público. Situação destacada durante a sua missa de corpo presente, enriquecida pelo acordeon de Hugo Linard, com quem Correinha gravou recentemente, 15 canções que agora constituem o último registro de sua obra. Segundo o próprio Hugo Linard, as canções registradas nesse último trabalho de Correinha em estúdio são, na maioria, inéditas. ´Ele gravou também ´Belezas do Crato´, mas as outras não tinham registro´, diz, citando canções como ´Coisas do meu sertão´, ´Exaltação a Barbalha´, ´Crato de Açúcar´ e ´Meu Cariri´ e ´Balanceio´. ´Fazia tempo que a gente tava cutucando ele, dizendo que ele tinha que gravar de novo. Ele fez dois compactos e outros discos, no tempo do vinil, além de vários cordéis´. Hugo Linard chama atenção para aspectos peculiares da trajetória de Correinha. ´Ele mantinha um bar aqui no Crato e ainda trabalhava como agente carcerário. Era tão querido que os presos pediram à família por ocasião do seu velório, para deixar um pouco o corpo dele lá na cadeia, para eles o homenagearem´.
Dalwton Moura

Jornal do Vicelmo

Todos os dias na Rádio Chapada do Araripe - Internet, a partir das 07:00, ouça o Jornal do Cariri com Antonio Vicelmo. O Jornal é retransmitido da Rádio Educadora do Cariri em tempo real. Você pode ouvir o programa através da nossa imensa rede de Blogs e websites. Alguns programas antigos estão disponíveis no nosso website Jornal do Vicelmo.

AUXÍLIO À LISTA

Dicas de Filmes



Por trás de todo o grande homem se esconde um professor, e isso era certamente verdade para Bruce Lee que aclamava como seu mentor um expert em artes marciais chamado Ip Man. Um gênio do Wushu (ou a escola de artes marciais da China), Ip Man cresceu numa China recentemente despedaçada pelo ódio racial, radicalismo nacionalista e pela Guerra. Ele ressurgiu como uma Fênix das Cinzas graças à suas participações em lutas contra vários mestres Wushu e lutadores de kung-fu - finalmente treinando icones de artes marciais como Bruce Lee. Esta cinebiografia do diretor Wilson Yip mostra a história da vida de Ip.

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